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L’encastrement et le découplage dans la dynamique des formes sociales

Dans le document Sociologie de l'imprévisible (Page 76-82)

Encastrements, découplages, et jeux d’échelles

2. L’encastrement et le découplage dans la dynamique des formes sociales

Referência Bibliográfica:

GERMI (s.d.). Avaliação Geriátrica. Núcleo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Acedido a 15-10-2016. Disponível em:

6.Escala para avaliação do estado nutricional – Mini Nutritional Assessment

A Mini Nutritional Assessment possibilita a deteção da presença ou o risco de malnutrição na pessoa idosa, sem recurso a parâmetros analíticos.

A informação é obtida através do questionário direto à pessoa idosa ou a familiares/cuidadores (excluindo as questões sobre a auto perceção).

A primeira parte (Triagem) é constituída por 6 questões. Salientamos que caso não seja possível determinar o índice da massa corporal (por exemplo, em pessoas idosas acamadas) pode-se em alternativa usar o perímetro da perna (PP):

 Se PP <31 cm corresponde a 0 pontos;  Se PP ≥ 31 cm corresponde a 3 pontos.

Se a pontuação da triagem seja sugestiva da presença ou risco de malnutrição realiza-se a segunda parte do questionário (Avaliação Global), onde se aprofunda a avaliação através de 12 questões adicionais. A cada questão é atribuída uma pontuação, cuja soma permite identificar 3 categorias:

 Estado nutricional normal,  Sob risco de malnutrição,  Malnutrição.

Estima-se um tempo de aplicação da escala de 5 minutos para a triagem e de 10 minutos para a avaliação global.

6.Mini Nutritional Assessment

Referência Bibliográfica:

GERMI (s.d.). Avaliação Geriátrica. Núcleo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Acedido a 15-10-2016. Disponível em:

7.Escala para avaliação risco de queda – Escala Morse

A escala de Morse é um instrumento para a avaliação do risco de queda. Contempla seis parâmetros: história de quedas nos últimos três meses, existência de diagnóstico secundário, necessidade de ajuda na mobilização, terapêutica endovenosa, características da marcha e estado mental.

A avaliação do risco de queda é realizada nas primeiras 24 horas, aquando do internamento. A reavaliação do risco é efetuada com uma periodicidade máxima de 7 em 7 dias ou sempre que a situação clinica da pessoa idosa o justifique (por exemplo a ocorrência de uma queda) e no momento da alta.

A pontuação mínima é de 0 pontos e a máxima de 125 pontos. A soma dos vários parâmetros define o nível de risco de queda da pessoa, de acordo com a seguinte escala:

 0 a 24 – Baixo Risco  25 a 50 – Médio Risco

 Superior ou igual a 51 – Elevado Risco

Referência bibliográfica:

Costa-Dias, M. J. M. & Ferreira, P. L. (2014).Fall risk assessment tools.

Revista de Enfermagem Referência, Série IV (2), 153-161. Acedido a 10-11- 2016.Disponível em: http://dx.doi.org/10.12707/RIII12145

8.Escala para avaliação do risco de desenvolvimento de ulceras de pressão – Escala de Braden

A Escala de Braden tem o intuito de avaliar o risco de desenvolvimento de úlceras de pressão. Está recomendada a sua utilização numa orientação da DGS (2011).

Este instrumento contempla seis dimensões: perceção sensorial, humidade, atividade, mobilidade, fricção e forças de deslizamento. A pontuação total varia entre 6 (valor de mais alto risco) e 23 (valor de mais baixo risco), sendo que quanto maior for a pontuação, menor é o risco e vice-versa.

O risco de desenvolvimento de úlceras de pressão varia de acordo com a seguinte cotação:

 Superior ou igual a 17 – Baixo risco de desenvolvimento de úlceras de pressão

 Inferior ou igual a 16 – Alto risco de desenvolvimento de úlceras de pressão. Está preconizado que a escala deve ser aplicada no momento da admissão do doente aos cuidados, em meio hospitalar ou em meio domiciliário, e a reavaliação obedecer às orientações indicadas:

Está preconizado que a escala deve ser aplicada no momento da admissão do doente aos cuidados, em meio hospitalar ou em meio domiciliário, e a reavaliação obedecer às orientações indicadas:

8.Escala de Braden

Referência Bibliográfica:

DGS (2011). Escala de Braden: Versão Adulto e Pediátrica (Braden Q). Orientação nº 017/2011 de 19/05/2011.Direção Geral da Saúde.

9.Escala para avaliação do funcionamento familiar- Apgar Familiar

A escala de Apgar15 Familiar baseada em Smilkstein permite a avaliação do funcionamento da família através da satisfação expressa pelos seus membros. Foi traduzida e validada para português por Agostinho & Rebelo (1988). Devem ser comparados diferentes scores para se avaliar o estado funcional da família.

No seu preenchimento deverão ser atribuídos 2 pontos para "Quase sempre", 1 ponto para "Às vezes", e 0 pontos para "Raramente". Os pontos para cada uma das cinco questões são totalizados e sugerem que:

 Família altamente funcional: entre 7 a 10;

 Família moderadamente disfuncional: entre 4 a 6;  Família severamente disfuncional; entre 0 a 3.

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15 APGAR é um acrónimo proveniente da língua inglesa, que tem o seguinte significado:

Adaptação (Adaptation): refere-se ao modo como os recursos são compartilhados ou qual o

grau de satisfação do membro familiar com a atenção recebida;

Participação (Partnership): diz respeito ao modo como as decisões são partilhadas ou qual a

satisfação do membro da família com a reciprocidade da comunicação familiar e na resolução de problemas;

Crescimento (Growth): está relacionado com a forma como a promoção do crescimento é

partilhada ou qual a satisfação do membro da família com a liberdade disponível no ambiente familiar para a mudança de papéis e para a concretização do crescimento emocional ou amadurecimento;

Afeição (Affection): refere-se a como as experiências emocionais são partilhadas ou qual a

satisfação do membro da família com a intimidade e interação emocional no contexto familiar;

Resolução (Resolution): pretende identificar como o tempo é partilhado ou qual a satisfação

do membro familiar com o compromisso que tem sido estabelecido pelos seus próprios membros.

9.Escala para avaliação do funcionamento familiar- Apgar Familiar

Referência bibliográfica:

Agostinho, M., Rebelo, L. (1988). Família: do conceito aos meios de comunicação. RevistaPortuguesa de Saúde Pública. 5 (32), 18-21.

10.Dor - Escalas de autoavaliação intensidade da dor

Escalas de autoavaliação intensidade da dor

A DGS (2003), reconhece a importância da avaliação da Dor, equiparando-a ao 5º Sinal Vital. Reconheceque a avaliação da intensidade da dor deve ser realizada regularmenterecorrendo sempre que for possível à avaliação pela própria pessoa. Apresentamos de seguida alguns instrumentos para a avaliação da dor:

 Escala Numérica

A Escala Numérica consiste numa régua dividida em onze partes iguais, numeradas de 0 a 10. Solicita-se à pessoa idosa que classifique a sua dor, sendo que“O” é estar sem dor, e “10” a dor máxima.

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 Escala Qualitativa

Apresenta diferentes adjetivos para caraterizar a intensidade da dor, a pessoa escolhe aquele que melhor classifica a sua dor.

Referência bibliográfica:

DGS (2003). A Dor como 5º sinal vital. Registo sistemático da intensidade da Dor. Circular NormativaNº 09/DGCG de 14 de junho 2003. Lisboa: Direção Geral de Saúde.

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