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MISE EN ŒUVRE DES BETONS D’ASSAINISSEMENT

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4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS

Apoiar as escolas e os professores na criação de condições para uma adequada utilização dos quadros interactivos multimédia em contextos de aprendizagem escolar.

Reflectir sobre os impactes do paradigma digital nos processos de comunicação e interacção e o seu potencial para promover a inovação e mudança dos processos de ensino e de aprendizagem. Favorecer a criação de novas práticas pedagógicas ao nível dos professores potenciando os benefícios dos quadros interactivos na renovação dos contextos de aprendizagem e eficiência do processo educativo.

Promover a divulgação e partilha de materiais, metodologias e práticas no âmbito da integração educativa dos quadros interactivos e das TIC em geral.

Reflectir e debater as potencialidades dos quadros interactivos nas didácticas específicas de cada grupo de docentes.

Fomentar a criação de redes de aprendizagem cooperativa e colaborativa de âmbito regional. 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO

Educadores de Infância, professores do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do ensino Secundário.

3.1. Equipa que propõe (caso dos Projectos e Círculos de Estudos) (Art. 12º-3 RJFCP) (Art.33º c) RJFCP)

3.1.1 Número de proponentes: __________

3.1.2 Escola(s) a que pertence(m): Escola Secundária de Oliveira do Hospital e Agrupamentos de Escolas do Concelho de Oliveira do Hospital.

3.1.3 Ciclos/Grupos de docência a que pertencem os proponentes: 3.2. Destinatários da modalidade: (caso de Estágio ou Oficina de Formação)

155 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Práticas Pedagógicas e Didácticas em exclusivo, quando a acção de formação decorre na modalidae de Estágio ou Oficina de Formação)

1. O quadro interactivo multimédia (QI) como um sistema (3h) a. Conceitos e tecnologias;

b. Princípios de funcionamento; c. Regras de utilização em segurança;

2. Os QI e as dinâmicas da comunicação e interacção na Educação (3h)

a. O paradigma digital e as dinâmicas da comunicação e interacção; b. Suportes de informação multimédia;

c. Os QI e a aprendizagem colaborativa dos alunos;

d. Os QI e a renovação dos espaços e tempos dos contextos de aprendizagem; e. Exploração de recursos educacionais disponíveis na Internet;

f. Prática – Elaboração de recursos educativos para os QI.

3. Recursos educativos e quadros interactivos multimédia (3h)

a. Aspectos relevantes de um recurso educativo para utilização nos QI; b. Aplicações e formatos para elaboração de recursos para os QI; c. Exploração nos QI de recursos existentes (conteúdos, aplicações

proprietárias ou disponíveis na Internet) a mobilizar para os contextos de aprendizagem;

d. Prática – Elaboração de recursos educativos.

4. Os quadros interactivos nas didácticas específicas (em função das características da turma) (3h)

a. Pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico – condicionantes específicas na utilização dos QI com alunos mais novos (e mais pequenos);

b. Matemática e Ciências Experimentais (2.º e 3.º CEB e Ensino Secundário); c. Línguas – a língua materna e as línguas estrangeiras (2.º e 3.º CEB e Ensino

Secundário);

d. Humanidades e Ciências Sociais (2.º e 3.º CEB e Ensino Secundário); e. Artes (2.º e 3.º CEB e Ensino Secundário);

f. Educação Especial.

5. Prática – Apresentação, no quadro interactivo, de recursos e propostas metodológicas dos formandos. (13h)

156 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO

6.1. Passos Metodológicos

Fase I – Organização e planeamento da acção

Sessões Presencias Conjuntas (2 h)

Avaliação diagnóstica de competências e práticas; Avaliação de necessidades e interesses;

Debate dos objectivos da acção;

Organização do trabalho a desenvolver no âmbito das Sessões Presencias Conjuntas e Trabalho Autónomo;

Documentação e materiais de apoio.

Fase II – Conceitos e práticas de integração dos quadros interactivos na Educação

Sessões Presencias Conjuntas (10 h)

Quadros interactivos (QI) – conceitos e tecnologias;

Os quadros interactivos como ferramenta de aprendizagem dos alunos;

Os QI e a renovação dos contextos de aprendizagem ao nível das dinâmicas e das interacções;

Debate das metodologias para a elaboração de recursos; Prática: Exploração de equipamentos, sistemas e aplicações.

Trabalho Autónomo (3 h)

ƒ Definição de um plano individual de trabalho;

ƒ Identificação e selecção de paradigmas da didáctica específica para aplicação dos QI.

Fase III – Os QI nas didácticas específicas – debate e partilha de experiências e materiais

Sessões Presencias Conjuntas (11 h)

Os QI no âmbito das didácticas específicas;

Reflexão e debate sobre metodologias para a integração nos processos de ensino e aprendizagem das didácticas específicas dos formandos;

Apresentação e debate dos planos de actividades e tarefas a desenvolver com os alunos;

Prática: Apresentação de recursos e debate sobre metodologias e experiências de utilização.

Trabalho Autónomo (18 h)

ƒ Elaboração de recursos educativos de apoio à utilização dos QI na Educação; ƒ Planificação de actividades e tarefas a desenvolver com os alunos;

ƒ Planificação e desenvolvimento de materiais;

ƒ Implementação do plano em contextos de aprendizagem e formação. ƒ Aplicação dos materiais produzidos em contexto de sala de aula;

Fase IV – Avaliação dos formandos e da acção

Sessões Conjuntas (2 h) ƒ Avaliação da acção; ƒ Avaliação dos formandos. Trabalho Autónomo (4 h)

ƒ Elaboração do relatório dos formandos relativos à acção e às actividades e tarefas realizadas em contexto sala de aula;

6.2. Calendarização

ƒ Abril a Julho de 2009 6.3. Número de sessões previstas

7 sessões

6.4. Total de horas da Oficina de Formação Presenciais – 25 horas

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Data: / /

Assinatura:

7. APROVAÇÃO DO ÓRGÃO DE GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA:

(Caso da Modalidade do Projecto) (Art. 7º, RJFCP)

Data: ___/___/___ Cargo: _________________________________________________

Assinatura: _____________________________________________________________________

8. CONSULTOR CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO OU ESPECIALISTA NA MATÉRIA(Art.25º-A,2 c) RJFCP)

Nome: _________________________________________________________________________________

(Modalidade de Projecto e Ciclo de Estudos) delegação de competências do Conselho Científico-Pedagógico daFormação Contínua (Art. 37º f) RJFCP)

SIM NÃO Nº de acreditação do consultor

9. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

Escala de avaliação de 1 a 10 valores. A aprovação na acção dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da acção.

Percentagens nos itens de avaliação:

25% - Participação, realização das tarefas nas sessões conjuntas, assiduidade e pontualidade. 60% - Produção de trabalhos e/ou materiais. Aplicação em sala de aula.

15% - Reflexão crítica/memória final. 10. FORMA DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO

Avaliação Interna com base na opinião dos formandos e formador, materiais produzidos na acção e mudança de práticas pedagógicas dos formandos.

Aplicação e análise de questionários de avaliação. 11. BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL

- Materiais a elaborar pela formadora.

- Documentação e guias operacionais dos quadros interactivos mais comuns nas escolas portuguesas. - AN2-B da Formação de formadores “Quadros Interactivos Multimédia e Formação Contínua de

Docentes”.

- Estudo de Implementação do Projecto “Competências TIC” do Plano Tecnológico da Educação, Volumes I e II, Julho de 2008.

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Anexo III - Inquérito por questionário distribuído aos formandos no final

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