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LA CONCERTATION, UN PRÉALABLE

Plan d’action 2004-2009

LA CONCERTATION, UN PRÉALABLE

Após a capacitação, espera-se que os Fisioterapeutas docentes ampliem o conceito da função docente em saúde de uma posição tecnicista para uma visão mais ética, humanística no relacionamento professor-aluno; optem por abordagens de ensino mais interativas, por meio de múltiplos recursos, substituindo as aulas expositivas; construam competência para planejar uma atividade educativa em saúde para um processo ensino-aprendizagem mais criativa e crítico; preparem-se para as dificuldades encontradas pelos alunos de lidar com as diferenças entre o ensino tradicional, em que o aluno é passivo e realiza esforço menor para a nova dinâmica de aprendizagem e que precisa ser responsável e trabalhar arduamente; tornando ciente que a formação docente deve ser um processo continuado.

3.9 Cronograma:

DATA HORÁRIO ATIVIDADE PROPOSTA

21/02/15 - Sábado 8 às 12:00 Acolhimento aos docentes com dinâmica de integração

O uso de metodologias ativas 1 07/03/15 - Sábado 8 às 12:00 O uso de metodologias ativas 2 21/03/15 - Sábado 8 às 12:00 Como avaliar o discente? 11/04/15 - Sábado 8 às 12:00 Relação professor-aluno

25/04/15 - Sábado 8 às 12:00 Técnicas de comunicação e apresentação 09/05/15 - Sábado 8 às 12:00 Elaboração de projeto científico

23/05/15 - Sábado 8 às 12:00 Elaboração de artigo científico

06/06/15 - Sábado 8 às 12:00 Fechamento da capacitação com avaliação da capacitação.

3.10 Orçamento:

Material de consumo Valor em R$

Tinta de Impressora padrão 60,00

Resma de papel A4 14,00

Xerox 19,00

Canetas piloto para quadro branco 30,00

Canetas esferográficas 6,00

Data-show 1.200,00

Cartolinas 30,00

Papel madeira 30,00

Pagamento aos facilitadores 864,00

Total 2.253,00

3.11 Acompanhamento e avaliação

O acompanhamento da capacitação será feito pela IES responsável pelo projeto, de forma contínua e progressiva, conforme cronograma estabelecido acima e de forma permanente, em momentos estabelecidos em sala de aula e nas avaliações respondidas pelos docentes e pelos discentes, pois se espera que ocorra uma melhoria na qualidade docente e que esta seja refletida no processo ensino-aprendizagem e nos resultados das avaliações institucionais.

A avaliação do docente que será participante do curso será feito mediante a entrega de um portfólio em prazo combinado entre os mesmos e os facilitadores da capacitação.

Ao final da capacitação será distribuído um questionário de avaliação da capacitação em que os participantes irão responder quais foram os pontos positivos, negativos e sugestões para melhoria.

3.12 Referências:

ANASTASIOU, L .G. C; PIMENTA, S .G. Docência no ensino superior. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

ALVES, N. Formação de professores: pensar e fazer. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2011. BATISTA, N. A. Desenvolvimento docente na área da saúde: uma análise. Trabalho,

Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v 3, n 2, p.283-294, 2005.

BATISTA, N. A.; BATISTA, S. H. Docência em saúde: temas e experiências. São Paulo: SENAC, 2004.

4 CONCLUSÃO GERAL

Este trabalho de pesquisa foi gerado pela percepção diária das dificuldades encontradas no ensino superior do curso de graduação em fisioterapia e em que pontos principais seriam os desafios e quais estratégias de enfrentamento estavam sendo realizadas de forma particular ou coletiva para a resolução destas dificuldades.

Nos dados analisados, foram encontrados a preocupação com a centralização no desafio do ensino colocado no aluno, proporcionando a falta do reconhecimento da importância de elementos essenciais de uma boa prática docente como a didática, a metodologia de ensino, as formas de avaliação, a relação aluno-professor e a orientação para a parte prática profissionalizante. Nos sucessos encontrados na trajetória dos docentes, foi percebido que alguns querem melhorar sua prática com a busca proativa de cursos, aperfeiçoamentos, capacitações e formação stricto sensu, enquanto outros responderam ter feito uma capacitação de forma impositiva pela IES de trabalho. Nas respostas de aprimoramento da prática pedagógica os docentes sugeriram capacitações de forma presencial e com temas relacionados a pratica docente atual, resultando no produto deste trabalho.

Outro ponto que mereceu destaque, foi o grande número de IES com o curso de fisioterapia, promovendo uma maior oportunidade de emprego para a docência na fisioterapia sem a menor exigência de uma prática pedagógica adequada, visando apenas a qualidade da especialidade em determinada área, destacando-se no “fazer bem” o trabalho de reabilitação.

Além do tema pesquisado, percebeu-se a necessidade da opinião do discente em fisioterapia sobre o professor de graduação e sua prática docente, até para um ponto de comparação e confronto das opiniões em uma pesquisa futura.

REFERÊNCIAS GERAIS

ALVES, N. Formação de professores: pensar e fazer. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ANASTASIOU, L. G. C; ALVES, L. P. Processos de ensinagem na Universidade. Santa Catarina: UNIVILLE, 2003.

ANASTASIOU, L. G. C; PIMENTA, S.G. Docência no ensino superior. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO EM FISIOTERAPIA. ABENFISIO: [histórico]. Disponível em: <http://www.abenfisio.com.br/2012/abenfisio.html> Acesso em: 20 fev. 2012. BACKES, D. S. et al. Repensando o ser enfermeiro docente na perspectiva do pensamento complexo. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, DF, v. 63, n. 3, p. 421-426, maio- jun. 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v63n3/a12v63n3.pdf> Acesso em 4 jul. 2013.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

BATISTA, N. A. Desenvolvimento docente na área da saúde: uma análise. Trabalho,

Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v.3, n. 2, p.283-294, 2005. Disponível em:

<http://www.revista.epsjv.fiocruz.br/upload/revistas/r110.pdf>. Acesso em 20 fev. 2012. BATISTA, N. A.; BATISTA, S. H. Docência em saúde: temas e experiências. São Paulo: SENAC, 2004.

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Saúde Pública, São Paulo, v. 39, n. 2, p.231-237, 2005. Disponível em: < http://www.

www.scielo.br/pdf/rsp/v39n2/24047.pdf>. Acesso em 21 fev. 2012.

BISPO JÚNIOR, J. P. Formação em fisioterapia no Brasil: reflexões sobre a expansão do ensino e os modelos de formação. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro, v.16, n. 3, p.655-668, jul.-set. 2009. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v16n3/05.pdf > Acesso em: 2 jan. 2014.

BRASIL. Decreto-lei nº 938/69, de 13 de outubro de 1969. Provê sobre as profissões de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n.197. Seção 1, p.3658, 14 out. 1969 e retificado no Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 out. 1969.

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CONSELHO NACIONAL DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CES 4, de 19 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia.

Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 fev. 2002. Seção 1, p.

11. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES042002.pdf. Acesso em: 21 fev. 2012.

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SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES). Da

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ. Pig: Programa de Incentivo à Qualificação Docente. [2013]. Disponível em: <http://www.estacio.br/genteensinandogente/piq/> Acesso em 10 fev. 2013.

ZABALZA, M. A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas. Porto Alegre: Artmed, 2004.

APÊNDICE A – FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO DA PESQUISA Sujeito n º _______ Idade __________ Sexo: ( ) M ( ) F Formação escolar: 1. Graduação: ____________________

2. Titulação : Especialização: ( ) Cursando ( ) Concluído Mestrado : ( ) Cursando ( ) Concluído

Doutorado: ( ) Cursando ( ) Concluído

Tempo de docência: _______ anos.

Curso(s) que leciona: ___________________________________________

Disciplina(s) que leciona:

___________________________________________________________________________ _________________________________________________

Instituição(ões) que leciona:______________________________________

Capacitação Pedagógica:( ) Sim ( ) Não

Se sim, qual(is)? _______________________________________________

Característica da capacitação:

( ) Teórica ( ) Prática ( ) Teórico-prática ( ) Presencial ( ) Semipresencial ( ) Distância

Atua como Fisioterapeuta:( ) Sim ( ) Não

APÊNDICE B – ROTEIRO DA ENTREVISTA-

Perguntas Norteadoras:

1. Como você se tornou professor(a)? 2. Por que você se tornou professor(a)?

3. Existiu algum professor na sua formação em que você se espelhou para sua prática docente? (Em caso afirmativo, quais características que eles passaram para sua prática docente)?

4. Quais os maiores desafios encontrados no ensino da Fisioterapia?

5. Você buscou capacitação(ões) sobre prática pedagógica? (Em caso afirmativo, informe sobre qual, o tempo de duração e o que influenciou na sua prática pedagógica)?

APÊNDICE C -PLANO DE ENSINO DA CAPACITAÇÃO

PLANO DE ENSINO DA CAPACITAÇÃO TEMA: CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA.

ANO: 2015 SEMESTRE: 1 º PÚBLICO ALVO: Fisioterapeutas docentes da IES.

FACILITADORES: Docentes de vários cursos de graduação, internos e externos da IES,

especializados em cada temática abordada.

COLADORADORES: Docentes da instituição de outros cursos. CARGA HORÁRIA: 48 h. QUINZENAL: 4 h.

DIA DA CAPACITAÇÃO: Sábado Ementa:

Reflexão sobre as dificuldades do ensino da Fisioterapia. Vivência da prática pedagógica para um aperfeiçoamento da prática docente. Conhecimento das principais metodologias ativas, das formas de avaliação ao aluno. Estabelecimento de uma boa relação professor-aluno.

Objetivo geral:

Capacitar os Fisioterapeutas docentes para uma melhor prática pedagógica.

Objetivos específicos:

 Refletir sobre as concepções de aprender, ensinar e formar no curso de graduação de Fisioterapia.

 Vivenciar individual e coletivamente sobre a prática docente vigente.

 Realizar vivências teórico-práticas sobre as práticas pedagógicas.

 Conhecer e realizar metodologias ativas no ensino da Fisioterapia.

Procedimentos de ensino:

 Aula expositiva dialogada;

 Construção de mapas conceituais;

 Role play;

 Interpretação e discussão de textos e estudos de casos;

 Construção de nuvem de ideias;

 Construção de um portfólio como forma de avaliação da capacitação.

Cenário:

Os cenários de atividades da disciplina serão em salas de aula da IES.

Avaliação:

A avaliação será formativa com avaliações quinzenais durante os momentos de aula e com a construção do portfólio.

Cronograma:

DATA HORÁRIO ATIVIDADE PROPOSTA

21/02/15 - Sábado 8 às 12:00 Acolhimento aos docentes com dinâmica de integração

O uso de metodologias ativas 1

07/03/15 - Sábado 8 às 12:00 O uso de metodologias ativas 2

21/03/15 - Sábado 8 às 12:00 Como avaliar o discente?

11/04/15 - Sábado 8 às 12:00 Relação professor-aluno

25/04/15 - Sábado 8 às 12:00 Técnicas de comunicação e apresentação

09/05/15 - Sábado 8 às 12:00 Elaboração de projeto científico 23/05/15 - Sábado 8 às 12:00 Elaboração de artigo científico

06/06/15 - Sábado 8 às 12:00 Fechamento da capacitação com avaliação da capacitação.

Obs: As datas acima são sugestões e podem ser modificadas de acordo com a disponibilidade dos facilitadores responsáveis por cada temática.

Bibliografia Básica

ANASTASIOU, L. G. C; PIMENTA, S. G. Docência no ensino superior. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

BARBOSA, F. T. Como escrever artigos científicos na área de saúde? Maceió: EDUFAL, 2011

BATISTA, N. A.; BATISTA, S. H. Docência em saúde: temas e experiências. São Paulo: SENAC, 2004.

Bibliografia complementar:

ANASTASIOU, L. G. C; ALVES, L. P. Processos de ensinagem na universidade. Santa Catarina: UNIVILLE, 2003.

BATISTA, N.A. Desenvolvimento docente na área da saúde: uma análise. Trabalho,

Educação e Saúde. Rio de Janeiro, v.3, n. 2, p.283-294, 2005. Disponível em:

<http://www.revista.epsjv.fiocruz.br/upload/revistas/r110.pdf>. Acesso em: 20 fev.2012. BISPO JÚNIOR, J. P. B. Formação em fisioterapia no Brasil: reflexões sobre a expansão do ensino e os modelos de formação. História, Ciências, Saúde, Rio de Janeiro, v.16,n 3, jul.- set. p.655-668, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v16n3/05.pdf Acesso em: 2 jan. 2014.

COSTA, N. M. S. C. Docência no ensino médico: por que é tão difícil mudar? Revista

Brasileira de Educação Médica, Rio de Janeiro, v. 31, n.1, p.21-30, 2007. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/rbem/v31n1/04.pdf>. Acesso em: 20 fev. 2012.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,1996.

GOMES, S. F. D.; MINAYO, M. C. S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 31.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2012.

MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento. 12.ed. São Paulo: Hucitec, 2010. MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2011.

ANEXO A- PARECER DO CEP UFAL