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Several Methods for Fixing an Error

Dans le document An Introduction to APL2 Program (Page 175-178)

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200 ANEXOS

1. Trecho do artigo: AZEVEDO, Rubens de. Itaocatiaras e Megálitos no Brasil Pré-Histórico. In: Revista do Instituto do Ceará. Fortaleza: Edições Universidade Federal do Ceará, v. 1, tomo CII, ano CII, 1988, p. 121 – 130:

“Em alguns casos, os atuais responsáveis pelos nossos estudos de História, com a ligeireza própria deste século de velocidade e improvisação, afirmam que está definitivamente encerrado o assunto ventilado por alguns estudiosos do nosso passado e que conta atualmente com pouquíssimos cultores: a existência, no Brasil, de vestígios de civilizações megalíticos que aqui floresceram muito antes que as caravelas portuguesas avistassem o monte Pascoal.

Muitos sábios brasileiros e estrangeiros dedicaram suas vidas a essas pesquisas, hoje tidas como sonhos de visionários. Alguns desses sábios chegaram a afirmar que, muitos antes que o faraó Menés inaugurasse a primeira dinastia do Egito antigo, já havia, em território brasileiro, uma civilização. E mais: alguns deles acreditaram sinceramente que os antigos egípcios podiam muito bem ser descendentes dos brasilíndios. Entre esses estudiosos, podemos mencionar Alcides D‟Orbigny, Onffroy de Thoron, Ludwing Schwennagen, Alexandre Frot, Bernardo da Silva Ramos e outros.

É bem possível que o Brasil, uma das mais antigas regiões do globo, e onde há, ainda, locais onde o “homem branco” não pisou, tenha abrigado antigas civilizações cujos restos foram soterrados pelos processos naturais, como ocorreu em outras partes do mundo. Quando Schieligman procurava Tróia, baseado apenas no argumento de Ilíada, era tido como louco; mas ele a encontrou na colida de Hissarlik, próxima ao estreito de Derdanelos, em território da atual Turquia. E não encontrou apenas Tróia – ali, no mesmo local, descansavam as ruínas de dez cidades! A todas as cidades foi dado o nome de Tróia, pois acredita-se que a cidade tenha sido destruída repetidamente por fenômenos naturais ou por invasões de caráter bélico...

Quem nos garante que não encontraremos um dia, em plena floresta amazônica, ruínas esplendorosas de uma cidade como Tikal, a primeira grande cidade dos Maias, oásis de uma civilização defunta descoberta em plena selva da Guatemala?

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