• Aucun résultat trouvé

Lexical Conventions

Dans le document Preface to the first edition (Page 168-171)

Chapter 8 - The UNIX System Interface

A.2 Lexical Conventions

Por intermédio dos resultados das análises de águas subterrâneas dos poços de monitoramento, observa-se que os resíduos depositados no antigo lixão do Itacorubi são antigos, estando em estágio final de degradação da fração orgânica. Desta forma, a situação das águas superficiais e subterrâneas, e efluentes lançados no mangue e no Rio Itacorubi não é tão preocupante como imaginado. Entretanto, tem-se conhecimento do potencial poluidor que o chorume e lixiviado de lixões representam, principalmente sobre um ecossistema de tão tênue equilíbrio como os manguezais. Imagina-se, então, que em algum momento da existência do lixão a carga poluidora lançada foi alta, e com o passar do tempo o ecossistema a absorveu.

De acordo com as análises realizadas há dez anos, é indiscutível que algum sistema de tratamento dos efluentes do antigo lixão deve ser desenvolvido no local, para que os mesmos se enquadrem nos padrões de lançamento de efluentes para águas salobras. Entretanto, uma nova bateria de análises deve ser efetuada para se reconhecer a atual condição das águas subterrâneas e superficiais da área. A partir do resultado destas novas análises, pode-se tomar uma melhor decisão da alternativa do sistema de captação e tratamento do percolado, ou até mesmo optar por não o captar e tratar.

Uma consideração importante que se deve fazer é o não atendimento aos padrões de qualidade para águas salobras no Rio Itacorubi a montante do antigo lixão. Portanto, conclui-se que as águas deste rio já carregam contaminantes, principalmente metais pesados, antes mesmo da passagem pela área do lixão, provavelmente advindas de outros empreendimentos ao longo do curso a montante do rio, como postos de gasolina, oficinas mecânicas e lavação de carros.

Quanto aos gases produzidos no antigo lixão, ficou claro que a captura e queima destes gases é inviável economicamente frente às baixas vazões apresentadas nos poços de monitoramento de gás. Uma vez que estas medições foram realizadas há dez anos, atualmente é bem provável que estas vazões sejam ainda menores.Sabe-se que a geração de gases em lixões é muito elevada, e estas acontecem em etapas anteriores na degradação dos resíduos. Portanto, a instalação de drenos para captura destes gases pouco melhoraria a condição ambiental do local, uma vez que os resíduos já estão em fase final de degradação. Ainda assim, sugere-se um estudo mais aprofundado, como novas sondagens, a procura de prováveis bolsões de gases que tenham se

formado, como forma de prevenção ao risco de explosão que estes apresentam.

6.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

O tema “Recuperação de Lixões” ganha ainda mais destaque após a aprovação da lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, onde fica determinado que as municipalidades terão que enquadrar suas condutas quanto à coleta e disposição final de resíduos sólidos urbanos. Fica estabelecido, portanto, o fim do uso de lixões como disposição final, e a recuperação dos preexistentes.

A proposta do presente trabalho foi apresentar de forma clara e objetiva todas as etapas da elaboração de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, baseado na construção de um diagnóstico e prognóstico, aplicado ao antigo Lixão do Itacorubi.

Para melhor caracterização da situação de degradação da área do antigo lixão, a disponibilização por parte da SANETAL Engenharia e da COMCAP do trabalho “Diagnóstico Ambiental do Antigo Lixão do Itacorubi – Florianópolis/SC”foi de suma importância no fornecimento de informações indispensáveis na elaboração de um PRAD.

Pesquisas devem ser feitas no sentido de avaliar a viabilidade econômica da implantação tanto das técnicas de captação e tratamento do percolado quanto do PRAD na sua totalidade, a fim de que estas atividades sejam efetivamente postas em prática. A questão econômica é, principalmente em se tratando de pequenos municípios, determinante para implantação do PRAD, uma vez que as técnicas de remediação são consideravelmente dispendiosas.

O presente trabalho, apesar de desenvolver um PRAD especificamente para o antigo Lixão do Itacorubi, serve como modelo e referência para a elaboração de PRADs para outras localidades, uma vez que seu passo a passo é desmembrado entre todas as etapas necessárias para sua elaboração.

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8419:

Apresentação de Projetos de Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Urbanos– Procedimentos. São Paulo, 1992.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13133:

Execução de Levantamento Topográfico. Rio de Janeiro, 1994.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10004:

Resíduos Sólidos – Classificação. Rio de Janeiro, 2004.

AFONSO, A. A.; Recuperação de áreas degradadas. Outubro, 2009. 56 p

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS - ABRELPE. Panorama

dosResíduos Sólidos no Brasil 2012. São Paulo, 2011. Disponível em:

<www.abrelpe.org.br/>. Acesso em: 12 jun. 2013.

BAGCHI, A. Design of Landfills and Integrated Solid Waste

Management. 3º ed. John Wiley & Sons, Inc., New Jersey, 2004. 696 p.

BAHIA (Estado). Manual de Operação de Aterros Sanitários. Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia - CONDER.

BEDIENT, P.B., RIFAI, H., NEWELL, C.J. (1994) Ground water

contamination, Prentice Hall. NEW JERSEY. USA.

BELLANDI, R. (Ed.), Innovative engineering technologies for

hazardous waste remediation. Van Nostrand Reinhold, New York,

1995.

BORGES, M. E.; LIMA, J. M. S. Aterro Sanitário – Planejamento e

Operação. Viçosa, CPT, 2000. 66 p.

BRAGA, B., HESPANHOL, I., CONEJO, J. G. L., et al. Introdução à

BRASIL, 2010. Política Nacional de Resíduos Sólidos. LEI Nº 12.305 de 2 de agosto de 2010.

CARUSO JR, F.C. Texto explicativo e mapa geológico da Ilha de

Santa Catarina, escala 1:100.000. Notas técnicas. nº.6, CECO-IG-

UFRS, Porto Alegre, 1993.

CARVALHO, M. F. Comportamento Mecânico dos Resíduos

Sólidos. Tese de Doutorado. Escola de Engenharia de São Carlos –

Universidade de São Paulo – EESC-USP, 1999. 300 p.

CASTILHOS JUNIOR, A. B.; MEDEIROS, P. A.; FIRTA; I. N.; LUPATINI, G.; SILVA, J. D. Principais Processos de Degradação de Resíduos Sólidos Urbanos. In: CASTILHOS JUNIOR, A. B. (Coord.).

Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável para Municípios de Pequeno porte. Projeto PROSAB. Rio de Janeiro: ABES, Rima, 2003.

p. 19-50.

CETESB (Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo). 1979. Resíduos sólidos no mangue do

Itacorubi, Florianópolis – Impacto Ambiental. Proposta CETESB

702425, Brasil. 86p.

CETESB/SMA – Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental & SMA-SP –Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. São Paulo, 1999.

COLLARES, Daniel et al. A Bacia do Itacorubi. Florianópolis, 2004.Disponível em: www.arq.ufsc.br/urbanismoV/2004-1/final.pdf. Acessado em: 26mai.2013.

COMCAP, Companhia Melhoramentos da Capital. Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos do Município de Florianópolis – Plano de

Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Florianópolis, 2011. 261 p.

D’ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, A. Lixo municipal: manual de

gerenciamento integrado. 2.ed. São Paulo: IPT/CEMPRE, 2000. 370p.

DANIEL, D. E. Geotechnical practice for waste disposal- London; New Yok: Chapman & Hall, 1993. 683p.

DE SOUZA, G. A. Estimativa da Produção de Biogás no Antigo

Lixão do Itacorubi, Florianópolis/SC. Florianópolis, 2009, 60 p.

Trabalho de Conclusão de Curso – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

DESTERRO HOJE – Revivendo a memória de Florianópolis. Disponível em: http://www.desterrohoje.com.br/index.php/group- holder/centro/outros-locais/outros-locais/foto-aerea-mangue-

doitacorubi-1938-2013.html. Acesso em: 1 de novembro de 2013. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos (Rio de Janeiro, RJ).

Sistema brasileiro de classificação de solos. 2. ed. – Rio de Janeiro :

EMBRAPA-SPI, 2006.

EMBRAPA, 2008. Curso de Recuperação de Áreas Degradadas: A

Visão da Ciência do Solo no Contexto do Diagnóstico, Manejo, Indicadores de Monitoramento e Estratégias de Recuperação. Rio

de Janeiro. 239 p.

FIEMG, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais.

Gerenciamento de Áreas Contaminadas – Conceitos e Informações

Gerais. 2011. 75p.

FLORIANÓPOLIS. Secretaria Municipal de Habitação e Saneamento.

PMISB, Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico.

Florianópolis, 2011. 11 v.

FLORIANÓPOLIS. IPUF. Atlas do município de Florianópolis. Coordenação de Maria dasDores de Almeida Bastos. Florianópolis: Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis: Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, 2004. 166p.

FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (FEAM) – Gestão

de Áreas Contaminadas 2010.

FREYESLEBEN, L.M.C. Aspectos essenciais do ritmo climático de

Florianópolis. 1979. 49 f. Trabalho Técnico. Florianópolis, UFSC,

GUEDES JUNIOR, Alexandre. Áreas de proteção ambiental para

poços de abastecimento público em aquíferos costeiros. 2005. 184p.

Tese (doutorado).Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Departamento de Engenharia deProdução e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2005.

GUEDES JUNIOR, Alexandre.Mapeamento hidrogeológico da Ilha

de Santa Catarina utilizando geoprocessamento. 1999. 114p.

Dissertação (Mestrado). Pós-Graduação emEngenharia Civil. Departamento de Engenharia Civil. Universidade Federal deSanta Catarina, Florianópolis. 1999.

IBAM, 2007; van Elk, Ana Ghislane Henriques Pereira. Redução de

emissões na disposição final. Coordenação de Karin Segala – Rio de

Janeiro. 40 p.

IBAMA, 2011. Instituto brasileiro do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis. Instrução normativa nº. 4.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA – IBGE. Sinopse do Censo Demográfico 2010. Departamento de População e Indicadores Sociais. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/censo2010/>. Acesso em: 12 jun. 2013. IPCC. International Panel on Climate Change. Guidelines for National .Greenhouse Inventories: Reference Manual (Vol.3), 1996.

IPUF. Atlas do município de Florianópolis. Coordenação de Maria das Dores de Almeida Bastos. Florianópolis: Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis: Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, 2004. 166p.

IPUF – Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis. Audiência

Pública do sub-núcleo da Bacia do Itacorubi, integrante do Distrito Sede, para a consolidação das leituras comunitárias e definição de diretrizes para a elaboração do Plano Diretor Participativo.

Florianópolis: IPUF, 2008. Disponível em: http://www.arq.ufsc.br/baciadoitacorubi/. Acesso em: 17 jun. 2013. JUCÁ, J. F. T. et al. Processos e Monitoramento da Digestão Anaeróbia de Resíduos Sólidos Urbanos. In: CASTILHOS JUNIOR, A. B.

(Coord.). Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos com ênfase

na proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários. Petrópolis - RJ: PROSAB, 2006. cap.

3, p.65–108.

KHAN, F.I.; HUSAIN T.; HEJARI R. An overview and analysis of

site remediation technologies. Journal of Environmental Management,

v.71, p.95–122 , 2004.

MEIRELES, S. Ferramenta de apoio à regulação técnica dos serviços

públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos de Santa Catarina. Florianópolis, 2012, 145 p. Trabalho de Conclusão de

Curso – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

MENDONÇA, Magaly. A dinâmica têmporo-espacial do clima

subtropical na região conurbada de Florianópolis/SC. 2002. 343 f.

Tese (Doutorado). Faculdadede Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade Estadual de São Paulo, SãoPaulo, 2002.

MONTEIRO, C.A. de F. Clima e excepcionalismo. Florianópolis: Editora da UFSC, 1991.

NADIM, F. et al.Detection and remediation of soil and aquifer

systems contaminated with petroleum products. Journal of Petroleum

Science and Engineering, v.26,p. 169–178, 1999.

NETTO, C. N.; BALDESSAR, F.; LUCA, L.A. Estudo qualitativo de

segurança em postos revendedores de combustíveis. Dissertação para

obtenção de título de engenheiro de segurança do trabalho, Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2005.

NIMER, Edmond. Climatologia do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1979. PIMENTEL, F. J. G. Aproveitamento de Lodo de Estação de

Tratamento de Esgoto em Camada de Cobertura de Aterro Sanitário. Dissertação (Mestrado em Engenharia Ambiental) -Programa

de Pós Graduação em Engenharia Ambiental, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2012. 217 p.

PANITZ, C.M.N. & MASUTTI, M.B. 2000. O impacto do lixão

303 310. In: Anais do V Simpósio de Ecossistemas Brasileiros. Vitória, ES. 328p.

PINTO, J. F.; STEFFENS, J. L. e OLIVEIRA, F. H. Análise Físico

Ambiental Urbana da Microbacia do Rio Itacorubi, Florianópolis – SC, visando o uso de Software SIG. Anais XIII Simpósio Brasileiro de

Sensoriamento Remoto, Florianópolis, Brasil, 21-26 abril 2007, INPE, p. 3011-3018.

PMF (Prefeitura Municipal de Florianópolis). 2000. Agenda 21 local do

município de Florianópolis: meio ambiente quem faz é a gente.

Prefeitura Municipal, Florianópolis. 244p.

PRIM, E. C. C. Utilização de lodo de estações de tratamento de água

e esgoto sanitário como material de cobertura de aterro sanitário.

Tese (Doutorado) - Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.

ROCCA, A. C. C. Resíduos Sólidos Industriais. 2. ed.rev. ampliada. São Paulo: CETESB, 1993. p.135-184.

ROUQUAYROL, M.Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e

Saúde Pública. 5 ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999, 500 p.

SALVADOR, F.L.R. Elaboração de um plano de recuperação de

área degradada (PRAD) para um antigo lixão no município de Garopaba. Florianópolis, 2012, 82 p. Trabalho de Conclusão de Curso

– Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

SANETAL, Sanetal Engenharia e Consultoria. Diagnóstico Ambiental

do Antigo Lixão do Itacorubi – Florianópolis/SC. Florianópolis,

2004. 105 p.

SCHMIDT, C. A. B. - Série Temática: Recursos Hídricos e

Saneamento ANO I – 2010 - Volume 1, 62p.

SILVA, Raquel Carvalho da. Vulnerabilidade socioambiental a

desastres na bacia hidrográfica do Rio Itacorubi, Florianópolis, SC.2010. 76 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Programa

de

Catarina, Florianópolis, 2010.

SISINNO, C. L. S.; MOREIRA, J.C. Avaliação da contaminação e

poluição ambiental na área de influência do aterro controlado do Morro do Céu, Niterói, Brasil. Caderno de Saúde Pública, Rio de

Janeiro, v. 12, n. 4, p. 515 – 523, 1996.

TCHOBANOGLOUS, G; THEISEN, H.; VIGIL, S. A. Integrated

Solid Waste Management: Engineering Principles and Management Issues. 4ª ed. Metcalf& Eddy, Inc. New York: McGraw-Hill, 1993,

992p.

TÉCHNE, Revista.Área Limpa. Disponívem em: <http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/156/artigo167705- 2.asp> Acesso em 5 jun. 2013

TIBURTIUS, E.R.L., ZAMORA, P.P., LEAL, E.S. Contaminação de

águas por BTX e processos utilizados na remediação de sítios contaminados. Quim. Nova, v 27, n 3, p 441-446, 2004.

ZANTA, M. Z. et al. Resíduos Sólidos, Saúde e Meio Ambiente: Impactos Associados aos Lixiviados de Aterro Sanitário. In: CASTILHOS JUNIOR, A. B. (Coord.). Gerenciamento de Resíduos

Sólidos Urbanos com ênfase na proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários.

RESÍDUOS DOMÉSTICOS

ARGILA e ENTULHOS NÍVEL DO LENÇÓL FREÁTICO

ARGILA ARENOSA, MÉDIA A RIJA AREIA MÉDIA POUCO ARGILOSA

COM PEDREGULHOS

ARGILA MUITO MOLE A MOLE, COM FÓSSEIS MARINHOS NÍVEL DO LENÇÓL FREÁTICO

ARGILA ARENOSA, RIJA A DURA

ARGILA MUITO MOLE A MOLE, COM FÓSSEIS MARINHOS RESÍDUOS DOMÉSTICOS

ARGILA e ENTULHOS ARGILA, MOLE A MÉDIA, COM PEDRAS

RESÍDUOS DOMÉSTICOS ENTULHOS COM POUCA ARGILA NÍVEL DO LENÇÓL FREÁTICO

AREIA MÉDIA POUCO ARGILOSA

ARGILA MUITO MOLE

MIRANTE TRANSBORDO CENTRO DE TRIAGEM COLETA SELETIVA CENTRO DE TREINAMENTO AMBIENTAL CAIXA DÁGUA FO S SA S ANTIGO TRANSBORDO RECICLAGEM COMUNITÁRIA RECICLAGEM COMUNITÁRIA DEPOSITOCASA ADMINISTRAÇÃO BALANÇA GUARITA GUARITA GARAGEM ACESSO "PNEUS" ACESSO PRINCIPALASFALTADO ACESSO ASFALTADO PATIO ASFALTADO ACESSO ASFALTADO ACESSO ASFALTADO CAMINHO C Ó R R E G O R I B E I R Ã O 17,856 COTA MANGUE 27,900 LIMITE DO MANGUE LIMITE DO MANGUE S C 4 0 4

VIA DE ACESSO AO TREVO LAVAÇÃO

PISO CIMENTO

LIMITE DO MEIO FIO

LIMITE DO MANGUE

AVENIDA DA SAUDADE

LIMITE DA VEGETAÇÃO FECHADA LIMITE DA VEGETAÇÃO FECHADA

DEPOSITO 17,856 COTA MANGUE 17,856 COTA MANGUE PERFIL - AA PERFIL - BB PERFIL - CC PERFIL - DD N PERFIL AA Escala: 1/1100 3 PERFIL DD Escala: 1/1100 1 PERFIL BB Escala: 1/1100 2 PERFIL CC Escala: 1/1100 4 PLANTA TOPOGRÁFICA Escala: 1/1700

5 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Diagnóstido Ambiental do Antigo Lixão do Itacorubi

Planta Topográfica - Locação da Sondagem SPT, PM, PMAS e PMG

Escala:1/1100 Anexo A

CEMITÉRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS DEPOSITO

LIMITE DA VEGETAÇÃO FECHADA

LIMITE DA VEGETAÇÃO FECHADA

P/ BEIRA MAR NORTE AV. DA SAUDADE

LIMITE DO MANGUE

LIMITE DO MEIO FIO

VALETA TUBOLAR 0 40 VALETA TUBOLAR 0 40 VALETA TUBOLAR 0 40 VALETA TUBOLAR 0 40 VALETA TUBOLAR 0 40 VALETA TUBOLAR 0 40 PISO CIMENTO LAVAÇÃO FINAL DO PASSEIO CICLOVIA C I C L O V I A P A S S E I O

VIA DE ACESSO AO TREVO

P / BARRA DA LAGOA

P / I T A C O R U B I

ROD. ADEMAR GONZAGA- SC 404

LIMITE DO MANGUE LIMITE DO MANGUE 35,500 30,924 30,924 38,248 27,900 27,900 26,600 25,700 25,400 25,200 24,400 24,100 23,989 39,755 39,180 39,850 38,500 37,960 34,625 32,712 31,373 27,984 28,576 30,930 31,357 CALÇAMENTO C/ LAJOTA 33,600 37,959 35,400 35,500 28,829 28,321 26,781 27,270 26,521 24,675 22,000 R I B E I R Ã O C Ó R R E G O ESCADARIA CAMINHO ACESSO ASFALTADO ACESSO ASFALTADO PATIO ASFALTADO ACESSO ASFALTADO

ACESSO PRINCIPALASFALTADO

ACESSO ASFALTADO ACESSO ASFALTADO ACESSO "PNEUS" GARAGEM GUARITA GUARITA BALANÇA ADMINISTRAÇÃO DEPOSITO CASA RECICLAGEM COMUNITÁRIA RECICLAGEM COMUNITÁRIA ANTIGO TRANSBORDO F I L T R O CAIXA DÁGUA CENTRO DE TREINAMENTO AMBIENTAL CENTRO DE TRIAGEM COLETA SELETIVA TRANSBORDO MIRANTE QUIOSQUI PMAS 2 SPT 08 SPT 04 PM 5 PMAS 6 PMAS 1 PM 6 SPT 03 SPT 02 PM 1 SPT 01 PM 2 PMAS 3 SPT 09 SPT 10 SPT 06 PM 4 PM 3 PMAS 4 SPT 07 SPT 05

SPT : Sondagem a percussão, Tipo Reymond; PMAS: Ponto de Monitoramento de Águas superficias; PM : Poço de Monitoramento de Águas subterrâneas; PMG : Poço de Monitoramento de Gás. CONVENÇÃO PMG 03 PMG 04 PMG 02 PMG 01 N PONTO DE ANÁLISE DO SOLO / LIXO Amost.: 08 - COTA (0,00 a 0,85 m) PONTO DE COLETA DO SOLO DO MANGUE AMOSTRA 02

PONTO DE ANÁLISE DO SOLO / LIXO Amost.: 07 - COTA (0,00 a 3,81 m)

PONTO DE ANÁLISE DO SOLO / LIXO Amost.: 06 - COTA (10,0 a 12,90m)

PONTO DE COLETA DO SOLO DO MANGUE

AMOSTRA 03

PONTO ANÁLISE DO SOLO / LIXOAmost.: 05 - COTA (2,00 a 4,50 m) PONTO DE ANÁLISE DO SOLO / LIXO Amost.: 04 - COTA (2,00 a 5,30 m) PONTO DE ANÁLISE DO SOLO / LIXO Amost.: 09 - COTA (0,50 a 5,00 m)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Diagnóstido Ambiental do Antigo Lixão do Itacorubi

Planta Topográfica - Locação da Sondagem SPT, PM, PMAS e PMG

Escala:1/1100 Anexo A

Dans le document Preface to the first edition (Page 168-171)