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Licence d’exploitation

Dans le document Guide sur le brevet d’invention (Page 107-111)

Les droits conférés par le brevet

Section 3 : Les actes portant sur le droit attaché au brevet

3.2. Règles particulières à chaque opération

3.2.4. Licence d’exploitation

Adão Betiol (1925) nasceu em Urussanga onde permanece ainda hoje. Entrevista concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso na cidade de Urussanga, em 25/11/2007.

Adélia Betiol (1920) nasceu em Urussanga onde permanece ainda hoje. Entrevista concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso na cidade de Urussanga, em 25/11/2007.

Antonio Oswaldo Burigo nasceu em Nova Veneza, cidade em que reside ainda hoje e na qual foi eleito prefeito. Possui alguns suportes materiais utilizados na escola italiana por seus familiares. Entrevista com concedida a Marco Aurélio Ghislandi e Tatiane dos Santos Virtuoso em 05/03/2007.

Antônio Zanette (02/12/1920) nasceu em Morro Estevão – Criciúma e freqüentou a escola italiana local, na segunda década do século XX. Atualmente permanece na mesma localidade na qual trabalha com a produção de cachaça e plantações de subsitência. Entrevista concedida a Andreane Motta e Tatiane dos Santos Virtuoso, em 25/06/2002. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina, GRUPEHME/SC”. Eda Gorini Burigo nasceu em Nova Veneza, cidade em que reside ainda hoje. Possui alguns suportes materiais utilizados na escola italiana por seus familiares. Entrevista com concedida a Marco Aurélio Ghislandi e Tatiane dos Santos Virtuoso em 05/03/2007.

Irma Bortoluzzi Crevanzzi nasceu em Nova Veneza, cidade em que reside ainda hoje. Possui alguns suportes materiais utilizados na escola italiana por seus familiares. Entrevista com concedida a Marco Aurélio Ghislandi e Tatiane dos Santos Virtuoso em 05/03/2007.

Irmã Diva Borges dos Santos (07/09/56) pertence à Congregação das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Ela dedica-se, desde o ano 2000, quando chegou a Urussanga, ao trabalho paroquial na Igreja Católica da cidade. Entrevista concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso em 28/11/2007.

Irmã Olinda Costa pertence à Congregação das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Ela dedica-se, desde o ano 2007, quando chegou a Urussanga, ao trabalho no Hospital de Urussanga. Entrevista concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso em 28/11/2007.

João Biava é agricultor e filho de João Biava, imigrante italiano e ex-professor da escola italiana da localidade de Linha Ex-Patrimônio – Criciúma. Entrevista concedida a Leila Lourenço e Tatiane dos Santos Virtuoso em 21/05/2006. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina”.

João Hercílio Santos Cerimbelli (23/10/1920) nasceu em Morro Estevão – Criciúma. Foi ex- aluno da escola italiana local, na segunda década do século XX. Faleceu em 2003. Entrevista com, concedida a Marli de Oliveira Costa, Tatiane dos Santos Virtuoso e Andreane Fátima Tecchio Motta, em 29/05/2002. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina”.

João Zanette (18/05/1911) nasceu em Morro Estevão – Criciúma e freqüentou a escola italiana local, na segunda década do século XX. Entre muitas atividades que exerceu foi empresário do ramo carbonífero. Faleceu em 02/08/2007 com 96 anos de idade. Entrevista com concedida a Andreane Motta e Tatiane dos Santos Virtuoso, em 25/06/2002. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina”.

Maria de Luca Thomasi (20/06/1923) nasceu em Morro Estevão – Criciúma, local que reside ainda hoje. Freqüentou a escola italiana local, na segunda década do século XX. Entrevista com concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso e Andreane Fátima Tecchio Motta, em 29/05/2002. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina”.

Maria Dinca Dal Toé (05/01/1915) nasceu em Morro Estevão – Criciúma, local que reside ainda hoje. Freqüentou a escola italiana local, na segunda década do século XX. Entrevista com concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso e Andreane Fátima Tecchio Motta, em 25/05/2002. Acervo do grupo de pesquisa “História e memória: o processo da educação em Santa Catarina”.

Olinda Betiol (20/04/1922) nasceu em Urussanga onde permanece ainda hoje. Entrevista concedida a Tatiane dos Santos Virtuoso na cidade de Urussanga, em 25/11/2007.

ANEXO

Hino de Garibaldi

I

Abrem-se as tumbas, erguem-se os mortos, os nossos mártires ressuscitaram todos! Espadas em punho, cabeças com louros. A chama e o nome da Itália no coração! Vamos, vamos, sus, jovens fileiras! Elevem-se ao vento, por tudo, as nossas bandeiras! Vamos todos com o ferro, vamos todos com o fogo. Vamos com todos com o fogo da Itália no coração.

Sai da Itália, vai para fora, que é hora. Sai da Itália, vai para fora, oh, estrangeiro!

II

A terra das flores, dos sons, da poesia. Volte a ser, como era, a terra das armas! Com cem cadeias a atar-lhe as mãos. Ainda de Lungnano, sabe o ferro brandir ! O centro Alemão a Itália não doma, não cresce no jugo as estirpes de Roma. A Itália não quer mais estrangeiros e tiranos. Já são muitos os anos de dura o servidão.

Sai da Itália, vai para fora, que é hora. Sai da Itália, vai para fora, oh, estrangeiro!

III

As casas da Itália são feitas para nós, Às margens do Danúbio estão as casas dos teus. Estragas os campos, o pão tu nos roubas. Nossos filhos para nós os queremos. São os Alpes e dois mares da Itália os confins. Com carro de fogo rasgaremos os Apeninos. Destruído todo o sinal da velha fronteira, nossa bandeira por tudo ergueremos!

Sai da Itália, vai para fora, que é hora. Sai da Itália, vai para fora, oh, estrangeiro!

IV

Estejam mudas as línguas, estejam prontos os braços. Só ao inimigo voltamos à face.

E logo, para além dos montes era o estrangeiro. Se um só pensamento a Itália formar. Não basta o triunfo de bárbaros despojos. Fechem-se aos ladrões as portas da Itália. Os povos da Itália são todos um só. Então todas unidas as cem cidades.

V

Se ainda dos Alpes tentasse o espaldão. O grito de alarme dará Garibaldi. E se arma ao som que vem de Caprera. Dios mil a fileira que o Etna assaltou. E atrás da vermelha vanguarda dos bravos movem-se da Itália as tendas e as naves. Já rápido sobre o passo do fiel guerreiro. O ardente ginete Vitório esporeou.

Sai da Itália, vai para fora, que é hora. Sai da Itália, vai para fora, oh, estrangeiro!

VI

Caiu para sempre do ímpio o orgulho. A dizer Viva a Itália vai o Rei ao Capitólio. O Sena e o Tâmisa saúdam e louvam, a antiga senhora que volta a reinar. Contente do reino entre ilhas e montes. Só os tiranos ameaçam as frontes. Onde quer que o tirano subjugue seu povo seus filhos sairão por terra e por mar.

Sai da Itália, vai para fora, que é hora. Sai da Itália, vai para fora, oh, estrangeiro!

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