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Matroid Duality

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The Greedy Algorithm

Exercise 5.2.17 Show that the set C of circuits of a matroid (E, S) actu- actu-ally satisfies the following stronger version of the circuit axiom (2) in

5.3 Matroid Duality

Ao longo dos dois meses de estágio curricular nos SF do HJU, tive a oportunidade de acompanhar o dia-a-dia do exercício farmacêutico no âmbito hospitalar.

Nas duas primeiras semanas, através dos mapas de medicação prescrita nos serviços de Infeciologia e Pneumologia do HJU aos doentes internados e da bibliografia disponível na biblioteca dos SF, realizei um estudo aprofundado quer das doenças tratadas no HJU, quer das terapêuticas mais comummente prescritas. Assim, foi possível analisar de uma forma rigorosa os diferentes grupos terapêuticos dos medicamentos prescritos no que diz respeito a indicações terapêuticas, efeitos adversos, interações, contraindicações, dose e posologias aplicadas, e, no caso dos doentes VIH+, ainda as diferentes combinações de ARVs descritas nas guidelines, as profilaxias para doenças oportunistas e sua administração. Este trabalho de investigação facilitou a minha integração no grupo de trabalho e uma maior compreensão das atividades desenvolvidas no HJU.

Diariamente, ao longo do meu estágio no HJU, acompanhei a verificação e validação das prescrições dos serviços de Infeciologia e Pneumologia pelas Farmacêuticas e tive também a oportunidade de acompanhar e participar ativamente na preparação da dose unitária junto dos TDTs, sendo que também me foi facultada a oportunidade de proceder à conferência das mesma e de efetuar as alterações às prescrições individuais por serviço, após verificação, validação e processamento destas (às 14h30). Participei ativamente na preparação e conferência da DTM , quer para os SC, quer para o CTC e tive oportunidade de acompanhar o TDT responsável pela DRSN na separação e preparação da medicação a enviar e na sua deslocação semanal aos serviços.

Relativamente à distribuição de hemoderivados, presenciei a dispensa deste tipo de medicamentos, nomeadamente a Prolastina. Este hemoderivado é efetivamente o mais dispensado nesta unidade hospitalar o que se justifica pelo facto de ser um hospital direcionado para as áreas de pneumologia e infeciologia. Nestes casos em específico, a Prolastina destina-se a doentes com deficiência de α-1- antitripsina.

Foi-me também facultada a oportunidade de acompanhar todo o circuito de distribuição de medicamentos para a Hepatite C e B descritos neste relatório, desde a

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No período inicial de estágio, acompanhei a dispensa de medicamentos em regime de ambulatório nos SF do HJU pelas Farmacêuticas responsáveis sendo que, após período de aprendizagem e interiorização de conhecimentos, foi-me facultada a oportunidade de ser, eu própria, a dispensar medicamentos a doentes de ambulatório. Também assisti e participei na confrontação entre receitas e registos informáticos de saída de medicamentos de ambulatório, efetuada antes do fecho dos SF.

No estágio efetuado, foi-me ainda facultada a oportunidade de participar no inventário anual realizado e de auxiliar as Farmacêuticas nas tarefas referentes aos ensaios clínicos que estavam a decorrer, nomeadamente:

× Estudo de 2 anos aberto e randomizado com o objetivo de comparar dois regimes terapêuticos de primeira linha em naives infetados com HIV: Darunavir/Ritonavir+Tenofovir+Emtricitabina versus Darunavir/ Ritonavir+Raltegravir. Promovido pela European AIDS Treatment Network (NEAT);

× Ensaio de Fase III, randomizado e com dupla ocultação com o objetivo de investigar a eficácia, segurança e tolerabilidade do TMC435 versus Placebo, como parte de um regime de tratamento que inclui Peginterferão α-2a e ribavirina ou Peginterferão α -2b e Ribavirina em indivíduos naives infetados com hepatite C, genótipo 1. Promovido pela Janssen Pharmaceuticals.

× Strategic Timing of Antiretroviral Treatment (START) estudo randomizado com o objectivo de determinar se a chance de desenvolver uma doença grave ou de contrair SIDA é menor em pacientes começam a tomar medicamentos HIV numa altura em que sua contagem de CD4 + ainda é bastante elevada, em oposição aos que iniciam a terapêutica com ARVs quando a sua contagem CD4 + é inferior a 350 células/mm3. Pretende

também determinar se iniciar uma terapêutica de ARVs precoce afecta outros aspectos do tratamento, tais como as chances de desenvolver outras doenças ou resistências do HIV ao ARV, a frequência de visitas ao médico, o custo dos cuidados médicos e da saúde geral.

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C

ONCLUSÃO

Durante o estágio de dois meses no HJU, tive a oportunidade de integrar numa equipa de profissionais, que a par do desempenho das suas funções, foram capazes de transmitir, quer conhecimentos teóricos e experiência na prática de tais responsabilidades, quer uma visão do dia a dia da carreira profissional de um Farmacêutico Hospitalar.

O estágio permitiu-me tomar consciência da atividade diária dos Farmacêuticos Hospitalares e da aplicabilidade de variadas áreas do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas.

Assim pude constatar que o funcionamento dos SF é fulcral para o bom funcionamento dos outros SC, não sendo um serviço isolado e só com preocupações internas, mas um serviço onde ocorre uma interatividade enorme, com solicitações a vários níveis e onde o Farmacêutico é uma peça fundamental para que todo o sistema hospitalar funcione da melhor forma possível. Pude ainda verificar que os Farmacêuticos Hospitalares fazem parte de várias equipas multidisciplinares de saúde sempre com um objetivo principal: a promoção da melhoria do estado de saúde e qualidade de vida dos doentes, em condições de maior contenção orçamental possível. Nesta perspetiva cabe-lhes assim as funções de reduzir a possibilidade de erros de medicação, garantir a estabilidade e assegurar a segurança do medicamento em todo o seu circuito no hospital.

Uma vez que a Farmácia Hospitalar é uma área pouco abordada ao longo do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, a realização de um estágio hospitalar foi uma experiência não só bastante enriquecedora, mas também esclarecedora, que permitiu descobrir novos horizontes.

Apesar de dois meses serem insuficientes para aprofundar todos os conhecimentos relativos aos diferentes setores dos SF, o estágio que realizei permitiu- me obter uma noção de múltiplas responsabilidades e funções desempenhadas pelos Farmacêuticos Hospitalares e consolidar alguns conhecimentos e adquirir outros que serão necessários no futuro.

Em suma, não podia estar mais satisfeita com a escolha que fiz, há uns meses atrás, de efetuar um estágio em Farmácia Hospitalar.

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B

IBLIOGRAFIA

Boas Práticas da Farmácia Hospitalar no Âmbito da Infeção VIH/SIDA, 2008

Conselho do Colégio da Especialidade em Farmácia Hospitalar da Ordem dos Farmacêuticos, Boas práticas de Farmácia Hospitalar, 1ª edição; 1999

Conselho Executivo da Farmácia Hospitalar, Manual da Farmácia Hospitalar; Março 2005

Decreto lei nº 44 204 de 2 de fev de 1962

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Prista, L.; Alves, A.; Morgado, R.; Tecnologia Farmacêutica, volume I; 6ª edição; Fundação Calouste Gulbenkian; 2003

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http://www.hju.min-saude.pt http://www.infarmed.pt http://www.ordemfarmaceuticos.pt http://www.fresenius-kabi.com http://www.manualmerck.net http://www.rxmed.com http://www.dgs.pt

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