• Aucun résultat trouvé

L’exil des ´ ecrivains allemands

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 127-133)

Exil, rencontres et traductions

3.1 Des rencontres entre les ´ ecrivains

3.1.1 L’exil des ´ ecrivains allemands

CONDIÇÕES DO CA TIVEIRO

O ambiente do criadouro ao todo conta com 18 gaiolas de l,6m x l,5m x l,lm , sendo este feito de alvenaria (flindo e laterais) e de grade de arame de malha 2cm (frente e o teto), que abrigam casais e famílias com filhotes, sem que tenham contato visual de seu viveiro com os demais. São expostos á luz do sol em periodo integral e protegidos da chuva e da incidência direta do sol forte por telhas de amianto e fibra de vidro (Figura 2). Cada viveiro dispõe de poleiros verticais e transversais de madeira e alojamento, sendo este último uma caixa de tábuas de madeira com uma abertura num dos cantos da sua face fi-ontal. No invemo, uma lâmpada de lOOW é acendida sobre o alojamento dos animais com a finalidade de prover um aquecimento extra do ninho (Figura 3).

O chão da gaiola é coberto de folhas caídas das árvores do bosque que fica ao lado do viveiro, e essa camada de folhas é trocada periodicamente. A alimentação é servida duas vezes por dia, sendo a primeira, da manhã (a partir das 8;00h), constituída de pão com leite e suplementos vitamínicos e protéicos. O alimento da tarde é servido depois das 14:00h e consiste de fhitas diversas picadas, sendo que nas Terças-feiras e Quintas-feiras recebem ração de cães e nas Quartas-feiras recebem larvas de tenébrio {Tenebrio moliíor) na dieta da tarde. A água fica sempre à disposição dos animais em garrafas de vidro com bicos de bebedouro.

De modo geral, os animais que não são nascidos no próprio cativeiro provém de doações do IBAMA ou de outras instituições particulares. Cada animal tem um registro individual, é identificado por um número e possui uma ficha de acompanhamento, onde são registradas informações que compreendem o histórico de vida e passagem do animal pelo cativeiro, sua procedência, acasalamentos, filiação, nascimento de filhotes, doenças, características individuais morfológicas e de comportamento e ocorrências do cotidiano.

EXPERIMENTO 1

1.Sujeitos

Oito sagüis machos e adultos, da espécie Callithrix penicillata, identificados pelos números 57, 133, 190, 201, 210, 211, 215 e 240, foram observados nesse experimento. Estes animais chegaram ao nosso criadouro através de doações do EBAMA ou de outras instituições particulares, com exceção do 201, que nasceu no cativeiro.

2. Condições dos animais para a experimentação

Todos os animais utilizados nessa pesquisa encontravam-se alocados em gaiolas idênticas às descritas anteriormente. Cada macho observado estava acasalado com uma femea no início das observações em viveiro particular. Nos dias das observações os animais ficavam privados da alimentação da manhã até a hora do teste. Na hora da observação o macho era separado da fêmea.

3. Método de isolamento do macho

Ao casal de sagüis de cada gaiola era oferecido alimento (pedaço de pão ou larva de tenébrio) em uma pequena vasilha dentro de uma gaiola do tipo arapuca, enquanto o casal estava em jejum matinal. Quando o animal pegava o alimento a gaiola fechava-se e o animal era retirado do viveiro, podendo ser este o macho ou a femea, dependendo de qual entrasse primeiro na gaiola.

O manejo e transporte dos animais é uma atividade que exige muita cautela e paciência do tratador, e para manter como prioridade a garantia do mínimo de estresse ou excitação dos animais, o método de isolamento teve algumas variações estratégicas no decorrer das observações. A primeira tentativa era sempre de retirar a femea, mas nem sempre isso ocorria, pois algumas recusaram a oferta do alimento na gaiola e aprenderam a recusar dia após dia, não respondendo ao convite à captura. Nesse caso o macho era então transferido para um outro viveiro idêntico e vazio, sendo ali então observado. Também uma

das fêmeas estava esperando filhotes e os teve durante a época de estudo, e nesse período apenas o macho (133) foi retirado do viveiro, enquanto ele não estava carregando nenhum dos filhotes.

4. Observações

O isolamento social e a privação de alimento eram as condições básicas requisitadas para que o animal direcionasse toda a sua atenção para a situação de teste. Daí então eram- lhe apresentados estímulos específicos e as respostas emitidas pelo sujeito eram computadas.

Esses estímulos eram aparelhos especialmente construídos para medir a utilização das mãos ou patas dianteiras na tarefa de obtenção de larvas de tenébrio, um estímulo reforçador geralmente muito apreciado pelos sagüis. Cada aparelho era utilizado para um tipo de teste, descrito a seguir:

TESTE 1: BANDEJA

Uma vasilha plástica branca de 30cm (comprimento) x 15cm (largura) x 5cm (profimdidade) coberta com uma tampa de grade metálica de malha 2cm, com uma camada de Icm (média) de ração para pintos em seu fixndo, contendo 20 larvas de tenébrio espalhadas e encobertas.

Colocado no chão da gaiola, era observada a aproximação e exploração do mesmo pelo sagüi, por um período de 20 min. em cada sessão.

Um pote de vidro (maionese Gourmet) de 12cm de altura por 6cm de diâmetro, acoplado pelo fundo a uma plataforma de madeira (disco de 20cm de diâmetro por 5mm de espessura), ficando sua abertura voltada para cima. O pote é preenchido até a metade com areia e vedado com massa epoxi, ficando o chão do pote à 6cm da boca. Esta última possui uma tampa plástica com um orificio de 2cm de diâmetro em seu centro. No chão desse pote são dispostas 20 larvas de tenébrio.

Colocado no chão da gaiola, era observada a aproximação e exploração do mesmo pelo sagüi, até que acabassem as larvas e o animal perdesse o interesse, ou por um período máximo de 20 min. em cada sessão.

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 127-133)