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Chapitre II : la sous-traitance des activités de forage et outils de pilotage

Section 2 Les outils de pilotage des activités forage

O K é o segundo nutriente mais exigido pelas culturas (RAIJ, 1991; FAQUIN, 1994). Ele é absorvido como K+, sendo o cátion mais importante na fisiologia vegetal (RAIJ, 1991). De acordo com Malavolta et al. (1989) e Marschner (1995), o nutriente não faz parte de nenhum composto orgânico e não desempenha função estrutural na planta. Portanto, as principais funções do K na planta são as de ativação enzimática, fotossíntese, transporte de carboidratos e osmorregulação.

Grande parte do K total da planta se encontra na forma solúvel, tornando a sua redistribuição bastante fácil no floema (FAQUIN, 1994; MARSCHNER, 1995). Assim, em condições de baixo suprimento do nutriente pelo meio, ele é redistribuído das folhas mais velhas para as mais novas e regiões em crescimento; logo, os sintomas de deficiência aparecem primeiro nas folhas velhas, caracterizada por clorose, seguida de necrose nas pontas e margens das folhas, havendo ainda acúmulo de putrescina nas regiões lesadas (MARSCHNER, 1995).

Em mudas de peroba-rosa (Aspidosperma polyneuron), os sintomas de deficiência de K apareceram quando as mudas tinham idade mais avançada, iniciando-se por pontos e depois por faixas cloróticas, sobretudo nas bordas das folhas mais velhas, que posteriormente necrosaram e caíram (MUNIZ; SILVA, 1995). Em relação aos teores desse elemento na folha para essa espécie, os mesmos autores determinaram a concentração, que variou de 18 a 5,4 g/kg nos tratamentos completo e com a ausência do nutriente, respectivamente.

A manifestação de deficiência de K em mudas de cedro (Cedrela fissilis), observada em estudos de Silva e Muniz (1995), resultou inicialmente em murchamento dos folíolos mais velhos. Em seguida, ocorreu o aparecimento de pequenos pontos cloróticos em todo o limbo foliar, que progrediram por toda

a folha, transformando-se em manchas escuras, especialmente nas margens dos folíolos, com posterior queda destes. Esses autores encontraram ainda concentrações foliares de potássio para esta espécie, que variaram entre 11,8 e 2,7 g/kg, respectivamente nos tratamentos completo e com omissão de K.

Em mudas de Eucalyptus citriodora também foram observados sintomas visuais de deficiência de K em tratamentos em que este nutriente foi omitido, que se caracterizaram por leve clorose marginal das folhas mais velhas (MAFFEIS et al., 2000). A concentração de K obtida aos 11 meses de idade pelos autores nos tratamentos completo e com omissão de K foram de 13,0 e 3,4 g/Kg, respectivamente.

O requerimento de K para um ótimo crescimento das plantas se encon- tra entre 20 e 50 g/kg na matéria seca, variando esses teores de acordo com a espécie e o órgão analisado (MARSCHNER, 1995).

Apesar dessa grande exigência de K pelas plantas, a espécie jatobá (Hymenaea coubaril L. var. stilbocarpa) apresenta baixo requerimento para os macronutrientes, principalmente o K, conforme estudos de Duboc et al. (1996b); além disso, as espécies pioneiras mostraram grande eficiência de uso desse elemento (LIMA et al.,1994).

Em plantas de óleo-copaíba (Copaifera langsdorffii) cultivadas em um Latossolo Vermelho-Amarelo também se observou pequena demanda nutri- cional para potássio (DUBOC et al., 1996a). Segundo esses mesmos autores, houve tendência de maior produção de matéria seca de parte aérea com a omissão do nutriente, em comparação ao tratamento completo; quanto ao comportamento das plantas em relação à altura e diâmetro, não houve diferença.

Em ensaios com mudas de seringueira, a aplicação de doses crescentes de potássio não provocou respostas acentuadas nas diferentes partes das plantas, à exceção da matéria seca da raiz no tratamento que não recebeu potássio. Em doses mais altas (acima de 660 mg/dm³), verificou-se deficiência de Mg induzida por excesso de K, que tem sido constatada, ou pelo menos sugerida, em solos ácidos, onde a cultura, por suas exigências nutricionais, recebe doses elevadas de adubos potássicos (ALVES et al.,1996).

As espécies pioneiras e secundárias, quando comparadas com o conjunto de espécies clímax, mostraram-se mais eficientes em adquirir o K

natural do solo, bem como aquele aplicado via fertilizante. A adição de K aumentou a absorção de N e P em algumas espécies e diminuiu a absorção de Ca e Mg em outras (SILVA et al., 1996).

A omissão de potássio não reduziu o crescimento de mudas das espécies canafístula (Senna multijuga), cedro (Cedrela fissilis), pau-ferro (Caesalpinea ferrea) e jacaré (Piptadenia gonoacantha), cultivadas em Latossolo Vermelho-Amarelo de textura média. A falta de resposta, em razão da omissão de K, poderia estar relacionada à presença de mica, mineral supridor de K no solo utilizado neste trabalho (RENÓ et al., 1997). De maneira similar, o crescimento inicial de mudas de embaúba (Cecropia sp.), fedegoso (Senna macranthera), cássia (Senna multijuga) e angico-amarelo (Peltophorum

dubium) foi indiferente à omissão de K em um Latossolo Vermelho-Amarelo

distrófico com baixa disponibilidade do nutriente (CARNIEL et al., 1993).

No entanto, as mudas de angico-amarelo (Peltophorum dubium) cultivadas em um Latossolo Vermelho-Amarelo responderam à aplicação de K, mostrando diferença significativa para a característica diâmetro do coleto entre o tratamento completo e o tratamento em que houve a omissão desse ele- mento (VENTURIN et al., 1999). Entretanto, de acordo com esses autores, não ocorreu diferença significativa para as características altura e produção de matéria seca do sistema radicular.

Em mudas de grápia (Apuleia leiocarpa) cultivadas em Argissolo Vermelho distrófico, houve resposta positiva e linear à aplicação de K, ocorrendo a partir dos 30 até os 120 dias depois da emergência e tornando-se quadrática aos 140 dias após a emergência das mudas (NICOLOSO et al., 2001). Esse efeito, segundo os mesmos autores, ocorreu porque o solo em questão apresentava teor muito baixo de potássio (16 mg/dm³).

Em mudas de Acacia holosericea e Acacia auriculiformis cultivadas em um Latossolo Vermelho-Amarelo álico de textura argilosa não se verificaram efeitos da adubação potássica nas características diâmetro do caule, altura e matéria seca da parte aérea (BALIEIRO et al., 2001).

Ausência de resposta à aplicação de potássio também foi detectada por Novais et al. (1979) em mudas de Eucalyptus grandis cultivadas em Latossolos. Todavia, mudas de jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra) cultivadas

aplicação de K para as características diâmetro do colo e altura da parte aérea, sendo possível definir a dose para formação de mudas dessa espécie em 30 mg/dm3(REIS et al., 1997).

Em um Latossolo Vermelho-Amarelo álico de textura argilosa, onde se cultivaram mudas de Mimosa tenuiflora, Paredes et al. (1995) verificaram que houve aumento da produção de matéria seca, altura e diâmetro das mudas em resposta à aplicação das diferentes doses de potássio, o que permitiu determinar o nível crítico do nutriente no solo de 16,61 mg/dm3e de 2,2 dag/kg na planta para a espécie estudada. No Latossolo variação Una álico de textura argilosa, essa mesma espécie também respondeu à aplicação de potássio. Constatou-se aumento da produção de matéria seca com o aumento de doses deste nutriente, com a máxima produção de 1,72 g obtida com uma dose equivalente a 38,0 mg/dm3de potássio; os valores de nível crítico do nutriente no solo e na planta foram de 16,6 mg/dm3 e 0,63 dag/kg, respectivamente (FERNÁNDEZ et al., 1996).

A espécie A. mangium cultivada em um Latossolo-Vermelho Amarelo álico não respondeu à adição de potássio, apesar de apresentar consumo de luxo do nutriente, conforme se verificou pelas curvas de teores de K nas folhas e no caule + ramos, ajustadas em função das doses aplicadas do nutriente (DIAS et al., 1991b). Já as mudas de taxi-branco(Sclerolobium paniculatum) cultivadas nesse mesmo solo por Dias et al. (1992) apresentaram resposta significativa para a característica matéria seca total após 190 dias do plantio. Os mesmos autores determinaram ainda o nível crítico de K de 27,4 mg de K/dm3 de solo e verificaram que os teores de K na parte aérea das plantas apresentaram tendência de acréscimo com o aumento das doses aplicadas, tendo determinado um nível crítico foliar de 0,7 dag/kg de K.