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B7.1 – ETAT DES EMPRUNTS GARANTIS

AMELIO 3 LOGTS PLS CAMSE

Inicialmente, foram selecionados e combinados os elementos visuais para representar as ontologias. Na etapa seguinte, recorreu-se à experimentação, em que cada problema foi isolado, usando-se técnicas de prototipagem. Para isso, vários programas de pequeno porte, de nível experimental, foram feitos para representar cada uma das soluções implementadas: vértices e seus elementos anexados; arestas e seus elementos anexados; múltiplas arestas entre dois vértices; extremidades de arestas; envoltórias para a representação de conjuntos.

Abaixo são apresentados alguns resultados visuais em protótipos, de funcionalidades necessárias10 para a implementação do aplicativo de edição de ontologias e forma de RRC e, consequentemente, da framework.

Neste experimento, foi utilizada a base de dados da ontologia do Sistema Ontojuris, que está armazenado de duas formas: em arquivos Excel e em bases de dados Postgres.

5.2.1.1 Conexão com fontes de dados Excel

Um dos artifícios programados no editor de ontologias 2D foi a ferramenta de importação de termos, relações semânticas e domínios, a partir dos textos contidos nas células de arquivos Excel.

O princípio do processo baseia-se na leitura de arquivos Excel como uma fonte de dados ODBC. O processo de importação funciona assim:

1. O usuário escolhe o arquivo do qual faria a importação; 2. O usuário selecionava um grupo de células;

3. O usuário determina o papel dos textos contidos nestas células (se serão termos, domínios e subdomínios);

4. O sistema mostra as células pintadas com as cores

correspondentes dos papéis determinados pelo usuário (Na Figura

10 Embora os elementos anexados às arestas terem sido implementados em protótipos, eles não foram usados no sistema atual de edição de ontologias.

50, por exemplo, o domínio é mostrado em vermelho, o subdomínio é mostrado em roxo, o termo principal é mostrado em amarelo, e os termos relacionados a este termo principal, com relação de aparição conjunta (conexo) são mostrados em azul); 5. Após a seleção dos papéis, o usuário requisita a importação das

relações para uma janela, em que será mostrada a instância da ontologia recém construída (Figura 50).

Figura 50:Aplicativo de construção de ontologias 2D, com o processo de importação de arquivos Microsoft Excel.

5.2.1.2 Comunicação com bases Postgres, com dados criptografados Na experiência de comunicar o editor de ontologias com o Sistema de Gestão de Conhecimento (SGC), houve uma pesquisa de comunicação do C++ Builder com o Java, devido ao fato de que os dados do SGC estarem criptografados com uma das variantes do algoritmo Blowfish, combinada com mais uma camada desconhecida de criptografia.

Se fosse somente o algoritmo Blowfish, as chances de usar o mesmo algoritmo no Borland C++ Builder ou Delphi seriam bem maiores, pois o algoritmo está disponível nessas linguagens, na internet. O algoritmo usado para o SGC possui uma variante, usada pelo Java

Cryptographic Extension (JCE), cuja explicação não foi encontrada durante as pesquisas.

Houve uma tentativa de acoplar o Borland C++ Builder ou o Delphi com o Java Native Interface (JNI) sem sucesso. A solução adotada para o protótipo foi descriptografar a base de dados, havendo somente custos de programação, já que a base é de tamanho pequeno.

Após algumas tentativas mal-sucedidas de conexão do BCB (ou Delphi) com a base de dados de ontologias, foi decidido usar o Java 3D. 5.2.1.3 Elementos anexados

Elementos anexados (Figura 51) são elementos visuais ligados a vértices por uma aresta simples, não direcionada, indicando que o vértice possui informações adicionais, além de seu ícone de representação. As informações adicionais podem ser gráficos, rótulos ou desenhos geométricos. Um elemento também pode ser anexado a uma aresta direcionada que está entre dois vértices, já que esta aresta também pode ter outras informações gráficas associadas, além de seus componentes geométricos comuns, tais como: espessura, cor e tracejado.

5.2.1.4 Envoltórias

Envoltórias (Figura 52) são linhas desenhadas ao redor de vértices, arestas ou mesmo outras envoltórias. Esses elementos geométricos servem para representar conjuntos destes elementos; para tal, visualmente, devem ter seu desenho sempre feito ao redor de seu conteúdo.

Figura 52:Demonstração de formação de conjuntos de vértices e arestas a partir de arquivos Microsoft Excel.

5.2.1.5 Múltiplas arestas entre dois vértices

É conveniente, para muitos sistemas de visão de informações, que exista uma representação de múltiplas ligações ou fluxos entre dois vértices. A framework é capaz de representar várias arestas entre dois vértices (Figura 53), de forma que seja possível ver, de um princípio, e caso desejado, todas as ligações existentes entre dois vértices apresentados. A vantagem desta forma de visualização é a disponibilidade imediata da visão de todos os elementos ocorridos ou

que ligam os dois vértices. Um segundo elemento de representação (referente às arestas) é a possibilidade de alterar a geometria de suas extremidades. Desta forma, há um aumento significativo de possibilidades de representação de informações referentes a conexões, fluxos ou causas entre dois elementos isolados.

Figura 53:Protótipo com demonstração de múltiplas arestas entre vértices. 5.2.2 O protótipo da segunda versão do editor de ontologias

Este item descreve a implementação de um sistema de construção de ontologias para um sistema multilíngüe de busca de documentos. O sistema possui artifícios de interface para edição dos componentes visuais propostos, baseados protótipos vistos no item 5.2.1.

O modelo matemático permite a inclusão de várias envoltórias dentro de uma envoltória mãe e a inclusão de uma envoltória dentro de várias envoltórias (relacionamento de 1 para N e N para 1) (Figura 54). O modelo permite a inclusão de arestas dentro de envoltórias (a representação da pertinência de uma aresta a uma envoltória é feita

mostrando a envoltória ao redor dos vértices que estão nas extremidades da aresta contida).

Permite também representar palavras universais do projeto UNL e associá-las aos termos do modelo de ontologias de Bueno (2008) (Figuras Figura 54, Figura 55 e Figura 56). Para que os dados sejam guardados em disco, a interface gráfica está associada a uma base de dados com a estrutura proposta (modelo de domínio) explicada na Figura 34, na página 97.

Figura 55:Interface de uma das janelas do editor de ontologias multilíngües, mostrando os termos em três idiomas (Português, Espanhol e Inglês, em amarelo), palavras universais (em azul), as relações e as envoltórias representando os domínios.

5.3 TERCEIRA VERSÃO DO EDITOR DE ONTOLOGIAS: VISÃO

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