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L’énergie solaire comme source d’énergie renouvelable

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Introduction Générale

2. Le domaine de l’optoélectronique

2.2. L’énergie solaire comme source d’énergie renouvelable

49 A heminegligência é um problema neurológico que, por norma, surge após AVC no hemisfério direito. Esta síndrome consiste na incapacidade do doente em atender ou responder a estímulos vindos do lado contralateral à lesão cerebral, e é definido com sendo um defeito na capacidade de vigilância e nos sistemas atencionais. Dada a importância do diagnóstico da heminegligência para o processo de reabilitação global do doente e, uma vez que este nem sempre é imediato nas formas ligeiras a moderadas, pretendeu-se com este trabalho dar um contributo inicial (exploratório) ao nível da avaliação neuropsicológica na detecção desta patologia. Sendo a BIT a bateria mais usada neste contexto, este trabalho teve como objectivo central analisar a capacidade da BIT em detectar a heminegligência, mesmo nas suas formas ligeiras. Foi ainda analisado o papel da recolha de informação qualitativa na identificação dos casos de heminegligência, nomeadamente a análise da estratégia de exploração visual tipicamente usada nestes doentes.

No estudo de adaptação da BIT apresentado no Capítulo II, realizado por não existirem materiais e dados normativos publicados para a nossa população, procedeu-se a alterações nos materiais verbais e visuais tendo em conta especificidades da língua e cultura portuguesas. A BIT, na versão adaptada ao português, foi administrada a um grupo de controlo constituído por 20 sujeitos, tendo-se realizado uma comparação entre as pontuações médias obtidas nas 15 provas da BIT pelo grupo de controlo português com os dados disponibilizados no manual original. Os resultados do grupo de controlo avaliado no presente estudo foram, de uma maneira geral, equivalentes aos resultados da população inglesa. Estes dados parecem sugerir que as alterações efectuadas na BIT se ajustaram à cultura portuguesa.

Em relação ao estudo sobre a capacidade da BIT em detectar a heminegligência, descrito no Capítulo III, os dados indicaram que nenhuma prova detectou por si só todos os casos de heminegligência, principalmente porque vários doentes apresentaram desempenhos dentro do normal. No grupo clínico, foi a prova convencional Corte de letras que identificou 50% dos doentes com heminegligência, sendo a prova que melhor detectou a síndrome. Relativamente às provas comportamentais, foi a prova Leitura do menu que identificou a maior percentagem de doentes (50% de casos identificados). Dada a extensão da BIT, outros estudos têm explorado conjuntos de provas para uma versão reduzida desta bateria. Uma dessas versões reduzidas da BIT foi formada pelas provas convencionais

Corte de letras, Corte de estrelas e Bissecção de linhas, e foi proposta por Jehkonen e

colaboradores (1998). Esta combinação foi testada no presente estudo, tendo revelado uma baixa capacidade em detectar os casos clínicos, não ultrapassando os 40%. Neste contexto, exploramos outros conjuntos de provas que se mostrassem mais eficazes na identificação dos casos clínicos. Assim, o conjunto de provas que melhor identificou a heminegligência neste estudo foi: Corte de linhas, Corte de letras, Corte de estrelas, Bissecção de linhas e

50 Uma vez que as pontuações brutas na BIT não permitem identificar se existe ou não lateralidade nos desempenhos nas provas, optou-se por calcular o índice de lateralidade. Os resultados obtidos neste índice de lateralidade, de maneira geral, os doentes apresentaram um desempenho não-lateralizado, ou seja, não apresentaram a omissão de estímulos para o lado contralateral típico da heminegligência. Apenas dois doentes apresentaram heminegligência ligeira (e.g., inatenção à esquerda) na prova Corte de letras e um doente na prova Corte de estrelas. Através do cálculo do índice de lateralidade foi possível verificar que dos 11 doentes avaliados, apenas três apresentavam uma assimetria no desempenho nas provas Corte de linhas, Corte de letras e Corte de estrelas. Tendo em conta apenas a pontuação bruta nestas provas, estes doentes poderiam facilmente passar despercebidos. Estes resultados vêm reforçar a ideia de que os doentes com heminegligência podem apresentar desempenhos dentro da normalidade (não-lateralizado). Esta suposta normalidade nos resultados pode relacionar-se com o momento da avaliação, ou seja, durante a avaliação o examinador foca a atenção do doente nas tarefas, o que não acontece no quotidiano do doente.

Acrescenta-se ainda que, ao contrário do que se observou nos controlos, a estratégia de exploração visual dos doentes foi predominantemente no sentido da direita para a esquerda: na prova de Corte de linhas 56% dos doentes iniciaram a procura dos estímulos pelo lado direito e na prova Corte de estrelas 78% adoptaram esta estratégia. Resumindo, embora a análise das pontuações da BIT seja importante na identificação dos casos de heminegligência, o estudo da estratégia de exploração visual, no presente trabalho, revelou que esta população apresenta um padrão de procurar visual patológico, pelo que se sugere a sua integração na avaliação neuropsicológica da heminegligência.

Apesar das limitações observadas do estudo, nomeadamente pelo reduzido número de casos e a variabilidade no tempo decorrido entre o AVC e a avaliação neuropsicológica, este permitiu de alguma forma alertar para a complexidade deste fenómeno e para a dificuldade em detectar a heminegligência nas formas ligeiras através da BIT. Acrescenta-se o facto de uma análise qualitativa do desempenho poder aumentar a eficácia da BIT no diagnóstico da heminegligência, devendo portanto ser associada às pontuações brutas.

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ANEXOS

57 Anexo 1

Modelo proposto por Heilman (1980, cit in Greene, 2005) para explicar que as lesões no hemisfério direito provocam heminegligência visuo-espacial esquerda.

Hemisfério direito Hemisfério esquerdo Hemiespaço direito Hemiespaço esquerdo

58 Anexo 2

PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

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