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Les lieux de culte A Le régime de propriété

Dans le document CODE DE LA LAICITE Avant-propos (Page 29-39)

I Le droit commun du régime des cultes

1- Les lieux de culte A Le régime de propriété

3.2.1. Estudo de caso

Tendo em conta o referido anteriormente importa mencionar que a nossa investigação assenta mais especificamente num estudo de caso, pois este “[…] consiste na observação detalhada de um contexto, ou indivíduo, de uma única fonte de documentos ou de um acontecimento específico.” (Merriam, 1988, cit. Bogdan & Biklen, 1994, p.89). Na maioria das vezes os estudos de caso apresentam diferentes níveis de dificuldade, não são apenas os investigadores experientes que os realizam, mas também os principiantes, “[…] apresentando como características o serem mais fáceis de realizar do que os estudos realizados em múltiplos locais simultaneamente ou com múltiplos sujeitos.” (Scott, 1965, cit. Bogdan & Biklen, 1994, p.89). É neste tipo de estudo que a melhor técnica de recolha de dados é a “[…] observação participante e o foco do estudo centra-se numa organização particular (escola, centro de reabilitação) […]” (Bogdan & Biklen, 1994, p.90).

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Como tal, “A vantagem de um estudo de caso é a sua aplicabilidade a situações humanas, a contextos contemporâneos de vida real (Dooley, 2002) com o objetivo de tornar compreensível o caso, através da particularização (Stake, 1999)”. (cit. Oliveira, 2015, p. 107).

O presente estudo foi colocado em prática numa turma de 1.º ano do Ensino Básico. A turma em questão foi selecionada pelo facto de nos encontrarmos a realizar a PES II precisamente na turma escolhida. Neste meio, foi importante identificar e descrever as capacidades e as limitações sentidas, pelos alunos, durante a implementação das atividades.

Em suma, este estudo de caso possibilitou perceber que de facto é muito mais rico, vantajoso e produtivo o ensino da Matemática através da Expressão Plástica, pois foi visível e detetável que os resultados dos alunos eram bem mais positivos.

3.2.2. Instrumentos da recolha de dados

No decorrer da realização deste relatório, foram surgindo algumas inquietudes sobre como poderíamos avaliar os alunos. Deste modo, como um dos objetivos principais é melhorar as aprendizagens dos alunos a nível da Matemática, idealizou-se uma interdisciplinaridade entre a Expressão Plástica e a Matemática para que estas pudessem melhorar e motivar o grupo para as aprendizagens.

Para que estas evoluções ou dificuldades fossem interpretadas, era necessário avaliar o grupo, pois só assim fez sentido avançar nos conteúdos. Deste modo, a avaliação é um fator imprescindível na intervenção educativa, pois é através dela que o aluno consegue evoluir e o docente consegue intervir.

Visto que o presente relatório tem como público-alvo alunos do 1º CEB, importa referir que nesta valência existem três tipos de avaliação: a avaliação diagnostica, a formativa e a sumativa. Sendo que, nos iremos focar especificamente na avaliação formativa, consideramos que

“A avaliação formativa assume caráter contínuo e sistemático, recorre a uma variedade de instrumentos de recolha de informação adequados à diversidade da aprendizagem e às circunstâncias em que ocorrem, permitindo ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e a outras pessoas ou entidades legalmente autorizadas obter informação sobre o desenvolvimento da aprendizagem, com vista ao ajustamento de processos e estratégias.” (Ministério da Educação, Decreto-Lei nº 139/2012 de 5 de julho).

Tal como é referido, optamos pela elaboração de tabelas de observação (ver anexo 6), onde mencionamos várias competências às quais pretendemos que os alunos

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consigam dar resposta. É de salientar que as tabelas foram realizadas para cada atividade que colocamos em prática, realizamos assim, novas grelhas de forma a que houvesse um ajuste a cada uma das atividades, facilitando a avaliação, tornando-a cada vez mais pormenorizada e especifica. Ao realizarmos esta articulação entre as duas grelhas existentes, tivemos de ter especial atenção para o facto da existência da interdisciplinaridade entre as duas grandes áreas do saber, Expressão Plástica e Matemática.

Recorrendo a Sousa (2009) as “[…] técnicas de recolha de dados, são meios técnicos que se utilizam para registar as observações ou facilitar o tratamento experimental; (...) videogravação, testes, questionários, entrevistas, incidentes críticos, check-lists, matrizes, descrições, análise de conteúdo e análise documental.” (p.181).

Posto isto, foi necessário recorrermos aos documentos da instituição tal como o Regulamento Interno, o Projeto Educativo e o Plano Anual de Atividades, para que nos fosse possível atuar em conformidade com o estabelecimento de ensino, tendo em conta os seus objetivos, interesses e preocupações.

Uma outra estratégia utilizada recaiu sobre a observação direta, pois é através desta que o docente consegue reajustar a sua prática, facilitando os momentos de aprendizagem de modo a ter em atenção os interesses, os gostos e os ritmos de aprendizagem dos alunos.

Importa ainda salientar a utilização da entrevista de forma a recolhermos dados junto dos professores do 1.º CEB, assim, podemos recolher informações sobre as categorias a trabalhar.

Seguindo esta linha de pensamento, recorremos também a filmagens e a fotografias de forma a registar as práticas dos alunos, possibilitando, assim, um assentamento das suas aprendizagens.

Deste modo, através de todos os instrumentos de recolha de dados mencionados, foi possível realizar uma intervenção mais objetiva, de forma a ultrapassar todas as dificuldades sentidas, facilitando assim mecanismos de aprendizagens enriquecedores.

3.2.3. Objetivos de estudo

A pertinência deste estudo advém da necessidade de se criarem estratégias para dinamizar o ensino da Matemática, tendo como base a interdisciplinaridade com a Expressão Plástica. Neste sentido, pretende-se trabalhar a vertente artística junto

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das crianças, área pouco trabalhada neste nível de ensino, potenciando as aprendizagens da Matemática de uma forma lúdica, criativa e enriquecedora.

Objetivos gerais:

 Planear atividades que permitam a interdisciplinaridade entre a área da Matemática e da Expressão Plástica, de modo a tornarem as aulas mais lúdicas, criativas e dinâmicas, melhorando, assim, as aprendizagens realizadas;

 Perceber quais as competências que os alunos podem adquirir na Matemática e na Expressão Plástica através de um projeto interdisciplinar entre estas duas áreas do saber;

 Compreender que competências são mobilizadas num projeto interdisciplinar na área da Matemática e da Expressão Plástica;

 De que forma é trabalhada a interdisciplinaridade no 1.ºCEB;

 Perceber qual o valor atribuído à Expressão Plástica e à Matemática no currículo do ensino do 1.ºCEB.

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