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Mécanisme de déformation des alliages de titane en dwell-fatigue

CHAPITRE 1 REVUE BIBLOGRAPHIQUE

1.3 Mécanisme de déformation des alliages de titane

1.3.5 Mécanisme de déformation des alliages de titane en dwell-fatigue

Os testes de ApF selecionados foram: - Coordenação Motora (Ria);

- Flexibilidade (Senta e Alcança Adaptado);

- Flexibilidade (Amplitude de Afastamento dos MI); - Força (Preensão Manual);

- Força (Lançamento da Bola de Ténis); - Força (Abdominais 30seg);

- Força (Salto Horizontal sem corrida de impulsão); - Resistência (Teste do Vaivém)

- Velocidade (20m lançados);

A avaliação da ApF resultou da observação direta do desempenho físico-motor na execução dos testes anteriormente indicados. Esses testes utilizaram protocolos definidos pelos autores Martins de Carvalho (2007), Sobral et al. (2007) e das baterias de testes AAPHERD (1980) e FITNESSGRAM (2002). No caso do teste de Flexibilidade (Amplitude de afastamento dos MI) esse protocolo foi adaptado de Fernandes Filho (1999) e Lopéz (2002) tendo sido criado o nosso próprio protocolo. O valor de VO2máx foi calculado através do Teste Luc-Léger, em

que o objetivo deste teste é estimar o VO2máx (ml.kg-1min-1), permitindo avaliar a

capacidade aeróbica dos sujeitos. É um teste do tipo progressivo, maximal e indireto. A definição mais detalhada dos Protocolos de Avaliação da ApF encontra-se no Anexo 3.

Para efetuar a leitura dos valores obtidos para cada variável e melhor os compreender e analisar, elaborámos o Quadro 15 com as variáveis do presente estudo, a unidade de medida utilizada, o formato numérico e os instrumentos de medição utilizado na recolha dos dados.

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Quadro 15- Listagem das variáveis, unidades de medida, formato numerário e instrumentos de medição.

Dimensão Variável Unidade de

Medida

Formato Numérico

Instrumento de Medição

Altura Estatura m 0,00 Estadiopómetro portátil Tanita

Peso Massa Corporal kg 00,0 Balança Digital da marca Seca

IMC IMC kg/m² 00,0 Fórmula/equação (1)

Massa Gorda Massa Gorda % 00,0 Fórmula/equação (2)

Pregas

Tricipital mm 00 Adipómetro Slim Guide

Subescapular mm 00 Adipómetro Slim Guide

Geminal mm 00 Adipómetro Slim Guide

Perímetros

Braquial cm 00 Fita Métrica

Abdominal cm 00 Fita Métrica

Geminal cm 00 Fita Métrica

Coordenação Ria nº de transposições 00 Bola softball Flexibilidade Senta e Alcança (Adaptado)

cm 00 Fita métrica e Caixa métrica

Afastamento MI graus 000 Transferidor

Força

Preensão Manual kgf 00 Dinamómetro Takei Sci. Inst. TKK5001

Lançamento da bola de ténis

m 00,0 Fita métrica e bola de ténis

Abdominais 30seg nº rep 00 Cronómetro

Salto Horizontal cm 000 Fita métrica

Resistência Vaivém nº 00 CD FITNESSGRAM e Leitor de CD

VO2 Máximo ml.kg-1. min.-1 00,0 Fórmula/equação (3)

Velocidade Corrida 20m seg. 0,00 Cronómetro

Quadro 16- Fórmulas para cálculo de variáveis.

1- IMC = Peso (kg) /Altura² (m)

2- % Massa Gorda Masculino %MG= 0,735(Tricipital + Geminal) + 1,0 Feminino %MG = 0,610 (Tricipital + Geminal) + 5,1)

3- VO2max (ml.kg-1. min.-1) = 31,025 + (3,238 x Vel.) – (3,248 x Idade) + 0,1536 (Vel. x Idade)

3.5- Programa da pesquisa

Inicialmente cumprimos um programa de treino de observadores que serviu também para consolidar os procedimentos logísticos associados à recolha de dados. A recolha de dados para o estudo decorreu durante os meses de Fevereiro e Março com a deslocação aos estabelecimentos de ensino do 1ºCEB do concelho de Mira.

Devido à necessidade de um espaço com um piso uniforme e mais resguardado para serem efetuadas as medições da estatura, do peso, das pregas e dos perímetros, os testes antropométricos foram feitos em locais cobertos ou nas salas de aula. Os testes de ApF foram

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realizados nos horários das aulas de AFD, nos espaços exteriores onde normalmente decorrem as aulas.

Os professores de AFD tiveram um papel importante na realização das provas de ApF, pois colocavam os alunos pela ordem de realização do teste e efetuavam o registo do valor que lhes era transmitido pelo observador na grelha de registo de dados (Anexo 4).

3.6- Tratamento estatístico dos dados

Para o tratamento estatístico dos dados, inicialmente foi criada uma base de dados através do programa Microsoft Office Excel 2007, onde foram inseridos todos os valores recolhidos e posteriormente verificados. De seguida, foram transferidos para o software informático

Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 19 para o Windows, utilizado no

tratamento estatístico dos dados com um nível de significância de 5% (p≤0,05).

As técnicas estatísticas utilizadas pertencem essencialmente à estatística descritiva para a obtenção de valores de média, desvio padrão, valores mínimos e máximos e valores percentílicos (P10º, P20º, P30º, P40º, P50º, P60º, P70º, P80º e P90º).

3.6.1- Controlo da qualidade dos dados

O controlo da qualidade dos dados baseou-se nas seguintes tarefas: - Sempre que foi possível utilizaram-se testes já validados;

- Seguiram-se os protocolos mais adequados às circunstâncias de avaliação;

- Utilizaram-se os instrumentos adequados ao rigor necessário para o tipo de pesquisa realizada;

- Realizou-se um programa de treino de avaliadores; - Verificou-se a estabilidade dos dados.

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Para a verificação da estabilidade dos dados, utilizámos uma amostra constituída por 28 sujeitos pertencentes a duas turmas do 2º ano de escolaridade. A seleção dessa subamostra decorreu de forma aleatória, por sorteio entre as turmas dos alunos que participavam no estudo. O tempo entre a 1ª avaliação e a 2ª avaliação variou entre uma e duas semanas.

No controlo da qualidade dos dados foi aplicado o procedimento de avaliação de todas as medidas através da repetição das mesmas. Este procedimento de medida repetida permitiu determinar o erro técnico de medida através da fórmula Malina et al. (1973), (e=[Σz2/2N]0,5), em que Z é a diferença entre as séries de dados por cada sujeito e N a dimensão total da amostra. O erro técnico de medida é utilizado na determinação do coeficiente de fiabilidade, através da fórmula de Mueller & Martorell (1988) (R=1-[e2/s2]), em que “e” é o erro técnico de medida e s2 é a variância combinada que corresponde à medida aritmética da variância (s2 = (n1.s12 + n2.s22)/(n1+n2)) na 1ª medição e na 2ª medição.

Tabela 4- Determinação do Erro Técnico de Medida, Variância Combinada e Coeficiente de Fiabilidade para as

variáveis caraterizadas (n=28).

Medidas 1ª Medição 2ª Medição Erro

écnico de medida Variância Combinada Coeficiente de fiabilidade M SD M SD Estatura m 1,288 ±0,050 1,287 ±0,048 0,003 0,002 0,995 Massa Corporal Kg 29,611 ±7,348 29,693 ±7,314 0,248 53,749 0,998 Prega Tricipital mm 10,25 ±3,807 10,14 ±3,577 0,582 13,642 0,975 Prega Subescapular mm 7,00 ±4,037 7,14 ±3,913 0,462 15,804 0,986 Prega Geminal mm 11,11 ±5,166 11,00 ±4,619 0,640 24,013 0,982 Perímetro Braquial cm 19,54 ±2,531 19,43 ±2,486 0,353 6,293 0,980 Perímetro Abdominal cm 62,03 ±9,268 62,14 ±9,447 1,172 87,563 0,984 Perímetro Geminal cm 26,79 ±3,166 26,71 ±3,113 0,378 9,859 0,985 Coordenação nº 8,82 ±4,252 9,32 ±4,128 0,944 17,56 0,949 Flex. Encostado cm 4,43 ±1,874 4,50 ±1,427 0,566 2,775 0,884

Flex. Senta e alcança cm 24,39 ±5,666 24,50 ±5,371 0,876 30,476 0,974

Flex. Ângulo MI Graus 124,93 ±15,757 125,75 ±14,909 1,977 235,28 0,983

Força Preensão Manual Kgf 11,21 ±2,767 11,29 ±2,853 0,566 7,896 0,959

Força Lanç. Bola Ténis m 11,136 ±4,187 11,489 ±4,130 0,634 17,297 0976

Força Abdominais 30’’ nº 13,18 ±3,732 13,43 ±3,469 1,063 12,981 0,907

Força Salto Horizontal cm 118,04 ±22,572 119,57 ±21,660 4,490 489,33 0,958

Resistência - Váivém nº 14,18 ±6,678 15,21 ±7,430 1,541 49,904 0,952

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