CHAPITRE II.6. LE FRANÇAIS ET SON ENSEIGNEMENT ET APPRENTISSAGE SUPÉRIEUR EN POLOGNE APRÈS 1989 SUPÉRIEUR EN POLOGNE APRÈS 1989
I. LES ÉTUDES DES PHILOLOGIES
1. LES EFFECTIFS D’ÉTUDIANTS
De acordo com Mozota (2003), a gestão de design ou design
management é a ferramenta eficaz para as empresas criarem e
implantarem uma cultura empresarial e possui uma relação estreita com o nível de industrialização do mercado relacionado à necessidade das empresas diferenciarem-se dos concorrentes.
Segundo o Manual de gestão de design (1997, p.41), o diagnóstico ou auditoria de design, como alguns autores preferem, pode ser considerado a primeira atividade da gestão de design. Diz respeito “à organização que origina os resultados, procurando corrigir mais as causas do que os efeitos”. É neste diagnóstico que apareceram as necessidades de promover projetos que resolvam o deficit, nele também se avalia se os recursos investidos são eficientes. Nesta fase, deve-se avaliar como a empresa está. A pergunta básica é: Qual é a real situação da empresa quanto a seus aspectos internos e externos, e o que a empresa tem de bom, de regular ou de ruim em seu processo administrativo?
Para o Manual de Gestão de design (1997, p.41), “a auditoria pretende saber, na organização que gera produtos e aponta para mudanças, se os recursos investidos na sua concepção são eficientes”. Esta eficácia segue em duas linhas: na primeira considera a validade do
processo criativo, na relação entre tempo e custo; e na segunda avalia a coordenação e as informações relevantes e seu fluxo. A razão da realização desta auditoria ou diagnóstico está na ideia de que, sem uma organização adequada, não é possível desenvolver produtos competitivos.
A metodologia utilizada pelo DZ - Centro de Diseño Industrial (apud Manual de gestão do design, 1997, p.42) navega em 10 dimensões alvo, das quais as 2 primeiras referem-se à gestão estratégica de design, as 5 seguintes, à gestão tática de design ou gestão do processo de design e as 3 últimas, à gestão operacional de design. Observa-se, então, que a auditoria de design, ou diagnóstico, é realizada antes de iniciar o processo de gestão de design em qualquer nível. As dimensões são as que seguem abaixo:
Cultura de empresa e relação com seu meio ambiente. Estilo de gestão e sensibilidade dos dirigentes.
Responsabilidades e estruturas criadas para desenvolvimento de produtos
Fator humano ou analise da capacidade e motivação individual para a criação de novos produtos.
Meios e recursos dedicados ao empreendimento.
Processo seguido para o DNP. Organização e procedimentos Processo seguido para melhorar os atuais produtos. Organização e procedimentos
Gestão do projeto de design Gestão de qualidade
Gestão de Inovação
Uma vez feito o diagnóstico ou auditoria, o gestor deve definir qual é o produto que irá desenvolver; segundo o manual de gestão de
design (1997, p.82), “o caderno de encargos é o documento que define o
produto”. Para Philips (2008, p.13), o caderno de encargos é utilizado geralmente por empresas que não possuem equipes internas de design e o objetivo deste caderno é reunir informações básicas sobre o projeto. O
Manual de gestão de design (1997, p.82) reforça afirmando que “é um
instrumento básico nas relações com um designer externo” e cumpre a
função de informar às equipes o que se pretende, isto é, é elemento de avaliação e mantem o foco dos projetos nos demais departamentos
envolvidos.
Assim como o processo de design, também a gestão de design é fragmentada em etapas segundo o pensamento do designer. Considerando-se as observações de alguns autores (MOZOTA, 2003; BEST, 2006; MANUAL DE GESTÃO DE DESIGN, 1997; COTEC, 2008), o quadro abaixo foi gerado para demonstrar as etapas da gestão de design no nível operacional, tático ou funcional e estratégico e a sua relação com as etapas do pensamento do designer (JONES, 1978).
Fonte: baseado em JONES (1978); MOZOTA (2003); BEST (2006); CELASCHI (2007); MANUAL DE GESTÃO DE DESIGN (1997); GIMENO (2000)
Pode-se observar, mais uma vez, que as etapas de divergência e a Quadro 15. Etapas da gestão de design nos níveis operacional, tático e
estratégico
transformação divergente são importantes para o sucesso do projeto e que é nelas que ocorrem a extração e a conversão do conhecimento.
Para que a gestão de design seja eficaz é necessário criatividade nas tomadas de decisão consciente. A tomada de decisão formal nas organizações é estruturada por procedimentos e regras que especificam papéis, métodos e normas (CHOO, 2003). A decisão é um processo de análise da escolha das alternativas disponíveis; para que isso ocorra, é necessário que o tomador de decisão tenha acesso à informação e ao conhecimento sobre a organização.
De acordo com Choo (2003 p.302), a tomada de decisão na organização requer informações capazes de reduzir a incerteza ao mínimo, de três maneiras. Primeiro, a informação é necessária para estruturar uma escolha de solução. A estruturação de um problema determina os tipos e conteúdos das informações que serão necessárias para a tomada de decisão. Em segundo lugar, a informação é necessária para definir preferências e selecionar regras. Regras são ativadas mediante a comparação entre informações que descrevem situações conhecidas e reações aprendidas. Em terceiro lugar, são necessárias informações sobre alternativas viáveis e suas possíveis consequências.
As etapas da gestão de design, independente do seu nível, são impregnadas de momentos de tomada de decisão. O tomador de decisão é o gestor de design; portanto, este deve utilizar, de maneira eficiente, os métodos de extração e conversão do conhecimento. Como a organização em estudo é uma organização colaborativa, impregnada de conhecimento tácito e implícito, a extração deve considerar esses conhecimentos. Para tanto, deve-se adotar uma abordagem para inovação centrada no ser humano, muito utilizado por designers. Esses observam como as pessoas se comportam e como o contexto de suas experiências afeta as suas reações, em relação a produtos e serviços.
Designers levam em conta o significado emocional das coisas, ao
mesmo tempo em que o seu desempenho funcional. A abordagem centrada no ser humano é uma das características do design thinking; portanto, no intuito de evidenciar a natureza conceitual das organizações colaborativas e utilizar como diferenciação, é necessário compreender o termo design thinking.