10. Instructions fréquentes en Python
10.2 Les variables
10.6.2 Lecture dans un chier texte
O interesse pelo desenvolvimento da inteligência, pela seleção e aproveitamento dos mais talentosos para determinadas funções tem sido observado nas mais diversas culturas, desde as mais remotas épocas. Há, inclusive, evidências esparsas de que os jovens que possuíam talentos específicos eram reconhecidos, e mesmo segregados, a fim de receber tratamento especial (ALENCAR; FLEITH, 2001).
Guenther (2006) descreve que, na cultura chinesa, existia uma casa comum conhecida como “Palácio das Crianças”, com o objetivo de acolher as crianças mais talentosas nas diversas áreas do saber e do fazer. Nessa casa comum:
[...] as crianças tinham acesso a vários estímulos que se sucediam por meio de objetos, livros, gravuras, brinquedos, brincadeiras e jogos individuais e grupais, hortas, plantas, dentre outros. Permitia-se assim, através do convívio espontâneo, livre, sem um plano estruturado, o acesso a diversas experiências que serviam para despertar na criança algum interesse ou curiosidade. Além dos alunos identificados como talentosos pelos professores e comunidade, o Palácio também era frequentemente visitado por alunos de turmas escolares. Na medida em que se observava e identificava uma criança mais curiosa, envolvida ou interessada em alguma coisa que os demais, passavam-se então as práticas de ensino específico para essa criança (GUENTHER, 2006, p. 18).
A função dos educadores chineses, segundo Cotrim (1982), era preparar bons dirigentes para a sociedade, promovendo, entre os discípulos, a prática das virtudes morais como o equilíbrio, a moderação e a tolerância. Era comum o caso de famílias, gerações inteiras, concorrerem ao mesmo exame, tornando o afunilamento terrível, um milhão de pessoas almejando e apenas algumas centenas sendo selecionadas, devido ao rigor desses exames públicos.
A esse respeito:
A matéria de estudo para estes exames estava contida nos livros clássicos do filósofo Confúcio: livro dos Versos, livro da História, livro dos Ritos, livro das Adivinhações e Crônica de Lou. O exame consistia em trabalhos escritos em que o candidato deveria repetir integralmente o pensamento de Confúcio e interpretá-lo da maneira tradicional. Portanto, a preparação para o exame concentrava-se, fundamentalmente, no treino da memória (COTRIM; PARISI, 1982, p. 69).
Notadamente a habilidade literária, que se manifestava através da produção de poesias e ensaios, era demasiado valorizada na cultura chinesa, solicitando, desse modo, uma memória ou um raciocínio excepcional.
Os chineses, no período imperial, utilizavam-se também de procedimentos para selecionar altos funcionários. O aspirante ao cargo público precisava trilhar uma longa caminhada educativa, que compreendia vários estágios: uma fase elementar da educação com o aprendizado da leitura e da escrita, que se iniciava com a gradual leitura do complicado alfabeto chinês e depois prosseguia com a escrita dos seus caracteres, cuja beleza indicava, para os chineses, nobreza de sentimentos e elevação moral. Após essa fase elementar, iniciava-se, então, o estágio superior, cuja matéria de estudo solicitava a memorização dos textos clássicos com os seus principais comentários e redações, também exigidos nos exames, que imitavam a forma literária dos mesmos (COTRIM; PARISI, 1982; ESCORZA, 2003; WADDINGTON, 1980).
A Grécia foi também um dos países civilizados onde uma grande atenção aos jovens talentosos foi dada há mais de dois mil anos. Situada entre as mais desenvolvidas civilizações da Antiguidade, a Grécia possuía, como suporte desse desenvolvimento, um notável acúmulo de saber, guardado na mente dos homens e da sociedade, que era transmitido de geração em geração, através do processo educacional. O bom funcionamento do Estado dependia da liderança, da tomada de decisões e da capacidade de planejamento de seus cidadãos. Para indicar essa preocupação com a elevação do talento intelectual, os gregos criaram os termos Pedagogia e pedagogo, que possuem o seguinte significado etimológico:
paidos = criança e agogos = condutor, guia. Pedagogia seria, então, a forma de conduzir as
crianças através da Educação (COTRIM; PARISI, 1982; METTRAU, 1995).
Notadamente Platão (427 a.C – 347 a.C.), filósofo grego, identificou e valorizou as denominadas “crianças de ouro”, orientando que fossem planejadas práticas adequadas ao desenvolvimento de sua liderança. O filósofo afirmava que a boa educação das crianças e jovens consistia em dar ao corpo e à alma toda a beleza e perfeição de que são capazes. Platão via a inteligência como a mais alta virtude da alma e a causa mais eficiente e suprema da ordem no cosmos. Percebida como uma virtude ética, a inteligência estaria muito próxima do que entendemos hoje por sabedoria.
Segundo os moldes da academia de Platão, descrita em sua famosa obra A
República ou Politeia (380 a. C), essas crianças de ouro seriam educadas comunitariamente
pelo Estado e longe dos pais, com o intuito de prepará-las para serem filósofos-governantes e, dentre eles, sair o filósofo-rei. Tal recomendação confrontava-se diretamente com a ideia de que a liderança deveria caber à elite da aristocracia, a qual era determinada hereditariamente. Quanto à educação da mulher, praticamente inexistia. Elas eram preparadas nas práticas esportivas para que seus corpos fossem moldados e assim poderiam arcar com a geração de
filhos robustos e sadios, os afazeres e responsabilidades do lar (ALENCAR; FLEITH, 2001; COTRIM, 1982; WADDINGTON, 1980).
Já Aristóteles (384-322 a. C) distinguia dois tipos de virtude indispensáveis na formação integral de um líder: a moral - concebida como a coragem, temperamento e liberalidade - e a intelectual, que compreendia a sabedoria e o entendimento. A sabedoria estaria inseparavelmente conectada às virtudes morais dos elementos afetivos da alma e a inteligência seria o ingrediente fundamental para que a pessoa pudesse fazer um julgamento acurado das circunstâncias em que sua decisão fosse tomada. Aristóteles argumentava, também, que a virtude intelectual tem seu nascimento e crescimento devidos principalmente à Educação (ARMSTRONG, 2004; VIRGOLIM; KONKIEWITZ, 2014).
Influenciados pelos ensinamentos de Platão e Aristóteles, dentre outros filósofos, a sociedade ateniense se dirigia, principalmente, aos talentos intelectuais, enquanto a sociedade espartana se voltava essencialmente ao preparo do corpo para a guerra. Dessa forma, a educação heroica visava preparar o jovem tanto para a guerra como para a eloquência nas assembleias.
Assim sendo:
Os ensinamentos aos jovens guerreiros eram ministrados pelos nobres, em seus palácios, e a parte básica da educação era dedicada ao preparo físico, através de exercícios práticos, onde se disputavam diversos esportes. Aprendiam, também, a manejar armas, principalmente o arco e a flecha. Não obstante esta orientação predominante, os educadores procuravam desenvolver nos jovens os valores morais e de conduta, para que eles também se tornassem perfeitos cavalheiros (COTRIM, 1982, p. 91).
A educação espartana era rígida e estritamente de caráter militar. Aos sete anos de idade, o menino deixava de pertencer ao lar onde tinha recebido os primeiros ensinamentos, uma vez que sua educação era delegada ao Estado. Essa educação não era ministrada em escolas, mas em acampamentos, nos moldes militares, ao ar livre. Dessa maneira, o jovem espartano era educado para o ideal patriótico e o seu próprio corpo era tido como a principal arma de combate e, por causa disso, a criança, se não fosse sadia ao nascer, era sacrificada. Já as crianças sadias e robustas, juntamente com a preparação física, aprendiam a ler e a escrever poemas homéricos, a base da educação, cujos principais episódios eram comentados pelo professor (COTRIM; PARISI, 1982).
O ensino e a aprendizagem dos poemas homéricos também se faziam presentes na educação ateniense, que era voltada principalmente para os aspectos intelectuais e o despertar da razão. A partir dos sete anos, acompanhadas por um escravo chamado pedagogo, as crianças começavam a frequentar as escolas particulares da elite aristocrática, onde se
ensinava a ler, escrever e a contar. Depois de superadas as dificuldades de aprendizagem das primeiras letras, ensinavam-se à criança, fundamentalmente, Literatura e Música. Cumpre mencionar que a memorização dos poemas de Homero constituía a base de toda a instrução.
Com efeito:
O escolar devia aprender de memória passagens inteiras dos poemas homéricos e, depois, recitar para os colegas de classe e para o professor. Em seguida, o professor comentava as cenas recitadas pelos alunos, destacando o seu sentido e extraindo exemplos de valor, dignidade, amor à pátria e lealdade, que eram propostos como ideais que o aluno deveria realizar (COTRIM, 1982, p. 94).
Além do talento literário, os atenienses enalteciam o valor do talento musical como elemento formativo da sensibilidade. Seu ensino compreendia tanto a aprendizagem da flauta e da lira, como o canto coral e a dança. A partir dos 14 anos de idade, os talentos para os esportes começavam a ser incentivados e os exercícios físicos começavam a ser importantes na educação, porém a educação física não era realizada nas escolas, mas num local separado chamado ginásio, sob a supervisão de um professor especial. Isso porque o ideal ateniense era encontrar o perfeito equilíbrio entre a educação física e a educação espiritual. Dos 18 aos 20 anos, o jovem era encaminhado para o serviço militar e, ao seu término, ganhava o privilégio de participar dos direitos e responsabilidades dos cidadãos (COTRIM; PARISI, 1982).
Alexandre (356 a.C. - 323 a.C.) foi educado pelo filósofo Aristóteles até os 16 anos. Depois que seu pai Filipe foi assassinado, em 336 a.C., Alexandre o sucedeu e herdou um reino forte e um exército experiente. Ao liderar a expansão militar do seu império, procurou disseminar a cultura grega entre os povos conquistados, e, na proporção que influenciavam culturalmente esses povos, eram também influenciados. Como resultado desse processo de interação cultural, surgiu a “cultura helenista” com a invenção da Geometria, Trigonometria, dentre outras, alterando, profundamente, a vida educacional da Grécia, caracterizada pela implantação das escolas públicas, não custeadas pelo Estado, mas pelas próprias cidades. Mas isso não eliminou as escolas particulares: elas continuaram a existir e os alunos pagavam aos professores para receber os seus ensinamentos (ARRUDA, 1983; COTRIM, 1982).
Nesse último período, a educação física deixou de merecer papel de destaque, passando a constituir preocupação maior, na educação das crianças e jovens, o desenvolvimento do aspecto intelectual numa perspectiva de memorização. A disciplina era muito rígida e os alunos eram submetidos a castigos corporais.
Aos sete anos de idade, começava o ensino primário. Ao conclui-lo, o aluno, sendo pobre, iniciava a aprendizagem de um ofício e, possuindo condições financeiras, prosseguia no curso secundário, no qual predominava o ensino literário. No ensino secundário, ensinava-se, também, a Matemática e a Astronomia, apesar das Ciências serem relegadas ao segundo plano. A Universidade de Atenas era frequentada pelos efebos4, que passavam a receber uma educação que não visava ao aspecto militar, mas era baseada numa cultura geral e científica. Cultivava-se o gosto pela Filosofia e pela Retórica (COTRIM, 1982).
Gradativamente, surgiu um importante movimento filosófico em Atenas, liderado pelos sofistas, talentosos na arte de manejar as palavras e persuadir os outros. Um dos maiores sofistas gregos foi Protágoras (481 a.C – 410 a.C), que teve grande êxito, sobretudo entre os jovens. Sua base doutrinária está contida na sua célebre frase: “O homem é a medida de todas as coisas” e, por isso, deveria orgulhar-se de si mesmo, de sua mente e de seu corpo. O movimento sofista foi, com o tempo, desvirtuado de seus reais objetivos, quando a sabedoria começou a ser vendida como uma mercadoria qualquer. Se a mentira fosse conveniente e o freguês ofertasse um preço generoso, usavam sua inteligência para satisfazer os interesses pessoais de quem pagasse o preço melhor, e por isso se especializavam na arte de defender os prós e os contras de uma mesma ideia.
Reagindo contra essas teorias sofistas, que disseminaram a descrença na mente da juventude, surgiu o filósofo Sócrates (469 a. C – 399 a.C), como marco divisório na história da Filosofia Grega. Vindo de origem muito simples, com pai escultor e mãe parteira, a princípio, foi encaminhado para se dedicar à arte do pai, mas eis que uma “voz interior” despertou, em Sócrates, a missão de educar a juventude. Com talento e coragem, Sócrates se entregou a essa missão por toda a vida.
Em termos educacionais, seu lema de filosofia constituía-se na recomendação básica:
‘Conhece-te a ti mesmo, pois assim, tu compreenderás tudo o que és e saberás o que podes e deves fazer’, dizia Sócrates. Através do ‘conhece-te a ti mesmo’, isto é, do autoconhecimento, o indivíduo seria capaz de identificar em si mesmo os princípios do Universo, pois tudo é regido por uma única lei, do micro ao macrocosmo. Sócrates propunha que, para alcançar a virtude, a mente precisava ser treinada e disciplinada através de exercícios. O seu processo de disciplina mental tinha como ponto de partida o próprio indivíduo (COTRIM, 1982, 94).
4 Efebo é uma palavra grega que significa adolescente. Na Grécia Clássica, estava destinado seu uso aos Varões
Atenienses de 18 a 20 anos, que eram instruídos na efebeia, uma espécie de serviço militar. Disponível em: < http://www.dicionarioinformal.com.br/efebo>. Acesso em: 06 nov. 2017.
Através do seu método pedagógico com base no ‘conhece-te a ti mesmo’, Sócrates criou uma técnica de ensino, no século IV a.C, denominada maiêutica5. Com efeito, o referido filósofo apresentou um profundo processo educativo quando procurava trazer à luz e desabrochar, em seus discípulos, as virtudes que, segundo ele, já estavam no fundo de suas mentes. Portanto, sua missão era ajudar seus discípulos a apresentarem, ao mundo, suas próprias ideias pelo caminho ativo do autonhecimento.
Na Idade Média, a Filosofia ensinada nas escolas ou escolástica era considerada “serva da teologia” (ancilla theologiae), porque a razão se encontrava a serviço da fé. Visava à conversão dos fiéis pelo princípio da autoridade. O scholasticus era o professor das Artes Liberais e, mais tarde, também o professor de Filosofia e Teologia, oficialmente chamado de
magister. No período áureo da Escolástica (séculos XII e XIII), os teólogos procuraram apoiar
a fé na razão, a fim de melhor justificar as crenças, sendo necessário o trabalho da argumentação, sustentável por um sistema lógico de exposição e defesa dos pontos de vista (ARANHA, 2006).
Durante a Idade Média, a educação foi mediada pela fé. Predominou o teocentrismo e tudo girava em torno do dualismo entre o bem e o mal em termos comportamentais. No século XII, os denominados hereges se disseminaram por toda a Europa, quando então foi criada a Santa Inquisição (ou Santo Ofício), como instrumento de combate aos desvios da fé. Outros movimentos surgiram como o Cisma Grego (século XI), a Reforma Protestante (século XVI) e a Contrarreforma (século XVI). Os movimentos eram de cunho religioso, mas também da rebeldia que surgia nas cidades, que começavam a se libertar dos senhores feudais e das restrições econômicas a juros, feitas pela igreja. Nesse ínterim, os indivíduos talentosos e criativos, que se destacavam por suas façanhas e proezas, eram tidos como inspirados por demônios, apontados como hereges e queimados como bruxos (ARANHA, 2006; PEREIRA, 2000).
A História registra ainda que, no século XV, um sultão, na Turquia, fundou uma escola em um palácio em Constantinopla e periodicamente enviava soldados por todo o império, a fim de recrutar meninos e jovens talentosos, independentemente da classe social a que pertenciam. Nessas escolas palacianas, eles recebiam um treinamento e estímulos adequados ao aprimoramento da sua capacidade de liderança com o intuito de posteriormente poderem assumir altos postos no governo imperial (PEREIRA, 2000; VIANA, 2005).
5 Maiêutica: etimologicamente significa “técnica de trazer à luz” através do uso de perguntas. Método de ensino
que se dividia em duas fases: a da ironia e a da maiêutica. Na primeira, a maiêutica destrói os conceitos e, na segunda, ajuda a reconstruí-los, transitando do básico ao elaborado, “parindo” noções cada vez mais complexas Disponível em: <http://www.infoescola.com/filosofia/maieutica>. Acesso em: 06 nov. 2017.
No período renascentista6, com o advento do humanismo, proliferaram-se colégios e manuais para alunos e professores. Educar tornou-se uma nova exigência, conforme a concepção de ser humano emergente. Enquanto os filhos dos mais ricos ou da alta nobreza continuavam a ser educados por preceptores em seus próprios castelos, a pequena nobreza e a burguesia também queriam educar seus filhos e os encaminhavam para a escola, na esperança de melhor prepará-los para a liderança e a administração da política e dos negócios. Já os interesses da educação de segmentos populares, em geral, não eram levados em conta, restringindo-se à aprendizagem de ofícios (ARANHA, 2006).
Vianna (2000) ousa dizer que a avaliação surgiu com o próprio homem, se entendermos por avaliação o que o homem observa e julga, isto é, avalia. Assim sendo, avaliação e medidas educacionais foram confundidas até o surgimento, nos anos iniciais da década de 1930, do trabalho empreendido por Ralph W. Tyler (1902–1994). A medida pode ser um momento inicial, mas não é sinônimo de avaliação, que se concretiza quando ocorre um julgamento de valor, na visão de Scriven (1967), ao analisar os seus desdobramentos metodológicos.
Diante do exposto, podemos inferir que houve alguma forma de avaliação diagnóstica dos mais talentosos, com fins variados, desde os tempos mais remotos: seja para fins educativos ou seletivos. Com o passar do tempo, os talentos físicos e artísticos deixaram de ocupar papel de destaque, passando os dirigentes públicos a se preocuparem, prioritariamente, com a elevação do talento intelectual, tendo em vista a preparação de bons líderes para a sociedade em transformação. Assim, era comum a identificação de crianças e jovens para que seu potencial de liderança fosse desenvolvido mediante um tratamento especial. A avaliação diagnóstica da liderança e a seletividade dos mais talentosos era uma preocupação educativa na Antiguidade (ALENCAR; FLEITH, 2001; COTRIM, 1982).
Destacaremos, a seguir, as quatro gerações da Avaliação Educacional, desde a primeira geração dos testes psicométricos, com procedimentos de mensuração da inteligência, limitados ao aspecto intelectual e acadêmico, até chegarmos à quarta geração da negociação e prestação de contas.
6 O Renascimento foi um movimento que representou uma profunda ruptura com um modo de vida mergulhado
nas sombras do fanatismo religioso da Idade Média, para então despertar em uma esfera materialista e antropocêntrica Moderna. Agora o centro de tudo se deslocava para o Ser Humano. Valorizavam-se o talento e a capacidade individual de cada um. Disponível em: <https://www.infoescola.com/movimentos- culturais/renascimento>. Acesso em: 06 nov. 2017.