• Aucun résultat trouvé

3. TELL ME MORE

3.2.4. Modes de travail

A Figura 5 apresenta um organograma que ilustra a composição da Diretoria de Ensino Pesquisa e Extensão de Campus do Instituto Federal.

Figura 5 – Organograma da Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão

Fonte: Elaborado pela autora.

A Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão é composta por Coordenação Geral de Ensino, Coordenação de Registro Académico, Coordenação Pedagógica, Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social, Coordenação de Pesquisa e Inovação, Coordenação de Extensão e Estágio e Coordenação de Biblioteca. As Coordenações têm como foco atender aos/as estudantes matriculados na instituição, sendo que cada Coordenação tem uma função própria para Prestação de Serviços segundo sua respectiva especificidade funcional. Segundo Jones e George (2012, p. 229), "Quanto maior for à

DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO COORDENAÇÃO DO REGISTRO ACADÊMICO COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E INCLUSÃO SOCIAL COORDENAÇÃO GERAL DE ENSINO COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA' COORDENAÇÃO DE CURSO COORDENAÇÃO DA BIBLIOTECA COORDENAÇÃO DE PESQUISA É INOVAÇÃO COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO E EXTENSÃO

complexidade da estrutura de uma organização, maior será a necessidade de coordenação entre as pessoas, funções e divisões para fazer com que a estrutura organizacional funcione de modo eficiente e eficaz".

- Coordenação Geral de Ensino

A Coordenação Geral de Ensino é composta por 4 servidores: o coordenador, que é um docente que também leciona em outras modalidades de ensino; um técnico administrativo, com Nível Superior; um auxiliar administrativo, com Nível Fundamental; e um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), com Nível Médio.

Entre algumas competências da Coordenação Geral de Ensino, descritas na Resolução 01/2017 art. 49 da Estrutura Organizacional, destacam-se os seguintes parágrafos:

VI – atuar junto à comunidade escolar, procurando manter o clima necessário para que sejam atingidos os objetivos educacionais da instituição;

VII – desenvolver mecanismos que favoreçam o pleno funcionamento do horário escolar, com vistas ao aproveitamento integral do período de permanência do aluno na instituição.

Observa-se que tais ações estão direcionadas para auxiliar os/as estudantes. Percebe-se, pois, que o papel principal da Coordenação Geral de Ensino é supervisionar os trabalhos realizados pelas Coordenações de cursos e articular junto aos docentes o planeamento escolar, desde o currículo até a grade horária.

- Coordenação de Curso

São várias as Coordenações de Cursos, mas aqui trataremos apenas da Coordenação do Proeja. O coordenador também é docente em outras modalidades de ensino, preside reuniões de colegiado e participa dos Conselhos de Classe. Ele tem, a sua disposição, uma sala compartilhada com outras Coordenações de Cursos para atendimentos individualizados.

Segundo a Resolução 01/2017, da estrutura organizacional, no art. 50, um dos principais parágrafos que norteiam as Coordenações de Curso e das ações é:

I – planejar, coordenar, acompanhar e avaliar as atividades pedagógicas do curso, em conjunto com a Coordenação Pedagógica.

IV – orientar os docentes na elaboração dos planos de ensino, nas adaptações curriculares, nas atividades didático-pedagógicas, na definição de métodos e técnicas de ensino, nos procedimentos de avaliação e no material institucional para apoio ao desenvolvimento da ação educativa;

V – acompanhar e controlar a execução do Plano Individual de Trabalho de cada docente, encaminhando relatório semestral à Coordenação-Geral de Ensino do

Essa coordenação supervisiona os professores para que se cumpram as metas e os objetivos estabelecidos, acompanhando mais de perto o processo ensino-aprendizagem dos/as estudantes de um Curso Técnico Integrado em Artesanato na modalidade Educação de Jovens e Adultos.

- Coordenação Pedagógica

Atribui-se à Coordenação Pedagógica uma das principais funções dentro do contexto educacional: acompanhar de perto o discente que necessita de alguma adaptação curricular ou recurso didático-pedagógico. O coordenador pedagógico é um agente intercessor das dificuldades encontradas pelo discente e pelo docente, apoiando com postura orientadora baseada em diálogo e construção conjunta. Essa coordenação é de extrema importância, porque promove a integração dos diversos atores do ensino-aprendizagem, estreitando laços entre direção e educadores e educandos e familiares e oferecendo suporte para que os/as estudantes se adaptem da melhor maneira possível, propondo medidas e atividades e beneficiando toda comunidade escolar.

Nesse sentido, há processos didático-pedagógicos em que se identifica a aprendizagem de alunos que manifestam baixo aproveitamento, assim como de altas habilidades, buscando mediar a superação de dificuldades. Outro fator que também pode ser considerado são os encaminhamentos às questões socioeconômicas dos alunos à assistência estudantil.

Atualmente, essa coordenação é gerenciada por pedagogo que compartilha uma sala com a Coordenação Geral de Ensino. O coordenador pedagógico trabalha em horários alternados para contemplar todos os períodos com uma infinidade de ações em andamento e vários desdobramentos. Possui autonomia para transitar entre Direção e Docentes, construindo um ambiente de aprendizagem funcional e favorável, entretanto, muitas vezes, é surpreendido por resistência dos docentes. Dessa forma, essa coordenação é marcada por mudanças, flexibilidade, capacidade de adaptação e evolução pessoal, transformando realidades e sendo desafiada com paciência, muita responsabilidade e respeito.

- Coordenação de Pesquisa e Inovação

A Coordenação de Pesquisa e Inovação coordena e supervisiona os projetos de grupos de pesquisa, fomentando e acompanhando as atividades e as políticas de pesquisa e pós-graduação integradas ao ensino e à extensão.

Segundo o artigo 52 da Resolução 01/2017, compete a essa coordenação:

I – atuar no planeamento estratégico e operacional do Campus, com vistas à definição das prioridades na área de pesquisa e inovação;

II – implementar medidas para seleção e inscrição de candidatos a bolsas de pesquisa e inovação;

III – manter intercâmbio com empresas visando detectar as necessidades quanto à produção e desenvolvimento tecnológico;

IV – avaliar e divulgar os resultados dos trabalhos realizados;

V – manter relações de intercâmbio com as instituições responsáveis pelas políticas de fomento à pesquisa e inovação para captação de recursos nas áreas de ciência e tecnologia.

Essa coordenação está alojada em uma sala compartilhada com outras coordenações e o coordenador é um docente que também leciona em outras modalidades de ensino. O atendimento é realizado em períodos preestabelecidos para acolher a comunidade acadêmica.

- Coordenação de Extensão e Estágio

A Coordenação de Extensão e Estágio coordena, fomenta e acompanha as atividades e as políticas de extensão e as relações com a sociedade, articuladas ao ensino, à pesquisa, à pós-graduação e à inovação, ante os diversos segmentos sociais.

Conforme art. 53 da Resolução 01/2017, à Coordenação de Extensão e Estágio compete:

I – promover a integração entre as atividades e políticas de extensão com as atividades e políticas de ensino e pesquisa;

II – atuar no planeamento estratégico e operacional do Campus, com vistas à definição das prioridades de estágio e extensão;

III – implementar medidas para seleção e inscrição de candidatos a bolsas de extensão;

IV – avaliar e divulgar os resultados dos trabalhos realizados;

V – manter relações de intercâmbio com as instituições responsáveis para formação continuada dos servidores envolvidos em projetos de extensão no Campus.

Essa coordenação se constitui no elo entre empresas e estudantes. A função principal é de observar e fomentar o mercado de trabalho, buscando oportunidades para os nossos discentes, tendo contato direto com alguns parceiros em várias áreas de atuação e disponibilizando, assim, oportunidades de vagas para estágios em empresas. Atualmente, essa coordenação é composta por dois servidores: um docente, que leciona em outras modalidades de ensino como Coordenador; e um Técnico Administrativo. Ambos alternam o atendimento em horários preestabelecidos.

- Coordenação do Registro Académico

A Coordenação do Registro Académico está ligada à figura de um Técnico Administrativo que planeja, controla e supervisiona as atividades dessa coordenação. Os atendimentos são realizados ora em uma sala individualizada, ora em uma sala ampliada, onde acontecem os trabalhos de uma equipe que é composta por dois Técnicos Administrativos e dois Auxiliares Administrativos Terceirizados. Por se tratar de documentos de discentes, prima-se pela preservação do sigilo profissional. Por essa razão, essa

coordenação tem particular relevância quando se trata de análise, expedição e emissão documental. Uma vez que a coordenação trata diretamente do atendimento da comunidade escolar, preza-se por cordialidade, prontidão e eficiência, buscando garantir a padronização dos procedimentos.

O Registro Académico é a Coordenação que operacionaliza toda a vida acadêmica do aluno, desde o seu ingresso em um dos cursos do IFB até a conclusão e entrega de certificado ou diploma. O trabalho do setor deve ser pautado na legislação em vigor, garantindo, assim, a veracidade das informações prestadas. O horário de atendimento dessa coordenação contempla a comunidade acadêmica em todos os períodos oferecendo um trabalho ininterrupto.

- Coordenação de Biblioteca

A Coordenação de Biblioteca localiza-se no Bloco Administrativo, situado no primeiro andar, em um espaço de aproximadamente 500 m² de área útil. Possui um acervo com cerca de 8.000 exemplares, sendo franqueada ao público académico e à comunidade em geral para consulta dele. Proporciona aos usuários espaço para estudo individual, sala de estudo em grupo, cabines de estudos, espaço de convivência e de leituras, empréstimo domiciliar, apoio na localização de livros e informações e disponibilidade de computadores com acesso à internet.

O acervo disponível é predominantemente de técnicas universitárias e composto de materiais de natureza técnica e multidisciplinar específicos de cada Curso e nos formatos digitais e impressos, mas também se pode encontrar livros de ficção, romances, religiosos, históricos e autoajuda, além de inúmeros outros assuntos.

Essa coordenação utiliza um Gerenciador de Acervos, o Sistema de Automação de Biblioteca, Arquivo, Museus e Memórias do Instituto Federal (SIABI), que funciona como Centro de Informação e Referência, comprometido com a ação educativa necessária ao desenvolvimento dos programas de ensino, pesquisa e extensão do Instituto Federal. O Sistema de Biblioteca caracteriza-se por ser alicerçado no conhecimento da necessidade de avançar, permanentemente, na qualidade da prestação de serviços de apoio académico para seus usuários, adotando as novas Tecnologias de Informação e de Comunicação.

A Coordenação de Biblioteca, como sendo a guardiã do patrimônio e do acervo da biblioteca, administra o processo de catalogação, indexação, classificação e inserção de dados na base e é uma grande prestadora de serviços a toda comunidade acadêmica. A composição da Coordenação da Biblioteca é de um coordenador, dois bibliotecários e dois auxiliares de biblioteca. O horário de funcionamento é estendido para o atendimento da comunidade escolar.

- Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social

A Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social é uma das coordenações mais procuradas, já que os educandos, ao se matricularem, procuram informações sobre os diversos programas que são ofertados nessa instituição. Várias as ações são promovidas e efetivadas por essa equipe, que busca auxiliar o desejo dos educandos, para que lhes sejam garantidos o acesso, a permanência e o êxito de sua formação, tendo como foco a minimização das vulnerabilidades sociais.

Dentre as ações de promoção aos educandos referentes à Política de Assistência Estudantil, que concede auxílios financeiros aos que apresentam vulnerabilidade socioeconômica, estão inclusos:

Quadro 1 – Política de Assistência Estudantil POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL PROGRAMAS UNIVERSAIS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO E PERMANÊNCIA PROGRAMAS DE INCENTIVO AO DESENVENVOLVIMEMTO Programa de Acompanhamento Social, Pedagógico e Psicológico Auxílio Permanência

Presencial Programa de Monitoria Programa de Promoção da

Saúde

Auxílio Permanência aos Educandos da Educação à Distância Programa de Desenvolvimento Técnico Científico Programa de Incentivo à

Cultura, Esporte e Lazer Discente

Auxílio Moradia,

Residência Estudantil --- Programa Auxílio

Permanência Auxílio Criança --- Programa de Residência

Estudantil Auxílio ao Proeja --- --- Auxílio ao Integrado ---

Fonte: Elaborado pela autora.

A comunidade acadêmica é composta por jovens e adultos com idades variadas e eles podem participar dos programas que estão em andamento desde que estejam devidamente matriculados em qualquer uma das modalidades de ensino, independente do semestre que estiverem cursando. Os interessados devem atentar-se, pois, tais Programas são disponibilizados por meio de editais, sem data preestabelecida, mas sempre no primeiro semestre, entre os meses de fevereiro e abril, ou no segundo semestre, entre os meses de agosto e setembro. Nos editais constam os prazos e os pré-requisitos necessários para a participação nos respetivos programas.

Os comunicados são publicados nos murais do campus e no site do Instituto Federal. Após a inscrição on-line, a entrega de documentações deve ser destinada à Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social em envelopes lacrados. A partir de então, é

realizada análise socioeconômica rigorosa dos candidatos pelos Assistentes Sociais, que avaliam os vários quesitos para que sejam selecionados justamente e com equidade àqueles que mais necessitam.

A forma de legitimação dessas assistências fora criada em 19 de julho de 2010, pelo Decreto nº 7.234, que dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que tem por objetivo a viabilização de igualdade de oportunidades, a contribuição para a melhoria do desempenho académico e a forma de agir, preventivamente, nas situações de retenção e evasão decorrentes da insuficiência de condições financeiras. Essas metas devem basear-se nas ações das instituições visando à promoção do acesso, da permanência e da formação dos educandos, na perspectiva de inclusão social, na produção de conhecimento e na melhoria do desempenho escolar e da qualidade de vida.

E, assim, apoiado nesses objetivos, existe a preocupação de que as equipes executoras operacionalizem essa política de maneira uniforme, percebendo os sujeitos dentro de suas singularidades e os reconhecendo como detentores dos direitos assegurados pelo programa. O programa prioriza a ênfase nessa situação, pois, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, prevê, em seu artigo 26, que todo ser humano tem direito à instrução.

Com isso, a instituição de ensino deve proporcionar estruturas físicas, econômicas e sociais adequadas para o pleno desenvolvimento intelectual do educando. Logo, propõe-se que a assistência estudantil seja executada de maneira mais eficaz para auxiliar que os educandos tenham um processo de formação de qualidade, objetivando que eles estejam preparados para a produção intelectual e/ou para o mercado de trabalho.

A Composição da Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social dos

campus determina, em seu artigo 6º, que:

A Política da Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social são compostas pelos Núcleos de Serviço Social, Núcleo de Psicologia, Núcleo de Pedagogia, para tanto conta com uma equipe mínima de (1) um Assistente Social; 1 (um) Psicólogo; 1 (um) Pedagogo ou Técnico em Assuntos Educacionais; 3 (três) Assistentes de Aluno.

São várias as atribuições propostas para essa coordenação que necessitam de um olhar aberto para a tomada de decisões conforme o art 10º, que trata sobre a equipe da Coordenação de Assistência Estudantil e Inclusão Social dos Campi compete:

I - Prestar atendimento especializado na área da pedagogia, psicologia e serviço social

II - Propor, executar e acompanhar campanhas educativas, cursos, oficinas, palestras, reuniões, seminários e outras atividades similares que contribuam para formação integral dos estudantes e da comunidade escolar;

III - Promover e acompanhar ações de saúde dos estudantes em parceria com demais coordenações e instituições;

IV - Apoiar o desenvolvimento de ações de esporte, cultura e lazer discente;

V - Assessorar a gestão do Campus bem como os demais setores e atores da comunidade escolar nas matérias relativas à assistência estudantil;

VI - Propor e executar estudos e pesquisas sobre matérias relacionadas às atividades desenvolvidas pela equipe da CDAE, bem como relativas ao contexto educacional;

VII - Fomentar a participação dos familiares e/ou responsáveis no processo educativo dos estudantes matriculados no campus, bem como na gestão escolar; VIII - Fomentar a participação dos estudantes nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como nas atividades e programas da Assistência Estudantil;

IX - Fomentar a participação docente junto a equipe da CDAE na busca de soluções que possam interferir no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes;

X - Executar as ações e programas previstos na Política de Assistência Estudantil, respeitadas as prerrogativas ético-legais dos profissionais especializados que compõem a equipe da CDAE;

XI - Analisar as situações e emitir parecer sobre a suspensão ou cancelamento de auxílios (e/ou apoio financeiro de qualquer natureza prestada aos estudantes), bem como sobre a vinculação a quaisquer ações ou programas previstos na Política de Assistência Estudantil; XII - Realizar o monitoramento e avaliação sistemática das ações e programas executados pela equipe da CDAE;

XIV - Contribuir na identificação de fatores que influenciam na evasão, retenção e reprovação escolar, visando a proposição e implementação de ações que levem a redução desses fenômenos;

XV - Estabelecer o diálogo com os atores do Campus (docentes, direções, coordenações) como forma de alinhar as ações;

XVI - Buscar e estabelecer parcerias com instituições públicas ou privadas para atendimento das demandas da Coordenação do Campus;

XVII - Atuar em conjunto com a Coordenação Geral de Ensino, Coordenação Pedagógica e Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE), contribuindo com a proposição e execução de ações que visem facilitar o desenvolvimento dos estudantes.

XVIII - Atuar em conjunto com as demais Coordenações de Assistência Estudantil e Inclusão Social do IFB;

XIX - Contribuir com o planejamento, implementação, monitoramento e avaliação da Política de Assistência Estudantil do IFB;

XX - Orientar os estudantes quanto à operacionalização dos programas desenvolvidos na CDAE (cronograma, critérios de seleção, documentação necessária, etapas do processo, dentre outros).

A atuação dos profissionais da equipe multidisciplinar é bem distinta, porém com um único objetivo: alcançar as demandas apresentadas em menor tempo possível, atendendo individualmente cada especificidade e, assim, orientando e encaminhando o educando para que as devidas providências sejam tomadas, num processo de acolhimento e integração como forma de pertencimento a essa instituição.

2.5 O CAMPUS PESQUISADO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E

Documents relatifs