• Aucun résultat trouvé

Main Result

Dans le document Type Inference for (Page 26-35)

5 Solving Constraints

5.3 Main Result

Até ao momento limitámo-nos a referir os resultados de diferentes estudos em termos de saber se o IDE tem um impacto positivo ou negativo no crescimento económico, isto é, se o IDE causa ou não crescimento económico. Contudo, da análise destes estudos, constata-se que a relação causal poderá ser a oposta. Ou seja, vários estudos sugerem a existência de uma relação de causalidade bidireccional entre o IDE e o crescimento económico. De facto, vários estudos [Chowdhury e Mavrotas (2003); Gunaydin e Tatoglu (2005) e de Kasibhatla et al. (2008)] encontraram evidência de que pode acontecer não ser o IDE que provoca crescimento económico, mas que pode o crescimento económico do país receptor provocar aumentos de captação de IDE.

Esta relação foi provada por Chowdhury e Mavrotas (2003) que utilizando a mesma metodologia e variáveis para estudar três países encontrou resultados opostos. Em dois deles o resultado aponta para que seja o IDE que provoca o crescimento económico, no entanto, conseguiu provar que foi o crescimento económico registado no Chile que provocou aumentos do IDE captado. No que se refere aos outros dois estudos referidos que evidenciam esta problemática nas suas conclusões não foram obtidos resultados tão concretos, pois em ambos surge como conclusão a dúvida de qual foi a causa e o efeito nesta relação. Gunaydin e Tatoglu (2005) estudaram apenas um único país (Turquia) e evidenciam essa dúvida sobre

qual a direcção desta relação. Kasibhatla et al. (2008) por sua vez analisaram um conjunto de países com alguma heterogeneidade e apenas concluíram que o IDE provocou crescimento económico num deles (Índia). Nos restantes países incluídos no estudo (China, E.U.A., México e Reino Unido) a conclusão foi que o IDE provoca crescimento económico, mas também que o crescimento económico é causa para a captação de IDE. Assim não conseguiram concluir claramente que seja o IDE a fonte da relação e não o contrário.

Estas análises podem ser relevantes pois em muitos dos estudos que se analisaram não foi considerada esta possibilidade para a escolha de variáveis a utilizar ou a forma como foram obtidas as conclusões. A ausência desta preocupação pode provocar que algumas conclusões não sejam verdadeiras pois o aumento ou diminuição de IDE podem ser causa ou consequência da variação no crescimento económico do país receptor.

4. Conclusões

A literatura existente sobre o impacto do IDE no crescimento económico do país receptor é bastante divergente, tal como se documentou no início do trabalho. De facto, e apesar da grande maioria dos estudos empíricos apontarem para os efeitos positivos que o IDE provoca no crescimento económico, há no entanto os que não os conseguem demonstrar. Esta diferença de resultados é também alvo de explicações contrárias.

Por um lado, há explicações que apontam para o facto de se fazer análises temporais curtas. Verificou-se não serem válidas, visto que análises com os mesmos períodos apresentaram resultados diferentes. A discussão de os efeitos só se sentirem no longo prazo foi também verificada não ser aceite por todos os trabalhos. Adicionalmente, alguns trabalhos apontam que grande parte dos estudos se centram apenas em saber se o IDE provoca crescimento económico e não analisam o facto do crescimento económico do país receptor provocar aumentos de IDE. Nestes casos também não se verificou uma consonância de resultados. Existem trabalhos que analisaram a dualidade de relações obtendo resultados divergentes. Estes resultados apontam para a necessidade de que futura investigação nesta área procure aprofundar o tipo de causalidade existente entre IDE e crescimento económico.

Também não se pode considerar que os efeitos do IDE no crescimento económico estejam dependentes do estado de desenvolvimento ou localização do país receptor. Estudos em países desenvolvidos obtiveram resultados diferentes, assim como os efectuados em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos com várias localizações, verificando-se o mesmo em amostras que tinham um conjunto heterogéneo de países. Assim não se pode tirar elações por analogias com países vizinhos ou com o mesmo estado de desenvolvimento.

Uma conclusão que emerge da revisão de literatura efectuada é a de que a generalidade dos estudos não atende ao modo como o IDE se pode estabelecer no país receptor. De facto, o IDE pode concretizar-se através de um investimento de raiz ou de uma fusão ou aquisição de uma empresa existente. Estes dois modos de entrada terão consequências diferentes quer em termos do aumento da concorrência quer em termos da reestruturação empresarial, e consequentemente em termos de crescimento económico. Futuras investigações nesta área não deverão negligenciar este aspecto, o qual poderá ajudar a explicar a divergência de resultados dos estudos empíricos existentes.

Da análise efectuada conseguiu-se, no entanto, encontrar um ponto em comum numa grande parte dos estudos analisados. A quase totalidade dos trabalhos aponta que os efeitos do IDE

dependem das mais variadas condições internas de cada país em particular sejam elas de carácter económico, político, social, cultural ou outro (existentes na altura do IDE ou propiciadas posteriormente), não estando directamente relacionadas com o nível de desenvolvimento do país, assim como do tipo de investimento. As justificações mais apontadas derivam da forma como o país pode beneficiar da presença das multinacionais e das vantagens que transportam e que podem ser aproveitadas para melhorar a economia do país. Entre estas, a mais referida é a forma como o país receptor pode obter ganhos através da utilização de tecnologias e conhecimentos mais avançados. Apesar deste consenso alargado, o mesmo é também alvo de acesa discussão, dado as posições contrárias face ao que determina o efeito.

O objectivo deste trabalho era ser possível utilizar a resposta obtida para se conseguir tirar o maior partido do IDE para a economia do país. Como se pode verificar que os efeitos estão dependentes das condições do país, é fácil constatar que o papel preponderante para atingir o fim pretendido está nas mãos das autoridades locais que podem tomar decisões de forma a que o país apresente as condições necessárias para alavancar os efeitos positivos e minorar os negativos, como se pretende. Outra hipótese será a seleccionar os projectos de investimento estrangeiro que poderão obter os fins pretendidos de acordo com as possibilidades do país melhor beneficiar.

Referências

Aitken, B. e Harrison, A. (1999). “Do domestic firms benefit from FDI? Evidence from Venezuela”. American Economic Review, vol. 89 (3), pp 605 - 618

Akinlo, A. (2004). “Foreign direct investment and growth in Nigeria, an empirical investigation”. Journal of Policy Modeling, vol. 26, pp 627 - 639

Alfaro, L., Chanda, A., Kalemli-Ozcan, S. e Sayek, S. (2004). “FDI and economic growth: the role of local financial markets”. Journal of International Economics, vol. 64, pp 89 – 112 Asheghian, P. (2004). “Determinants of economic growth in the United States: the role of

foreign direct investment”. International Trade Journal, vol. 18 (1), pp 63 – 83

Baharumshah, A. e Almasaied, S. (2009). “Foreign direct investment and economic growth in Malaysia: interactions with human capital and financial deepening”. Emerging Markets Finance & Trade, vol. 45 (1), pp 90-102

Balasubramanyam, V., Salisu, M. e Sapsford, D. (1996). “Foreign direct investment as an engine of growth”. Journal of International Trade & Economic Development, vol. 8 (1), pp 27 – 40

Barrios, S., Dimelis, S., Louri, H. e Strobl, E. (2004). “Efficiency spillovers from Foreign Direct Investment in the EU periphery: a comparative study of Greece, Ireland and Spain”. Review of World Economics, vol. 140 (4), pp 687 - 705

Barry, F. (2000). “Foreign direct investment, cost competitiveness and the transformation of the Irish economy”. Development Southern Africa, vol. 17 (3), pp 289 – 305

Basu, P., Chakraborty, C. e Reagle, D. (2003). “Liberalization, FDI, and growth in developing countries: a panel cointegration approach”. Economic Inquiry, vol. 41 (3), pp 510 – 516 Bende–Nabende, A. e Ford, J. (1998). “FDI, policy adjustment and endogenous growth:

multiplier effects from a small dynamic model for Taiwan, 1959 - 1995”. World Development, vol. 26 (7), pp 1315 - 1330

Bende–Nabende, A., Ford, J. e Slater, J. (2001). “FDI, regional economic integration and endogenous growth: some evidence from Southeast Asia”. Pacific Economic Review, vol. 6 (3), pp 383 – 399

Bende–Nabende, A., Ford, J., Santoso, B. e Sen, S. (2003). “The interaction between FDI, output and the spillover variables: Co-integration and VAR analyses for APEC, 1965 - 99”. Applied Economics Letters, vol. 10 (3), pp 165 – 172

Bengoa, M. e Sanchez–Robles, B. (2003). “Foreign direct investment, economic freedom and growth: new evidence from Latin America”. European Journal of Political Economy, vol. 19, pp 529 - 545

Berthélemy, J-C. e Démurger, S. (2000) “Foreign direct investment and economic growth: theory and application to China”. Review of Development Economics, vol. 4 (2), pp. 140 – 155

Beugelsdijk, S., Smeets, R. e Zwinkels, R. (2008). “The impact of horizontal and vertical FDI on host’s country economic growth”. International Business Review, vol. 17, pp 452 - 472 Blomström, M. (1986). “Foreign direct investment and productive efficiency: the case of

Mexico”. Journal of Industrial Economics, vol. 15, pp 97 - 110

Blomström, M. e Kokko, A. (1998). “Multinational corporations and spillovers”. Journal of Economic Surveys, vol. 12 (3), pp 247 – 277

Borensztein, E., De Gregorio, J. e Lee, J-W. (1998). “How does foreign direct investment affect economic growth?” Journal of International Economics, vol. 45, pp 115 – 135 Campos, N. e Kinoshita, Y. (2002). “Foreign direct investment as technology transferred:

some panel evidence from the transition economies”. The Manchester School, vol. 70 (3), pp 398 - 419

Carkovic, M. e Levine, R. (2002). “Does foreign direct investment accelerate growth?” em: Does Foreign Direct Investment Promote Development? Ed. T. Moran, E. Graham e M. Blomstrom, Washigton

Chakraborty, C. e Basu, P. (2002). “Foreign direct investment and growth in India: a cointegration approach”. Applied Economics, vol. 34, pp 1061 – 1073

Chang, S. (2006). “The dynamic interactions among foreign direct investment, economic growth, exports and unemployment: evidence from Taiwan”. Economic Change & Restructuring, vol. 38 (3/4), pp 235 - 256

Choe, J. (2003). “Do foreign direct investment and gross domestic investment promote economic growth?”. Review of Development Economics, vol. 7 (1), pp 44 - 57

Chowdhury, A. e Mavrotas, G. (2003). “FDI and growth: what causes what?” WIDER conference on “Sharing global prosperity”, WIDER, Helsínquia, Setembro 1 a 18

De Gregorio, J. (1992). “Economic growth in Latin America”. Journal of Development Economics, vol. 39, pp 59 – 83

De Mello, L. (1997). “FDI in developing countries and growth: a selective survey”. Journal of Development Studies, vol.34 (1), pp 1 - 34

De Mello, L. (1999). “Foreign direct investment – led growth: evidence from time series and panel data”. Oxford Economic Papers, vol. 51, pp 133 – 151

Driffield, N. (2000). “The impact on domestic productivity of inward investment into the UK”. Manchester School, vol. 69 (1), pp 103 – 119

Duttaray, M., Dutt, A. e Mukhopadhyay, K. (2008). “Foreign direct investment and economic growth in less developed countries: an empirical study of causality and mechanisms”. Applied Economics, vol. 40, pp 1927 - 1939

Felipe, J. (1999). “Total factor productivity growth in East Asia: a critical survey”. Journal of Development Studies, vol. 35 (4), pp 1 - 41

Ford, T., Rork, J. e Elmslie, B. (2008). “Foreign direct investment, economic growth, and the human capital threshold: evidence from US states”. Review of International Economics, vol. 16 (1), pp 96 – 113

Frindlay, R. (1978). “Relative backwardness, direct foreign investment, and the transfer of technology: a simple dynamic model”. Quarterly Journal of Economics, vol. 92, pp 1 - 16 Grilli, V. e Milesi-Ferretti, G. (1995). “Economic effects and structural determinants of

capital controls” International Monetary Fund Staff Papers nº 42, pp 517 – 551

Gunaydin, I. e Tatoglu, E. (2005). “Does foreign direct investment promote economic growth? Evidence form Turkey”. The Multinational Business Review, vol. 13 (2), pp 89 - 106

Haddad, M. e Harrison, A. (1993). “Are there positive spillovers from direct foreign investment? Evidence from panel data for Morocco”. Journal of Development Economics, vol. 42, pp 51 - 74

Hansen, H. e Rand, J. (2006). “On the casual links between FDI and growth in developing countries”. World Economy, vol. 29 (1), pp 21 - 41

Hanson, G. (2001). “Should countries promote foreign direct investment?” G-24 Discussion Paper Series, nº 9

Hermes, N. e Lensink, R. (2003). “Foreign direct investment, financial development and economic growth”. Journal of Development Studies, vol. 40 (1), pp 142 - 163

Janicki, H. e Wunnava, P. (2004). “Determinants of foreign direct investment: empirical evidence from EU accession candidates”. Applied Economics, vol. 36, pp 505 - 509

Javorcik, B. (2004). “Does foreign direct investment increase the productivity of domestic firms? In search of spillovers through backwards linkages”. American Economic Review, vol. 94, pp 605 – 627

Kasibhatla, K., Stewart, D. e Khojasteh, M. (2008). “The role of FDI in high medium, low medium and low income countries during 1970 – 2005: empirical tests and evidence”. Journal of Business & Economics Studies, vol. 14 (2), pp 60 - 72

Khawar, M. (2005). “Foreign direct investment and economic growth: a cross country analysis”. Global Economy Journal, vol. 5 (1), pp 1 – 11

Kohpaiboon, A. (2003). “Foreign Trade Regimes and the FDI – growth nexus: a case study of Thailand”. Journal of Development Studies, vol. 40 (2), pp 55 - 69

Kottaridi, C. (2005). “The core-periphery pattern of FDI – led growth and production structure in the EU”. Applied Economics, vol. 37, pp 99 - 113

Lee, M. e Tcha, M. (2004). “The color of money: the effects of foreign direct investment on economic growth in transition economies”. Review of World Economies, vol. 140 (2), pp 211 – 229

Lensink, R. e Morrissey, O (2006). “Foreign direct investment: flows, volatility and the impacton growth”. Review of International Economics, vol. 14 (3), pp 478 - 493

Li, X. e Liu, X. (2005). “Foreign direct investment and economic growth: an increasingly endogenous relationship”. World Development, vol. 33 (3), pp 393 - 407

Lim, E. (2001). “Determinants of, and the relation between, foreign direct investment and growth: a summary of the recent literature” International Monetary Fund Working Paper, Middle Eastern Department

Loungani, P. e Razin, A. (2001). “How beneficial is foreign direct investment for developing countries?” Finance and Development, June, International Monetary Fund

Makki, S. e Somwaru, A. (2004). “Impact of foreign direct investment and trade on economic growth: evidence from developing countries”. American Journal of Agricultural Economics, vol. 86 (3), pp 795 - 801

Mencinger, J. (2003). “Does foreign direct investment always enhance economic growth?” Kilkos, vol. 56 (4), pp 491 – 508

Mody, A. e Wang, F. (1997). “Explaining industrial growth in coastal China: economic reforms and what else?” World Bank Economic Review, vol. 11, pp 293 - 325

Mohnen, P. (2001). “International R&D spillovers and economic growth” em: Information Technology, Productivity and Economic Growth. Ed. Matti Pohoja, Oxford University Press, Oxford

Moran, T. (1999). “Foreign direct investment and development: a reassessment of the evidence and policy implications” na OECD, Foreign Direct Investment, Development and Corporate Responsibility, Paris: OECD

Nair-Reichert, U. e Weinhold, D. (2001). “Causality tests for cross-country panels: a new look on FDI and economic growth in developing countries”. Oxford Bulletin of Economics and Statistics, vol. 63, pp 153 – 171

Nunnenkamp, P. (2004). “To what extent can FDI help achieve international development goals?”. World Economy, vol. 27 (5), pp 657 - 677

OECD (2002). “Foreign direct investment for development: maximising benefits, minimising costs”. OECD, Paris

Oladipo, O. (2007) “Foreign direct investment and growth in México: an empirical investigation”. Proceedings of the Northeast Business & Economics Association, pp 87 - 91

Omran, M. e Bolbol, A. (2003). “Foreign direct investment, financial development and economic growth: evidence from Arab countries”. Review of Middle East Economics and Finance, vol. 1 (3), pp 231 - 249

Ozturk, I. (2007). “Foreign direct investment – growth nexus: a review of the recent literature”. International Journal of Applied Econometrics and Quantitative Studies, vol. 4 (2), pp 79 - 98

Pessoa, A. (2007). “FDI and host country productivity: a review”. Working Paper da Faculdade de Economia da Universidade do Porto nº 251

Ram, R. e Zhang, K. (2002). “Foreign direct investment and economic growth: evidence form cross-country data for the 1990s”. Economic Development and Cultural Change, vol. 51 (1), pp 205 – 215

Rodriguez-Clare, A. (1996). “Multinationals, linkages and economic development”. American Economic Review, vol. 86 (4), pp 852 - 873

Romer, P. (1993). “Idea gaps and object gaps in economic development”. Journal of Monetary Economics, vol. 32 (3), pp 543 – 573

Roy, A. e Van der Berg, H. (2006). “Foreign direct investment and economic growth: a time- series approach”. Global Economy Journal, vol. 6 (1), pp 1 - 19

Saggi, K. (2002). “On technology transfer from trade and foreign direct investment”. World Bank Research Observer, vol. 17, pp. 191 – 236

Sahoo, D. e Mathiyazhagan, M. (2003). “Economic growth in India: does foreign direct investment inflow matter?” Singapore Economic Review, vol. 48 (2), pp 151 - 171

Sen, H. (1998). “Different arguments for and against the role and impact of foreign direct investment on the development potentials of developing countries: an overview”. Journal of Economics and Administrative Sciences, vol. 13 (1), pp 181 – 190

Sjöholm, F. (1999). “Technology gap, competition and spillovers from direct foreign investment: evidence from establishment data”. Journal of Development Studies, vol. 36 (1), pp 53 - 73

Sohinger, J. e Harrison, G. (2004). “The implications of foreign direct investment for development in transition countries”. Eastern European Economics, vol. 42 (1), pp 56 - 74 Sylwester, K. (2005). “Foreign direct investment, growth and income inequality in less

developed countries”. International Review of Applied Economics, vol. 19 (3), pp 289 - 300

UNCTAD (1999). “World investment report: foreign direct investment and the challenge of development”. Nações Unidas, Nova Iorque e Genebra.

UNCTAD (2007). “World investment report: transnational corporations, extractive industries and development”. Nações Unidas, Nova Iorque e Genebra.

UNDP (2008). “Human Development Indices: A statistical update 2008” em http://hdr.undp.org/en/statistics/ (acedido em 04-08-2009)

Varamini, H. e Vu, A. (2007). “Foreign direct investment in Vietnam and its impact on economic growth”. International Journal of Business Research, vol. 7 (6), pp 132 – 139 Vissak, T. e Roolaht, T. (2005). “The negative impact of foreign direct investment on the

Estonian economy”. Problems of Economic Transition, vol. 48 (2), pp 43 – 66

Vu, T. (2008). “Foreign direct investment and endogenous growth in Vietnam”. Applied Economics, vol. 40 (9), pp 1165 - 1173

Xu, G. e Wang, R. (2007). “The effect of foreign direct investment on domestic capital formation, trade and economic growth in a transition economy: evidence from China”. Global Economy Journal, vol. 7 (2), pp 1 - 21

Zhang, K. (2001a). “Does foreign direct investment promote economic growth? Evidence from East Asia and Latina America”. Contemporary Economic Policy, vol. 19 (2), pp 175 - 185

Zhang, K. (2001b). “How does foreign direct investment affect economic growth in China?” Economics of Transition, vol. 9 (3), pp 679 – 693

Anexo 1

[UNCTAD (2007)] Nível de desenvolvimento Nível de desenvolvimento Posição no ranking

Desenvolvido Alto 15 E.U.A. Ashegian, 2004; Roy e Van der Berg, 2006;

Kasibhatla et al., 2008;

Desenvolvido Alto 21 Reino Unido Kasibhatla et al., 2008

Desenvolvido Alto 26 Eslovénia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 35 República Checa Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 38 Hungria Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 39 Polónia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 41 Eslováquia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 42 Estónia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;

Desenvolvido Alto 43 Lituânia Mencinger, 2003

Desenvolvido Alto 44 Letónia Mencinger, 2003

Em desenvolvimento Alto 22 Hong Kong Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Alto 25 Coreia do Sul Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Alto 27 Brunei Bende-Nabende et al., 2001

Em desenvolvimento Alto 28 Singapura Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Alto 29 Kuwait Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 31 E.A.U. Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 32 Bahrein Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 34 Qatar Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 40 Chile Chowdhury e Mavrotas, 2003

Em desenvolvimento Alto 46 Argentina, Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Alto 51 México Zhang, 2001a; Oladipo, 2007; Kasibhatla et al., 2008;

Em desenvolvimento Alto 53 Oman Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 55 Arábia Saudita Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Alto 56 Bulgária Janicki e Wunnava, 2004

Em desenvolvimento Alto 62 Roménia Janicki e Wunnava, 2004

Em desenvolvimento Alto 63 Malásia

Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a;

Chowdhury e Mavrotas, 2003; ; Baharumshah e

Almasaied, 2009

Em desenvolvimento Alto 70 Brasil Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Médio 76 Turquia Gunaydin e Tatoglu, 2005

Em desenvolvimento Médio 78 Libano Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 80 Colômbia Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Médio 81 Tailândia Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a;

Chowdhury e Mavrotas, 2003; Kohpaiboon, 2003

Em desenvolvimento Médio 82 Ucránia Janicki e Wunnava, 2004

Em desenvolvimento Médio 90 Jordânia Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 94 China Zhang, 2001b; Xu e Wang, 2007; Kasibhatla et al.,

2008

Em desenvolvimento Médio 95 Tunísia Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 100 Argélia Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 102 Filipinas Bende-Nabende et al., 2001

Em desenvolvimento Médio 105 Síria Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 109 Indonésia Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a

Em desenvolvimento Médio 114 Vietname Bende-Nabende et al., 2001; Varamini e Vu, 2007;

Vu, 2008

Em desenvolvimento Médio 116 Egipto Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 127 Marrocos Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 132 Índia Chakraborty e Basu, 2002; Kasibhatla et al., 2008

Em desenvolvimento Médio 133 Laos Bende-Nabende et al., 2001

Em desenvolvimento Médio 135 Myanmar Bende-Nabende et al., 2001

Em desenvolvimento Médio 136 Cambodja Bende-Nabende et al., 2001

Em desenvolvimento Médio 138 Iémen Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 140 Mauritânia Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Médio 146 Sudão Omran e Bolbol, 2003

Em desenvolvimento Baixo 154 Nigéria Akinlo, 2004

Em desenvolvimento N D N D Ilha Formosa Bende-Nabende e Ford, 1998; Zhang, 2001a; Chang,

2006

País Estudo

[UNDP (2008)]

Dans le document Type Inference for (Page 26-35)

Documents relatifs