ESCOLAR
A presença do/a assistente social na área da educação se deu em torno da década de 1930. Mas foi a partir da década de 1990 que se realizou o processo de discussão sobre as políticas sociais como um olhar voltado para o Serviço Social. A partir disto, o amadurecimento do Projeto ético-político profissional foi fundamental para o crescimento do espaço do Serviço Social na educação, pois foi nesse momento que o profissional se reconhece e se auto reconhece como parte da equipe multidisciplinar da educação .
Não basta reconhecer a educação como um novo espaço para ser inserido, mas sim reconhecer o papel do profissional Assistente Social no âmbito, tanto como reconhecer o espaço profissional e suas necessidades.
[...] Educação e Serviço Social são áreas afins, cada qual com sua especificidade, que se complementam na busca por objetivos comuns e projetos político-pedagógico pautados sob a lógica da igualdade e da comunicação entre escola, família, comunidade e sociedade (SOUZA, 2005, p.39)
Sendo assim, a inserção do Assistente Social na educação pública constitui - se em uma das formas de garantir o exercício da cidadania ao aluno, na busca da promoção da democracia, através da abertura de espaços de participação e envolvimento na realidade escolar, e uma delas nos dias atuais é a violência no espaço escolar.
Ao abordar esta relação entre Educação e Serviço Social, Santos
Acredita-se que uma das maiores contribuições que o Serviço Social pode fazer na área educacional é a aproximação da família no contexto escolar. É intervindo na família, através do trabalho de grupo com os pais, que se mostra a importância da relação escola-aluno-família. O assistente social poderá diagnosticar os fatores sociais, culturais e econômicos que determinam a problemática social no campo educacional e, consequentemente, trabalhar com um método preventivo destes, no intuito de evitar que o ciclo se repita novamente (SANTOS, 2005, p.44).
Então o Assistente Social vem com objetivo de auxiliar as escolas no combate e prevenção da violência no ambiente escolar, pois nos dias atuais o índice de violência tanto entre adolescentes e também entre alunos e professores. Não se tem mais a fronteira entre a escola e a violência das ruas. Vandalismo, agressões, confronto entre gangues, roubos, tráfico e até assassinatos passaram a fazer parte da rotina escolar.
É necessário considerar o fenômeno da violência a partir de um olhar histórica, social e política. A violência na escola compreende-se como um processo que se construiu de forma histórica. A violência é um preocupante pelo fato de que enquanto espaço institucionalizado de desenvolvimento do indivíduo pela educação, processo de sociabilização, de desenvolvimento intelectual, científico e filosófico do indivíduo e também o primeiro espaço de comunidade onde o mesmo dispõe de aprender e exercer seus direitos e deveres, enquanto cidadão participante de uma sociedade.
A demanda de enfrentamento à violência na escola visa ampliar a compreensão e formar uma consciência crítica sobre a violência e, assim, transformar a escola num espaço onde o conhecimento toma o lugar da força. O processo de enfrentamento da violência na escola deve ser composto por um processo de reflexões e discussões em grupos de estudos, seminários e oficinas sobre as causas da violência e suas manifestações. Para Martins (1999; p.70), esse profissional tem a atribuição de:
Melhorar as condições de vida e sobrevivência das famílias e alunos; favorecer a abertura de canais de interferência dos sujeitos nos processos decisórios da escola (os conselhos de classe);ampliar o acervo de informações e conhecimentos, acercado social na comunidade escolar; estimular a vivência e o aprendizado do processo democrático no interior da escola e com a comunidade; fortalecer as ações coletivas; efetivar pesquisas que possam contribuir com a análise da realidade social dos alunos e de suas famílias; maximizar a utilização dos recursos da comunidade; contribuir com a formação profissional de novos assistentes sociais, disponibilizando campo de estágio adequado às novas exigências do perfil profissional.
O Assistente Social tem como papel principal a preparação ou estimular crianças e adolescentes no meio escolar, em assumir seu papel se cidadão, assumindo um pensamento crítico , de forma individual, coletivo e para bem comum.
Portanto, o papel educativo do assistente social é no sentido de elucidar, desvelar a realidade social em todos os seus meandros , socializando informações que possibilitem a população ter uma visão crítica que contribua com a sua mobilização social visando à conquista dos seus direitos (MARTINS, 2007,p.135).
Então, com as atribuições do assistente social na educação na luta contra as expressões da questão social, e uma dessas expressões é a violência dentro das escolas, a violência nesse meio muitas vezes e repercussão do que se vive na família, ou na comunidade, e se reflete no ambiente escolar, por violência física e psicológica, e assim na exclusão de adolescentes e crianças, onde muitos por serem vítimas de violência acabam abandonando a escola ou se tornando também praticante da violência.
A luta contra a violência na escola, não é atual os primeiros estudos brasileiros datam da década de 1970, quando pedagogos e pesquisadores procuravam explicações para o crescimento das taxas de violência e crime, primeiramente a violência nas escolas era marcado por destruição do patrimônio da escola mas nos dias atuais passou para violência física tanto entre os adolescentes e também com professores.
A violência não prejudica somente o aprendizado, mas desconfigura o papel da escola e por consequência “forma” indivíduos violentos ou omissos a violência. O enfrentamento a violência no meio escolar, ameniza consequências futuras, pois a realidade nos dias atuais e reflexo de ações que não tiveram atenção no passado. Ações de enfrentamento a violência nos dias atuais, terão benefícios futuros.
Tendo como objetivo realizar ações socioeducativas com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, tendo em vista promover a prevenção e o enfrentamento de expressões da violência no meio escolar
Este projeto social teve como objetivo de mostrar que é possível o enfrentamento da violência escolar, através de programas que reforcem o principal compromisso da escola que é a na promoção da educação, da garantia de direitos, na formação de indivíduos com censo critico, através de um projeto pedagógico mas também com profissionais de outra área como serviço social e direito.
No primeiro momento o assistente social assume uma postura investigativa, que é na busca de reconhecer o ato de violência como si sua proporcionalidade no espaço, mas também a questão cultural, e assim realizando ações diretas na luta das expressões da questão social, e uma delas é a violência escolar.
Para alcançar uma educação sem atos de violência é necessário envolver aspectos relacionados à democracia, que na concepção de Tuvilla Rayo (2004) é requisito necessário para o exercício dos direitos humanos, para o pleno desenvolvimento da justiça social, e prevenção contra qualquer tipo de abuso.
Não esquecendo que nesta busca do fim da violência devemos respeitar as particularidades de cada indivíduo, respeitando as diferenças culturais, políticas, econômicas e sociais, pois a luta contra a questão social e o processo de exclusão que a mesma realiza no indivíduos também deve ser baseada na inclusão e não na exclusão, do diferente.
Segundo informações do site da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura) que conforme as pesquisas realizadas no Brasil, o que chama a atenção que existe uma tendência à naturalização da percepção das violências nas escolas. Por exemplo, as brigas, os furtos e as agressões verbais são consideradas acontecimentos corriqueiros, sugerindo a banalização da violência e sua legitimização, como mecanismo de solução de conflitos.
A pesquisa buscou mostrar que o trabalho do Assistente Social é essencial nas escolas, devendo ser consideradas as mudanças que a sociedade em geral vem sofrendo, que interfere de forma direta no processo de aprendizagem da criança e adolescente. Mediante as mudanças a escola assume um novo papel, onde surge a necessidade de preparar o sujeito para a sociedade capitalista, que se caracteriza por ser individualista, competitiva, onde exige mão de obra qualificada e polivalente, com várias habilidades A parir deste contexto a escola tem a tarefa de proporcionar além do conhecimento, desenvolver habilidades e formar cidadãos.
Algumas informações são relevantes, que o profissional em Serviço Social não vem com objetivo educacional, tomar o lugar do professor, mas sócio educacional, onde poderá realizar intervenções com crianças e adolescentes, professores e família, através de projetos e de intervenções individuais, conforme a demanda apresentada em cada escola, é preciso analisar cada realidade, pois na escola onde foi realizado o projeto de intervenção a demanda que mais estava presente é a violência escolar e a banalização deste no meio escolar, o tornando normal e rotineiro, então o assistente social vem com objetivo de proteção dos direitos, que por exemplo é contra a violência escolar, assim fazer uma intervenção onde os usuários sejam protagonistas na mudança de sua realidade. Logo a profissão se caracteriza por ser interventiva, analisando a realidade social que é reflexo da questão social
Ao profissional do Serviço Social destina-se outras tarefas que se realizam como instrumentalizadoras das ações de outros profissionais, tornando-o diretamente comprometido com a proteção e vigilância dos direitos de
cidadania, relativo ao seu objetivo de ação profissional. Ao profissional cabe mais que a mera execução de ordens, pois, ele se caracteriza como um intelectual, um técnico, que deve possuir um sabe a ser consumido no seu processo de trabalho (GENTILLI,1998, p.181)
.
Percebe-se, através da experiência de estágio, que a intervenção do assistente social em demandas que envolvem a política de educação, escola e crianças e adolescente é fundamental, pois é este profissional que irá aproximar-se da realidade social dos sujeitos envolvidos, buscando apreendê-la na totalidade. Utilizando-se dos instrumentos técnico-operativos da profissão, o assistente social buscará desvendar as questões que se encontram ocultadas na demanda apresentada, visando conhecer a realidade social dos envolvidos, tal como ela se manifesta, tendo assim condições de realizar ações e projetos para o enfrentamento das expressões da questão social.
As atribuições e competências dos assistentes sociais, sejam aquelas realizadas no espaço sócio ocupacional da educação ou em qualquer outro espaço, são orientadas e norteadas pelos princípios, direitos e deveres inscritos no Código de Ética Profissional de 1993.
O diferencial do trabalho do assistente social na educação se baseia na busca pela garantia de uma educação de qualidade, assim como a permanência de adolescentes e crianças no meio escolar, trabalhando os conflitos apresentados, que hoje são de responsabilidade dos professores, assim quando se oportunizando que o trabalho do professor seja voltado apenas a parte pedagógica.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), tratou sobre as contribuições da inserção do profissional em Serviço Social na educação, através do projeto de intervenção de Estágio Supervisionado em Serviço Social na Escola Municipal de Ensino Fundamental Waldenor Winkler de Panambi/RS, motivado pela experiência de estágio no Centro de Atendimento Educacional Especializado Panambi, que é onde atua efetivamente a assistente social da educação de Panambi. Para a contextualização do tema, inicialmente buscou-se resgatar educação como direito fundamenta, através de um resgaste histórico sobre a LDB e o PNE, apresentando também a inserção do Serviço Social na educação, através da questão social no universo. Na sequência, contextualizou-se o Estágio Supervisionado em Serviço Social, destacando sua importância para a formação profissional, bem como o processo de operacionalização do projeto de intervenção.
A partir da releitura da educação como um direito fundamental, garantido por lei, e as dificuldades apresentadas nas escolas brasileiras, mas principalmente da Escola Waldenor Winkler de Panambi, onde se conduziu o projeto de intervenção, parte do processo de estágio.
Pois só a partir do estágio é possível apropriar-se dos meios que conduzem a ação profissional, onde no primeiro estágio é possível fazer a observação do fazer profissional, assim criando um olhar crítico sobre as expressões da questão social e da realidade social, contribuindo para a criação e desenvolvimento do projeto de intervenção no estágio III.
Evidenciou-se também, importante papel do estágio na formação profissional, pois através do projeto de intervenção temos a primeira ação profissional com a identidade acadêmica. Também buscou se evidenciar a importância da inserção do profissional em serviço social na educação assim como suas competências e atribuições neste novo campo de inserção profissional.
A partir disso, tornou-se possível identificar na pratica as contribuições do assistente social na educação, para as equipes multiprofissionais, para os projetos de prevenção e enfrentamento das mais diversas expressões da questão social, que atingem a realidade escolar.
Também, entende-se que o projeto de intervenção contribuiu no entendimento sobre a violência escolar e como a mesma interfere na aprendizagem e interação
entre as crianças e adolescentes, uma vez que violência escolar e banalizada por professores e até mesmo por aqueles que sofrem ou praticam a violência escolar. Contribuindo para o enfrentamento da violência escolar, a partir do momento que crianças e adolescentes identificaram atos de violência e construíram estratégias para seu enfrentamento, assim como divulgando este trabalho através de folder, para comunidade escolar, familiares, etc. Garantindo assim um melhor acesso a um dos direitos básicos a educação.
A partir dessas considerações, pode se dizer que o presente Trabalho de Conclusão de Curso( TCC), alcançou o seu objetivo de identificar a importância da inserção do profissional em Serviço Social, a partir da experiência de estágio, junto ao CAEEP e a Escola Waldenor Winkler de Panambi.
Diante de toda a discussão apresentada, é inegável a importância da atuação do assistente social nas escolas, em especial na garantia de uma educação com qualidade e principalmente dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelos assistentes sociais na área da educação.
No entanto, os desafios são inúmeros, desde o trabalho em equipe multidisciplinar, que envolve desde planejamento até a ação profissional, assim como avaliação dos resultados alcançados. Os maiores desafios do assistente social na educação se encontra no reconhecimento da necessidade da sua inserção neste espaço assim como quais são suas competências e habilidades perante a demanda que a educação apresenta atualmente e que vem se transformando conforme as mudanças da sociedade em geral.
REFERENCIAS
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira de. Serviço Social, trabalho e políticas públicas. Ney Luiz Teixeira de Almeida, Mônica Torres de Alencar. – São Paulo: Saraiva, 2012 __________. “O Serviço Social na educação”. In. Revista Inscrita. Brasília: CEFESS, 2000. N. 6 – p 19-24.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, Texto promulgado em 05
de outubro de 1988. Disponível em:
<http://legis.senado.gov.br/con1988/CON1988_05.10.1988/CON1988.pdf>
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei n. 9.394/96. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/diretrizes.pdf >
BRASIL, Plano Nacional de Educação: Lei nº 10.172 de Janeiro de 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/pne.pdf
BRASIL, Plano Nacional de Educação: Lei nº 13.005, de 25 de Junho de 2014. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011- 2014/2014/Lei/L13005.htm
BRASIL. Lei nº. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília, DF, 23 dez.1996.
BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. Cap. 1.
BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
BEHRING, E. R, Boschetti, I. (2006). Política Social: fundamentos e história. Volume 2. São Paulo: Cortez Editora
BURIOLA, Marta A. F. O Estágio Supervisionado. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2001. COUTINHO, Carlos Nelson. Notas sobre cidadania e modernidade. Revista de Estudos de Política e Teoria Social. Rio de Janeiro: UFRJ/DP&A, v. 1, n. 1,1997. CFESS. Código de ética do/a assistente social. Resolução CFESS no 273/1993.
CFESS. Conselho Federal de Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/>. Acesso em: 29abril2013.
DEMO, Pedro. Educar pela Pesquisa. Campinas/SP, Ed. Autores Associados, 1996.
FRAGA, Cristina Kologeski. A atitude investigativa no trabalho do assistente social. In: Revista Serviço Social & Sociedade. São Paulo, n. 101, p. 40-64, jan./mar. 2010.
GENTILLI. Raquel de Matos Lopes. Representações e práticas: identidade e processo de trabalho no serviço Social. São Paulo:Veras,1998.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6.ed- São Paulo: Atlas, 2008.
___, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 1991
GENTILLI.Raquel de Matos Lopes. Representações e práticas: identidade e processo de trabalho no serviço Social. São Paulo:Veras,1998.
IAMAMOTO, Marilda Vilela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. 4ed, São Paulo: Cortez, 2010.
IAMAMOTO, Marilda Vilela; CARVALHO, Raul. Relações Sociais e Serviço Social
no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo, Cortez,
1983
INEP/MEC. Enciclopédia de pedagogia universitária: glossário vol. 2 / Editora- chefe: Marilia Costa Morosoni. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2006
MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: São Paulo: Atlas,2007.
MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação dos dados. 5. Ed. São Paulo: Atlas S.A., 2002. 282 p.
MARTINS, Eliana Bolorino Canteiro. O Serviço Social no âmbito da política
Político. In: SILVA, Marcela Mary José (org). Serviço Social na Educação: teoria e prática. Campinas, SP: Papel Social, 2012.
MARTINS, Eliana Bolorino Canteirol. Educação e Serviço Social: Elo para a
construção da Cidadania. Tese (Doutorado em Serviço Social). Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo. São Paulo: 2007.
_________, E. B. C. O Serviço Social na área da Educação. In: Revista Serviço Social & Realidade. V 8 N.º 1. UNESP, Franca: São Paulo, 1999.
MEC/SEPPIR. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações
étnico-raciais e para o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
Brasília: MEC /SEPPIR,2004.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento. Pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: HUCITEC, 2007.
ODALIA, Nilo. O que é Violência. São Paulo: Editora Brasiliense, 2004.
SANTOS, Andre Michel dos. A Escola como espaço de atuação para Assistente
Social: Trabalhando com grupos. Trabalho final de Graduação –TFG. Centro
Universitário Franciscano, UNIFRA, 2005.
SOUZA, Iris de Lima. Serviço Social e educação: uma questão em debate.In: Interface- Natal/RN- v.2-n.1- jan/jun 2005.
TEIXEIRA, Elenalto Celso. Políticas Públicas - O Papel das Políticas Públicas. AATR –BA,2002.
APENDICE G
CRONOGRAMA SEMANAL DE ATIVIDADES DO PROJETO DE INTERVEÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
Primeira Atividade: Conhecendo Projeto de Intervenção
Data: 10/04/2015 Horário: 18h ás 19h30
Local: Escola Waldenor Winkler
Objetivo: Apresentação do projeto para a equipe de professores e direção da Escola Waldenor Winkler.
Metodologia: expositiva
Atores Sociais: Professores e estagiária do Serviço Social Professores Público Alvo : Professores da Escola Waldenor Winkler
Segunda Atividade: Conhecendo Projeto de Intervenção 2
Data: 23-04-2014
Horário: 13h30 ás 17h30
Local: Escola Municipal de ensino Fundamental Waldenor Winkler –Panambi -RS Objetivo: Apresentação do projeto para as crianças e adolescentes do 6º ano da Escola Waldenor Winkler e dinâmica para integração do grupo.
Metodologia: expositiva
Atores Sociais envolvidos: Crianças, adolescentes e estagiária do Serviço Social. Público Alvo: Crianças e adolescentes.
Terceira Atividade: Tipos de violência
Data: 29-04-2014
Horário: 13h30 ás 17h30
Local: Escola Municipal de ensino Fundamental Waldenor Winkler –Panambi -RS Objetivo: Debater sobre os tipos de violência, e representação em desenhos para a confecção do folder.
Atores Sociais envolvidos: Crianças, adolescentes e estagiária do Serviço Social. Público Alvo: Crianças e adolescentes.
Quarta Atividade: Tipos de violência
Data: 08-05-2014
Horário: 13h30 ás 17h30
Local: Escola Municipal de ensino Fundamental Waldenor Winkler –Panambi -RS Objetivo: Debater sobre a violência escolar, como ela ocorre e quais são as ações que podem ser feitas para enfrentar e prevenir a violência escolar.
Metodologia: expositiva
Atores Sociais envolvidos: Crianças, adolescentes e estagiária do Serviço Social. Público Alvo: Crianças e adolescentes.
Quinta Atividade: Protagonismo contra a violência
Data: 14-05-2014
Horário: 13h30 ás 17h30
Local: Escola Municipal de ensino Fundamental Waldenor Winkler –Panambi -RS Objetivo: Instigar as crianças e adolescentes a desenvolver cartazes e frases para divulgar em todo o espaço da escola , para o fim da violência escolar.