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L’état de la collection d’ADN du virus variolique détenue par le

4. La situation des conservatoires de virus variolique et d’ADN viral des centres

4.2 La situation des conservatoires de souches de virus variolique et d’acide

4.2.2 L’état de la collection d’ADN du virus variolique détenue par le

Seguidamente apresentam-se todos os materiais utilizados e as técnicas de processamento

de amostras.

3.1.1 Materiais

As fibras utilizadas neste trabalho são fibras longas de carbono que se apresentam sob a

forma de tecido biaxial (Tabela 3.1 e Figura 3.1), estando estas em formas de rolo.

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

Utilizaram-se dois tipos de resinas de características epóxidas, resina epóxida 520 com

endurecedor 523 (Tabela 3.2) e resina SR 1500i com endurecedor SD 2505 (Tabela 3.3),

sendo a última mais resistente ao fogo (menos inflamável). Os dados foram retirados das

fichas do produto fornecidas pelo fabricante.

Tabela 3.1 – Principais características do tecido de fibras de carbono usado.

CARACTERISTÍCA VALOR

Tipo de tecido Biaxial [0º/90º]

Material Carbono

Módulo de Young [GPa] 230

Referência 195-1000

Gramagem [g/m2] 196

Tabela 3.2 – Principais características da resina epoxida 520 e endurecedor 523.

CARACTERISTÍCA RESINA ENDURECEDOR

Aspecto Líquido Líquido

Cor Transparente Amarelo

Massa volúmica [g/cm3] 1.16 1

Rácio de mistura 1 1/3

Ciclo de cura e de pós-cura 8 H a 20°C

Tabela 3.3 – Principais características da resina SR 1500 i e endurecedor SD 2505.

CARACTERISTÍCA RESINA ENDURECEDOR

Aspecto Líquido viscoso Líquido

Cor Branca Amarelo

Massa volúmica [g/cm3] 1.57 1

Rácio de mistura 1 1/0,17

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

Neste trabalho será usada a designação da Tabela 3.4 para a identificação das misturas das

resinas com os respectivos endurecedores.

Tabela 3.4 – Identificação das resinas.

DESIGNAÇÃO RESINA/ENDERUCEDOR

E 520 / 523

E* SR 1500 i / SD 2505

As micro-esferas de vidro ocas utilizadas neste trabalho são produzidas pela 3M em

Inglaterra, as suas principais características encontram-se descritas na Tabela 3.5.

Tabela 3.5 – Principais características das micro-esferas de vidro ocas utilizadas.

CARACTERÍSTICA VALOR

Tratamento de superfície Nenhuma

Cor aparente Branca

Diâmetro médio das micro-esferas [µm] 200

Massa volúmica [g/cm3] 0.2

3.1.2 Metodologia de processamento

Laminados

A literatura apresenta inúmeras formas de processamento [1], desde técnicas manuais como

é o caso da Hand lay-up (moldação manual), passando por técnicas completamente

automatizadas, como é o caso da moldação por compressão e injecção.

Para os componentes fabricados a partir de materiais compósitos reforçados por fibras, faz-

se uso de rolos de fibras pré-impregnados com resina. Esses rolos são colocados sobre uma

placa que serve como uma superfície de referência (molde), dependendo o ângulo de

deposição das fibras dos requisitos de projecto. Sobre a superfície de referência deve-se

colocar a um elemento desmoldante entre as fibras pré-impregnadas com resina para que o

compósito posteriormente se desmolde com facilidade. Após a impregnação das fibras, basta

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

que haja a cura da resina. A pressão existente neste processo faz com que haja uma melhor

compactação do conjunto de fibras e resina.

Para o presente trabalho, o processo Hand Lay-up seguido de um processo de cura de

vaccuum baggind mostrou-se o mais adequado pois não requer equipamentos dispendiosos,

reduzindo o custo de produção das amostras. Um aspecto negativo a destacar é o facto de se

tratar de um processo manual tornando a qualidade da peça dependente da perícia de quem

a molda, devendo assim ter-se o maior cuidado possível, de forma a obter amostras

semelhantes. Foram moldadas três tipos de amostras (Tabela 3.6), sendo as amostras

denominadas de F1 e F2 realizadas com a resina E menos resistente ao fogo e a amostra F3

obtida com a resina mais resistente ao fogo E*.

Tabela 3.6 – Tipo de laminados moldados.

AMOSTRA REFERÊNCIA TECIDO NÚMERO DE CAMADAS RESINA UTILIZADA

F1 195-1000 2 E

F2 195-1000 4 E

F3 195-1000 4 E*

Na Tabela 3.7 encontram-se as espessuras das três amostras.

Tabela 3.7 – Espessuras dos laminados moldados.

AMOSTRA ESPESSURA [mm]

F1 0.95

F2 1.35

F3 1.48

Seguidamente apresenta-se a descrição das várias etapas para a obtenção da amostra F2.

o 1ª Etapa – Certifica-se que o ambiente de trabalho está limpo e colocam-se luvas, pois a fibra é susceptível de contaminação.

o 2ª Etapa – Prepara-se a zona a moldar para receber as camadas do laminado garantido que esta se encontra devidamente limpa. De forma a garantir que a

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

primeira camada do laminado não adira cobre-se a zona a moldar com plástico

(agente desmoldante).

o 3ª Etapa – Mistura-se a resina Epoxida 520 com o Endurecedor 523, nas proporções apresentadas na Tabela 3.2. É de realçar que o processo de moldação deve ser

realizado rapidamente, pois a polimerização ocorre num curto intervalo de tempo. Na

Figura 3.2 pode-se observar a preparação da mistura.

Figura 3.2 – Mistura da resina 520 com o endurecedor 523.

o 4ª Etapa – Após o corte correcto do tecido de fibra de carbono, este coloca-se sobre a placa com o ângulo de orientação desejado. De seguida coloca-se uma camada de

resina sobre a manta, procurando garantir a impregnação completa do tecido com

uma trincha, como se pode ver pela Figura 3.3.

Figura 3.3 – Processo de empilhamento.

o 5ª Etapa – A etapa anterior repete-se 4 vezes, tendo sempre o cuidado do empilhamento estar na direcção correcta.

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

o 6ª Etapa – Aplica-se vácuo sobre o empilhamento moldado, como se vê na Figura 3.4, durante 8 horas sendo este o tempo de cura da resina.

Figura 3.4 – Processo de vacuum bagging.

Micro-esferas de vidro ocas

A preparação das micro-esferas de vidro ocas requer muito cuidado e uso de máscara

respiratória visto que estas se apresentam sobre a forma de pó que se dispersa muito

facilmente. Para a obtenção das estruturas de micro-esferas de vidro ocas e sandwich

utilizou-se um molde em aço de forma a pode-se moldar o máximo de estruturas possível (

Figura 3.5). Este molde é formado por uma estrutura em alumínio amovível que permite

obter três espessuras do núcleo – 3, 5 e 7 mm. As estruturas de micro-esferas ocas de vidro

foram processadas com espessuras de 7 mm.

Figura 3.5 – Molde utilizado para o processamento das micro-esferas ocas de vidro e das estruturas sandwich.

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

Foram construídas 2 amostras de micro-esferas de vidro ocas misturadas com resina como

demonstra a Tabela 3.8. A amostra designada por ME utiliza na sua composição a resina

menos resistente ao fogo (designação E) e a amostra denominada de ME* emprega na sua

constituição a resina mais resistente ao fogo (denotação de E*).

Tabela 3.8 – Tipo de amostras de micro-esferas de vidro ocas usadas.

AMOSTRA VOLUME DE MICRO-ESFERAS [%] VOLUME DE RESINA [%]

ME 30 E 70

ME* 30 E* 70

Seguidamente apresenta-se a descrição das várias etapas para a obtenção da amostra ME*.

o 1ª Etapa – Certifica-se que o ambiente de trabalho está limpo e faz-se o uso de luvas, pois a fibra e as micro-esferas ocas de vidro são susceptíveis à contaminação.

o 2ª Etapa – Aplica-se desmoldante no molde e no anel de alumínio (de 7 mm de altura).

o 3ª Etapa – Mistura-se a resina epoxida 520 com o endurecedor 523 nas proporções da Tabela 3.2 e seguidamente as micro-esferas ocas de vidro nas proporções da

Tabela 3.8. Vale a pena realçar que o processo de mistura deve ser realizado

imediatamente, pois a polimerização ocorre num curto intervalo de tempo.

o 4ª Etapa – Após o molde estar montado vaza-se a mistura preparada na etapa anterior.

o 5ª Etapa – Fecha-se o molde por compressão e destapa-se um pequeno orifício de forma a ser possível realizar vácuo.

o 6ª Etapa – Realização de vácuo sobre o molde.

Estruturas Sandwich

Foram realizadas 5 amostras diferentes de estruturas sandwich (Tabela 3.9). Para as

estruturas intituladas de S1 e S2 têm como peles as estruturas F1 e núcleo a estrutura ME,

mas com 3 mm e 5 mm respectivamente de espessura. As estruturas S3 e S4 possuem peles

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

estrutura sandwich denominada S5 é semelhante à S4 usando no seu núcleo a estrutura ME*

de 5 mm e a estrutura F3 para as peles.

Tabela 3.9 – Tipo de estruturas sandwich construídas.

AMOSTRA EMPILHAMENTO ESPESSURA NÚCLEO [mm]

S1 F1/ME/F1 3

S2 F1/ ME /F1 5

S3 F2/ ME /F2 3

S4 F2/ ME /F2 5

S5 F3/ ME */F3 5

O procedimento para a obtenção das estruturas sandwich encontra-se descrito nas etapas

que se seguem, para a estrutura S4.

o 1ª Etapa – Certifica-se que o ambiente de trabalho está limpo e faz-se o uso de luvas, pois a fibra e as micro-esferas ocas de vidro são susceptíveis de

contaminação.

o 2ª Etapa – Aplica-se desmoldante no molde e ao anel de alumínio (de 5 mm de altura).

o 3ª Etapa – Cortam-se as placas de fibra F2 com as dimensões do molde e fazem-se as furações correctas de forma a ajustarem-se ao molde (Figura 3.6).

Figura 3.6 – Molde montado com a placa de fibras. Local das placas

Capítulo 3 – Materiais e procedimentos experimentais Materiais testados

o 4ª Etapa – Mistura-se a resina Epoxida 520 com o endurecedor 523 nas proporções da Tabela 3.2 e de seguida mistura-se com as micro-esferas ocas de vidro nas

proporções da Tabela 3.8. De realçar que o processo de mistura deve ser realizado

imediatamente, pois a polimerização ocorre num curto intervalo de tempo.

o 5ª Etapa – Vaza-se a mistura preparada na etapa anterior para o molde preparado na 3ª etapa.

o 6ª Etapa – Fecha-se o molde por compressão e liberta-se um pequeno orifício de forma a ser possível realizar vácuo.

o 7ª Etapa – Realização de vácuo sobre o molde.

Os materiais processados anteriormente (fibras, micro-esferas ocas de vidro e resinas) foram

obtidos na empresa Rebelco - Representações Belchior Costa, Lda.