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Des lois de la variation

Dans le document L’Origine des espèces (Page 156-192)

1.2.1.5.1. Fundamentos Didatológicos

De modo a conhecer mais pormenorizadamente a turma de 1.º ano do 1.º CEB, na qual decorreu a PES, foram analisados vários documentos (Inquéritos de caraterização da turma, Programa e Metas do 1ºCEB). Durante as semanas de observação, houve a oportunidade de analisar as informações sobre caraterização da turma que foram recolhidas através de inquéritos efetuados, pela Professora Orientadora Cooperante, aos alunos e respetivos Encarregados de Educação. A caraterização da turma tinha por base sete pilares, que podem melhorar o percurso de ensino e aprendizagem dos alunos: informações gerais dos alunos; vida escolar; estudos; interesses dos alunos; professores; saúde; e hábitos

Enquanto professores é importante ser-se concreto e objetivo na transmissão dos conteúdos. Neste sentido, para a elaboração de atividades motivadoras é imprescindível que o professor saiba que tipologia de atividades poderá colocar em prática, tendo em conta as caraterísticas, capacidades e limitações de cada aluno, para além dos recursos disponíveis. Para o efeito, é importante o conhecimento detalhado do programa do 1.º CEB, que se encontra dividido por Áreas Curriculares Disciplinares (Português, Matemática, Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico Motoras) e por Áreas Curriculares Não Disciplinares (Estudo Acompanhado, Formação Cívica e Projetos). As Áreas Disciplinares mantêm a especificidade própria, mas organizam-se de forma integrada. Garantindo a articulação interdisciplinar que carateriza o currículo deste nível de ensino. Os programas de 1.º CEB encontram-se estruturados por: Domínios, Subdomínios e Objetivos, com exceção do programa de Estudo do Meio e Expressões que se encontram organizados por blocos. É também importante que o professor do 1.º CEB conheça e promova o devido enquadramento das Metas Curriculares que descrevem o conjunto de conhecimentos e capacidades que os alunos devem atingir durante este ciclo. Cabe ao professor assegurar que os seus alunos as atingiram, numa primeira fase as metas intermédias e, numa fase posterior, as metas finais. Seguindo todos os princípios estipulados nos documentos oficiais a que se acedeu, foram explorados vários conteúdos respeitantes ao 1.º ano de escolaridade. Ao longo da PES existiu sempre a preocupação de respeitar os princípios de integração didática. É fundamental recorrer à integração didática como forma de abordagem aos processos de ensino e de aprendizagem. Fazendo da integração um elemento fundamental, construíram-se os Percursos de Ensino e Aprendizagem. Durante a PES, foi utilizada uma matriz pedagógica e programática onde todas as áreas curriculares fossem ensinadas e aprendidas como um todo, privilegiando o ensino integrado. Neste sentido, todas as semanas eram facultados pela Orientadora Cooperante os conteúdos que teriam que ser implementados na turma.

1.2.1.5.2. Instrumentos de Planificação Didática

Durante o período da PES no 1.ºCEB, foi seguida a seguinte matriz de planificação didática (Figura 12) que inclui sete pontos que serão apresentados em detalhe (A,B, C,D, E, F e G):

Figura 12 - Matriz de planificação didática.

Ponto A

A planificação didática, ponto A, é iniciada com a apresentação dos «Elementos de Identificação», onde são nomeados os nomes das alunas da PES, responsáveis por cada semana de implementação, da Orientadora Cooperante e do Professor Supervisor. Para além disso, consta o ano de escolaridade e a turma para quem foi elaborado o guião de atividades. É, também, apresentado o título da unidade temática e a respetiva semana de implementação.

Ponto B

No ponto B, é apresentada a «Seleção do conteúdo programático», tais como a seleção dos Domínios /Subdomínios, Conteúdos, Objetivos específicos, Descritores de desempenho, Avaliação. Estes subpontos encontram-se organizados pelas áreas de Matemática, Português, Estudo do Meio, Expressões e Trabalho de Projeto/ Clubes. Na seleção do conteúdo programático, a mesma foi realizada em conjunto com o «Par Pedagógico» e com a Professora Orientadora Cooperante. Foram construidas unidades didáticas motivadoras, dinâmicas, com sentido prático e com uma interligação entre si, de forma a que pudessem formar um todo coerente. Neste sentido, é fundamental que os seus objetivos sejam definidos com clareza e rigor para que a aprendizagem seja facilitada.

G

D

F

E

B

A

C

Ponto C

No ponto C é apresentado o «Tema integrador», do respetivo dia, que esteve sempre relacionado com a grande área de Estudo do Meio e o vocabulário específico a explorar explicitamente durante a unidade.

Ponto D

O ponto D diz respeito à definição dos «Recursos». Neste espaço são colocados todos os recursos utilizados naquele dia, permitindo que as atividades programadas decorram de forma organizada.

Ponto E

No ponto E, será realizada uma breve descrição do «Elemento Integrador» utilizado no decorrer das atividades. Na opinião de Pais (2010), o elemento integrador deve ser uma base motivacional; permitindo a ativação do conhecimento prévio e a verificação dos pré-requisitos dos alunos, sobre um determinado conteúdo; deve também estimular a comunicação multilateral e coerência metodológica, no interior dos percursos de ensino e aprendizagem. Neste sentido, o elemento integrador é essencial, uma vez, que é um elemento de transversalidade assegurando a coerência metodológica das unidades didáticas. O elemento integrador utilizado, em todas as unidades didáticas, foi o Alfa (personagem do manual escolar de Estudo do Meio e do manual de Matemática). No decorrer da prática, esta personagem, apresentou as suas aventuras, os seus amigos e desafiou os alunos a elaborar as diversas atividades. Foi bastante importante para a motivação inicial dos alunos, uma vez, que era quem introduzia as atividades.

Ponto F

No ponto F, são introduzidos os «Sumários», onde é realizada uma breve descrição diária das atividades que correspondia a uma síntese da programação e organização das atividades.

Ponto G

O ponto G, encontra-se dividido em duas partes, correspondendo a primeira do lado esquerdo à «Designação das atividades» e, do lado direito, aos «Procedimentos de execução». As atividades encontram-se estruturadas para que exista uma melhor compreensão do que se pretende. Desta forma, a explicitação dos procedimentos didáticos para além de ser orientadora da execução da atividade tem a funcionalidade de previsão e verificação da adequação das estratégias, metodologias, técnicas e recursos.

1.2.1.6. Reflexão global das semanas de observação e de

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