5 Solving Constraints
5.3 Main Result
Até ao momento limitámo-nos a referir os resultados de diferentes estudos em termos de saber se o IDE tem um impacto positivo ou negativo no crescimento económico, isto é, se o IDE causa ou não crescimento económico. Contudo, da análise destes estudos, constata-se que a relação causal poderá ser a oposta. Ou seja, vários estudos sugerem a existência de uma relação de causalidade bidireccional entre o IDE e o crescimento económico. De facto, vários estudos [Chowdhury e Mavrotas (2003); Gunaydin e Tatoglu (2005) e de Kasibhatla et al. (2008)] encontraram evidência de que pode acontecer não ser o IDE que provoca crescimento económico, mas que pode o crescimento económico do país receptor provocar aumentos de captação de IDE.
Esta relação foi provada por Chowdhury e Mavrotas (2003) que utilizando a mesma metodologia e variáveis para estudar três países encontrou resultados opostos. Em dois deles o resultado aponta para que seja o IDE que provoca o crescimento económico, no entanto, conseguiu provar que foi o crescimento económico registado no Chile que provocou aumentos do IDE captado. No que se refere aos outros dois estudos referidos que evidenciam esta problemática nas suas conclusões não foram obtidos resultados tão concretos, pois em ambos surge como conclusão a dúvida de qual foi a causa e o efeito nesta relação. Gunaydin e Tatoglu (2005) estudaram apenas um único país (Turquia) e evidenciam essa dúvida sobre
qual a direcção desta relação. Kasibhatla et al. (2008) por sua vez analisaram um conjunto de países com alguma heterogeneidade e apenas concluíram que o IDE provocou crescimento económico num deles (Índia). Nos restantes países incluídos no estudo (China, E.U.A., México e Reino Unido) a conclusão foi que o IDE provoca crescimento económico, mas também que o crescimento económico é causa para a captação de IDE. Assim não conseguiram concluir claramente que seja o IDE a fonte da relação e não o contrário.
Estas análises podem ser relevantes pois em muitos dos estudos que se analisaram não foi considerada esta possibilidade para a escolha de variáveis a utilizar ou a forma como foram obtidas as conclusões. A ausência desta preocupação pode provocar que algumas conclusões não sejam verdadeiras pois o aumento ou diminuição de IDE podem ser causa ou consequência da variação no crescimento económico do país receptor.
4. Conclusões
A literatura existente sobre o impacto do IDE no crescimento económico do país receptor é bastante divergente, tal como se documentou no início do trabalho. De facto, e apesar da grande maioria dos estudos empíricos apontarem para os efeitos positivos que o IDE provoca no crescimento económico, há no entanto os que não os conseguem demonstrar. Esta diferença de resultados é também alvo de explicações contrárias.
Por um lado, há explicações que apontam para o facto de se fazer análises temporais curtas. Verificou-se não serem válidas, visto que análises com os mesmos períodos apresentaram resultados diferentes. A discussão de os efeitos só se sentirem no longo prazo foi também verificada não ser aceite por todos os trabalhos. Adicionalmente, alguns trabalhos apontam que grande parte dos estudos se centram apenas em saber se o IDE provoca crescimento económico e não analisam o facto do crescimento económico do país receptor provocar aumentos de IDE. Nestes casos também não se verificou uma consonância de resultados. Existem trabalhos que analisaram a dualidade de relações obtendo resultados divergentes. Estes resultados apontam para a necessidade de que futura investigação nesta área procure aprofundar o tipo de causalidade existente entre IDE e crescimento económico.
Também não se pode considerar que os efeitos do IDE no crescimento económico estejam dependentes do estado de desenvolvimento ou localização do país receptor. Estudos em países desenvolvidos obtiveram resultados diferentes, assim como os efectuados em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos com várias localizações, verificando-se o mesmo em amostras que tinham um conjunto heterogéneo de países. Assim não se pode tirar elações por analogias com países vizinhos ou com o mesmo estado de desenvolvimento.
Uma conclusão que emerge da revisão de literatura efectuada é a de que a generalidade dos estudos não atende ao modo como o IDE se pode estabelecer no país receptor. De facto, o IDE pode concretizar-se através de um investimento de raiz ou de uma fusão ou aquisição de uma empresa existente. Estes dois modos de entrada terão consequências diferentes quer em termos do aumento da concorrência quer em termos da reestruturação empresarial, e consequentemente em termos de crescimento económico. Futuras investigações nesta área não deverão negligenciar este aspecto, o qual poderá ajudar a explicar a divergência de resultados dos estudos empíricos existentes.
Da análise efectuada conseguiu-se, no entanto, encontrar um ponto em comum numa grande parte dos estudos analisados. A quase totalidade dos trabalhos aponta que os efeitos do IDE
dependem das mais variadas condições internas de cada país em particular sejam elas de carácter económico, político, social, cultural ou outro (existentes na altura do IDE ou propiciadas posteriormente), não estando directamente relacionadas com o nível de desenvolvimento do país, assim como do tipo de investimento. As justificações mais apontadas derivam da forma como o país pode beneficiar da presença das multinacionais e das vantagens que transportam e que podem ser aproveitadas para melhorar a economia do país. Entre estas, a mais referida é a forma como o país receptor pode obter ganhos através da utilização de tecnologias e conhecimentos mais avançados. Apesar deste consenso alargado, o mesmo é também alvo de acesa discussão, dado as posições contrárias face ao que determina o efeito.
O objectivo deste trabalho era ser possível utilizar a resposta obtida para se conseguir tirar o maior partido do IDE para a economia do país. Como se pode verificar que os efeitos estão dependentes das condições do país, é fácil constatar que o papel preponderante para atingir o fim pretendido está nas mãos das autoridades locais que podem tomar decisões de forma a que o país apresente as condições necessárias para alavancar os efeitos positivos e minorar os negativos, como se pretende. Outra hipótese será a seleccionar os projectos de investimento estrangeiro que poderão obter os fins pretendidos de acordo com as possibilidades do país melhor beneficiar.
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Anexo 1
[UNCTAD (2007)] Nível de desenvolvimento Nível de desenvolvimento Posição no rankingDesenvolvido Alto 15 E.U.A. Ashegian, 2004; Roy e Van der Berg, 2006;
Kasibhatla et al., 2008;
Desenvolvido Alto 21 Reino Unido Kasibhatla et al., 2008
Desenvolvido Alto 26 Eslovénia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 35 República Checa Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 38 Hungria Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 39 Polónia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 41 Eslováquia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 42 Estónia Mencinger, 2003; Janicki e Wunnava, 2004;
Desenvolvido Alto 43 Lituânia Mencinger, 2003
Desenvolvido Alto 44 Letónia Mencinger, 2003
Em desenvolvimento Alto 22 Hong Kong Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Alto 25 Coreia do Sul Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Alto 27 Brunei Bende-Nabende et al., 2001
Em desenvolvimento Alto 28 Singapura Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Alto 29 Kuwait Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 31 E.A.U. Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 32 Bahrein Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 34 Qatar Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 40 Chile Chowdhury e Mavrotas, 2003
Em desenvolvimento Alto 46 Argentina, Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Alto 51 México Zhang, 2001a; Oladipo, 2007; Kasibhatla et al., 2008;
Em desenvolvimento Alto 53 Oman Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 55 Arábia Saudita Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Alto 56 Bulgária Janicki e Wunnava, 2004
Em desenvolvimento Alto 62 Roménia Janicki e Wunnava, 2004
Em desenvolvimento Alto 63 Malásia
Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a;
Chowdhury e Mavrotas, 2003; ; Baharumshah e
Almasaied, 2009
Em desenvolvimento Alto 70 Brasil Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Médio 76 Turquia Gunaydin e Tatoglu, 2005
Em desenvolvimento Médio 78 Libano Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 80 Colômbia Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Médio 81 Tailândia Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a;
Chowdhury e Mavrotas, 2003; Kohpaiboon, 2003
Em desenvolvimento Médio 82 Ucránia Janicki e Wunnava, 2004
Em desenvolvimento Médio 90 Jordânia Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 94 China Zhang, 2001b; Xu e Wang, 2007; Kasibhatla et al.,
2008
Em desenvolvimento Médio 95 Tunísia Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 100 Argélia Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 102 Filipinas Bende-Nabende et al., 2001
Em desenvolvimento Médio 105 Síria Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 109 Indonésia Bende-Nabende et al., 2001; Zhang, 2001a
Em desenvolvimento Médio 114 Vietname Bende-Nabende et al., 2001; Varamini e Vu, 2007;
Vu, 2008
Em desenvolvimento Médio 116 Egipto Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 127 Marrocos Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 132 Índia Chakraborty e Basu, 2002; Kasibhatla et al., 2008
Em desenvolvimento Médio 133 Laos Bende-Nabende et al., 2001
Em desenvolvimento Médio 135 Myanmar Bende-Nabende et al., 2001
Em desenvolvimento Médio 136 Cambodja Bende-Nabende et al., 2001
Em desenvolvimento Médio 138 Iémen Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 140 Mauritânia Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Médio 146 Sudão Omran e Bolbol, 2003
Em desenvolvimento Baixo 154 Nigéria Akinlo, 2004
Em desenvolvimento N D N D Ilha Formosa Bende-Nabende e Ford, 1998; Zhang, 2001a; Chang,
2006
País Estudo
[UNDP (2008)]