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Module Win32::Process

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Pour ce faire, nous parlerons des avantages et inconvénients des différentes méthodes : méthodes Tk, modules externes (threads, Win32

3. Utilisation de modules Perl externes

3.1. Module Win32::Process

2.1. Análise da variabilidade: a obtenção do produto leva em consideração a

2.2. Contexto da variabilidade: a obtenção do produto leva em consideração o

contexto da variabilidade do sistema em seu ambiente?

2.3. Configuração manual: não há mecanismos para obtenção do produto, que

é feita de maneira ad-hoc, obedecendo-se a sintaxe da linguagem.

Nesta dissertação, a avaliação das abordagens GORE-SPL, através dos critérios acima mencionados, foi possível graças à utilização das descrições das abordagens (na Seção 2.3), que permitiu a análise da aderência destas abordagens aos processos de DE e AE para SPL. No trabalho de Bachmann e Bass (2001), embora o foco da análise de variabilidade tenha sido a expressão arquitetural, pudemos transportar para a DE os níveis de abstração nele identifi- cados, pertinentes para a definição de uma SPL. O resultado da análise comparativa, mediante os critérios citados acima, utilizando os níveis de satisfação da Tabela 5, está sumarizado na Tabela 13.

Tabela 13. Comparativo entre os critérios de documentação e configuração da variabilidade em DE e AE para SPL nas abordagens GORE

Critério versus Abordagem Yijun Yu iStar-LPS G2SPL PL-AOVGraph Asadi

1. Engenharia de Domínio

1.1. Variação Organizacional (do

ambiente)

1.2. Variação das Metas de Quali-

dade

1.3. Variação do Fluxo do Controle

1.4. Variação das Funções

1.5. Variação dos Dados

1.6. Variação da Tecnologia

2. Engenharia de Aplicação

2.1. Análise da Variabilidade

2.2. Contexto da Variabilidade

2.3. Configuração manual

Pontuação 6,0 7,0 6,5 6,0 6,0

A Figura 16, p. 67, mostra o hanking das abordagens quanto aos processos de DE e AE para SPL.

Figura 16. Hanking das abordagens quanto aos processos de DE e AE para SPL

Note que as abordagens, do ponto de vista dos processos de DE e AE para SPL, levam em consideração a maior parte dos critérios de documentação e configuração da variabilidade. No entanto, nenhuma delas representa em completude os construtores da variabilidade (inter- na e externa – ver Seção 2.2) do software, no processo de DE, sobretudo quanto à captura das características organizacionais (ambientais) de variabilidade e de requisitos não-funcionais. Consequentemente, o processo de AE é prejudicado pela análise parcial dos pontos de varia- ção internos e externos, além de, nas abordagens GORE-SPL, não haver contextualização de domínio (ver Seção 2.3.6) para auxiliar a priorização de variantes.

Os subcritérios variação organizacional (1.1), variação das metas de qualidade (1.2), variação do fluxo de controle do sistema (1.3), variação da tecnologia (1.6) e con- texto de variabilidade (2.2), estão muitas vezes relacionados aos requisitos não-funcionais de um sistema e ao ambiente (organização/contexto) onde o software está inserido. Tais ca- racterísticas, por sua vez, são decisivas para representar a variabilidade numa SPL e na esco- lha de uma configuração específica de produto. Muitas vezes, as abordagens GORE-SPL aca- bam por omitir tais características na documentação de variabilidade e a desconsiderá-las no momento da configuração do produto numa SPL, pelo fato de não possuírem os construtores de variabilidade adequados nos seus modelos de objetivos.

Especificamente quanto à variação das metas de qualidade (1.2), boa parte das abor- dagens trás, na sintaxe dos modelos de objetivos, elementos capazes de representar os requisi- tos não-funcionais, embora não sejam decisivos no momento da configuração dos produtos específicos da SPL.

3.5. Considerações finais

Neste capítulo, apresentamos a comparação entre as principais abordagens GORE-SPL sob dois aspectos: a linguagem e o processo. Ela envolveu as seguintes abordagens: (i) variabili- dade em Modelos de Objetivos por Yijun Yu et al. (YU, LAPOUCHNIAN, et al., 2008); (ii) iStar-LPS (ANTÓNIO, ARAÚJO e SILVA, 2009); (iii) G2SPL (SILVA, BORBA e CASTRO, 2010); (iv) PL-AOVGraph (SANTOS, SILVA e BATISTA, 2011), e; (v) o ma- peamento goal-feature por Asadi et al. (ASADI, BAGHERI, et al., 2011).

Quanto à linguagem, foi avaliada a capacidade de cada uma das linguagens de mode- lagem em representar a (i) expressividade (através da identificação dos elementos: pontos de variação internos/externos, pontos de variação obrigatórios/opcionais, variantes, dependências e restrições de variabilidade), (ii) distinção de tipos (para avaliar a capacidade de representar sem ambiguidades os elementos dentro dos modelos de variabilidade), os (iii) relacionamen- tos (dependências opcional, obrigatória e alternativa e restrições de inclusão e exclusão), (iv) documentação (representação gráfica/textual) e (v) evolução (gerenciamento e rastreabilida- de). Esses elementos comparativos foram inicialmente propostos para realizar a comparação entre modelos de variabilidade em expressos na notação de feature (DJEBBI e SALINESI, 2006) e adaptados para a nossa comparação. Já os elementos de variabilidade específicos fo- ram identificados a partir das definições expressas pelo OVF (POHL, BÖCKLE e VAN DER LINDEN, 2005). O sumário desta comparação foi expresso na Tabela 12.

Já quanto ao processo, foram avaliados como a engenharia de domínio e a engenharia de aplicação, segundo definições apresentadas no OVF (POHL, BÖCKLE e VAN DER LINDEN, 2005) eram realizadas pelas diversas abordagens GORE-SPL. Neste sentido, quan- to à DE foi identificada a abrangência da documentação para SPL, considerando os seguintes níveis de abstração (BACHMANN e BASS, 2001): variação do negócio/organização, varia- ção das metas de qualidade do sistema, variação do fluxo de controle do sistema, variação das funções do sistema, variação dos dados do sistema e variação da tecnologia de implementação do sistema. Já quanto à AE foi identificada a capacidade de se realizar produtos específicos a partir da análise de variabilidade expressa no modelo, o contexto de variabilidade para seleção de produtos e a configuração manual (obedecida a sintaxe da linguagem). A sumarização dos resultados foi expressa na Tabela 13.

De maneira geral, foram identificadas as seguintes deficiências: (i) a falta de infor- mação de variabilidade organizacional (do ambiente onde o sistema está inserido), na documentação da variação, levando em consideração, por exemplo, como a variação de atores

organizacionais podem influenciar as propriedades (recursos), tarefas, objetivos e metas que serão realizadas pela versão específica do produto e; (ii) a falta da análise do contexto orga- nizacional, na sistematização da configuração de um produto de software específico e poste- rior priorização de variantes através dos requisitos não-funcionais.

Nos próximos capítulos, as comparações feitas nas Seções 3.3 e 0 serão o ponto de partida para a realização: (i) do Modelo i*-Ortogonal, a fim de representar variabilidade em modelos de objetivos com as características desejáveis para SPL, e; (ii) da abordagem E- SPL, a fim de organizar os processos de DE e AE para SPL, com análise de variabilidade e contextualização do domínio, além da priorização de variantes.

Capítulo 4.

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