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Mapping of AAA Names in SAML Metadata

4. SAML RADIUS Binding

4.3. Processing of Names

4.3.3. Mapping of AAA Names in SAML Metadata

Em 2016, a 7ª publicação do fanzine tomou como objeto de estudo a obra de Gilberto Freyre (2007), Olinda: 2º Guia Prático, Histórico e Sentimental de Cidade Brasileira. O propósito foi ampliar as investigações sobre os elementos da cultura olindense. Nesta edição do fanzine, cada uma das equipes selecionou um capítulo do livro de Freyre (2007) para realizar uma adaptação em HQ. O uso da obra do referido sociólogo ocorreu em função da impossibilidade de realizar uma nova visitação ao Sítio Histórico de Olinda.

Foram feitas as mesmas operações introdutórias da edição do ano anterior para estimular o desenvolvimento das HQs: a apresentação do projeto e seus objetivos, a simulação da empresa de entretenimento, o diálogo acerca do Plano Municipal de Educação Patrimonial com suas demandas acerca da produção de material didático sobre o Sítio Histórico de Olinda e os diálogos sobre as experiências anteriores de produção do fanzine.

Houve um momento para dialogar sobre a figura do sociólogo pernambucano. Foram feitas pesquisas rápidas em sala de aula, aproveitando os meios de comunicação digitais para um breve levantamento de dados. No final da operação, uma parcela significativa de quadrinistas, para não dizer todos, admitiu nunca ter ouvido falar do referido livro, outros “já haviam ouvido falar do autor”. Uma parcela deles reconheceu sua relevância cultural como registro de um ponto de vista sobre a cidade de Olinda.

Duas semanas depois, o orientador entregou fotocópias de trechos diferentes da obra freyriana para que os quadrinistas pudessem conhecer parte do seu conteúdo. Foi realizado um rodízio entre todos os grupos para realização de umas leituras de sondagem. Em seguida, os grupos foram liberados para realização de

novas investigações na internet. O propósito era permitir a busca por informações extras que pudessem agregar àquelas extraídas do livro e contribuir para o cumprimento da tarefa geral.Com base nas orientações de Pacheco (2008), procuramos fotocopiar trechos do livro que dialogassem sobre bens culturais referenciados em outras fontes de conhecimento. O propósito, como aponta o autor, era evitar a evasão de quadrinistas na oficina em função das impossibilidades de ampliar a pesquisa. Não houve tempo para realização efetiva, nesse sentido, por parte do orientador, por isso ela consolidada de maneira intuitiva. No entanto o número de capítulos da obra freyriana era maior que o número de grupos participantes, possibilitando a troca de textos, caso não fosse possível essa ampliação investigativa.

São mais de cinquenta capítulos, dos quais onze foram selecionados para compor o fanzine. Receberam os títulos de: A Catedral e os Cônegos; Mitos Sobre o Nome Olinda; História Ecológica de Olinda; A Igreja do Monte; As Escolas de Olinda; Olinda e seus Ilustres Visitantes; Valorizando os Bens Culturais de Olinda; Salvando o Patrimônio; Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos; e Entre Museus. Um dos grupos criou sua narrativa com base no texto extraído da obra de Argus Vasconcelos de Almeida (2013), Olinda: Uma História por trás das Estórias. Na ocasião ficcionaram em cima do sumiço dos raríssimos azulejos do painel da Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Olinda.

Depois que os capítulos foram selecionados, os alunos distribuíram, entre os membros do grupo, cópias digitais dos textos. Depois de algumas semanas, os participantes ficaram responsáveis por apresentar, em sala de aula, todas as informações relativas ao assunto escolhido para a iniciação da construção dos roteiros. O processo, mais uma, vez foi lento, muitos grupos demoraram em torno de três semana para concluir o esboço da narrativa. Nesse intervalo de tempo, enquanto os textos dos enredos não estavam prontos, o orientador aproveitou para acelerar o conteúdo programático do livro didático, que ainda não eram associados à produção de HQs. Depois que a maioria dos participantes sinalizaram a finalização dos roteiros, o orientador marcou o início da produção em sala de aula. Poucos grupos deixaram de apresentar seus resultados. O início da produção das HQs contou com grande adesão dos participantes e, mais uma, vez foram desenvolvidos em folhas de A3, em uma média de dois meses. Dados curiosos caracterizaram essa edição. Das onze narrativas, que formaram o conteúdo da edição número 7 do

fanzine, apenas uma foi feita pelos 8º Anos. Apenas uma não foi colorida, sob a

pertinente simular o máximo possível esse estilo de expressão artística, visto que grande parte das publicações japonesas são impressas em preto e branco.

Todos os grupos entregaram jogos de passatempo, que foram colocados em sequência após o término da sua HQ correspondente, contabilizando, assim, quatro palavras-cruzadas, duas palavras secretas, quatro caça-palavras, um labirinto e um jogo das permanências e mudanças, que não estava ligado a nenhuma das narrativas, sendo inserida no fanzine como conteúdo extra. O processo de edição do

fanzine, mais uma vez, pelos mesmos critérios estabelecidos em 2015, ficou a cargo

do orientador, o qual foi o responsável pela transcrição digital dos textos.

O lançamento dessa edição do fanzine ocorreu no ano seguinte. Os quadrinistas, desta vez no 1º Ano do Ensino Médio, inseriram o fanzine como item promocional na exposição de fotografias que construíram como projeto didático na disciplina de História das Artes no Ensino Médio. Na dinâmica, os visitantes da exposição fotográfica recebiam os exemplares do Misto & Quente ao final do percurso, depois de visualizar os objetos expográficos da ação educativa de 2017.

2.3 A Produção de histórias em quadrinhos no centro de artes e comunicação

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