• Aucun résultat trouvé

Les stratégies et tactiques d’application d’IO

CHAPITRE 2 REVUE DE LITTÉRATURE

2.1 L’innovation ouverte

2.1.4 Les stratégies et tactiques d’application d’IO

As recomendações finais deste plano abordam os elementos que devem ser perseguidos ou reforçados de forma a que a operacionalização do plano tenha sucesso. Recomenda-se fortemente que:

▪ o investimento em marketing seja reforçado, de forma a permitir a implementação de políticas de comunicação que fizessem a notoriedade e confiança na marca crescer sustentadamente (o convite a influencers, revistas de turismo, revistas de náutica que venham ao Norte de Portugal conhecerem o destino e experimentarem os produtos da WOW);

se recrutem skippers profissionais, com conhecimento de línguas e conhecimento de história dos locais abordados e com excelentes capacidades de comunicação;

▪ se construa uma rede de parcerias sólidas, com empresas que garantam qualidade nos seus serviços que possibilitem a existência de relações duradouras.

C

ONCLUSÃO

A pergunta de partida que dá início a este relatório de estágio colocava como problema saber qual a melhor estratégia de marketing a adoptar para a empresa WOW. Face aos dados recolhidos, à análise efectuada e às soluções oferecidas pelo plano de marketing construído concluímos que a WOW deve adoptar, na terminologia de Porter (1985), uma estratégia focus que insida na diferenciação face ao que o mercado já oferece. O posicionamento adoptado deve-se sustentar na tentativa de satisfazer desejos e promover experiências de alto valor acrescentado baseadas em valores sólidos e diferenciadores face à concorrência. Os principais sustentáculos do plano apresentado são a política de parcerias e a aposta na comunicação e distribuição digital.

O objectivo geral que este trabalho se propunha cumprir era desenvolver um plano de marketing – o que foi conseguido – e desenhar uma estratégia de longo prazo para a empresa; neste ponto acreditamos que o posicionamento de mercado gizado – uma marca de turismo e cultura - garante que a empresa tem uma base sólida para desenvolver a sua identidade e, consequentemente, as suas políticas de produto, comunicação e distribuição.

Também acreditamos que cumprimos com os objectivos específicos que nos propusemos alcançar: definimos o segmento de mercado em que a WOW deve actuar; definimos o perfil do turista náutico recreativo que consome produtos charter; projectámos acções de marketing-mix e estabelecemos os meios de controlo das políticas a implementar.

O desenvolvimento deste relatório foi afectado por algumas limitações que poderão ter contribuído para uma menor pormenorização de determinados aspectos do plano apresentado; de facto, foram vários os dados relacionados com a formulação estratégica em marketing que foram requisitados à empresa Walk-On-Wind e que não foram disponibilizados o que, por exemplo, nos levou a não explanar a vertente financeira da empresa na análise interna do plano. Por outro lado, muitos dos especialistas de náutica que contactámos não se mostraram disponíveis ou não

responderam a solicitações para colaborarem no trabalho. Informações que foram recolhidas no âmbito do estágio efectuado na WOW, como aquelas que se referem a revistas náuticas ou a testes de notoriedade realizados a websites náuticos, não puderam ser incluídos por manifesta falta de espaço no presente documento e por terem uma importância muito relativa para o objectivo do nosso trabalho.

Acreditamos que o nosso relatório dá um contributo para se perceber como se pode trabalhar marketing em pequenas empresas que se dediquem ao desenvolvimento de actividades náuticas turísticas; por outro lado, clarificámos qual o caminho que pequenas empresas que ainda não investem em marketing devem tomar – a aposta no digital ao nível da comunicação e sobretudo distribuição e a criação de uma rede de parcerias sólida que permita oferecer uma experiência de valor acrescentado são marcos incontornáveis.

Este relatório, pela sua abrangência temática, poderia ser, porventura, de tal forma compartimentado que várias teses de mestrado poderiam ser produzidas com maior grau de pormenor: por exemplo, poder-se-ia dissertar sobre o marketing digital e a sua implementação em pequenos negócios; ou poder-se-ia investigar sobre a criação de redes de parcerias, sua operacionalização e suas consequências em empresas de diversa índole; ou, ainda, seria possível estudar comparativamente as estratégias de marketing adoptadas por empresas do sector náutico e, assim, perceber as diferenças nos resultados alcançados e nos caminhos percorridos; as possibilidades são vastas.

De facto, a investigação sobre marketing e turismo náutico em Portugal é um campo por desbravar. Ao se constatar que o tecido empresarial que compõe o sector náutico recreativo português vive de pequenas empresas que têm necessidade de se diferenciarem e de comunicarem a sua oferta de forma criativa e eficiente, percebe-se as oportunidades de investigação e trabalho que este sector pode oferecer aos entusiastas e profissionais de marketing.

B

IBLIOGRAFIA

Aaker, David (1996). Measuring Brand Equity Across Products and Markets. California Management Review, Vol. 38, No. 3, pp. 102-120.

Acosta, M., Lara, P. & Quintana, T. (2013). Motivación del Turista hacia la Práctica de Deportes Náuticos: un estudio em el destino turistico de Gran Canaria. Revista de Análisis Turístico, nº 15, 1º Semestre 2013, pp. 37-48.

Ailawadi, K., Lehmann, D. & Neslin, S. (2003). Revenue premium as an outcome measure of brand equity. Journal of Marketing, 67(4), pp. 1–17.

Aslan, I., Çinar, O. & Kumpikaite, V. (2012). Creating Strategies from TOWS matrix for Strategic Sustainable Development of Kipas Group. Journal of Business Economics and Management, Volume 13(1), pp. 95–110.

Balanzá, I. & Nadal, M. (2003). Marketing e Comercialização de Produtos Turísticos. São Paulo: Thomson.

Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70.

Box, T. & Miller, W. (2011). Small-Firm Competitive Strategy. Academy of Strategic Management Journal, Volume 10, Number 2, pp. 55-60.

Brynjolfsson, E.; Hu, Y. & Rahman, M. (2013). Competing in the Age of Omnichannel Retailing. MIT Sloan Management Review, May 2013, pp. 1-7.

Cadle, J., Paul, D. & Turner, P. (2010). Business Analysis Techniques. 72 Essential Tools for Success. Swindon: BCS.

Canhoto, A., Clark, M. & Fennemore, P. (2013). Emerging segmentation practices in the age of the social customer. Journal of Strategic Marketing, Vol. 21, No. 5, pp. 413–428.

Coman, A. & Ronen, B. (2012). Focused SWOT: diagnosing critical strengths and weaknesses. International Journal of Production Research. Vol. 47, No. 20, pp. 5677-5689.

Constantinescu, E. (2014). Strategic Marketing Developments in Informational Society. Knowledge Horizons – Economics. Vol. 6., No. 4, pp. 90 – 95.

Dias, R. & Cassar, M. (2005). Fundamentos do Marketing Turístico. São Paulo: Pearson Prentice Hall.

Dwyer, M., Gilmore, A. & Carson, D. (2011). Strategic alliances as an element of innovative marketing in SMEs. Journal of Strategic Marketing, Vol. 19, No. 1, pp. 91- 104.

Ferrel, O. & Hartline, M. (2005). Estratégia de Marketing (3ª Ed.). São Paulo: Thomson Learning.

Gamito, Teresa (2009). Desenvolvimento da Economia do Mar: Turismo Marítimo. Nação e Defesa, nº 122 – 4ª Série, pp. 43 – 60.

Ghazinoory, S., Abdi, M. & Azadegan-Mehr, M. (2011). SWOT Methodology: A State-of.-the-Art Review for the Past, a Framework for the Future. Journal of Business Economics and Management, Volume 12, pp. 24-48.

Gligorijevic, Z. & Stefanovic, V. (2012). Tourism as a Socio-Economic Phenomenon: Conceptual and Time Coverage. Economic Themes. Year 50, No. 3, pp. 273-287.

González, Y., González, C. & Ledesma, J. (2015). Highlights of consumption and satisfaction in nautical tourism. A comparative study of visitors to the Canary Islands and Morocco. Gestión y Ambiente, Volumen 18 (1), junio, pp. 129-145.

González, Y. & Ledesma, J. (2015). El perfil del turista náutico en el destino Cabo Verde. Perspectiva Empresarial, 2(2), pp. 23-34.

Gossling, S. & Hall, C. (2008). Swedish Tourism and Climate Change Mitigation: An Emerging Conflict?. Scandinavian Journal of Hospitality and Tourism, Vol 8 (2), pp. 141 – 158.

Gromark, J. & Melin, F. (2011). The underlying dimensions of brand orientation and its impact on financial performance. Journal of Brand Management, 18, pp. 394– 410.

Hirvonen, S. & Laukkanen, T. (2014). Brand orientation in small firms: an empirical test of the impact on brand performance. Journal of Strategic Marketing, Vol. 22, No. 1, pp. 41–58.

Hitt, M., Ireland, R. & Hoskisson, R. (2005). Strategic Management. Competitiveness and Globalization (6th ed.) Mason: Thomson South-Western.

Jahanshahi et al. (2015). The Role of Real Options Thinking in Achieving Sustainable Competitive Advantage for SMEs. Global Business and Organizational Excellence. November / December, pp. 35 – 44, DOI: 10.1002/joe.21643.

Jovanovic et al. (2013). What Demotivates the Tourist? Constraining Factors of Nautical Tourism. Journal of Travel & Tourism Marketing, 30, pp. 858–872.

Kotler, P., Kartajaya, H. & Setiawan, I. (2015). Marketing 3.0 – do produto e do consumidor até ao espírito humano. Coimbra: Actual Editora.

Kotler, P., Kartajaya, H. & Setiawan, I. (2017). Marketing 4.0 - mudança do tradicional para o digital. Coimbra: Conjuntura Actual Editora.

Kotler, Philip & Keller, Kevin (2012). Marketing Management (14th ed.). Upper Saddle River: Prentice Hall.

Kumar, V. (2015). Evolution of Marketing as a Discipline: What Has Happened and What to Look Out For. Journal of Marketing, vol. 79, pp. 1-9.

Lambin, J. (2000). Marketing Estratégico (4ª Ed.). Lisboa: McGraw-Hill.

Lencastre, P. et al. (2007). O Livro da Marca. Lisboa: Publicações Dom Quixote. Luković, T. (2012). Nautical Tourism and Its Function in the Economic Development of Europe in Kasimoglu, M. (2012). Visions for Global Tourism Industry - Creating and Sustaining Competitive Strategies. InTech.

Luković, T. (2013). Nautical Tourism. Oxfordshire: CABI.

Malhotra, N. (2015). Essentials of Marketing Research. A Hands-On Orientation. Upper Saddle River: Pearson.

Mikulić, J., Krešić, D. & Kožić, I. (2015). Critical Factors of the Maritime Yachting Tourism Experience: An Impact-Asymmetry Analysis of Principal

Components, Journal of Travel & Tourism Marketing. DOI:

10.1080/10548408.2014.981628.

Mircevska, P. & Cuculeski, N. (2015). The Necessity of Applying Marketing Strategies in Tourism – The Case of Slovenia and Tunisia. Economic Development, No. 1, pp. 25-36.

Mooradian, T., Matzler, K. & Ring, L. (2012). Strategic Marketing. Upper Saddle River: Pearson.

Morgan, Neil (2012). Marketing and business performance. Journal of the Academic Marketing Science, nº 40, pp. 102-119.

Muryjas, P. & Muryjas, M. (2013). Usage of IT tools in e-marketing campaign design and management in small and medium-sized enterprises. Studies & Proceedings, No. 67, pp. 70 – 83.

Oliveira, E. & Ferreira, P. (2014). Métodos de Investigação. Da interrogação à descoberta científica. Porto: Vida Económica.

ONU / OMT – Organização das Nações Unidas / Organização Mundial do Turismo (2010). International Recomendations for Tourism Statistics 2008. New York: ONU.

Plinke, W. (2015). The Core Concept of Marketing Management in Kleinaltenkamp, M. et al. (2015). Fundamentals of Business-to-Business Marketing, Springer International Publishing.

Porter, Michael (1985). Competitive Advantage. Creating and Sustaining Superior Performance. New York: The Free Press.

Porter, Michael (1996). What Is Strategy? Harvard Business Review, November- December, pp. 61-78.

Quelch, J. & Jocz, K. (2008). Milestones in Marketing, Business History Review, 82, pp. 827-838.

Raszkowski, A. (2016). PEST Analysis of Piechowice Municpality – Power and Future Impact Direction of Environmental Factors. Research Papers of Wroclaw University of Economics, No. 431, pp. 18-26.

Roberts, D. & Darler, W. (2017). Consumer co-creation. An opportunity to humanise the new product development process. International Journal of Market Research, Vol. 59, Issue1, pp. 13 – 33.

Rodríguez, B. (2004). El Desarrollo del Turismo Náutico en Galicia. Cuadernos de Turismo, 13, pp. 145-163.

Shakhshir, G. (2014). Positioning Strategies Development. Economic Science Series, Vol. 23, pp. 979-988.

Silveira, L. & Santos, N. (2012). The marina of Horta (Azores Island) - Impacts on the local population and in the tourism development, Proceeding of the 7th

International Coastal & Marine Tourism Congress, Breda: NHTV Breda University of Applied Science, pp. 117-129.

Simkin, L. & Dibb, S. (2013). Social media’s impact on market segmentation and CRM. Journal of Strategic Marketing, Vol. 21, No. 5, pp. 391–393.

Sousa et al. (2011). A náutica de recreio como factor de desenvolvimento local: o caso do estuário do Tejo in Santos, N & Cunha, L. (2011). Geografia Activa. Desenvolvimento Local, Ambiente, Ordenamento e Tecnologia. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.

Sousa, J., Fernandes, A. & Carpinteiro, A. (2009). Developing Nautical Recrational Activities as a Territorial Strategy: perspective on the Tagus Estuary. Journal of Coastal Research, 56, pp. 1154-1158.

Toledo et al. (2014). Structure of Marketing Planning: a reflective analysis. Future Studies Research Journal, vol. 6, n. 2, pp. 43 – 67.

Torres, Hugo (2011). PME: Plano de Marketing Empresarial; Porto: Edições Afrontamento.

Tupot, M. & Stock, T. (2010). What’s next for segmentation? Admap, 45, pp. 40– 41.

Valeric, O. & Valeriu, C. (2012). Considerations regarding the use of modern management methods in planning the marketing activity within the small and medium-sized enterprises. The Annals of the University of Oradea. Economic Sciences, Vol. 1, No. 1, pp. 1072-1078.

Verboncu, I. & Condurache, A. (2016). Diagnostics vs SWOT Analysis. Review of International Comparative Management. Volume 17, Issue 2, pp. 114-122.

Vieira et al. (2012). The Satisfaction of the Nordic Tourist with the Azores as a Destination. CEEAplA, WP No. 08 / 2012.

Villagra, N. & López, B. (2013). Analysis of values and communication of the responsible brands. Corporate brand strategies for sustainability. Communication & Society, Vol. 26, No., 196-221.

Vuksanovic, N., Pivac, T. & Dragin, A. (2013). Contemporary Trends in Nautical Tourism on the Example of European River Cruising Companies. Researches Review, 42, pp. 122-138.

Weber, Yaakov & Tarba, Shlomo (2014). Strategic Agility: A State of the Art. California Management Review, Vol. 56, Nº 3.

Wood, L. (2000). Brands and brand equity: definition and management. Management Decision, 38 / 9, pp. 662-669.

A

NEXOS

Documents relatifs