6.2 Modèle de Nœud : conteneur d’instances et sémantique d’adaptation
6.2.5 Modèle d’adaptation et comparaison de modèle
Cat egor ias S ubcate gorias
Unidades de Registo Unidade
Context o Conce ito d e su pe rvisão Pe dagógica O rientar a prática
(…) acabava por ser um elemento que se torna externo com outra visão e vai havendo opinião a visão é muito importante e ajuda-nos a ver coisa que nem estávamos a ver ou então a sugerir. (UR112)
dar suporte à prática pedagógica do educador em jardim de infância para mim tem duas dimensões. Tem a dimensão do educador responsável que dá suporte apoio a prática dos educadores e também quando recebemos estagiárias (UR190)
É a orientação da pedagogia e da prática. (UR369)
AE3 AE5 BE5 R egular a prática pedagó gica
Termos consciência até que ponto estamos a explorar todas as áreas de conteúdo, se temos presente os interesses das crianças as suas necessidades (...)
(UR066)
(…) ter essa consciência e fazer as coisas ao contrário e mesmo se uma criança tem mais aptidão para aquela área incentivá-la mais para as outras áreas pronto é termos a consciência de até que ponto estamos a explorar a todas as áreas e basicamente os interesses e necessidades até que ponto estamos a dar a resposta. (UR069)
Supervisão pedagogia é estar atento como é a pedagogia que utilizamos... como as coisas estão a resultar, podemos perceber se realmente as pedagogias que nós queremos são aquelas que estamos a usar, se estamos a ser assertivas e verificar se está tudo acontecer de acordo como estava previsto e que nós pretendemos. (UR151)
AE2
AE2
124 A
valiar/ monito rizar
(...) supervisionar perceber o que está a acontecer, (UR110)
avaliar o nosso trabalho que se acaba por se fazer diariamente, embora aja períodos específicos que temos para registar, fazemos isso diariamente, quando estamos com os meninos quando percebemos se eles estão mais recetivos a esta atividade do que aquela isso se faz através da observação, através dos registos deles, dos comentários deles.(UR153)
No fundo é a tua avaliação pedagógica, ou seja, alguém que está acima de ti e que consegue supervisionar, observar, perceber, a tua prática pedagógica. (UR352)
AE3 AE4 BE4 A compa nhar
mas passa muito pelo acompanhamento de ir percebendo como estamos a desenvolver a prática pedagógica de como é que estamos a desenvolver os projetos, atividade passa muito pelo acompanhamento essa supervisão muito associada ao acompanhamento do nosso trabalho (UR111)
supervisão pedagógica é como se fosse um acompanhamento das atividades e das práticas, não só das atividades, mas de toda a prática da equipa educativa. (UR224)
É supervisionar, é observar, observar as crianças num contexto. (UR320)
AE3 AE6 BE2 C ontrola r
Penso que seja supervisionar o trabalho das educadoras e do pessoal auxiliar. Se é adequado, se estarmos a postura e
comportamento adequados. (UR337) BE3
A
poiar é apoiar a educadora, auxiliar na sua prática educativa com o grupo, (UR223)
uma forma de apoiar de nos fazer refletir de ter uma visão exterior que nós por vezes estamos muito focadas naquilo que é o nosso grupo na nossa realidade e não conseguimos ver muito para além disso (UR256)
supervisor será esse olhar externo, não de critica de apoio, de nos fazer refletir de parar de dizer olha vê.... e a supervisão não quer dizer que seja só, pode incluir algumas estratégias, ferramentas, livros artigos. (UR257)
AE6 AE7 AE7 Im por tânci ualidada da Q e das
(...)para haver até em termos de qualidade que vamos oferecendo de desenvolvimento das coisas, para abrir novos
125 prática
s qualidade dos serviços esse equilíbrio parte do impacto que essa qualidade tem na vida das crianças que é esse que deve ser acho que a supervisão é um pouco isso mesmo, é sem fim para encontramo-nos o maior equilibro entre a qualidade e
sempre o nosso foco.(UR264) AE7
N ão é import
ante
Quando a entidade patronal conhece já conhece os funcionários e tem confiança nos funcionários e as coisas correm bem, não há queixas dos pais, se calhar não é tão necessário. (UR338)
BE3 T omada de consciê ncia
(...) consciência ate que ponto estamos, mesmo enquanto educador, que tipo de educador eu sou, o que é que valorizo, quais são os meus interesses para com o grupo, o que é que eu pretendo para o grupo, e ver também até que ponto eu estou a explorar tudo o que é pretendido com os objetivos das OCEPE. (UR074)
(...) consciência daquilo, da nossa intencionalidade educativa. (UR075)
Nós próprios temos a consciência... se aquilo que pedimos... estamos a dar realmente está a ter o efeitos que nós queremos com a intenção com que nós planeamos (UR154)
As vantagens que eu sinto é que… ao remarmos todos para o mesmo sítio e acreditarmos todos que é por aqui que o barco vai andar é muito importante. (UR354)
há determinados aspetos que quem está de fora pode ver com outra clareza e até podem ver algum problema com algumas crianças que a equipa tenha maior dificuldade em lidar (UR226)
AE2 AE4 BE4 AE6 C ontrola r
Mas por outro lado não haver supervisão dá liberdade as pessoas de se acomodarem um bocadinho e não darem o seu
melhor. (UR339) BE3
D esenvol viment o
sermos alertadas o saber levarmos o elogio, mas também sabermos aceitar não quando temos uma critica construtiva que isso sirva para corrigir esse erro. (UR070) Supervisão é importante em muitas situações as vezes quando nós estamos dentro do grupo acabamos por não nos aperceber e quem está de fora é importante que nos alerte para. (UR073)
AE2
126 profissi
onal mundo da nossa zona de conforto e pode estar a escapar algumas coisas(UR156). Saber que estamos num bom caminho, às vezes estamos tão focadas numa parte que é difícil vermos fora do nosso Alexandra ao passar pelos corredores, ao ver o que nós expomos, ao ver as nossas salas vai nos dando sempre diretrizes que nos fazem pensar se sim estamos num bom caminho ou.... tens razão esse aspeto temos de melhorar acho que é
fundamental.(UR157)
Acho que a supervisão pedagógica sim, mas só podemos ser bons profissionais quando estamos no nosso pleno, que é difícil, mas nós todos os dias temos de tentar atingi-lo as vezes é preciso alguém para nos equilibrar a balança.(UR259)
Apoio pedagógico e técnico, o incentivo pessoal acho que as vezes, a motivação, alguém que nos esteja próximo e sem um olhar critico, mas um olhar construtivo e isso motivamos um elogio, acho que é um pouco essa função de quem possa supervisionar (UR263)
(…) nos possa ajudar a ir por um melhor caminho. (UR321)
AE4 AE7 BE2 Pr átic as d e S up er visão R euniões de equipa
(...) nós fazemos reuniões e se houver uma colega com algumas questões também coloca as questões e tentamos ver uma alternativa ou uma estratégia para melhorar. (UR082)
mesmo nas reuniões que temos vai dizendo em termos de caraterísticas o que é que acha que está a acontecer e que não deveria estar a acontecer vai dando esse feedback em relação ao nosso trabalho. (UR122)
temos uma reunião semanal, no entanto nessa reunião temos o mesmo problema, se calhar não se foca tanto em assuntos pedagógicos e foca-se mais em assuntos organizacionais,(UR235)
Acho que é muito importante, no entanto acho que as coisa que escusavam passar para as equipas educativas de cada sala, escusávamos de estarmos a perder tempo nisso, devemos ter de investir mais tempo no pedagógico em vez do
organizacional. (UR237) AE2 AE3 AE6 O bserva ção das
AE1 de vez entanto vem à sala, também coloco muitas questões, observa muito as crianças e faço os meus registos. (UR080)
AE2
127 prática
s quem está e pensa que é pontual só porque entrou porque está só aquele momento na sala e não, acho que se vê muito mais do É sistemática, lá está um elemento externo acaba por observar muito mais, do que as vezes nós temos a perceção de que para alem disso. (UR126)
Já não fazemos essa prática de observação na sala já algum tempo, (UR164)
já tivemos o DPQ e já passamos o DPQ e estamos a pensar passá-lo outra vez (UR165)
A partir do momento vemos o DPQ como um instrumento de crescimento e realmente ver onde é que nós não estamos tão bem no sentido queremos melhorar é fundamental, dá-nos indicações. (UR166)
DPQ nos dá estas indicações se a criança está envolvida e se está bem emocionalmente, se há sensibilidade por parte do adulto o DPQ acaba por nos dar informação sobretudo a por ter tudo de uma supervisão pedagógica pertinente se as praticas são apelativas, se se o educador está entusiasmo e está implicado naquilo que está a fazer, se é sensível a cada uma das crianças, se as próprias crianças estão observar aquele momento se estão envolvidas ou não, se estão com bem estar
emocional ou não eu sinceramente acho que DPQ é um documento completo que nos dá indicações muito precisas e estamos a pensar em passá-lo em breve. De vez enquanto recorremos a ele, com as auxiliares, quando mudamos sinto necessidade de ir buscar o DPQ para lhe mostrar para saberem o que se espera e refletimos juntas sobre aquilo que está e sobre o que
queremos para as nossas criança e adultos enquanto profissionais que estamos na sala. (UR167)
(observação)raramente tem tempo de vir as nossas salas para já por questão de acumular funções (UR200)
para passarmos o DPQ, implica um educador sair da sala e fazer observação noutra sala ou a educadora responsável, só que pressupondo que não vem a educadora responsável, mas até vêm uma educadora daqui do corredor isso implicaria deixar mais o nosso grupo mais a nossa auxiliar (UR203)
Não é muito frequente (UR232)Acho que era uma mais valia vir de vez enquanto observar,(UR233) de se ir informando das atividades que se vão se realizando e de dificuldades.(UR234)
AE4 AE4 AE5 AE6 N ão existem Não há. (UR342)
Aqui não existe. Nós trabalhamos muito. E muito exaustivo este trabalho tanto para a coordenadora como para nós. Nós não temos um tempo de reflexão, não temos um tempo de paragem, porque é quase impossível fazer essa paragem. UR327
128 BE2 R eflexão das prática s
Eu faço (reflexão) tento presente as orientações curriculares. Também faço tendo muito presente o bem-estar das crianças. Também questiono com as crianças o que é que aprenderam e o que querem fazer. (UR083)
(...)os relatórios e própria planificação para a semana, ir percebendo o que está a resultar e o que não está a resultar qual é o caminho que traçamos para o projeto se está de acordo com o que nós queremos se não está se temos de arranjar outra estratégia se está a resulta se não está. (UR127)
A reflexão é feita com a colega de sala, auxiliar tem de ser uma parte integrante no processo mesmo em termos de planificação, a educadora sou eu mas se a ela não perceber qual é atividade que vamos fazer, qual é o objetivo, que não é estar a fazer por fazer determinada coisa as coisas não resultam, a equipa de sala tem de estar em sintonia para perceber o objetivo das atividades. (UR128)
Cada uma de nós tem a reflexão diária, nós planificamos tendo em conta avaliação que vamos fazendo e está a correr isto é um processo, um ciclo observação avaliação ação há três momentos do ano em que nós paramos mesmo para fazer avaliação do projeto curricular por escrito que nos faz pensar mais concretamente em aspetos mais pormenorizados, paramos para escrever, para fazermos esta avaliação formal dos projetos curricular estes relatórios são vistos pela diretora
pedagógicas.(UR168)
Nós fazemos os relatórios trimestrais e o anual (UR201)
Agora no dia-a-dia é difícil o encontramo-nos exclusivamente para isso. A reflexão não tão apoiada como gostariam. Se nós solicitamos (reunião individual) e se houver um assunto de facto que seja necessário obviamente temos alguém sempre, que está lá e que nós vais ouvir, agora de uma forma sistemática ou periódica, já sabemos que nesta fase vai haver uma reunião individual, eu também compreendo que não é fácil, há muitos assuntos a tratar diariamente, e depois o tempo não dá para tudo. (UR268)
Há avaliação de desempenho e os questionários da instituição, onde avaliação todos os aspetos desde os físicos, instalações, recursos agora muito mais do que isso. (UR269)
há uma supervisão a uma organização há efetivamente algum suporte em situações muito especificas, mais emergente ou conflituosas, na prática para chegar aquilo que eu acho que nós também devemos de ter que é uma capacidade de reflexão de ajuste de intencionalidade aí falha (UR191)
AE2 AE3 AE3 AE4 AE5 AE7 AE7 AE5
129
Reflexão das práticas pedagógicas, claro que sim, o que às vezes pode acontecer neste caso a coordenadora entrar na sala e ver uma situação, depois naquele momento ela pode não dizer nada, mas em reunião, não é, dizer fui a tua sala, encontrei isto, porque que é que aconteceu, porque, não intervim no momento, mas gostava que me explicasses…(UR358)
Temos reflexão. Não vai ninguém observar, nas nossas reuniões avaliamos. (UR373).
BE4 BE5 S ugestõe s de melhor ia
Eu que é que acabo por perguntar e depois aceito a sugestão seja construtivo tento sempre tirar partido dai. Na avaliação de desempenho a Alexandra costuma dar a sua opinião dela sobre o nosso empenho. (UR084)
Às vezes é um bocadinho visto como um ataque pessoal, se assim se pode dizer, se estão aqui a dizer qualquer coisa é porque isto não está, mas são sempre importantes para o crescimento embora às vezes na altura uma pessoa posso ver as coisas da mesma maneira, mas nem sempre são. (UR130)
Às vezes somos nós próprias que pedimos não sei o que vou fazer aqui, tens alguma ideia, mas entre umas e outras, há muito disso, conversa de café na hora de almoço estou com uma ideia alguém... têm algumas ideias para fazer isto... aquilo.... recorrendo também à diretora pedagógica para quando precisamos de ajuda quando estamos mais bloqueados... num podendo ao outro e ela também nos dá o seu parecer quando acha que estamos a ir por um caminho.... que acha que não estamos a ser mais assertivos. (UR167)
normalmente é feito individual, nas reuniões de grupo todos os assuntos são, nós somos uma equipa pouco formal, se nós temos um assunto para tratar tratamos, mas se for individual eu aceito sempre como boa vontade e com curiosidade e com vontade de receber a informação que está para vir. (UR168)
nas reuniões acontecem, mas não há tempo. (UR204)
vai tentando mas se calhar isto é num bocado de uma reunião do trimestre esta reflexão não é sistemático e acabamos por bater sempre no mesmo como é que muito organizacional qual é que é a próxima festividade, está uma pessoa a faltar como vamos fazer para dar resposta ao horário ao há aquele pressuposto legal ou temos que participar ou vieram solicitações para participarmo-nos neste, e neste e neste projeto vamos ler em que é que vamos participar vamos nos candidatar a qualquer coisa. (UR205)
quando temos avaliação de desempenho habitualmente (…) costumávamos dizer nesta área tens de melhora mais aqui, ou melhora a forma como rediges os teus relatórios. (UR238)
AE2 AE3 AE4 AE4 AE5 AE5 AE6
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Às vezes. (UR271)
São bem-recebidas pela equipa. Mesmo que alguém discorde da informação que foi comunicada há sempre um reforço positivo. (UR359)
está previsto que se crie um objetivo, é proposto um objetivo, é proposto um prazo para tentarmos melhorar e há um acompanhamento e há essa disponibilidade se precisares de ajuda, “vamos fazer assim, é melhor fazeres assim, não fazeres” há uma parte na avaliação de desempenho onde isso é registado. (UR125)
Sim, dá. Acho que há pessoas que aceitam bem e outras que não aceitam tão a bem. Eu costumo muito dizer que quem aceita bem uma critica quer aprender quem não aceita é porque lá no seu fundo sabe que não é muito competente. Acho que na maioria é bem aceite. (UR328)
As vezes são dadas sugestões de melhoria, mas não são postas em prática. (UR343)
AE7 BE4 AE3 BE2 BE3 For m aç ão L evanta mento das necessi dades Formati vas
Eu faço a escolha da minha formação tendo em conta as minhas necessidades, este ano senti necessidade de ter formação sobre histórias, diferente forma de conta histórias, tenho algumas crianças com sessões de terapia da fala, fiz também uma formação. (UR085)
Às vezes se surgir uma formação podemos pedir, mas nem sempre dá, vamos procurando por fora de acordo com os nossos interesses. Se surgisse uma formação qualquer que nos dizíamos Alexandra podemos ir é neste dia... era feita uma proposta para a administrarão, podiam autorizar ou e proceder ao pagamento. Mas o que acontece é fazermos por fora e não dependendo deles. (UR133)
Nós falamos sobre as nossas necessidades formativas. Há um questionário que preenchemos sobre a formação. (UR134)
Nós somos questionadas sobre as áreas que sentimos mais necessidade de formação..., mas essa parte poderia melhorar nesse nível da formação de acordo com as nossas necessidades ... recorremos fora... é um aspeto que poderíamos melhorar um bocadinho. (UR169)
A escola propõe muito as horas de formação que vão ao nosso encontro. Há um inquérito que é feito anualmente em que um adas perguntas e quais as formações que gostarias de fazer. (UR361)
AE2
AE3
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131 N
ão há formaç ão
Não muita. (UR375)
Nós pedimos todos os anos formação em inglês e computador, mas não há. (UR330)
Vai dando alguma formação, não muita, tentam ir ao encontro das nossas necessidades. (UR344)
Questionário escrito e faço-o verbalmente. Mas todos os anos respondemos a um questionário com as nossas necessidades de formação. Não corresponde. Nós é que nos propomos a formações, como temos de participar em alguns projetos, temos de ter formação. (UR214)
É feita auscultação das nossas necessidades, mas não se concretiza, (UR243)
Quando eu vim para cá havia muita formação, nos últimos tempos têm sido quase inexistentes. Damos sugestões de formação que gostaríamos de participar, mas nos últimos tempos não tem havido assim formação. A formação que temos feito é a título particular e extra horário. (UR274)
BE5 BE2 BE3 AE5 AE6 AE7 Pr ob lem as/De safios n a S up er visão c onstra ngimen to
tenho atenção questão de hierarquia e do respeito não quer dizer que também me cale a tudo ou que não fale, não é essa a questão mas também um bocadinho pela minha timidez, muitas vezes, e pela insegurança até em termos de trabalho será que é o correto, se não é, são estas dúvidas, será que estou no caminho certo ou não estou, as vezes acaba por haver aqui algum constrangimento pensar pergunto não pergunto, será que é assim, peço ajuda não peço, mas não quer dizer que não faço ou que não aceito quando me digam. (UR132)
(...)nem sempre é fácil, nós que estamos tão envolvidos no nosso trabalho permitimos de certa forma que outra pessoa venha, às vezes somos mais nós, que acabamos por afastar as pessoas, tipo o trabalho é aqui ou muitas das vezes vamos pedindo também essa opinião. (UR113)
outro constrangimento que nos temos também se prende com o facto de as pessoas, não Alexandra mas as pessoas acima dela, terem pouca noção do que se passa, sem dúvida que é um constrangimento, as pessoas não tem noção da realidade. (UR242)
Tanta coisa ocupa o dia que a supervisão fica um pouco na cauda. (UR260)
É um constrangimento o fator surpresa incomoda. Não quer dizer que deixo de ser o que sou, mas incomoda-me isso. (UR360)
Nós consideramos que alguém está a invadir o nosso espaço e sentimo-nos logo um bocadinho retraídas. Depois, com a prática e a interação a relação isso vai minimizando. (UR374)
AE3 AE3 AE6 AE7 BE4 BE5
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cumula ção de funções
educadora responsável está a acumular funções e por tanto é impossível fazer uma supervisão eficiente com 222 crianças 10 educadores 12 grupos sendo que tem creche e jardim de infância e creche familiar e fora todas as questões organizacionais que esta casa tem e por tanto dá-se resposta e tenta-se, mas é impossível. (UR192)
alguém que estivesse só essa função dedicada a supervisão. (UR261) O coordenador trabalha muito porque tem demasiados funções. (UR329)
é muito difícil organizar esta equipa e com o acumular de funções ela acaba por estar muito centra em questões organizacionais boas funcionamento cumprimento de pressupostos legais e onde é que falha é na supervisão da prática pedagógica (UR202)
neste momento a nossa supervisora está mais preocupa com questões mais burocráticas que dizem respeito a organização e acaba-se por perder a supervisão pedagógica.(UR225)
(Uma só pessoa focada na supervisão.) podia não ser só focada na parte pedagógica, podia ficar com outras coisas como receber as inscrições, mostrar a casa, realmente acho que há questões que eu acho que ocupam demasiado tempo porque são diárias, desde a requisições de produtos alimentares, reposições de produtos de higiene, controlo da assiduidade, nós somos 30 pessoas. (UR273) AE5 AE7 BE2 AE5 AE6 AE6 Pap el/ fun çõe s su pe rvisor A poiar A judar orienta r
Deve ter um grande papel de ajuda, intervenção e de auxílio também. (UR078
O de estar alerta para várias situações e juntas encontrarem soluções para a melhoria. (UR079)
Liderança, tem de ser um bom líder, que de certa forma acompanhe e esteja presente, de certa forma está distante ser um aparte integrante da equipa. (UR116)
partilharmos problemas dificuldades (UR227)