projections de tendance (Tendanciel ou Référence 1) et projections de tendance avec accentuation des impacts du changement climatique
Chapitre 4 : Hypothèses alternatives et analyse de sensibilité
3. Limitation des pertes & gaspillages
O envelhecimento da população geral tem vindo a ser manifestado como uma preocupação global. Este preconceito levanta questões relacionadas com a qualidade de vida, o bem-estar e os serviços de saúde que são necessários a pessoas idosas, fornecendo um caminho para a intervenção da tecnologia. O artigo mencionado pormenoriza a pesquisa e o desenvolvimento de uma ferramenta habilitada para realizar a monitorização de pacientes a curtas e a longas distâncias. A ferramenta, nomeada por Ambient Assisted Living ou AAL+, apresenta duas versões:
a) AAL+ Institutional, focado para pacientes que residem em instituições médicas e que apresentam necessidades especiais que requerem assistência médica e monitorização contínua. Neste caso a distância da monitorização é classificada como curta;
b) AAL+ Home, especificado para pessoas que se encontram em habitações particulares e que precisam de monitorização contínua. Esta é prestada para que
16 os pacientes mantenham alguma independência das suas atividades diárias, sendo caracterizada pela sua realização a distâncias longas.
Ambas as versões do sistema estão capacitadas para providenciar monitorização em tempo real de parâmetros fisiológicos de um individuo diariamente e para notificar os respetivos cuidadores de eventuais anomalias detetadas nos dados recolhidos. No entanto, o desenrolar deste resumo está focado exclusivamente na versão AAL+ Home, visto que, nesta alternativa, a monitorização é procedida de acordo com a temática do documento.
O conceito do AAL+ Home surgiu para promover um estilo de vida saudável e o bem- estar dos pacientes, amparando a sua autonomia e a sua capacidade funcional. Esta versão está enfatizada para grupos de idosos onde são apontados doentes respiratórios e obesos crónicos. Objetivando sobre o sistema, o propósito assenta num Wearable a fim de ser utilizado na monitorização contínua de pacientes num meio domiciliário, sem perturbação das atividades físicas diárias. Dentro da arquitetura é notória a ligação entre sensores, dispositivos móveis e uma plataforma remota. Um ou mais sensores sem fios podem ser utilizados para adquirir parâmetros biomédicos (e.g. a frequência respiratória, a temperatura corporal ou eletrocardiograma), dependendo da necessidade de monitorização de cada paciente. Através de um dispositivo móvel, existe a possibilidade de visualização dos dados em tempo real, fornecendo ao utilizador uma ferramenta de gestão baseada em Smartphones. O sistema restringe a utilização de sensores sem o acompanhamento de um telemóvel, já que estes dispositivos funcionam como um gateway, ou seja, permitem a comunicação entre os sensores sem fio e a plataforma remota. A aplicação móvel realiza duas ações indispensáveis: recolhe os parâmetros biomédicos em tempo real, mediante conexões Bluetooth (rede sem fios baseada em ondas de rádio de curto alcance) (http://ptcomputador.com/Networking/wireless- networking/81984.html#.U_EIctbuWFA) e transmite os dados recolhidos através do sinal 3G ou através da rede WiFi. A plataforma remota é empregada da gestão de todas as conexões e de todos os dados provenientes das aplicações móveis, consistindo numa aplicação web incorporada com uma instância do MySQL para a gestão da base de dados relacional do sistema. A aplicação apresenta uma interface web que faculta aos cuidadores de saúde a visualização de dados de cada paciente em tempo real, a configuração do sistema (e.g. a definição de limites de recolhas por sensor) e a comunicação com os pacientes. Na configuração atual o sistema é capaz de medir duas variáveis: os níveis de atividade e a saturação de oxigénio no sangue. De forma a monitorizar os níveis de atividade, o sistema está incorporado com um acelerómetro triaxial
17 sem fios, de utilização na zona da cintura, que carateriza a atividade através da magnitude de aceleração. Quanto à saturação de oxigénio no sague e aos batimentos cardíacos, a medição é realizada através de um oxímetro de pulso. Apesar do sistema só apresentar dois tipos de variáveis, permite a vinculação de outras, conforme seja necessário.
Progredindo na análise do sistema, é de salientar as funções de notificação que estão incorporadas. Na ocorrência de um dos seguintes casos, o software desenvolvido para aplicações móveis envia uma notificação para a plataforma remota: perda da conexão, bateria fraca ou a utilização incorreta de um ou mais sensores. Sendo uma das finalidades da interface
web, esta, por sua vez, apresenta aos cuidadores de saúde as notificações e/ou os alarmes
originados. Em relação à comunicação entre médicos e pacientes, o sistema possibilita o envio de mensagens SMS para os doentes, com o objetivo de fornecer conselhos e controlar os parâmetros da monitorização. Do outro lado, apresenta uma tecla predefinida na aplicação móvel para permitir a solicitação de assistência remota por parte dos pacientes, em casos de emergência.
Relativamente à avaliação do sistema, a versão em causa do AAL+ foi posta em prática num hospital português, capacitando os médicos de monitorização remota com um limite de 30 pacientes. Para os testes foi considerado um grupo de pacientes com insuficiência respiratória grave. De modo a tratar está patologia, os pacientes são submetidos a uma terapia de oxigênio a longo prazo, que exige acompanhamento contínuo semanal. Agregando tudo, as visitas à unidade hospitalar, as consultas e o contacto limitado com os profissionais de saúde é realçado um aumento da dificultada do quotidiano, tanto para os médicos como para os pacientes. A utilização do AAL+ Home provou que, o facto dos profissionais de saúde monitorizarem em tempo real dados de diagnósticos e de alarmes e em ambas as partes ser possibilitada uma comunicação direta, a qualidade de vida dos pacientes e dos respetivos familiares beneficia de forma positiva com este tipo de sistemas. Os resultados demostraram uma diminuição da necessidade de visitas ao hospital, adjacente da monitorização continua fornecida pelo sistema, e uma diminuição do número de casos de internamento por irregularidades, visto que o acompanhamento é efetuado exclusivamente por médicos. Em termos de usabilidade, existe uma complicação principal que se foca na necessidade de dispor de capacidades do lado dos pacientes, para perceber todas as funcionalidades dos equipamentos com vista a atingir a potencialidade máxima da monitorização remota. Os pacientes manifestam uma sensação de satisfação se, ao utilizar os equipamentos, sentirem segurança e conforto. Isto reduz-se na
18 realização da monitorização mantendo a independência e a autonomia dos indivíduos. Nomeadamente, os terapeutas procuram por destacar ferramentas que apresentem a capacidade de otimizar o seu tempo e de providenciar rapidamente uma melhor assistência para os pacientes (Silva, Palma, & Gamboa, 2011).
2.3.4 COPD24: From Future Internet technologies to health
telemonitoring and teletreatment application
A emergência da rede sem fios caracterizada por um aumento da largura de banda veio satisfazer os dois principais problemas em instalações WiFi: a velocidade da comunicação e a falta de cobertura de sinal em determinadas zonas. Este facto torna-se relevante para a medicina pois permite que a tecnologia interfira de uma forma mais confiável. Tendo isto em conta, o presente artigo retrata um sistema de telemonitorização dos sinais vitais e do estado do ambiente para auxiliar no tratamento da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). A patologia em causa é progressiva onde lesões são manifestadas no pulmão, o que dificulta a respiração do doente. O sistema, designado por COPD24, é suportado por uma rede de área corporal (BAN) e por um serviço móvel de saúde limitado pela rede WiFi.
Expondo a sistemática, existe a capacidade de incorporar múltiplos sensores, visto que a BAN é fundamentada por conexões sem fio. Com o mesmo fundamento, as medições realizadas dos sinais vitais são comunicadas, em tempo real, aos profissionais de saúde, sendo também transmitido um feedback aos pacientes. De maneira a considerar o ambiente onde se encontra o paciente, o sistema encontra-se embutido com sensores que realizam a medição do estado ambiental (e.g. sensores da qualidade do ar). A agregação dos sinais vitais recolhidos com a informação do estado ambiental é analisada pelo sistema, de forma a providenciar um diagnóstico e um tratamento personalizado, complementado por um feedback específico para cada paciente. O fluxo de informação estende-se desde a BAN até a um dispositivo móvel, neste caso é especificado um PDA (computador de pequenas dimensões capacitado de comunicação com uma rede sem fios) (https://patents.google.com/patent/US6434403B1/en), onde depois estratifica num repositório da unidade hospitalar correspondente. A aplicação COPD24 cativa a atenção dos pacientes de várias formas: fornece informações sobre a DPOC relacionadas com as escolhas do estilo de vida; oferece visão sobre ataques que originam da qualidade do ar, alegando aqui termos como pólen ou pó; e confere a localização dos pacientes tendo em conta o seu estado de saúde, que está correlacionado com o tipo e a quantidade de poluentes e pelas
19 mudanças climáticas. O sistema guarda um histórico de dados relacionados com a localização e o estado de saúde. Assim, torna-se possível emitir alertas de risco caso sejam detetados dados idênticos ao histórico que apresentou problemas de saúde relacionados com o ar da mesma localização. A partir do histórico, o sistema ainda é capaz de apresentar ao utilizador, em tempo real, as áreas geográficas onde se manifestam agravamentos negativos da DPOC. O sistema COPD24 vige com o objetivo de gerir eficiente e eficazmente a DPOC, favorecendo os cuidados de saúde prestados e a auto gestão dos pacientes (Wac & Hausheer, 2011).