CHAPITRE 4 INFRASTRUCTURE GPU
4.2 Lissage coopératif CPU-GPU
4.3.4 Lisseurs multiaxes
A realização desta investigação contribuiu para o conhecimento das representações sociais do trabalho e da qualidade de vida dos servidores públicos federais de bibliotecas universitárias. O objetivo do estudo, além de ser o de identificar as RS dos dois fenômenos, consistiu em apreendê-las, entendê-las, descrevê-las e em alguns contextos explicá-las. Isto posto, foi possível reconhecer as associações apontadas pelos instrumentos da pesquisa escolhidos de acordo com a proposta multimétodos.
Nesse sentido, as RS se mostraram bastante diversificadas, polissêmicas e não hegemônicas para os dois construtos investigados. Daí a prioridade dada ao arcabouço teórico de Jodelet, bem como ao de Moscovici, proponente pioneiro da teoria das representações sociais. E, mesmo diante da diversidade, os primeiros instrumentos já começaram a apontar as associações, como evidenciado pelas palavras idênticas usadas nas evocações tanto para trabalho como para qualidade de vida, tais como prazer, paz, realização, harmonia, educação, família, entre outras.
Identificou-se, com a conclusão das análises, que há associações entre as instâncias sociais e psicológicas. Algumas variáveis sociodemográficas como idade, sexo e tempo de serviço contribuíram com as oscilações na percepção subjetiva da qualidade de vida, como descrito nos capítulos anteriores. Apesar das pequenas variações dos escores entre os indivíduos, poucos apresentaram menores pontuações, que não impactaram na média da QV para o grupo, considerada boa. No entanto, a expectativa de interferência da religiosidade na percepção da qualidade de vida não se consolidou.
É importante reconhecer que, mesmo diante dos achados, o estudo mostrou-se limitado em alguns aspectos; um deles relativo à coleta de dados, ocorrida no lócus da pesquisa, fato que demandou atenção, cuidado e explicações redobradas da pesquisadora.
Outro aspecto que merece destaque é a natureza da pesquisa. A opção por multimétodos promoveu um recorte temporal, situacional e limitado pelo número reduzido de participantes. Todavia, essa mesma opção favoreceu um mergulho mais profundo e análise mais criteriosa do universo de interações dos participantes.
Recomenda-se que pesquisas posteriores possam contemplar esse tema, com um quantitativo mais abrangente de indivíduos, se possível até mesmo de outras bibliotecas acadêmicas, como a Estadual e demais particulares em estudos comparativos; ou ainda um maior aprofundamento nos aspectos sociais ou organizacionais como estudos de comprometimento, motivação, inovação e criatividade. As práticas do trabalho e gestão organizacional, os objetos de críticas e queixas, pedem estudos apurados, que apontem alternativas para a superação das limitações identificadas.
E nestes parágrafos últimos, é válido lembrar que o processo representacional nem sempre contempla integralmente o objeto representado. Sempre há a possibilidade de o objeto ser hiper-representado, ou sub-representado em decorrência da desejabilidade social, propiciando comportamentos e valores incoerentes com a realidade do indivíduo, um forte fator para a formação de crenças inadequadas, equivocadas ou falsas. Na base de todo esse processo a comunicação desempenha importante papel, ora dirimindo os equívocos, ora compartilhando informações que poderão contribuir para que as representações sejam mais coerentes e adequadas ao contexto social no qual o indivíduo está inserido.
Nessa direção, outra recomendação aqui posta é para uma consultoria de gestão da comunicação no ambiente organizacional. Como foi evidenciado pelos participantes, a comunicação, ora é enaltecida pela liberdade, ora é considerada insuficiente para o fluxo saudável de informações. Portanto, a presença de um profissional específico para detectar
as lacunas e propor melhorias pode contribuir para trazer satisfação com a comunicação nas e entre as bibliotecas, equipes, os clientes e gestores.
O processo de constituição das RS pelos indivíduos é, em primeira instância, de natureza cognitiva e emocional. Nessa perspectica, experiências e histórias de vidas das pessoas são itens relevantes na formação das RS, e ao seu turno são determinantes para as condutas de submissão ou rejeição às normas e convenções sociais incluindo-se entre essas as inerentes ao contexto organizacional. É a partir dessa constatação que a proposta de uma intervenção para as RS é lançada. Parte-se da prerrogativa de que as RS são dinâmicas e que podem acompanhar as transformações pelas quais a sociedade passa através das trocas que podem ocorrer em diversos níveis, ou nos espaços “Entre” que Jodelet identifica como privilegiados da psicologia social por ser propícios para a atuação dessa ciência como facilitadora das mudanças.
Ademais, o compartilhamento, entre os participantes, os demais servidores interessados e os gestores, do conjunto de representações apreendidas e as associações identificadas, bem como dos constructos qualidade de vida e trabalho, poderão suscitar questionamentos e interações nas esferas subjetiva, intersubjetiva e possíveis mudanças significativas - espera-se - na transubjetiva e societal ou nos demais níveis, concomitantemente.
Será com base nessas interações, por meio do diálogo, que as significações para o novo (novas tecnologias, sempre presentes no ambiente biblioteca; novos servidores e suas maneiras específicas de ser e de responder aos estímulos organizacionais; novas demandas e o desafio de responder com novos serviços) terá espaço sendo inseridas pelas ancoragens e objetivações coerentes e compatíveis com o momento histórico e social no qual os servidores são partícipes; ou ainda que novas ressignificações surjam para representações já existentes.
Ao término desta etapa da presente investigação apresentar-se-ão, como resultado concreto, propostas de intervenções a ser conduzidas por profissionais capacitados para tal finalidade, bem como relação de melhorias nos âmbitos físicos, sociais e organizacionais. Tais encaminhamentos podem contribuir para transformar as representações sobre os itens considerados mais frágeis e deficitários como explicitado nos depoimentos ouvidos: plano de metas e respectivo acompanhamento; atividades de interação e fortalecimento dos relacionamentos no trabalho; melhorias ambientais e ergonômicas, no processo de comunicação; discussão e articulação para isonomia de direitos e deveres. Estes e outros itens compilados dos depoimentos serão inseridos na devolutiva a ser agendada.
Espera-se que tal atividade reforce a possibilidade de mudanças. E que os servidores troquem impressões, dialoguem com colegas no mesmo setor, com chefias, com instâncias superiores, expressem suas ideias, compartilhem suas vivências e opiniões para que a intervenção possa de fato trazer contribuições positivas.
Com a identificação, o entendimento, a disseminação e o compartilhamento das RS estudadas nesta pesquisa, espera-se que o diálogo e outras formas de comunicação se estabeleçam; que o conjunto dessas representações seja trabalhado com os autores e atores dessas representações, pertencentes e atuantes no palco social onde elas foram constituídas. Espera-se, ainda, como resultado, que novos olhares sejam para elas lançados, concorrendo assim para que o potencial crítico e transformador das RS se exerça e transforme também a realidade aqui retratada.
REFERÊNCIAS
Abric, J. C. (1998). A abordagem estrutural das representações sociais. In Moreira, A. S. P., & Oliveira, D. C. Estudos interdisciplinares de representação social (pp. 27-38). Goiania: AB.
Abric, J. C. (2003). Abordagem estrutural das representações sociais: desenvolvimentos recentes. In P. H. F. Campos & M. C. S. Loureiro (Orgs). Representações sociais e práticas educativas. (pp. 37-57). Goiânia: Ed. Da UCG.
Almeida, M. A. B., Gutierrez, G. L., & Marques, R. (2012). Qualidade de vida: definição, conceitos e interfaces com outras áreas de pesquisa. São Paulo: Escola de Artes, Ciências
e Humanidade/USP. Recuperado de http://each.uspnet.usp.br/edicoes-
each/qualidade_vida.pdf
Álvaro, J. L., & Garrido, A. (2006). Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas. São Paulo: Mcgraw-Hill.
Antunes, R. (2010). Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade no mundo do trabalho. 4ª ed. São Paulo: Boitempo Editorial.
Antunes, R. (2012). A nova morfologia do trabalho no Brasil: reestruturação e precariedade. Nueva Sociedad (n. especial em português). Recuperado de http://nuso.org/articulo/a- nova-morfologia-do-trabalho-no-brasil-reestruturacao-e-precariedade/
Anzolin, H. H., & Correa, R. L. T. (2008). Biblioteca universitária como mediadora na produção de conhecimento. Revista Diálogo Educacional, 8(25), 801-817. Recuperado de http://www2.pucpr.br/reol/pb/index.php/dialogo
Aziz, R. A., Nadzar, F. M., Husaini, H., Maarof, A., Radzi, M., & Ismail, I. (2011). Quality of work life of librarians in government academic libraries in the Klang Valley, Malaysia. The International Information & Library Review, 43(3), 149-158. Recuperado de http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S105723171100035X
Bendassolli, P. F., & Borges-Andrade, J. E. (2011). Significado do trabalho nas indústrias criativas. RAE – Revista de Administração de Empresas, 51 (6), 20-29. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/rae/v51n2/v51n2a03.pdf
Bendassolli, P. F. (2011). Crítica às apropriações psicológicas do trabalho. Psicologia &
Sociedade, 23 (1), 75-84. Recuperado de
http://www.scielo.br/pdf/psoc/v23n1/a09v23n1.pdf
Borges-Andrade, J. E., & Pagotto, C. P. (2010). O estado da arte da pesquisa brasileira em psicologia do trabalho e organizacional. Psicologia: Teoria e pesquisa, 26(n. especial), 37-50. Recuperado de www.scielo.br/pdf/ptp/v26nspe/a04v26ns.pdf
Berlim, M. T., & Fleck M. P. A. (2003). Quality of life: a new concept for psychiatry. Revista
Brasileira de Psiquiatria 25(4), 249-52. Recuperado de
http://www.scielo.br/pdf/rbp/v25n4/a13v25n4.pdf
Bom Sucesso, E. (2013). Olhares cruzados sobre a qualidade de vida no trabalho. In Ferreira, M.C., Antloga, C., Paschoal, T., & Ferreira, R.F. (Orgs.), Qualidade de vida no trabalho. Questões fundamentais e perspectivas de análise e intervenção. (p. 51). Brasília: paralelo 15.
Buarque, C. (2003). A universidade numa encruzilhada. In Seminário Universidade: por que e como reformar? Brasília, 6 e 7 de agosto. Brasília: MEC/UNESCO. Recuperado de http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001339/133968POR.pdf
Busch, H. C. S. A. (2005). Exteriorização e economia: a teoria hegeliana do trabalho e da Sociedade civil. In D. Mercure & J. Spurk (Orgs.). O trabalho na história do Pensamento ocidental. (pp. 88-111). Petropólis (RJ): Vozes.
Bussab, W. O., & Morettin, P. A. (2002). A estatística básica. São Paulo: Saraiva.
Camargo B. V. & Justo, A. M. (2013). IRAMUTEQ: Um software gratuito para análise de
dados textuais. Temas em Psicologia, 21(2), 513-518. Recuperado de
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/tp/v21n2/v21n2a16.pdf
Camargo, B. V. (2015). Serge Moscovici (14/06/1925 – 16/11/2014): um precursor inovador
na Psicologia Social. Memorandum, 28, 240-245. Recuperado de
www.fafich.ufmg.br/memorqndum/a28/camargo01
Caminha, M. A. L. (2012). As metamorfoses do mundo do trabalho no final do século XX e a
atualidade da questão social. JUS Navigandi: artigos. Recuperado de
http://jus.com.br/artigos/21058/as-metamorfoses-do-mundo-do-trabalho-no-final-do- seculo-xx-e-a-atualidade-da-questao-social
Campos, L. F. L. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa em psicologia. Campinas: Alíne.
Campos, P. H. F. & Rouquette, M. L. (2003). Abordagem estrutural e componente afetivo das representações sociais. Psicologia e Crítica, 16(3), 435-445. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/prc/v16n3/v16n3a03.pdf
Carvalho, V. C. (2009). Gênero, artefato e a constituição do lar: o caso paulistano. Estudos
Feministas, 17(1), 279-283. Recuperado de
http://www.scielo.br/pdf/ref/v17n1/a19v17n1.pdf
Chachamovick, E. (2005). Qualidade de vida em idosos: desenvolvimento e aplicação do
amostra de idosos brasileiros. (Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre). Recuperado de http://hdl.handle.net/10183/5779
Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU). Base BIBES. Recuperado de http://www.febab.org.br/cbbu/CBBU_BASEBIBES/resultado.php
Creswell, J. W. (2010). Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. (3ª Ed. M. F. Lopes, Trad.). Porto Alegre: Bookman Artmed.
Cury, M. C., Ribeiro, M. S. P., & Oliveira, N. M. (2001). Bibliotecários universitários: representações sociais da profissão. Informação e sociedade, 11(1). Recuperado de http://www.brapci.ufpr.br/documento.php?dd0=0000001133&dd1=6db2d
Cyrino, R. Trabalho, temporalidade e representações sociais de gênero: uma análise da articulação entre trabalho doméstico e assalariado. Sociologias, 11(21), 66-92. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/soc/n21/05.pdf
Declaração de ALMA-ATA. Conferência Internacional sobre cuidados primários de saúde.
Alma-Ata, URSS, 6-12 de setembro de 1978. Recuperado de
http://bioeticaediplomacia.org/wp-content/uploads/2013/10/alma-ata.pdf
Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 a (III) da Assembléia Geral das nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Recuperado de http://portal.mj.gov.br/sedh/ct/legis_intern/ddh_bib_inter_universal.htm
Decreto n. 5.773, de 9 de maio de 2006 (2006). Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Brasília, DF. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/decreton57731.pdf
Doise, W. Da psicologia social à psicologia societal (2002). Psicologia: Teoria e Pesquisa, 18(1), 27-35. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/ptp/v18n1/a04v18n1.pdf
Durkheim, E. (1999). As regras do método sociológico. Paulo Neves (trad.). 2ª. Ed. São Paulo: Martins Fontes.
Duveen, G. (2003). Introdução: o poder das ideias. In S. Moscovici. Representações sociais: investigações em psicologia social. (pp.7-28). 2ª Ed. Petrópolis: Vozes.
Engels, F. (2008). A situção da classe trabalhadora na Inglaterra: segundo as observações do autor e fontes autenticas. (B. A. Shumann, Trad. São Paulo: Boitempo (texto original
publicado em 1845). Recuperado de
http://www.cpihts.com/PDF09/Classe%20Trabalhadora.pdf
Estevam, I. D. (2011). Adolescente em conflito com a lei, resiliência, valores humanos e suporte familiar: um estudo das representações sociais. (Tese de Doutorado, Universidade
Federal da Paraíba). Recuperado de
http://bdtd.biblioteca.ufpb.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2457
Fagundes, M. M., Zanela, M., & Torres, T. L. (2012). Cidadão em foco: representações sociais, atitudes e comportamentos de cidadania. Psicologia: teoria e prática, 14(1), 55-69.
Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1516-
36872012000100005&script=sci_arttext
Ferreira, M. C.(2013). “QVT é quando acordo...penso em vir trabalhar e o sorriso ainda continua no rosto!”: sentidos da qualidade de vida no trabalho na ótica dos servidores públicos. In Ferreira, M.C., Antloga, C., Paschoal, T., & Ferreira, R.F. (Orgs.), Qualidade de vida no trabalho. Questões fundamentais e perspectivas de análise e intervenção. (pp. 19-38). Brasília: paralelo 15.
Ferreira, M. C., & Torres, C. C. (2015). Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): uma alternativa em ergonomia da atividade para mudança sustentável nas organizações. In: I. M. R.
Taveira, A. C. Limongi-França, & M. C. Ferreira (Orgs.), Qualidade de Vida no Trabalho: estudos e metodologias brasileiras (pp. 159-169). Curitiba: CRV.
Figueiredo, P. M., & Zanella, L. C. H. (2008). Percepções de mulheres profissionais em meio ao cenário da reestruturação produtiva: a persistência de uma emancipação limitada? Revista de Ciências da Administração, 10(20), 141-164. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/2175-8069
Flament, C. (2001). Estrutura e dinâmica das representações sociais. In D. Jodelet (Org.) As representações sociais (pp 173-189). Rio de Janeiro: UERJ.
Fleck, M. P. A., Louzada, S., Xavier, M., Chachamovich, E., Vieira, G., Santos, L., & Pinzon, V. (2000). Aplicação da versão em português do instrumento de avaliação da qualidade de vida “WHOQOL-bref”. Revista Saúde Pública, 34(2). Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
89102000000200012&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
Guareschi, P. A., & Roso, A. (2014). Teoria das representações sociais – Sua história e seu potencial crítico e transformador. In E. M. Q. O. Chamon, P. A. Guareschi, & P. H. F. Campos. (Orgs.). Textos e debates em representação social. (pp. 17-40). Porto Alegre: ABRAPSO.
Ghiglione, R., & Matalon, B. (1993). O Inquérito – Teoria e Prática. Oeiras: Celta Editora. Gray, D. E. (2014). Doing research in the real world. (3rd ed. rev.). Recuperado de:
https://www.academia.edu/3126363/Doing_Research_in_the_Real_World_3rd_edition
Goodwin, J. (2005). História da psicologia moderna (2ª ed.) (M. Rosas Trad.). São Paulo:
Cultrix. Recuperado de
http://books.google.com.br/books?id=sM4ZMClj6O4C&pg=PA448&lpg=PA448&dq= carl+rogers+e+a+psicologia+industrial&source=bl&ots=IsUcfna2OW&sig=JFyGtPa7J
KSA8Oy3b8Ij-qAJhz0&hl=pt-
BR&sa=X&ei=Ks9bU820BabJsQTNnILABw&redir_esc=y#v=onepage&q=carl%20ro gers%20e%20a%20psicologia%20industrial&f=false
Hart, G. (2009). Job satisfaction in a south african academic library in transition. The Journal
of Academic Librarianship, 36(1), 53-62. Recuperado de
http://www.researchgate.net/publication/222041755_Job_Satisfaction_in_a_South_Afri can_Academic_Library_in_Transition
Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704). Recuperado de
http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/jacques-benigne-bossuet
Jodelet, D. (2001). Representação sociais um domínio em expansão. In D. Jodelet. As representações sociais (L. Ulup, Trad.). Rio de Janeiro: EDUERJ. pp. 17-44.
Jodelet D. (2009). Contributo das representações sociais para o domínio da saúde e da velhice. In: M. Lopes, F. Mendes & A. Moreira (Coord.). Saúde, educação e representações sociais. Coimbra: Formasau.
Johnson, L. B. (1964, august 27). 54¹ - Remarks Before the National Convention Upon Accepting the Nomination. In J. T. Woolley & G. Peters (Orgs.). Recuperado de http://www.presidency.ucsb.edu/ws/?pid=26467
Jovchelovitch, S. (2004). Psicologia social, saber, comunidade e cultura. Psicologia &
Sociedade, 16(2), 20-31. Recuperado de
http://www.scielo.br/pdf/psoc/v16n2/a04v16n2.pdf
Katschnig, H. (2006). Quality of life in mental disorders: challenges for research and clinical
practice. World Psychiatry, 5(3), 139-145. Recuperado de
0447.2000.00006.x/abstract;jsessionid=F35D2ED42101D251307662057ED99DC4.f04t 04?deniedAccessCustomisedMessage=&userIsAuthenticated=false
Katschnig, H. (2000). Schizophrenia and quality of life. Acta Psyciatrica Scandinavica, 102 (407), 33-37. [Supplement]. Doi: 10.1034/j.1600-0447.2000.00006.x Recuperado de http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11261637
Koelzer, L. P. (2014). Representações sociais da doença renal crônica e da hemodiálise e sua relação com a qualidade de vida. (Dissertação de Mestrado não publicada). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
Kluthcovsky, A. C. G. C., & Kluthcovsky, F. A. (2009). O WHOQOL-Bref, um instrumento para avaliar qualidade de vida. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 31(3).
Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-
81082009000400007&script=sci_arttext
Lamb, A. (2013). History of Libraries. The beginnings of Libraries: 10,000 - 3000 BCE. (E- Learning). Recuperado de http://eduscapes.com/history/beginnings/3000bce.htm
Leão, L. H. C. (2012). Psicologia do trabalho: aspectos históricos, abordagens e desafios atuais.
Ecos, 2(2), Recuperado de
http://www.uff.br/periodicoshumanas/index.php/ecos/article/view/1008
Lerner, F. A. (1999). Library through the ages. New York, The continuum Company.
Recuperado de em:
https://books.google.com.br/books?id=MFXWbT6bIqwC&pg=PA13&hl=pt- BR&source=gbs_toc_r&cad=4#v=onepage&q&f=false
Lhuilier, D. (2013). Trabalho (F. S. Amador, Trad.). Psicologia & Sociedade, 25(3), 483-492.
Recuperado de
Lim, S. (2008). Job satisfation of information tecnology workers in academic libraries. Library
& Information Science Research, 30, 115-121. Recuperado de
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0740818808000108
Limongi-França, A.C. (2013). O que é qualidade de vida no trabalho? Breve percurso conceitual, histórico e projeções para a próxima década. In Ferreira, M.C., Antloga, C., Paschoal, T., & Ferreira, R.F. (Orgs.), Qualidade de vida no trabalho. Questões fundamentais e perspectivas de análise e intervenção. (pp. 39-49). Brasília: paralelo 15.
Locke, E. A. (1976). The nature and causes of job satisfaction. In M. D. Dunnette (Ed.). Handbook of industrial and organizational psychology (pp. 1297-1349). Chicago: Rand McNally.
Lopes, M. (2013). Assurbanipal e sua biblioteca. Recuperado de
http://leiovejoopino.blogspot.com.br/2013/10/assurbanipal-e-sua-biblioteca.html
McMurtrie, D. C. (1965). O livro: impressão e fabrico. (2ª. ed.). Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
Martins, W. (2002). A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca... (3ª ed.). São Paulo: Ática.
Meira, T. R. M., Cardoso, J. P., Vilela, A. B. A., Amorim, C. R., Rocha, S. V., Andrade, A. N., & Freire, D. S. (2014). Percepções de professores sobre trabalho docente e repercussões sobre sua saúde. Revista Brasileira de Promoção à Saúde, 27(2) 276-282. Recuperado de http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40833375018
Melo, E. T. Filho (2011). Quem somos e o que pensamos? Os bibliotecários paraibanos da primeira década. João Pessoa (PB): UFPB.
Miranda, A. (1978). Biblioteca Universitária no Brasil; reflexões sobre a problemática. Brasília: CAPES/MEC.
Moscovici, S. (1978). A representação social da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar editores.
Moscovici, S. (2003). Representações sociais: investigações em psicologia social. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes.
Nascimento-Schulze, C. M. & Camargo, B. V. (2000). Psicologia social, representações sociais e método. Temas em psicologia da SBP, 8(3):287-299. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1413-
389X2000000300007&script=sci_arttext
Netto, J. P. (2006). O que é marxismo (9ª Ed.). São Paulo: Brasiliense (Col. Primeiros Passos, 148).
Oliveira, D. C., Fischer, F. M., Teixeira, M. C. T. V., Sá, C. P., & Gomes A. M. T. (2010). Representações sociais do trabalho: uma análise comparativa entre jovens trabalhadores e não trabalhadores. Ciências & Saúde Coletiva, 15(3), 763-773. Recuperado de http://www.scielo.br/ doi.org/10.1590/S1413-81232010000300019
Oliveira, D. C., Marques, S. C., Gomes, A. M. T. & Teixeira, M. C. T. V. (2005). Análise das evocações livres: uma técnica de análise estrutural das representações sociais. In A. S. P. Moreira, B. V. Camargo, J. C. Jesuíno, S. M. Nóbrega (Org.) Perspectivas teórico- metodológicas em representações sociais (pp. 573-602). João Pessoa: UFPB/Editora Universitária.
Organização Internacional do Trabalho (OIT). Recuperado de
http://www.oitbrasil.org.br/content/hist%C3%B3ria
Pinho, A. P. M., Bastos, A. V. B., & Costa, C. A. (1995). Significado do trabalho em um estudo entre trabalhadores inseridos em organizações formais. RAE – Revista de Administração de Empresas, 35(6), 20-29. Recuperado de http://rae.fgv.br/rae/vol51- num2-2011/significado-trabalho-nas-industrias-criativas.
Portal da memória: Universidade Federal do Rio Grande do Norte 50 anos (1958-2008). (2008). (2ª ed., C. Newton Junior, Org.). Brasília: Senado Federal.
Ratinaud, P. (2009). IRAMUTEQ: Interface de R pour les analyses mutidimennsionelles de
textes et de questionnaires [Computer software]. Recuperado de
http://www.iramuteq.org.
Rodrigues, M.V.C. (2002). Qualidade de vida no trabalho: evolução e análise no nível gerencial. Petropólis (RJ): Vozes.
Rodrigues, A., Assmar, E. M. L. & Jablonski, B. (2002). Psicologia Social. (21a ed.). Rio de Janeiro: Vozes.
Rosso, B., Dekas, K. H., & Wrzesniewski A. (2010). On the meaning of work: a theoretical integration and review. Research in Organizational Behavior, 30, 91-127. Recuperado de http://www.sciencedirect.com
Sá, C. P. (1996). Núcleo central das representações sociais. Petrópolis: Vozes.
Schltz, D. P., & Schultz, S. E. (2005). História da psicologia moderna. Recuperado de http://books.google.com.br/books/about/Hist%C3%B3ria_da_psicologia_moderna.html ?hl=pt-BR&id=gbvuPQAACAAJ
Schwartz, Y. (1996). Trabalho e valor. Tempo Social: Revista de Sociologia, 8(2), 147-158.