Na reunião inicial de ano de conselho de turma, realizada no dia 4 de setembro, foram apresentados os aspetos relativamente à turma com que iria ficar ao longo do estágio.
Foi-me entregue o 10º1A, com 31 alunos, sendo que 11 eram rapazes e 20 raparigas. Dos 31 alunos, 13 eram novos no Externato, não tendo qualquer informação dos mesmos uma vez que as escolas anteriores não enviaram informação que nos permitisse ter esse conhecimento antecipado.
A turma apresentava dois alunos repetentes, sendo que um destes alunos era hiperativo, com défice de atenção e, por isso mesmo, beneficiava de tempo extra para realizar os testes escritos.
Existiam dois irmãos gémeos cujo pai estava a viver na Suíça, sendo esta uma situação adversa para os dois alunos em anos transatos, sendo notório por parte do conselho de turma anterior a alteração emocional dos mesmos quando o pai estava presente.
Por fim, tínhamos um aluno que atravessava uma fase complicada na vida, devido ao falecimento do pai há menos de dois anos. Este aluno havia sido acompanhado pela psicóloga da escola que se encontrava nesta reunião e a mesma apresentou alguma preocupação pois o aluno estaria a iniciar o luto no final do 9º ano, sendo o ambiente familiar um dos três fatores que influencia o sucesso pedagógico (Marzano, 2005). A família é considerada uma instituição
social que deve proporcionar o vínculo afetivo à criança e ao adolescente em desenvolvimento académico, procurando assim a sua estabilidade emocional (Pocinho & Cruz, 2018).
2.3. Prognóstico
No início desta etapa tive como objetivo desde logo conhecer os alunos da minha turma, absorvendo assim o máximo de informação sobre os mesmos. Tal como escrevi anteriormente, a reunião de conselho de turma ajudou-me a formar uma ideia sobre o grupo de alunos com que iria trabalhar o resto do ano letivo.
De seguida, o primeiro contacto que tive com a turma foi o dia do 10º ano que se realizou logo no início do ano letivo. A direção do EML defende que este é um momento importante para a integração dos alunos e estes estabelecerem algum contacto com os Professores.
Para além disto, proporciona a todos os envolvidos a experiência da descida do rio douro de canoa. Uma estratégia que é implementada há já alguns anos é a formação de pares de canoa, sendo realizada com alunos de cursos diferentes, isto é, um aluno do curso de ciências com um aluno do curso de humanidades. Durante o dia existem várias paragens para que cada turma se possa reunir e desenvolver algumas atividades: reflexão do dia, almoço e reflexão sobre objetivos para o ciclo que se aproxima.
Esta saída permite não só os alunos interagirem uns com os outros, como também os professores com os alunos e os professores entre si.
Neste primeiro contacto com a turma procurei perceber algumas características dos alunos, por exemplo, qual o grau de preferência na disciplina de EF. Concluí que na sua maioria gostavam da disciplina mostrando uma pré-disposição para a aprendizagem.
Relativamente aos professores, considero que esta saída foi bastante benéfica para melhorar a interação com os alunos e para a relação que foi criada com os colegas de trabalho ao longo deste ano letivo. Serviu também para conhecer, através de conversas, os objetivos do colégio, a opinião dos professores relativamente à forma como se insere o GEF no EML e, dessa forma, aproveitei para formar opinião sobre objetivos/alunos/escola que me ajudasse no trabalho a realizar ao longo deste ano.
Sendo um processo contínuo o conhecimento dos alunos com quem iria trabalhar ao longo do ano, propus à DT acrescentar ao questionário padronizado pelo EML algumas questões para obter informações adicionais, sendo elas, a sua experiência no desporto, os seus gostos nas aulas de EF, como também os seus hábitos alimentares ao pequeno-almoço.
Ainda com o intuito de conhecer melhor os meus alunos pesquisei alguns inquéritos que abordassem as preferências dos alunos a nível social e no contexto das aprendizagens. Pretendia perceber quais os alunos que se davam melhor entre eles, os menos integrados e os mais trabalhadores. Após algumas conversas com o meu orientador, foi-me sugerido entrar em contacto com um estagiário que já tinha passado pelo Externato e que realizou um teste sociométrico (apêndice 8). Após algumas reuniões com ele conseguimos ajustar o teste ao que eu pretendia.
Após realizar a análise das respostas dadas foi possível identificar os alunos mais integrados e menos integrados e ainda, os alunos mais e menos preferidos para trabalhar.
Antes da realização do teste foi explicado aos alunos que deveriam responder às questões individualmente, que as respostas seriam de carácter confidencial e evitar respostas em branco ou sem qualquer relevância para o objetivo apresentado.
Uma limitação na análise das respostas foi o facto de existirem alunos que responderam no questionário “não sei” ou “dou-me com toda a turma” ou “consigo trabalhar com todas as pessoas” ou simplesmente deixaram em branco.
Desde logo, concluí que os resultados relativos à preferência de trabalho apresentaram uma maior coesão de respostas. Isto porque o gráfico apresenta uma forma mais concêntrica e com uma rede maior, significando que os alunos têm de facto preferências e rejeições no que ao trabalho com os colegas diz respeito.
De uma forma geral, havia quatro alunos que eram muito preferidos para trabalhar, sendo eles o nº 10, 15, 25 e 26 uma vez que foram escolhidos diversas vezes pelos colegas de turma.
É de realçar que, por exemplo, o nº 26, foi escolhido por cinco colegas da turma, e que qualquer um destes colegas que o escolheu não foi opção preferencial do mesmo, permitindo uma maior abrangência na rede, ou seja, este aluno nº 26 foi escolhido por A, B, C, D e E e escolheu F, G, H. Os alunos nº 7, o 8 e 20 são também preferidos embora de forma menos evidente.
Os alunos nº 2, 28 e 29 não foram escolhidos por qualquer elemento da turma como opção para trabalhar. Isto veio a revelar-se importante porque verifiquei que dois destes alunos obtinham classificações negativas no final dos períodos.
Relativamente à questão das relações interpessoais foi notório que o nº 2, 14, 27 e 28 estavam menos integrados na turma, uma vez que tanto para trabalhar como para passar os
Alguns dias depois da aplicação do teste sociométrico, realizou-se a reunião intercalar, que foi mais um momento importante para recolher informações sobre os alunos. Durante a reunião, os professores trocaram algumas informações sobre as suas primeiras avaliações escritas, e sobre as facilidades e dificuldades que os alunos apresentavam até ao momento.
Procurei nesta reunião perceber de que forma os alunos que sinalizei através do teste sociométrico como os menos integrados na turma se enquadravam nas outras disciplinas, tentando obter informações dos professores relativamente aos seus comportamentos intrapessoais e interpessoais e ao seu desempenho.
Após estes momentos que me permitiram conhecer a turma, defini os principais objetivos que serviram como referência para o planeamento das etapas seguintes.
Já no final desta etapa, questionei a Bárbara da possibilidade de iniciar o projeto de solidariedade neste ano letivo, sendo este por norma um projeto de ciclo que começa apenas no 11ºano. Desde logo a Bárbara mostrou-se disponível para me ajudar a integrar o mesmo na turma, dando início na etapa seguinte.
2.4. Prioridades
Esta etapa define-se por solucionar os objetivos sinalizados como prioritários, sendo estes o (a) aumentar a responsabilidade social dos alunos ao apoiar os utentes de um lar de idosos, demonstrando a sua solidariedade através do acompanhamento autónomo das atividades programadas (projeto de solidariedade) e, (b) integrar os alunos identificados como menos preferidos pelos colegas quer a nível social, quer a nível de trabalho.
O planeamento da área da direção de turma, está apresentado na tabela seguinte:
1ª Etapa Prognóstico 2ª Etapa Prioridades 3ª Etapa Progresso 4ª Etapa Produto - Caraterizar a Turma: Dia do 10º ano Reunião intercalar Teste sociométrico - Preparar e realizar a Celebração da Palavra - Preparar o projeto de solidariedade e saída de campo - Reunião intercalar - Implementar o projeto de solidariedade - Implementar a saída de campo - Implementar o projeto de solidariedade -Avaliação
Tabela 6 - Planeamento anual da DT
Sendo um dos pontos mais importantes a integração dos alunos, comecei logo no início desta etapa por apresentar à DT algumas propostas de trabalho que influenciassem a mesma:
(a) esboço de uma nova planta de sala de aula, de forma a proporcionar um melhor ambiente de aprendizagem e uma melhor integração dos alunos nº 1 e 28. Procurei colocar junto destes alunos colegas que facilitassem a sua integração e simultaneamente apresentassem um bom comportamento.
(b) jogos lúdicos que facilitassem a cooperação e o espírito de grupo, permitindo à turma uma pequena interação entre todos.
(c) celebração da palavra que é um momento onde se juntam todos os alunos, professores e familiares da turma que queiram presenciar a celebração.
Toda a organização necessária para o desenvolvimento da celebração da palavra foi liderada por mim. Defini um tema e organizei grupos para a escolha de leituras, para a realização de convites para os familiares e professores, para a escolha de textos, preces/simbolismos e para a escolha de instrumentos e músicas.
Este processo começou com uma discussão relativamente ao tema que os alunos deveriam escolher para a celebração, sendo este um momento que criei para desenvolver o espírito de grupo, tal como afirma, Boavista (2010), ao utilizar o processo de partilha entre os membros que compõem a turma, haverá lugar a um sentimento de pertença de grupo.
Queria que os alunos trabalhassem não só o espírito de grupo, mas também a autonomia e criatividade, criando um guião de celebração com cânticos, leituras, convites, lembranças, preces, relacionados com o tema escolhido, como já referido anteriormente.
Consegui integrar dois alunos que se encontravam mais afastados do núcleo da turma permitindo que estes trabalhassem nos convites com alunos mais integrados e mais extrovertidos.
Assim sendo, todo este planeamento e as estratégias usadas para a realização deste momento, fizeram com que o meu objetivo principal fosse atingido, tendo em conta que foi criado um bom momento de convívio entre os alunos, os seus familiares e professores que facilitou a sua integração.
(d) saída de campo. Tendo como um dos objetivos principais a integração dos alunos, esta começou a ser organizada e planeada de forma a que houvesse jogos e atividades que permitissem partilhar ideais e conhecimentos e criar espírito de equipa.
Nesta altura também comecei a pensar na composição dos grupos mais adequada para poder facilitar este processo de integração durante a saída de campo.
Relativamente ao grande objetivo que tem a ver com o projeto de solidariedade comecei por, em conjunto com a diretora de turma identificar o interesse dos alunos relativamente a esta iniciativa. Tal como referi anteriormente é um projeto para o ciclo e normalmente inicia-se apenas no 11º ano, sendo algo que a coordenadora do ensino secundário enalteceu uma vez que conseguimos organizar esta experiência desde o início do 10º ano.
Através da minha experiência pessoal, enquanto ex aluna do Externato, consegui apresentar algumas ideias à turma. Comecei por propor à turma a escolha de ideias de intervenção, como por exemplo, voluntariado no banco alimentar, lar de idosos, creches e no meio ambiente. A maioria da turma preferiu intervir com pessoas mais velhas, indo de encontro à minha experiência enquanto aluno.
Decidi contactar alguns lares próximos do Externato, de forma a evitar grandes deslocações por parte dos alunos. Houve um lar que demonstrou interesse no nosso contacto, sendo esse onde realizámos o nosso projeto.
2.5. Progresso
Esta etapa tem como objetivo dar continuidade à etapa anterior, tendo em consideração o trabalho já realizado, surge assim o início da implementação do projeto de solidariedade e a realização da saída de campo.
Ao longo desta etapa surgiu ainda uma reunião intercalar, onde voltamos a analisar casos de alunos que eram sinalizados como alunos com dificuldades, de forma a criar estratégias para que os mesmos obtivessem o sucesso no final do ano.
Na mesma também foi abordado o tema integração, uma vez que o mesmo foi bastante trabalhado ao longo das etapas anteriores, e seria ainda um trabalho em desenvolvimento, no qual é sempre necessário ter feedbacks de todos os professores para podermos ajustar as estratégias planeadas.
A saída de campo foi um tema a ser abordado na reunião, tendo em conta que era essencial a ajuda do conselho de turma para definir algumas estratégias, tais como: segurança dos alunos, a logística das atividades e a participação dos professores de uma forma ativa.
Um dos pontos fortes da minha intervenção nesta área foi o projeto de solidariedade. Sabia desde início, por experiência pessoal, que seria um dos desafios que teria para o meu ano de estágio, uma vez que era algo implementado pelo Externato.
Relativamente ao projeto de solidariedade, esta etapa foi marcada com a definição do lar e respetivo acerto de horários e tipo de atividades que iriamos realizar.
Após o contacto realizado com os vários lares possíveis, escolhemos aquele que demonstrou mais interesse em participar no projeto e reunimos com a respetiva diretora. Nessa reunião decidimos que iriamos todas as semanas com um grupo de alunos durante cerca de duas horas.
Assim sendo, após esta decisão, comecei por fazer uma divisão da turma em grupos de forma a que em cada semana pelo menos um grupo acompanharia as atividades da instituição. As principais atividades eram as aulas de dança, os momentos de partilha e convívio na sala comum e o lanche dos idosos. Aproveitei esta formação dos grupos, para integrar os alunos nº 2. 14, 27, 28 e 29.
Elaborei em conjunto com os alunos, algumas atividades para poder intervir no lar de forma mais dinâmica e diferente, tal como criar em dias festivos atividades ou momentos diferentes dos outros dias. Como por exemplo no dia da mulher só foram raparigas, que criaram momentos especiais às senhoras do lar (pintar as unhas, pentear, massagens), ou na semana da páscoa a turma juntou-se toda e levou vários ovos da páscoa para realizaram uma caça aos ovos.
Relativamente à saída de campo, durante esta etapa dei continuidade à procura da exequibilidade da sua realização, fechando processos de organização da mesma, tais como: local, logística, transportes, atividades, professores e alunos participantes. A maioria destes processos foram abordados na reunião intercalar, como já referido anteriormente.
O planeamento destas atividades teve continuidade na etapa seguinte, sendo que os alunos continuaram a ir ao lar, recriando algumas atividades com os idosos, e relativamente à saída de campo, foram elaborados questionários de satisfação para alunos e professores, que foram analisados na etapa seguinte.
2.6 Produto
Esta etapa tem como intuito consolidar as atividades e objetivos definidos ao longo das etapas que desenvolvi ao longo do ano, tendo em conta todas as reuniões intercalares e todos os momentos que tive com a DT.
Ainda nesta etapa continuei o trabalho da integração dos alunos, através do projeto de solidariedade. Voltei a refazer grupos para as idas ao lar, tendo em conta os alunos mais introvertidos, permitindo que estes alunos participassem na escolha do respetivo grupo. Também condicionei essa escolha, integrando um aluno mais extrovertido em cada grupo, de forma a criar um espírito alegre e saudável.
Implementei mais atividades neste projeto de solidariedade, tais como dança, em que a coreografia era adaptada aos idosos, utilizando movimentos de coordenação e motricidade fina trabalhando o desenvolvimento dos músculos a ponto de ser possível realizar pequenos movimentos como cortar, escrever, desenhar pegar (Martins, 1996). Os alunos levaram também folhas com desenhos para os idosos pintarem e criaram cadernos com sequências de palavras cruzadas.
Foi nesta etapa que se concretizou uma das atividades planeadas na etapa anterior (o dia da mulher), onde existiu por parte das alunas e das idosas um momento afetuoso, em que consegui ver nas alunas atos de grande empatia e solidariedade.
Para a organização destes momentos, as aulas de formação humana foram bastante importantes. Nesta etapa, houve momentos de reflexão não só espiritual, mas também de reflexão sobre as atividades que aconteceram ao longo do ano, nomeadamente, a saída de 10º ano, a peregrinação a Fátima, projeto de solidariedade, entre outros. Nestas reflexões procurei sempre ouvir a opinião dos alunos sinalizados como menos integrados, de forma a que estes interviessem mais nas aulas.
Os alunos nº 2, 14, 27, 28 e 29 acabaram por se integrar na turma em alguns momentos, tais como (a) celebração da palavra; (b) aulas de EF, (c) projeto de solidariedade, (d) saída de campo e (e) intervalos escolares:
(a) Os alunos durante a preparação e a sua realização tiveram comportamentos de entreajuda com os colegas, tais como, assumirem as leituras e cânticos;
(b) Durante as aulas de EF estes alunos cooperaram nos jogos, de forma entusiasta, tentando criar momentos de proximidade com os colegas;
(c) Demonstraram muitas vezes interesse em criar e desenvolver atividades que envolvesse o grupo em que estavam inseridos, com o intuito de criarem as suas próprias dinâmicas;
(d) Cooperaram com a suas equipas de forma a conseguirem obter os melhores resultados em cada atividade, isto foi visível através dos feedbacks que pedi aos alunos de cada grupo e dos questionários realizados;
(e) Nos intervalos foi percetível em vários momentos que estes alunos já não estavam sozinhos, mas sim a criarem laços de amizade com os seus colegas de turma, tal como os rapazes começaram a jogar à bola com os colegas e as raparigas começaram a interagir com os elementos da sua turma.
Desta forma foi visível que todos os alunos se integraram socialmente, apenas o aluno nº 2 não se conseguiu integrar nos grupos de trabalho, uma vez que o mesmo, não demonstrava qualquer interesse na área académica.
2.7. Considerações Finais
Tendo em consideração as estratégias que utilizei durante todo o ano letivo, para conseguir corresponder a esta área, considero que alcancei os meus objetivos pessoais. Uma vez que consegui com sucesso atingir os objetivos pretendidos para os alunos e para a minha aprendizagem.
Desde início, percebi que deveria desenvolver uma boa relação com a Bárbara (DT), para conseguir em cooperação alcançar os objetivos propostos para os alunos. Sendo que desde cedo quis desenvolver atividades de integração para os alunos, e a Barbara apresentou-se disponível para receber ideias e desenvolvê-las nas aulas de formação humana, uma das grandes dificuldades foi o facto do Externato já apresentar diversas atividades planeadas para estas aulas, o que dificultou, em parte, a organização e a implementação por exemplo de jogos lúdicos com o intuito de promover a interação e entreajuda na turma. Exemplo destas atividades são momentos de reflexão católica, presença de Irmãos Marista nas aulas, preparação para a peregrinação a Fátima, entre outras.
Os resultados do teste sociométrico permitiram-me concluir que os alunos com melhores notas no final do ano, que entraram para o quadro de honra do Externato, eram os mesmos, que foram identificados como os mais preferidos pelos colegas para trabalhar e para passar os tempos livres. Já o contrário, também se pode verificar, isto é, os alunos considerados menos integrados na turma, foram também os que tiveram notas mais baixas, inclusive, o aluno nº 2, que reprovou de ano.
Relativamente à celebração da palavra, este foi um momento, em que tive a oportunidade de contactar com os pais dos alunos uma vez que, não me era permitida a presença nas reuniões de pais.
Esta celebração por norma, é planeada pelo DT. Tendo em conta que sou uma ex-aluna do Externato, e sabia todos os passos que eram necessários realizar para a concretização da mesma, foi me possibilitada a oportunidade de ser eu a organizar todo este processo, o que me ajudou imenso no meu desenvolvimento pessoal, e na concretização do objetivo integração dos alunos, uma vez como já referenciado, utilizei várias estratégias para que esta fosse possível.
Foi um momento bem conseguido por parte dos alunos, uma vez que procurámos que toda a sua organização fosse por conta da turma, com a minha liderança.
De salientar que a celebração teve uma boa adesão dos familiares, amigos e professores dos alunos, permitindo proporcionar um momento bonito de reflexão e amizade. Este momento