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L’int´egration par parties

Da análise da tabela nº3 podemos concluir que, no que diz respeito ao sexo, não se verificaram diferenças significativas entre as duas espécies observadas neste estudo (p=0,879). Esta diferença também não é observada quando se compara o número de primeiras consultas (p=0,699). Já no que diz respeito ao sistema afectado, as variáveis relativas ao sistema gastrointestinal,

Canídeos

n=157

Felídeos

n=62

P

Sexo Masculino 92 35 0,879 Feminino 65 27 1ª Consulta Sim 130 50 0,699 Não 27 12 Sistemas Afectados Gastrointestinal Afectado 42 9 0,037 Não afectado 115 53 Respiratório Afectado 1 5 0,008 Não afectado 156 57 Neurológico Afectado 2 1 0,634 Não afectado 155 61 Dermatológico Afectado 8 1 0,451 Não afectado 149 61 Oftalmológico Afectado 3 7 0,006 Não afectado 154 55 Auditivo Afectado 2 2 0,318 Não afectado 155 60 Músculo-Esquelético Afectado 10 5 0,767 Não afectado 147 57 Urogenital Afectado 2 0 0,513 Não afectado 155 62 Politraumatismo Afectado 13 3 0,566 Não afectado 144 59 Doente Sim 81 29 0,551 Não 76 33 Internamento Sim 62 18 0,163 Não 95 44 Cirurgia Sim 11 10 0,045 Não 146 52 Óbito Sim 12 4 0,508 Não 145 58 Eutanásia Sim 4 3 0,407 Não 153 59

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respiratório e o oftalmológico, as diferenças entre cachorros e gatinhos eram estatisticamente significativas (p=0,037, p=0,008 e p=0,006 respectivamente). Quando se analisa o sistema gastrointestinal a frequência de cachorros afectados (n=42) revelou-se significativamente superior à dos gatos (n=9). O contrário observa-se quando se analisa os sistemas respiratório e oftalmológico, onde a frequência de gatos afectados foi muito superior quando comparada com a de cães, já que dos 62 gatos recebidos à consulta, 5 apresentavam afecções do sistema respiratório e 7 do oftalmológico, enquanto dos 157 cães estudados apenas 1 apresentava afecções do sistema respiratório e 3 do oftalmológico. Os restantes sistemas estudados (neurológico, dermatológico, auditivo, musculo-esquelético, urogenital e politraumatismo), não apresentavam diferenças significativas (p> 0,05). Relativamente à diferença entre animais com sinais clínicos de doença e animais saudáveis, não se revelou significativa (p=0,551) entre as duas espécies, assim como não foi significativa a diferença entre animais internados (p=0,163). No entanto, esta diferença já se tornava estatisticamente significativa quando se comparava a necessidade de intervenção cirúrgica entre cachorros e gatinhos (p=0,045).

A diferença entre o número de óbitos dos animais estudados (12 cães e 4 gatos), bem como o de eutanásias (4 cães e 3 gatos), também não foi significativa (p=0,508 e p=0,407, respectivamente). Estes óbitos ocorreram em cães com idades compreendidas entre as 6 e as 23 semanas (média de 11,83±5,78 semanas), e em gatos com idades compreendidas entre as 2 e as 16 semanas (média de 10,50±6,19 semanas), tal como se pode observar no gráfico nº12. No entanto, esta diferença também não se revelou estatisticamente significativa (p=0,1).

2 10,5 16 6 11,83 23 0 5 10 15 20 25

Mínimo

Média

Máximo

gato cão

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Outras diferenças observadas entre as espécies estudadas dizem respeito à variável numérica: idade no momento de consulta. Tal como expresso no gráfico nº13, a maior afluência de cachorros à consulta realizou-se em idades compreendidas entre as 8-9, 11-12 e 15-16 semanas. Em gatos, estes picos de afluência foram observados em animais com idades compreendidas entre as 10-11 e 16-17 semanas.

0 5 10 15 20 1 s e m ana 2 sem an as 3 s em an as 4 s em an as 5 s em an as 6 s em an as 7 sem an as 8 s em an as 9 sem an as 1 0 s em an as 11 s em an as 1 2 s em an as 1 3 sem an as 14 s em ana s 1 5 s em an as 1 6 sem an as 1 7 s em an as 18 s em ana s 19 s em an as 20 s em ana s 2 1 s em an as 22 s em ana s 2 3 s em an as 2 4 s em an as Cães Gatos

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DISCUSSÃO

A chave para a desmistificação dos cuidados pediátricos é parar de considerar os animais em idade pediátrica como miniaturas de adultos. Em vez disso o Médico Veterinário deve ser capaz de prestar cuidados de uma forma direcionada, tendo profundo conhecimento das características únicas dos animais nesta faixa etária, assim como das alterações fisiológicas e/ou patológicas que podem ocorrer durante este período (Grundy, 2006).

A realização deste trabalho pretendeu colmatar a necessidade de informação relativa às características únicas dos canídeos e felídeos em idade pediátrica. As peculiaridades deste período exigem do Médico Veterinário um conhecimento específico e dirigido aos animais desta idade, que lhe permita providenciar os melhores cuidados de saúde e o melhor atendimento possível (Veronesi et al, 2009). Neste sentido, gostaríamos de salientar, que apesar do elevado profissionalismo dos Médicos Veterinários do HVUTAD, a tarefa destes seria facilitada se existisse na instituição um plano de atendimento pediátrico padronizado, pois permitiria uma assistência coerente e compreensiva a cada animal, e promoveria o estabelecimento de vínculos entre o cliente e médico veterinário, tal como defendido por Heider (2011).

A consulta pediátrica deve ser vista não só como uma forma de observação, procura diagnóstica e tratamento dos jovens animais, mas também como uma oportunidade de educação e aconselhamento dos proprietários no que diz respeito a cuidados de saúde, higiene, profilaxia e desenvolvimento comportamental dos seus animais (AAFP, 2011;Davis-Wurzler, 2006). Na instituição estudada, a informação relativa a estes temas não estava disponível, o que tornava as primeiras consultas muito demoradas, devido à necessidade de esclarecer perfeitamente os proprietários. Na nossa opinião, esta informação poderia ter sido disponibilizada aos clientes num formato escrito, em tópicos pequenos e fáceis de assimilar, com indicações de sítios de pesquisa na internet e livros recomendados pela instituição, tal como aconselhado por outros autores (Hoskins, 2001;Heider, 2011). Inclusivé, a informação poderia mesmo encontrar-se disponível na sala de espera, dando oportunidade ao dono de se ir familiarizando com o tema, enquanto espera pela consulta.

Por ser um tema emergente, há pouca informação disponível na literatura veterinária que envolva jovens cães e gatos (Mathews, 2008), motivo pelo qual existiram limitações inerentes na recolha bibliográfica.

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Análise descritiva:

No presente estudo foi feita uma análise da população pediátrica observada no HVUTAD. A dificuldade na recolha de dados para a realização deste estudo adveio da inexistência de uma base de dados informatizada, tendo sido necessária uma extensa e demorada pesquisa da ficha individual de cada doente no arquivo do hospital.

Neste estudo, os animais da espécie canina predominaram sobre os da espécie felina. É provável que a obrigatoriedade legal da vacinação antirrábica canina em território nacional desempenhe um papel relevante neste resultado.

O sexo dos animais foi outro parâmetro utilizado neste estudo para caracterizar a população observada, registando-se um número de animais do sexo masculino ligeiramente superior ao feminino em ambas as espécies. A diferença de sexos entre espécies não foi, no entanto, estatisticamente significativa (p=0,879). Apesar de na bibliografia consultada não ser possível comparar este resultado com os de outros autores, não apreciámos uma diferença relevante entre sexos, pelo que considerámos não existir uma predilecção particular por um sexo em detrimento de outro.

Os animais observados neste estudo apresentavam uma média de idades de 13 semanas, tendo sido recebidos à consulta canídeos e felídeos entre as 2 e as 24 semanas de idade. A distribuição destes animais consoante a idade no momento da consulta não foi, no entanto, homogénia. Verificaram-se 3 picos de afluência à consulta em canídeos com idades compreendidas entre as 8-9, 11-12 e 15-16 semanas, e apenas 2 picos em felídeos com idades compreendidas entre as 10-11 e 16-17 semanas. Estes picos de afluência verificados na espécie canina coincidiam com a idade recomendada para a primovacinação (8-9 semanas de idade), 1º reforço vacinal (3 a 4 semanas após a primovacinação), e 2º reforço vacinal (entre as 14-16 semanas de idade) de acordo com o observado na bibliografia (Day et al, 2010). O mesmo já não acontece com a espécie felina. Estes resultados obtidos expressam a realidade do nosso país, onde os proprietários de cachorros estão consciencializados para a necessidade de vacinação, sendo muitas vezes a sua única preocupação em termos de cuidados pediátricos. O mesmo nível de preocupação com o plano vacinal não é demontrado em relação aos gatinhos, eventualmente por não haver nenhum tipo de obrigatoriedade legal de vacinação de felídeos vigente em

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território nacional, mas também devido à natureza mais independente destes animais, que desvincula os seus proprietários da prestação de cuidados de saúde (AAFP, 2004).

A ida ao Hospital Veterinário representou a primeira consulta para a grande maioria dos animais observados (82%). Este resultado enfatiza a importância da primeira consulta relatada na bibliografia, como importante meio de transmissão de informação, esclarecimento de dúvidas e educação do proprietário (Heider, 2011).

Neste estudo, foi nosso objectivo investigar quais os motivos que levaram à procura de assistência médica veterinária para animais em idade pediátrica. A vacinação/desparasitação destacou-se como principal motivo de consulta, representando cerca de metade do total de consultas em canídeos (48,41%) e felídeos (41,94%). De destacar que em canídeos, a vacinação/desparasitação foi o único motivo que levou à consulta os jovens cachorros sem sintomatologia clínica indicativa de doença. Pelo contrário, em gatinhos, a este motivo associaram-se as cirurgias de conveniência (OVH e orquiectomia). Na bibliografia consultada não foi possível comparar os resultados obtidos com o de outros autores, porém, consideramos importante salientar o facto de principal motivo de consulta pediátrica estar relacionado com medidas profiláticas e não com alguma forma de assistência a processos de doença. Verificou-se também que, tal como afirma Casal (2008), o quadro de diarreia, vómito anorexia e/ou depressão em ambas as espécies, e as afecções respiratórias em gatos (demonstradas através de corrimento nasal/ocular) são as causas mais comuns para a apresentação à consulta dos jovens animais com sintomatologia clínica indicativa de doença.

O trauma por atropelamento constituiu o terceiro maior motivo de consulta. Esta elevada ocorrência pode ser justificada pela necessidade dos jovens animais em explorar o seu ambiente, levando a que se coloquem em situações de perigo, conduzindo a acidentes ou quedas com consequências por vezes graves e até fatais (Blythe, 2011)

As maiores diferenças encontradas entre as espécies em estudo foram observadas aquando da análise dos sistemas afectados. Apesar do sistema gastrointestinal ser o mais frequentemente afectado em ambas as espécies, na espécie canina teve uma representação de 50,3% enquanto na felina representou apenas 31%. Esta diferença demonstrou-se estatisticamente significativa, com o valor de p=0,037. É possível que a diferença dos valores encontrados se deva à elevada prevalência de doenças infecciosas causadoras de sintomatologia

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do TGI em canídeos, nomeadamente parvovírus, responsável por quadros de gastroenterite hemorrágica em cachorros com 2-6 meses (Decaro et al, 2007).

As doenças do aparelho respiratório superior foram mais comuns em gatinhos, e os principais sinais clínicos, que incluem corrimentos oculares e/ou nasais, justificam a diferença de afeccção dos sistemas respiratório e oftalmológico marcadamente significativa entre as duas espécies estudadas (p=0,008 e p=0,006 respectivamente), o que vai de encontro ao descrito por outros autores (Casal, 2008).

Os restantes sistemas analisados (neurológico, dermatológico, auditivo, musculo- esquelético e urogenital), para além de não revelarem uma grande representatividade neste estudo, não apresentaram diferenças de afecção significativas entre as duas espécies estudadas (p> 0,05). Na bibliografia consultada não foi possível comparar estes resultados com os de outros autores.

Durante a realização deste estudo não foram observados casos que revelassem afecções do sistema cardiovascular, endócrino e hepatobiliar em ambas as espécies, nem afecções do sistema urogenital em felídeos. Seria necessário um maior número de casos ou um período de observação mais alargado para poder tirar ilações mais assertivas no que respeita à frequência de afecção destes sistemas.

Neste trabalho verificou-se que o diagnóstico definitivo foi conseguido na maioria dos casos. No entanto, em 8,6% dos canídeos estudados e 31% dos felídeos, tal não foi possivel. Estes diagnósticos inconclusivos poderão estar relacionados com a realidade sócio-económica do país, na medida em que factores económicos obrigam os Médicos Veterinários à tentativa de obtenção de um diagnóstico terapêutico, quando seria aconselhada a realização de exames complementares de diagnóstico, com vista à obtenção do diagnóstico etiológico.

Segundo os dados obtidos neste estudo, a grande maioria dos diagnósticos conseguidos relacionou-se com doenças infecciosas de origens víricas (principal), bacterianas, parasitárias e fúngicas. Estes resultados adequam-se com os da bibliografia consultada, segundo a qual os animais em idade pediátrica são mais susceptíveis a doenças infecciosas (Casal, 2008; Evermann & Kennedy, 2011). A gastroenterite por parvovírus constituiu cerca de 30% do total de diagnósticos realizados na população canina, neste estudo. As infecções bacterianas (Mycoplasma spp, E. coli.), parasitárias gastrointestinais (Toxacara canis, Giardia sp,

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(Aelurostrongylus abstrusus e Toxocara cati) foram também frequentemente diagnosticadas entre os pediátricos estudados. A presença de Giardia sp. foi detectada em apenas 2,5% dos canídeos e 6,9 % dos felideos. Este resultado difere significativamente dos 30 a 50% de prevalência deste parasita estimados na literatura (Crespilho et al, 2007). No entanto, por ser uma infecção frequentemente subclínica, em que o agente parasitário pode viver de uma forma crónica no intestino de animais saudáveis e a pesquisa diagnóstica ter sido efectuada apenas em animais que exibissem sintomatologia clínica, a prevalência de Giardia spp. entre os animais observados poderá ser substancialmente mais elevada (Lappin, 2005).

No presente estudo, as doenças de origem congénita representaram apenas 0,91% do total de doenças observadas e, ainda que não seja possível comparar os nossos resultados com os de outros autores, consideramos importante salientar a percentagem diminuta desta forma etiológica, pelo que seria interessante a elaboração de estudos posteriores que aprofundassem o conhecimento em relação a este fenómeno.

No nosso estudo, a cirurgia foi um procedimento médico utilizado em menos de 10% dos casos observados. Contudo, diferenças significativas a este nível foram registadas entre as duas espécies estudadas (p=0,045), revelando uma frequência muito superior em felídeos. Um dos principais motivos da diferença encontrada reside nas cirurgias de conveniência, realizadas apenas em jovens gatos. É provável que este resultado se fique a dever não só às inconvenientes exibições de carácter sexual demonstradas pelos felídeos de ambos os sexos, mas também à forma de vida destes animais na maioria das habitações portuguesas, que não ficando confinados apenas ao interior da habitação, circulam pelo exterior e contactam com outros animais. Esta forma de vida preocupa os proprietários dos felídeos fêmeas, no que respeita a eventuais concepções indesejadas, pelo que optam pela realização de ovariohisterctomias antes dos 6 meses. As restantes cirurgias foram necessárias para resolução de complicações resultantes de trauma por atropelamento, mordedura, queda, ou de origem desconhecida.

A taxa de mortalidade entre os animais observados foi de apenas 7,3%, tendo a eutanásia representando 43,75% do total de óbitos. A diferença de frequência entre as espécies estudadas não foi significativa, porém o motivo que conduziu a estas perdas foi bastante distinto. Segundo Hoskins (2001), as doenças infecciosas são responsáveis por uma proporção substancial de perdas de cachorros e gatinhos, especialmente as infecções bacterianas e virais. No nosso estudo, a gastroentrite vírica por parvovírus destacou-se como a principal responsável pela perda dos jovens animais, provocando cerca de dois terços dos óbitos registados. As restantes perdas

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ficaram a dever-se a trauma por queda, atropelamento, mordedura ou de origem desconhecida e por um caso de IGE idiopática. A IGE idiopatica de uma cadela pastor alemão representou a única causa congénita responsável pela perda de um animal neste estudo. Este caso enquadra-se nos resultados de outros autores que afirmam que a IGE afecta principalmente cães jovens (menos de 1 ano) com uma particular elevada prevalência em pastores alemães (Kaewamatawong et al, 2010) e que a maioria dos animais morrem ou são eutanasiados devido a pneumonia por aspiração ou malnutrição (Spillmann, 2007).

A elevada percentagem de eutanásia de entre os casos de óbito, observada neste estudo, relacionou-se provavelmente com factores económicos inerentes à pesquisa diagnóstica e tratamento, o que revela que na actual conjuntura económica portuguesa, por diversas vezes, os proprietários optam por soluções definitivas e com custos mais reduzidos, mesmo quando essa solução implica a eutanásia do animal.

CONCLUSÃO

A realização deste estudo facultou-me um conhecimento mais alargado das características únicas da idade pediátrica em cães e gatos. Durante a realização da parte prática, permitiu-me ainda obter uma maior percepção das características da população desta idade com necessidade de atendimento médico, dos principais motivos que conduzem estes jovens animais à consulta Médico-Veterinária, bem como as suas principais afeções. Acredito que este conjunto de conhecimentos, aplicáveis no exercício da prática clínica, permitir-me-ão melhorar o atendimento, tornar mais eficiente a prestação de cuidados de saúde e, eventualmente, aumentar a taxa de sobrevivência entre os doentes, pois:

O mais importante é não desistir dos nossos doentes mais jovens, eles

podem ser incrivelmente resilientes e a maioria tornar-se-á um grande animal

de companhia (Casal, 2008).

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