• Aucun résultat trouvé

LE COEFFICIENT DE FRICTION D’APRÈS LE CNES

Os resultados obtidos pelos métodos e análises empregados no presente estudo produziram as seguintes conclusões:

 Os itens de maior escore da EBRC para a amostra foram: “não sabia sobre PRCV”, “outros problemas de saúde”, “distância”, “meu médico não achou necessário”, “custos” e “viagem”;

 Não houve diferença significativa nos escores médios gerais de barreiras entre pacientes de serviços de saúde públicos e privados, porém, usuários de serviços públicos experimentaram maiores barreiras para uso de PRCV;

 Custo, transporte, percepção de idade avançada, falta de referência médica, falta de resposta dos PRCV e demora para iniciar foram maiores barreiras em pacientes atendidos nos serviços públicos;

 O desconhecimento sobre PRCV foi uma barreira que não diferiu significativamente entre os serviços públicos e privados de saúde;

 A demora para referência e início dos PRCV e a noção de poder controlar o problema do coração foram as maiores barreiras para captação em elegíveis em serviços públicos e privados, respectivamente;

 As barreiras para aderência de participantes em PRCV estiveram relacionadas ao fator acesso para usuários do serviço público e ao fator viagens/conflitos de trabalho para usuários do serviço privado;

 Não houve diferença significativa no escore médio geral de barreiras entre os pacientes internados e aqueles em consultas ambulatoriais, porém, não ter energia e a falta de resposta dos PRCV foram barreiras percebidas e significativamente maiores em enfermarias do que em ambulatórios;

Este foi um estudo pioneiro na comparação de barreiras para uso de PRCV entre diferentes coberturas de serviços de saúde e níveis de tratamento. A versão brasileira da CRBS foi de extrema utilidade para o diagnóstico das barreiras. O relato de pacientes em diferentes níveis de tratamento e coberturas de serviços de saúde permitiu o mapeamento estratégico para futuras intervenções educativas para pacientes e profissionais. Análises específicas por status de participação evidenciaram os domínios com maiores implicações e as principais barreiras para captação e aderência de pacientes em PRCV, conferindo maior clareza sobre a origem das barreiras, seja ela pessoal, profissional ou sistêmica.

A abordagem comparativa deste estudo permitiu uma investigação ampla das barreiras frente às peculiaridades do sistema de saúde brasileiro e aos estudos já realizados. No entanto, nossos resultados devem ser ponderados devido a algumas limitações. Em primeiro lugar, as barreiras para conclusão dos PRCV não foram identificadas, uma vez que não investigamos motivos de saída entre os participantes. Depois, as barreiras em pacientes internados não foram reavaliadas pós-alta hospitalar, referência médica ou decisão pessoal.

Em segundo lugar, o tamanho amostral projetado não foi alcançado, o que limita a validade externa de nossos resultados para outros estados, regiões e países. Além disso, algumas características clínicas e sociodemográficas dos pacientes diferiram significativamente entre as coberturas de saúde e entre os níveis de tratamento e podem ter influenciado nas barreiras identificadas.

Apesar do caráter comparativo do presente estudo, ressalta-se ainda a carência de estudos multicêntricos e de comparação com outras regiões do país, considerando também avaliações em seguimento e desfechos como conclusão dos PRCV. Espera-se que esta pesquisa possa agregar informações úteis e fundamentar o desenvolvimento de estratégias de intervenção.

REFERÊNCIAS

1. Herdy AH, López-Jiménez F, Terzic C, Milani M, Stein R, Carvalho T, et al. South American Guidelines for Cardiovascular Disease Prevention and Rehabilitation. Arq Bras Cardiol. 2014;103(2),1-31.

2. World Health Organization (WHO). Cardiovascular diseases (CVDs). Facts sheet [internet] 2017. [Acesso em 22 de janeiro de 2018]. Disponível em:

http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs317/en/

3. Arena R, Myers J, Williams MA, Gulati M, Kligfield P, Balady GJ, et al. Assessment of functional capacity in clinical and research settings: A scientific statement from the American Heart Association committee on exercise, rehabilitation, and prevention of the council on clinical cardiology and the council on cardiovascular n. Circulation. 2007;116(3):329–43.

4. Racca V, Spezzaferri R, Modica M, Mazzini P, Jonsdottir J, De Maria R, et al. Functioning and disability in ischaemic heart disease. Disabil Rehabil. 2010; 32(S1): S42–S49.

5. Bloom DE, Cafiero ET, Jané-Llopis E, Abrahams-Gessel S, Bloom LR, Fathima SF, et al. The Global Economic Burden of Non-communicable Diseases. Geneva: World Econ Forum. 2011.

6. Balady GJ, Ades PA, Bittner VA, Franklin BA, Gordon NF, Thomas RJ, et al. Referral, enrollment, and delivery of cardiac rehabilitation/secondary prevention programs at clinical centers and beyond: A presidential advisory from the american heart

association. Circulation. 2011;124(25):2951–60.

7. Le Grande MR, Jackson AC, Murphy BM, Thomason N. Relationship between sleep disturbance, depression and anxiety in the 12 months following a cardiac event. Psychol Health Med. 2016;21(1):52–9.

8. Chew DP, Amerena J V, Coverdale SG, Rankin JM, Astley CM, Soman A, et al. Invasive management and late clinical outcomes in contemporary Australian

management of acute coronary syndromes: observations from the ACACIA registry. Med J Aust. 2008 Jun 16;188(12):691–7.

9. Roger VL, Go AS, Lloyd-Jones DM, Benjamin EJ, Berry JD, Borden WB, et al. Heart Disease and Stroke Statistics--2012 Update: A Report From the American Heart Association. Circulation. 2012 Jan 3;125(1):e2–220.

10. Lozano R, Naghavi M, Foreman K, Lim S, Shibuya K, Aboyans V, et al. Global and regional mortality from 235 causes of death for 20 age groups in 1990 and 2010: A systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2010. Lancet.

11. Mansur AP, Favarato D. Trends in Mortality Rate from Cardiovascular Disease in Brazil, 1980-2012. Arq Bras Cardiol. 2016; 107 (1), 20–25.

12. Baena CP, Chowdhury R, Schio NA, Sabbag AE, Guarita-Souza LC, Olandoski M, et al. Ischaemic heart disease deaths in Brazil: Current trends, regional disparities and future projections. Heart. 2013;99(18):1359–64.

13. Polanczyk CA, Ribeiro JP. Coronary artery disease in Brazil: Contemporary management and future perspectives. Heart. 2009;95(11):870–6.

14. Rebelo FPV, Garcia AS, Andrade DF, Werner CR, Carvalho T. Resultado Clínico e Econômico de um Programa de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica. Arq Bras Cardiol,. 2007;88(3):321–8.

15. Perk J, De Backer G, Gohlke H, Graham I, Reiner Ž, Verschuren M, et al. European Guidelines on cardiovascular disease prevention in clinical practice (version 2012). Eur Heart J. 2012;33(13):1635–701.

16. Heran BS, Chen JMH, Ebrahim S, Moxham T, Oldridge N, Thompson DR, et al. Europe PMC Funders Group Exercise-based cardiac rehabilitation for coronary heart disease. Cochrane Database Syst Rev. 2014;(7).

17. Whalley B, Rees K, Davies P, Bennett P, Ebrahim S, Liu Z, et al. Psychological interventions for coronary heart disease. Cochrane Database Syst Rev. 2011; (8): CD002902.

18. Wright RS, Anderson JL, Adams CD, Bridges CR, Casey DE, Ettinger SM, et al. 2011 ACCF/AHA Focused Update of the Guidelines for the Management of Patients With Unstable Angina/Non–ST-Elevation Myocardial Infarction (Updating the 2007 Guideline). J Am Coll Cardiol. 2011 May; 57(19):1920–59.

19. Kwan G, Balady GJ. Cardiac rehabilitation 2012 advancing the field through emerging science. Circulation. 2012;125(7); e369-e373.

20. Smith SC, Benjamin EJ, Bonow RO, Braun LT, Creager MA, Franklin BA, et al. AHA/ACCF secondary prevention and risk reduction therapy for patients with

coronary and other atherosclerotic vascular disease: 2011 update: A guideline from the American Heart Association and American College of Cardiology Foundation.

Circulation. 2011;124(22):2458–73.

21. Thomas RJ, King M, Lui K, Oldridge N, Pina IL, Spertus J. AACVPR/ACCF/AHA 2010 Update: Performance Measures on Cardiac Rehabilitation for Referral to Cardiac Rehabilitation/Secondary Prevention Services: A Report of the American Association of Cardiovascular and Pulmonary Rehabilitation and the American College .

22. Thomas RJ, King M, Lui K, Oldridge N, Piña IL, Spertus J. AACVPR/ACC/AHA 2007 performance measures on cardiac rehabilitation for referral to and delivery of cardiac rehabilitation/secondary prevention services. Circulation. 2007;116(14):1611– 42.

23. Downing J, Balady GJ. The role of exercise training in heart failure. J Am Coll Cardiol. 2011;58(6):561–9.

24. Flynn KE, Piña IL, Whellan DJ, Lin L, Blumenthal JA, Ellis SJ, et al. Effects of Exercise Training on Health Status in Patients With Chronic Heart Failure: HF- ACTION Randomized Controlled Trial. Jama. 2009;301(14):1451–9.

25. Sagar VA, Davies EJ, Briscoe S, Coats AJS, Dalal HM, Lough F, et al. Exercise-based rehabilitation for heart failure: systematic review and meta-analysis. Open Hear. 2015;2(1):e000163.

26. Anderson L, Oldridge N, Thompson DR, Zwisler AD, Rees K, Martin N, et al.

Exercise-Based Cardiac Rehabilitation for Coronary Heart Disease. J Am Coll Cardiol. 2016;67(1):1–12.

27. Turk-Adawi K, Sarrafzadegan N, Grace SL. Global availability of cardiac rehabilitation. Nat Rev Cardiol. 2014 Jul 15;11(10):586–96.

28. Moghei M, Turk-Adawi K, Isaranuwatchai W, Sarrafzadegan N, Oh P, Chessex C, et al. Cardiac rehabilitation costs. Int J Cardiol. 2017;244:322–8.

29. Wong WP, Feng J, Pwee KH, Lim J. A systematic review of economic evaluations of cardiac rehabilitation. BMC Health Serv Res. 2012;12:243.

30. Oldridge NB, Pakosh MT, Thomas RJ. Cardiac rehabilitation in low- and middle- income countries: A review on cost and cost-effectiveness. Int Health. 2015;8(2):77– 82.

31. Dalal HM, Doherty P, Taylor RS. Cardiac rehabilitation. BMJ. 2015 Sep 29; 351:h5000.

32. Bethell H, Lewin R, Evans J, Turner S, Allender S, Petersen S. Outpatient cardiac rehabilitation attendance in England: variability by region and clinical characteristics. J Cardiopulm Rehabil Prev. 2008;28(6):386–91.

33. Dunlay SM, Witt BJ, Allison TG, Hayes SN, Weston SA, Koepsell E, et al. Barriers to participation in cardiac rehabilitation. Am Heart J. 2009 Nov;158(5):852–9.

34. Lavie CJ, Thomas RJ, Squires RW, Allison TG, Milani R V. Exercise training and cardiac rehabilitation in primary and secondary prevention of coronary heart disease. Mayo Clin proceedingsMayo Clin. 2009;84(4):373–83.

35. Sun EY, Jadotte YT, Halperin W. Disparities in cardiac rehabilitation participation in the United States: A systematic review and meta-analysis. J Cardiopulm Rehabil Prev. 2017;37(1):2–10.

36. Aragam KG, Dai D, Neely ML, Bhatt DL, Roe MT, Rumsfeld JS, et al. Gaps in referral to cardiac rehabilitation of patients undergoing percutaneous coronary intervention in the United States. J Am Coll Cardiol. 2015;65(19):2079–88.

37. de Melo Ghisi GL, Oh P, Benetti M, Grace SL. Barriers to cardiac rehabilitation use in Canada versus Brazil. J Cardiopulm Rehabil Prev. 2013;33(3):173–9.

38. Borghi-Silva A, Mendes RG, Trimer R, Cipriano G. Current trends in reducing cardiovascular disease risk factors from around the world: Focus on cardiac rehabilitation in Brazil. Prog Cardiovasc Dis. 2014;56(5):536–42.

39. Castinheiras Neto AG, Turco VM, Venturim FO, Farinatti PDTV. Reabilitação Cardíaca após Alta Hospitalar no Sistema Público de Saúde do Município do Rio de Janeiro. Rev da Socerj. 2008; 21(6):399–403.

40. Ragupathi L, Stribling J, Yakunina Y, Fuster V, McLaughlin MA, Vedanthan R. Availability, Use, and Barriers to Cardiac Rehabilitation in LMIC. Glob Heart. 2017; 12(4), 323-334.

41. Mair V, Breda AP, Eduardo M, Nunes B, Diniz L, Janot N. Avaliação da aderência ao programa de reabilitação cardíaca em um hospital particular geral Evaluating

compliance to a cardiac rehabilitation program in a private general hospital. Einstein. 2013;11(11):278–84.

42. Astley CM, Neubeck L, Gallagher R, Berry N, Du H, Hill MN, et al. Cardiac

rehabilitation: Unraveling the complexity of referral and current models of delivery. J Cardiovasc Nurs. 2017;32(3):236–43.

43. Taylor GH, Wilson SL, Sharp J. Medical, psychological, and sociodemographic factors associated with adherence to cardiac rehabilitation programs: A systematic review. J Cardiovasc Nurs. 2011;26(3):202–9.

44. Barros AL, Santos RZ, Bonin CDB, Ghisi GLM, Grace S, Benetti M. Diferentes Barreiras para Reabilitação Cardíaca. Rev Bras Cardiol. 2014;27(4):293–8.

45. de Melo Ghisi GL, dos Santos RZ, Aranha EE, Nunes AD, Oh P, Benetti M, et al. Perceptions of barriers to cardiac rehabilitation use in Brazil. Vasc Health Risk Manag. 2013; 9 (1):485–91.

46. Costa LS, Oliveira NF, Montemezzo D, Chaves GSS, Sérvio TC, Brito RR. Knowledge about coronary artery disease and barriers to attending cardiac

rehabilitation.ASSOBRAFIR Ciência 2016; 7(2):45–56.

47. Netto AS, Araujo PB, Lima DP, Sties SW, Gonzales AI, Aranha EE et al. Análise da aderência em diferentes programas de reabilitação cardíaca : estudo preliminar. Cinergis. 2016;17(2):140–5.

48. Ilarraza HL, Herrera RF, Lomelí AR, Zavala JR, Martínez LR, Ramos FB, et al. National Registry of Cardiac Rehabilitation Programs in México. Arch Cardiol México, 2009;79(1):63–72.

49. Kotseva K, Wood D, De Backer G, De Bacquer D. Use and effects of cardiac

rehabilitation in patients with coronary heart disease: Results from the EUROASPIRE III survey. Eur J Prev Cardiol. 2013;20(5):817–26.

50. Avram A, Iurciuc S, Craciun L, Avram C, Iurciuc M, Sarau C, et al. Euroaspire III Romania - The need to reinforce cardiac rehabilitation in patients with coronary artery disease. Timisoara Med J. 2010;60(4):299–304.

51. Moradi B, Maleki M, Esmaeilzadeh M, Abkenar HB. Physician-related factors affecting cardiac rehabilitation referral. J Tehran Univ Hear Cent. 2011;6(4):187–92. 52. Neubeck L, Freedman SB, Clark AM, Briffa T, Bauman A, Redfern J. Participating in

cardiac rehabilitation: a systematic review and meta-synthesis of qualitative data. Eur J Prev Cardiol. 2012;19(3):494–503.

53. Gallagher R, Neubeck L, Du H, Astley C, Berry NM, Hill MN, et al. Facilitating or getting in the way? the effect of clinicians’ knowledge, values and beliefs on referral and participation. Eur J Prev Cardiol. 2016;23(11):1141–50.

54. Ghisi GLM, Polyzotis P, Oh P, Pakosh M, Grace SL. Physician factors affecting cardiac rehabilitation referral and patient enrollment: A systematic review. Clin Cardiol. 2013;36(6):323–35.

55. McMurray JJV, Adamopoulos S, Anker SD, Auricchio A, Bohm M, Dickstein K, et al. ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure 2012: The Task Force for the Diagnosis and Treatment of Acute and Chronic Heart Failure 2012 of the European Society of Cardiology. Developed in collaboration with the Heart. Eur Heart J. 2012;33(14):1787–847.

56. Gurewich D, Prottas J, Bhalotra S, Suaya JA, Shepard DS. System-level factors and use of cardiac rehabilitation. J Cardiopulm Rehabil Prev. 2008;28(6):380–5.

57. Parker K, Stone JA, Arena R, Lundberg D, Aggarwal S, Goodhart D, et al. An Early Cardiac Access Clinic Significantly Improves Cardiac Rehabilitation Participation and Completion Rates in Low-Risk ST-Elevation Myocardial Infarction Patients. Can J Cardiol. 2011;27(5):619–27.

58. Collins ZC, Suskin N, Aggarwal S, Grace SL. Cardiac rehabilitation wait times and relation to patient outcomes. Eur J Phys Rehabil Med. 2015;51(3):301–9.

59. Dafoe W, Arthur H, Stokes H, Morrin L, Beaton L. Universal access: But when? Treating the right patient at the right time: Access to cardiac rehabilitation. Can J Cardiol. 2006;22(11):905–11.

60. Haykowsky M, Scott J, Esch B, Schopflocher D, Myers J, Paterson I, et al. A Meta- analysis of the effects of Exercise Training on Left Ventricular Remodeling Following Myocardial Infarction: Start early and go longer for greatest exercise benefits on remodeling. Trials. 2011;12:92: 1–8.

61. Arena R, Williams M, Forman DE, Cahalin LP, Coke L, Myers J, et al. Increasing referral and participation rates to outpatient cardiac rehabilitation: The valuable role of healthcare professionals in the inpatient and home health settings: A science advisory from the american heart association. Circulation. 2012;125(10):1321–9.

62. Smith BA, Fields CJ, Fernandez N. Physical Therapists Make Accurate and

Appropriate Discharge Recommendations for Patients Who Are Acutely Ill. Phys Ther. 2010;90(5):693–703.

63. McDonall J, Botti M, Redley B, Wood B. Patient participation in a cardiac rehabilitation program. J Cardiopulm Rehabil Prev. 2013;33(3):185–8.

64. Zunzunegui MV, Gutiérrez Cuadra P, Béland F, Del Ser T, Wolfson C. Development of simple cognitive function measures in a community dwelling population of elderly in Spain. Int J Geriatr Psychiatry. 2000 Feb;15(2):130–40.

65. De Yébenes MJG, Otero A, Zunzunegui MV, Rodríguez-Laso A, Sánchez-Sánchez F, Del Ser T. Validation of a short cognitive tool for the screening of dementia in elderly people with low educational level. Int J Geriatr Psychiatry. 2003 Oct;18(10):925–36. 66. Caldas VVA, Zunzunegui MV, Freire ANF, Guerra RO. Translation, cultural

adaptation and psychometric evaluation of the Leganés cognitive test in a low educated elderly Brazilian population. Arq Neuropsiquiatr. 2012;70(1):22–7.

67. Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. Critério Brasil 2015 [Internet].

2013.[Acesso em 22 de janeiro de 2018]. Disponível em: http://www.abep.org/criterio- brasil

68. Feijó CA, Paiva GFS, Silva D. Consumo e critérios de classificação socioeconômica: um estudo aplicado à pesquisa de orçamentos familiares [Internet]. Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento. 2013. p. Texto para Discussão no 75.

Available from: http://www.proac.uff.br/cede/sites/default/files/TD75.pdf 69. Kamakura, WA, Mazzon J. Estratificação socioeconômica e consumo no Brasil.

Blucher. São Paulo; 2013.

70. Kamakura, WA, Mazzon J. Critérios de estratificação e comparação de classificadores socioeconômicos no brasil. Rev Adm Empres. 2016;56(1):55–70.

71. Shanmugasegaram S, Gagliese L, Oh P, Stewart DE, Brister SJ, Chan V, et al. Psychometric validation of the cardiac rehabilitation barriers scale. Clin Rehabil. 2012;26(2):152–64.

72. Ghisi G, Zulianello R, Schveitzer V, Barros AL, Recchi T, Oh P, Benetti M, et al. Desenvolvimento e Validação da Versão em Português da Escala de Barreiras para Reabilitação Cardíaca Development and Validation of the Brazilian Portuguese Version of the Cardiac Rehabilitation Barriers Scale. Arq Bras Cardiol.

APÊNDICE 1

APÊNDICE 2

APÊNDICE 3

APÊNDICE 4

APÊNDICE 5

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA

Esclarecimentos

Este é um convite para você participar voluntariamente da pesquisa: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E BARREIRAS PARA ACESSO E ADERÊNCIA A PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR. Esta pesquisa é coordenada pela professora Dra. Gardênia Maria Holanda Ferreira e deseja medir e classificar o risco de possíveis eventos cardíacos indesejados bem como o nível de barreiras de acesso e aderência a programas de reabilitação cardíaca, facilitando a triagem de pacientes para esses programas.

Caso queira participar, todas as etapas serão realizadas num único dia, cujo primeiro momento será para aplicar um teste cognitivo que avalia sua atenção e memória de forma simples. Após esta fase, o senhor (a) será entrevistado sobre seus dados pessoais, clínicos e econômicos como nome, idade, peso, endereço, informações sobre a doença, renda, escolaridade, moradia, ocupação, estilo de vida entre outras informações.

Na sequência, três breves questionários serão aplicados como entrevista: um para que o senhor (a) nos conte sobre sua capacidade de realizar algumas atividades, outro para medir as possibilidades do senhor (a) acessar ou frequentar um programa de reabilitação cardiovascular e por fim um questionário para investigar o seu nível de ansiedade relacionada ao coração. O senhor (a) responderá aos questionários sob a orientação de um fisioterapeuta, que poderá explicar algumas perguntas e tirar dúvidas de forma neutra, caso seja necessário.

No segundo momento da pesquisa, após a liberação médica, serão realizados dois testes de caminhada de seis minutos que servem para analisar como seu organismo reage ao exercício físico de caminhada livre. Além desse teste serão utilizados dados de sua história clínica e os resultados do seu ecocardiograma para avaliar o risco que sua doença pode apresentar, caso venha a participar ou esteja participando de programas de reabilitação cardiovascular.

A realização de ambos os testes será feita sob a orientação e a monitorização do fisioterapeuta e de um ajudante, que irão explicar os testes e medir pressão arterial, frequência do pulso, respiração, oxigenação, cansaço respiratório e fadigabilidade antes, durante e após cada teste.

Haverá um intervalo de 30 minutos entre os testes para descanso e caso o senhor (a) sinta falta de ar, dor no peito, tontura, suor em excesso, cansaço ou câimbras nas pernas, os testes serão interrompidos e o senhor (a) poderá descansar em uma cadeira e depois retornar ao teste, havendo assistência pela equipe médica do hospital, se necessário.

Se o senhor (a) não estiver interessado, sua vontade será respeitada e caso aceite o convite, o senhor (a) deverá estar ciente que durante toda a pesquisa, poderá ter acesso aos profissionais responsáveis para esclarecimento de dúvidas e estará livre para retirar seu consentimento, a qualquer momento sem nenhum tipo de prejuízo. Não haverá nenhum pagamento financeiro para sua participação nesse estudo e todas as avaliações serão gratuitas.

Os seus dados serão confidenciais e poderão ser divulgados apenas em congressos ou publicações científicas, não havendo divulgação de nenhum dado que possa lhe identificar cumprindo as exigências da Resolução nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde sobre a bioética, sendo assegurada a sua privacidade quanto aos dados confidenciais envolvidos na pesquisa. Esses dados serão guardados pelo pesquisador responsável em local seguro por um período de cinco anos.

Os riscos à sua vida ou saúde na pesquisa são mínimos e se você tiver algum gasto pela sua participação nessa pesquisa, ele será ressarcido, caso solicite. Se sofrer algum dano comprovadamente decorrente desta pesquisa, você terá direito a indenização.

Dúvidas a respeito da ética dessa pesquisa poderão ser questionadas ao Comitê de Ética em Pesquisa da UFRN no endereço Praça do Campus Universitário, Lagoa Nova, Caixa Postal 1666, Natal/ RN, CEP 59.072-970 ou pelo telefone (84) 3215-3135 e pelo e-mail [email protected]. Não assine ou date este formulário a menos que o senhor (a) tenha esclarecido suas dúvidas e recebido respostas satisfatórias para suas perguntas.

Consentimento Livre e Esclarecido

Após esclarecimentos sobre os objetivos, importância e o modo como os dados serão coletados nessa pesquisa, além de conhecer os riscos, desconfortos e benefícios que ela trará para mim e ter ficado ciente de todos os meus direitos, concordo em participar da pesquisa “ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E BARREIRAS PARA ACESSO E ADERÊNCIA A PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR” e autorizo a divulgação das informações por mim fornecidas em congressos e/ou publicações científicas desde que

Documents relatifs