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Mécanisme de gestion de conflits et de règlement des différends

CHAPITRE III. Mécanismes à considérer

B) Mécanisme de gestion de conflits et de règlement des différends

registrem as observações e levantem hipóteses explicativas. Importante levar em conta a linha editorial do jornal.”

Sugestão 03) “’Brincar’com as fotos e legendas é outro exercício interessante. Solicitar que alguns alunos tragam fotos separadas de suas legendas, sem esquecer, no entanto, de fazer a numeração correspondente e pedir que os outros tentem fazer a leitura só pela imagem. Depois das tentativas, conferir em conjunto. O exercício inverso também pode ser feito: ‘o recorte de legendas em busca de uma foto’. Como produto final, pode-se pedir a elaboração de uma matéria jornalística.”

Figura 61 - Sugestões de atividades apresentadas na aula virtual. Disponível em: http://www.ccsfr.org.br/chaoverdesite/setor_educ/canalprof/sm_canal_aula01_jan.php?id=3.

Acesso em: 07.08.2010.

Nos exercícios propostos, foram trabalhados desenhos e pinturas de artistas viajantes estrangeiros, do século XV ao século XIX, que integraram expedições, geralmente de caráter científico, que percorreram o território brasileiro, para conhecer a imagem do Novo Mundo

formada e difundida por toda a Europa. Pedia-se para navegar pelo Percurso Educativo Artistas Viajantes195 e responder as questões196:

Navegue pelo CD-Rom Percurso Educativo Artistas Viajantes e responda as questões:

Desde sua descoberta, o Brasil exerce grande fascínio sobre o olhar do estrangeiro. Os relatos de viagens a terras longínquas e desconhecidas, habitadas por índios canibais e animais fantásticos, tendo como fundo a paisagem exuberante, enchiam a imaginação dos europeus com imagens completamente diferentes daquelas do seu universo. No século XVIII, os artistas começam a vir para o Brasil com o objetivo de conhecer os costumes, o cotidiano das cidades, a vida dos índios e dos negros. Há diferenças na representação do país nesses dois momentos? Aponte algumas delas.

A iconografia produzida no século XVI tinha como fonte as crônicas e os relatos de viagem e não representações diretas da realidade. Além de mostrar todo o exotismo da fauna e da flora, do ponto de vista do europeu, essas ilustrações eram responsáveis pela formação da imagem do índio. Fale sobre essa imagem difundida do índio.

No século XVI, os mapas, com a intenção de orientar os navegantes, eram ilustrados com desenhos de animais, plantas e usos e costumes dos indígenas, como, por exemplo, o canibalismo. São percebidas diferenças nos mapas produzidos no século XIX, em virtude do aperfeiçoamento dos instrumentos de medida? Fale sobre essas diferenças. (texto da aula virtual

O Olhar)197

O texto Como Confiar em Fotografias, de Peter Burke198 era disponibilizado na íntegra para leitura.

A aula O Olhar era introdutória e destacava que numa fotografia o que está em jogo é a articulação entre os recursos técnicos e o olhar do fotógrafo, e o que se denomina de linguagem fotográfica é constituída pela justaposição entre a escolha dos recursos técnicos, ou seja, o tipo de máquina fotográfica, as lentes, o processo de revelação e ampliação etc., e a escolha do fotógrafo pelo tema, cenário, ângulo, enquadramento, luz, planoetc.

Hoje estamos começando a compreender que fotografar, da mesma forma como pintar ou escrever, significa construir um discurso a partir dos recursos oferecidos pelo sistema expressivo e isso não tem nada a ver com reprodução do real, pelo menos não no sentido mais ingênuo do termo. A eletrônica, de um lado, e também as novas idéias sobre imagem e representação, estão forçando a fotografia a viver a sua hora da verdade e livrar

195Disponível online na Enciclopédia do Itaú Cultural:

http://www.itaucultural.org.br/viajantes/default.html?cd_pagina=1246. Acesso em: 03.08.2010. Seu projeto de concepção e criação (em 1999) foi de minha autoria quando na equipe de Educação do Instituto Itaú Cultural.

196 Ver as respostas dos professores participantes no CD-Rom de Documentação em anexo.

197 Disponível em: http://www.ccsfr.org.br/chaoverdesite/setor_educ/canalprof/sm_canal_aula01.php. Acesso

em: 03.08.2010.

se das convenções e das idéias preconcebidas que entravam o seu pleno desenvolvimento como arte e como meio de comunicação. Isso não quer dizer que as imagens fotográficas são indiferentes à realidade, mas sim que o acesso a esta última não pode ser considerado de forma inocente. Antes, ele é mediado tanto pela tecnologia, como pelos códigos da fotografia, quanto ainda pelo uso particular da linguagem fotográfica pelo operador da câmera. Quando o mito da objetividade e da veracidade da imagem fotográfica desaparecer em definitivo da ideologia coletiva, ele poderá ser substituído pela idéia muito mais saudável da imagem como construção, como expressão e como discurso visual. (ARLINDO MACHADO in texto trabalhado e disponibilizado na aula virtual O Olhar)199.

A segunda aula virtual chamada de Abordagem Triangular apresentava a Proposta Triangular de Ensino de Arte e alguns aspectos da reformulação que promoveu no Ensino de Arte no país em fins dos anos 1980, nos capítulos/janelas: 1)Arte e cognição ou arte e conhecimento, 2)Leitura crítica de obras de arte.

Professor, agora, nessa aula, conheceremos ALGUNS ASPECTOS DA REFORMULAÇÃO QUE A ABORDAGEM TRIANGULAR PROMOVEU NO ENSINO DE ARTES no país em fins dos anos, tendo como protagonista desse processo a professora da Universidade de São Paulo e referência no ensino de artes no país Ana Mae Barbosa.

Trabalharemos nas janelas a seguir os temas: 1)arte e cognição ou arte e conhecimento; 2)leitura crítica de obras de arte.

Já vimos que a imagem, seja ela uma pintura, um desenho ou uma fotografia pede uma leitura crítica. Nessa aula, também veremos como a arte-educação e, assim, o ARTE-EDUCADOR DE HOJE LÊ CRITICAMENTE IMAGENS provenientes de trabalhos artísticos.

Novamente em cada uma das janelas, além do desenvolvimento dos temas, você, Professor, encontrará a proposta de um exercício e/ou um texto para leitura.

Não esqueça! Você, professor, terá de navegar por essas janelas e fazer as atividades propostas. Veja em “Consulte também” as referências bibliográficas que são sugeridas caso queira dar continuidade ao estudo. Bom estudo!

Ana Cristina Chagas e Christina Rizzi

(texto da aula virtual Abordagem Triangular. Grifo do original) 200

199O trecho acima é do texto Fotografia: Visão do Fotógrafo ou Visão do Real de Arlindo Machado e compunha

a primeira aula virtual do curso semi-presencial sobre o tema do olhar. Junto com o texto Eu Queria Roubar a Natureza, de Nicolau Sevcenko, foi disponibilizado na íntegra para leitura complementar (botão Texto para Leitura), no capítulo A construção do olhar na história e na evolução da técnica fotográfica. Ver: MACHADO,

Arlindo. Fotografia: visão do fotógrafo ou visão do real. In: ITAU CULTURAL. Caixa de Cultura: fotografia

(Caderno do Professor), 1998 e SEVCENKO, Nicolau. Eu queria roubar a natureza. In: Caderno Especial O Século da Imagem Folha de São Paulo. 09.12.1999.

200 Disponível em: http://www.ccsfr.org.br/chaoverdesite/setor_educ/canalprof/sm_canal_aula02.php. Acesso

Em Arte e Cognição ou Arte e Conhecimento, eram utilizados a matéria e o trecho de entrevista com a Profa. Dra. Ana Mae Barbosa, na época disponíveis no site (www.cartamaior.com.br)201, e que traziam algumas informações sobre a trajetória profissional e de vida da arte-educadora e apresentavam elementos de sua visão e concepção pós-moderna de arte e de arte-educação (como mostrados a seguir), além de trechos de publicações da área202.

Aqui conheceremos A CONCEPÇÃO DE ARTE que esteve por detrás e direcionou o PROCESSO DE REFORMULAÇÃO DO ENSINO DE ARTE no nosso país pela Proposta Triangular. (texto da aula virtual Abordagem

Triangular. Grifo do autor) 203.

A matéria e o trecho da entrevista da Ana Mae Barbosa que usamos a seguir são do site Carta Maior de autoria de Carlos Gustavo Yoda e Eduardo Carvalho. Além de trazerem algumas informações sobre a trajetória profissional e de vida de Ana Mae Barbosa, apresentam elementos de sua visão e CONCEPÇÃO PÓS-MODERNA DE ARTE E DE ARTE- EDUCAÇÃO.

Ana Mae abria o 3°. SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE O ENSINO DA ARTE E SUA HISTÓRIA, em agosto de 1989, em São Paulo na USP - marco da arte-educação brasileira – dizendo: “Estamos propondo uma POSTURA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DA ARTE baseada no modo como se aprende arte, isto é, INTEGRANDO O FAZER ARTÍSTICO, A LEITURA DESSE FAZER INDIVIDUAL, DOS FAZERES DOS OUTROS E A SUA CONTEXTUALIZAÇÃO NO TEMPO”

“ANA MAE BARBOSA É A PRINCIPAL REFERÊNCIA NO BRASIL PARA O ENSINO DA ARTE