3. BASIC DESIGN PRINCIPLES OF PASSIVE SHUTDOWN SYSTEMS
3.5. Lyophobic capillary porous systems
O presente estudo surgiu da inquietação quanto à avaliação utilizada na RMS do HUOL, despertando a vontade de encontrar novos métodos avaliativos que permitissem ao aluno receber um retorno do seu desempenho antes do fim do rodízio. Através do Mestrado Profissional em Ensino na Saúde e o conhecimento das metodologias ativas de ensino, o desejo de modificar esse cenário na residência tornou-se palpável, por meio de uma proposta de sistematizar uma metodologia avaliativa na RMS com base na estratégia de avaliação 360 graus com feedback.
E, para mim, a efetivação de um desejo profissional, o que tem sido realizador. Pois, com a formação científica, posso compartilhar e aplicar as habilidades e conhecimentos aprendidos no ambiente hospitalar de ensino que trabalho, mediante o estímulo e acompanhamento dos alunos para pesquisa, tomadas de decisões, gestão do ambiente de trabalho e do cuidado, aprendizado e aprimoramento das técnicas. Fato que já vem ocorrendo, não só comigo, mas com outros colegas que participaram do curso.
As atividades planejadas para esta pesquisa geraram produtos educacionais robustos e replicáveis, como: o curso de desenvolvimento pedagógico para a preceptoria na RMS, o vídeo produzido especialmente para reflexão sobre avaliação sistematizada e avaliação livre, a construção e definição das competências esperadas dos domínios do Mini-CEx para uso na RMS do HUOL, a identificação dos instrumentos de avaliação que são conhecidos pelos preceptores, a evidenciação da frequência de uso e o quanto eles se sentem confortáveis ao utilizar as microhabilidades na preceptoria e a realização de dezenas de encontros avaliativos com o Mini-CEx.
O curso representou um momento ímpar na construção do entendimento e aperfeiçoamento da avaliação dentro da RMS, ocasião de interessante compartilhamento de ideias, dificuldades na preceptoria, experiências educativas e integração entre os profissionais. Colaborou, a curto prazo, para o despertar de novos métodos, formas e instrumentos avaliativos que lhes deem amparo no processo avaliativo de formação dos residentes.
No espaço médio de tempo, esperamos que o conhecimento adquirido no curso se mantenha presente nas atividades de preceptoria e que outros educadores
despertem o interesse nas avaliações formativas, aperfeiçoando, assim, as estratégias que, por hora, foram apresentadas. Almejamos, ainda, apresentar os resultados desse estudo aos preceptores, tutores, docentes e coordenadores, bem como encaminhar os resultados para a gerência da RMS, dando ampla visibilidade aos resultados da estratégia avaliativa com o Mini-CEx.
Ansiamos, a longo prazo, que os educadores se sintam confortáveis para incorporar o instrumento avaliativo Mini-CEx nas suas atividades, possibilitando a realização de mais feedbacks formativos. Para tanto, planejamos ação futura reunindo coordenadores dos diversos programas da RMS para apresentar os instrumentos: Avaliação pelos Pacientes (Apêndice B), Instrumento de Avaliação Prática (Anexo C), esse, já em uso na RMS, e o Mini-CEx, integralizando a proposta de sistematizar uma metodologia avaliativa na residência multiprofissional em saúde com base na estratégia de avaliação 360 graus com feedback.
Esta ação visa aproximar ainda mais a coordenação e os preceptores, fato destacado na avaliação desses, para a construção coletiva e aperfeiçoamento dos instrumentos de avaliação. Espera-se que a coordenação aproveite o interesse e a experiência dos preceptores para expandir a utilização do Mini-CEx e, assim, possa utilizá-lo nos vários cenários que o aluno da RMS tem acesso, colaborando para novas avaliações dos nossos alunos.
7 OUTROS PRODUTOS
1. Produção do vídeo sobre a relação interpessoal e comunicação que servirá de apoio didático para futuras capacitações sobre avaliação do estudante/residente.
2. Os resultados parciais deste estudo foram também apresentados na modalidade “Apresentação oral”, no 57º COBEM – Congresso Brasileiro de Educação Médica, realizado em Belém/PA, em setembro de 2019.
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Anexo C – INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO PRÁTICA.
EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ONOFRE LOPES
GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO PRÁTICA 1. IDENTIFICAÇÃO
R1 ( ) R2 ( ) RESIDENTE: _____________________________________________________________________ LOCAL DO RODÍZIO: ________________________________________PERÍODO: ____________________________ PRECEPTOR: ___________________________________________________________________________________ 2. OBJETIVOS
• Auxiliar o residente e preceptor a desenvolverem o processo ensino-aprendizagem com qualidade; • Possibilitar a avaliação contínua do desempenho técnico-científico, político e ético do residente; • Auxiliar o residente a minimizar suas dificuldades melhorando o seu desempenho profissional; • Oferecer subsídios para que os objetivos da Residência Integrada Multiprofissional sejam
atingidos;
• Favorecer o feedback entre o binômio residente-preceptor. •
3. CRITÉRIOS:
• A avaliação deverá ser sistemática e contínua propiciando o crescimento dos atores envolvidos no processo ensino- aprendizagem, oferecendo feedback ao residente no período, mínimo, de quinze dias;
• Os itens que não se adequam a realidade de funcionamento do setor de rodízio do residente deverão ser excluídos do processo de avaliação e, consequentemente, do somatório dos pontos para obtenção da média aritmética
1. AVALIAÇÃO ITENS DE AVALIAÇÃO Pontuaçã o Atribuída Avaliação do Residente (Autoavaliação ) Avaliação do Preceptor Avaliação do Residente (Autoavaliação ) Avaliação do Preceptor 1° quinzena 2° quinzena Responsabilidade, Iniciativa e Desempenho (Domínio dos Procedimentos)
É a capacidade de executar suas atividades práticas, com fundamentações científicas, interesse e pontualidade, respeitando os valores dos pacientes e dos profissionais da equipe de saúde e mantendo a ética profissional. Além da capacidade de assumir problemas e/ou situações não previstas, propondo soluções viáveis para a resolução.
4.0
Evolução e/ou Registro das Atividades
É a capacidade de registrar de maneira clara, concisa e precisa as observações
relevantes centradas no usuário, utilizando a terminologia científica adequada.
Relacionamento e Comunicação com a equipe e preceptoria
É a capacidade do residente de relacionar - se de forma colaborativa com o usuário, equipe e preceptoria. Transmitir informações e conhecimento de forma clara, objetiva, e com linguagem adequada. Além de observar, analisar e criticar construtivamente, bem como saber lidar com críticas e sugestões.
2,0
Assiduidade, Pontualidade e Aparência Pessoal
É o comparecimento do residente nos horários pré-definidos (entrada e saída) no local onde desempenha suas funções. Assim como, o zelo com a aparência e o uso do uniforme adequado, atendendo as orientações da NR32, normas do programa de residência, da instituição e do cenário de prática.
1,0
Liderança
É a capacidade de estimular o crescimento profissional da equipe, partilhando conhecimentos e habilidades, ajudando as pessoas a desenvolverem suas potencialidades livremente, visando à auto-realização e melhoria da qualidade da assistência. 1,0 PARÂMETROS
NOTA FINAL CONCEITO SITUAÇÃO
9,0 a 10,0 A Aprovado
8.0 a 8,9 B Aprovado
7,0 a 7,9 C Aprovado
< 7,0 D Reprovado
NOTA OBTIDA CONCEITO
Parcial Final Parcial Final
Média Final
Sugestões (avaliação do preceptor com relação ao residente):
_________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ Assinatura __________________________________________ Residente _____________________________________ Preceptor Natal, _____ de __________ de _____