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L ’ intervention pour cause d ’ humanité, une ingérence diplomatique hors du

DANS L ’ORDRE JURIDIQUE INTERNATIONAL

Section 1. L ’ intervention pour cause d ’ humanité, une ingérence diplomatique hors du

SUPERIOR DA ÁREA DE ESTUDO; C) CORTE MOSTRANDO O PERFIL DO MEIO DA ÁREA DE ESTUDO; E D) CORTE MOSTRANDO O PERFIL DA PARTE INFERIOR DA ÁREA DE ESTUDO.

FONTE: CIAT (2004)

3.3 TRABALHOS DE CAMPO

Os trabalhos de campo no que diz respeito às coletas de DAP’s foram realizados em dezembro/2003, julho e dezembro de 2004 e abril/maio de 2005 e constituiu-se no inventário de 24 hectares, acompanhados da coleta de pontos de GPS de navegação etrex Garmim com precisão de 8 m. A coleta de pontos de controle para as imagens IKONOS II com GPS de precisão ocorreu em outubro de 2005.

Cada amostra foi composta de 25 parcelas de 20 x 20 m. Dentre as quais foram coletadas as medidas de diâmetro à altura do peito (DAP) de todos os espécimes, arbóreos, palmeiras e cipós com DAP maior ou igual a 5 cm., obedecendo ao critério que deu origem às fórmulas para o cálculo de biomassa fresca (HIGUCHI et al., 1994)

3.3.1 Determinação da Biomassa e Carbono Acima do Solo

Os modelos matemáticos aplicados na quantificação do peso da massa fresca deste trabalho foram desenvolvidos por HIGUCHI et al. (1994, 1998), o qual, segundo os autores, apresenta resultados tão consistentes e precisos quanto aos obtidos por outros modelos que se utilizam da variável altura das árvores. O desenvolvimento dos modelos aconteceram a partir de um banco de dados de 315 árvores, com DAP > 5 cm, obtidos pelo método

destrutivo das 5 parcelas de 400 m², em um sítio coberto por floresta de terra-firme, sobre platôs de latossolo amarelo, na Estação Experimental de Silvicultura Tropical (EEST) do INPA, aproximadamente a 90 km ao norte de Manaus e estão dispostos no Quadro 2.

QUADRO 2 – MODELOS APLICADOS NA QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA..

Critério Equação gerada R2 Syx

1a (5< DAP < 20 cm) ln P = -1,754 + 2,665 ln (DAP) 0,92 43

1b (DAP > 20 cm) ln P = -1,151 + 2,170 ln (DAP) 0,90 2035

FONTE: HIGUCHI et al.(1994); R²= Coeficiente de determinação; Syx = o erro padrão da estimativa em quilos.

A biomassa seca foi estimada a partir da subtração da concentração média de água, em madeiras da região, da biomassa úmida. O percentual de concentração de água utilizado na extração da biomassa fresca foi da ordem de 40% para toda a árvore, como recomendado por HIGUCHI e CARVALHO Jr. (1994), ficando o cálculo assim definido:

Bseca = Búmida x (1-Tu), onde:

BBseca = biomassa seca (Mg);

Búmida = biomassa úmida (Mg);

Tu = teor de umidade em valor absoluto (0,4).

A concentração de carbono foi estimada por meio do produto da massa seca de cada indivíduo pela concentração de Carbono igual a 48%, como determinado por HIGUCHI e CARVALHO Jr. (1994), matematicamente definido como:

CCARBONO = Bseca x 0,48 onde:

CCARBONO = concentração de carbono (Mg); Bseca = biomassa seca (Mg).

3.4 TRABALHOS LABORATORIAIS FLORÍSTICO E DE PRÉ-PROCESSAMENTO DE IMAGEM

3.4.1 Identificação das Espécies

Durante os levantamentos dos dados de DAP foram coletadas amostras botânicas, constituídas de galhos terminais com folhas das espécies ocorrentes nas unidades amostrais. O material botânico foi desidratado em estufa elétrica, posteriormente identificados por comparação no acervo do herbário do INPA, em alguns casos identificados por especialistas da família e classificados segundo o sistema de classificação de CRONQUIST (1981). Estas informações foram usadas, a posteriori, nas análises florísticas.

3.4.2 Análise da Vegetação

A analise florística foi efetuada por sua Composição, Estrutura Horizontal, Diversidade e Similaridade. Na análise de diversidade usou-se a contagem de indivíduos; na

análise de similaridade foram utilizados os índices não paramétricos (ausência e presença) para determinação da similaridade entre os hectares, bem como os regidos por valores numéricos como abundância ou dominância. O programa empregado nessa análise ecológica foi o PAleontological STatistics, versão 1.37 (PAST), de autoria de HAMMER, HARPER e RYAN (2005).

3.4.2.1 Composição florística da área total amostrada

A composição florística foi avaliada por meio da riqueza de espécies.

3.4.2.2 Análise de diversidade

A mais popular das medidas de diversidade de espécies está baseada na teoria da informação. O principal objetivo dessa teoria é a tentativa de mensurar a ordem (ou desordem) contida em um ecossistema (MARGALEF, 1958)15, citado por KREBS (1998).

A diversidade foi analisada segundo os índices calculados pelo programa empregado, que disponibiliza o número total de indivíduos, número de espécies, Dominância, Índices de diversidade de Simpson, Shannon, Equabilidade de Buzas e Gibson, Índice de Riqueza de Menhinick, Índice de Riqueza de Margalef, Equabilidade J e Índice de dominância de Berger-Parker, calculadas segundo suas formulações abaixo.

Índice de Diversidade de Dominância

⎠ ⎞ ⎜ ⎝ ⎛ = n n i D 2

Índice de Diversidade de Simpsom

=

n

n

D

I

1

i 2

Índice de diversidade de Shannon ⎟ ⎠ ⎞ ⎜ ⎜ ⎝ ⎛ − =

n

n

n

n

H

i i ln

Equabilidade de Buzas e Gibson

s

e

H

Índice de riqueza de Menhinick

IR

M = S n Índice de riqueza de Margalef

IR

Mf =S−1ln

( )

n Equitabilidade

E

j=Hln

( )

S

Dominância de Berger-Parker

n

D

BP=S

Onde:

S = No. de espécies H = Índice de diversidade de Shannon;

n = No. total de indivíduos

n1 = No. de indivíduos da espécie i

e = logaritmo natural ( e = 2,7182828)

3.4.2.3 Análise da estrutura horizontal

A análise estrutural dos dados tiveram como base a abundância relativa (ABrel),

freqüência relativa (FRrel), dominância relativa (DOMrel), índice de cobertura e índice de valor

de importância das espécies (I.V.I.), calculados como recomendado por MARTINS (1993).

3.4.2.4 Análise de similaridade

As análises de similaridades utilizando medidas de ausência e presença foram realizadas usando os métodos de Jaccard, Simpsom e Sorensen e para o agrupamento destas similaridades usou-se a medida a distância euclidiana. A outra forma de agrupamento foi efetuada usando o coeficiente de Morisita, o qual não exige a premissa da aleatoriedade e nem a uniformidade de área (KREBS, 1998), tendo a abundância e a área basal das espécies como medida de distância.

)

2

/(

2M

M

N

S

jaccard

=

+

N

N

X

X

C

k j ik ij ) ( 1 2 2

λ

λ

λ= +

)

2

/(

2M

M

N

S

sorensen

=

+

[

(

1)]/

(

1)

1

=

X

ij

X

ij

N

j

N

j

λ

N

M

S

simpson

=

/

mín

λ

2

=

[X

ik

(X

ik

−1)]/N

k

(N

k

−1)

Onde : M= No. de spp em comum;

Nmín= No. de indivíduos da amostra com menos indivíduos

Cλ = coeficiente de similaridade de Morisita entre as amostras j e k

Xij,Xik = No. de indivíduos da espécie i na amostra j e na amostra k

Nj = Σ Xij = No. total de indivíduos na amostra j Nk = Σ Xik = No. total de indivíduos na amostra k

3.4.3 Trabalhos de Pré-processamento de Imagens

3.4.3.1 Imagens de satélites utilizadas

As imagens do satélite LANDSAT-5, utilizadas neste estudo, foram disponibilizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e a do satélite LANDSAT-4 foi fornecida pelo projeto Global Land Cover Facility (GLCF) da Universidade de Maryland, disponibilizada em ftp://ftp.glcf.umiacs.umd.edu/glcf/LANDSAT/WRS2/p231/r062, acessadas em 10/07/2003. As imagens do satélite IKONOS-II foram disponibilizadas pelo projeto MODIVEAM/UFPr/INPA/ CNPq, 2003. Estes produtos encontram-se relacionados no Quadro 3 com as informações que foram utilizadas para transformá-las para radiância e reflectância, bem como na correção atmosférica efetuada com o código 6S.

QUADRO 3 – IMAGENS UTILIZADAS NA PESQUISA E SEUS ATRIBUTOS.

Satélite / sensor Data de passagem Ângulo de elevação

solar (graus)

Ângulo azimutal solar (graus) LANDSAT 4 / TM 17/jul/1992A 43,70 56,9200 02/ago/1989B 48,70 58,3737 07/jul/1997B 47,3884 51,3687 13/jun/2000B 49,1271 48,6553 LANDSAT 5 / TM 24/jul/2003B 49,6340 53,8375 IKONOS / II 02/08/2001C 57,57294 50,4739 25/07/2003C 58,42622 43,7984

FONTE: A - GLCF; B - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE);C – Projeto MODIVEAM/UFPr/INPA/CNPq