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L’élaboration du plan

Module 5 : La dissertation économique

B. L’élaboration du plan

F ig u r a 10 - O s C a m in h o s p e r c o r r id o s p e lo K a n b a n d e fich a ú n ic a c o m c a r tã o de m o v im e n ta ç ã o .

F on te. S C H O N B E R G E R , R ichard J. T écn icas Industriais Japonejas. N ove liç õ e s ocultas sobre a sim p licid ad e. São P aulo, Livraria P ioneira E ditora, 1984.

Capítulo 3

Técnicas Integradas para a Gestão da Produção 83

LEGENDA:

- Contenedor

- Painel de Kanbans

Kanban de Produção

V

C

Caminho percorrido pelo

contenedor

Caminho percorrido pelo

Kanban

- Vazio

Cheio

F ig u r a 10 - O s C a m in h o s p e r c o r r id o s p e lo K a n b a n de ficha ú n ic a c o m c a r tã o de p ro d u ç ã o .

Fonte: S C H O N B E R G E R , R ichard J. T écn icas Industriais Japonejas. N ove liç õ e s ocultas sobre a sim p licid ad e. São P aulo, Livraria P ion eira E ditora, 1984.

2) S e m p re q u e o o p e rá rio da p e rfu ra ç ã o nece ssita de mais peças, ele vai ao ao su p e rm e rc a d o ' L e re tira o c o n te n e d o r com as p eças d e qu e necessita.

3) No c e n tr o de tra b a lh o de fresag e m , o tr a b a lh a d o r verifica o painel de K a n ban s e p ro d u z as q u a n tid a d e s e os tip o s 'd e p e ças d e te r m in a d o s pelo s K a nb ans e x isten te s no p ain el. A p ó s produzir- as p e ç a s especificadas p o r u m d a d o K anb an , o o p e r á r io co lo ca -a s no c o n te n e d o r p a d r ã o e fixa o K a n b a n de p ro d u ç ã o . P o s te rio rm e n te , o re fe rid o c o n te n e d o r é levado p a ra o "superm ercado " L.

4) P e rio d ic a m e n te , os c o n te n e d o re s vazios são trazid os dos c en tro s u suários p a r a os c en tro s p ro d u to r e s .

3.5. O método das UEPs

3.5.1. Introdução

O m é to d o das U n id a d e s d e E s fo rç o d a P ro d u ç ã o ( U E P s ) é o rig in ário da F ran ç a , na d é c a d a de 50. Os fu n d a m e n to s q u e d e ra m o rig e m a e ste m é to d o foram c o n ce b id o s p e lo e n g e n h e iro G e o rg e s P e rrin , o qu a l buscava s o lu c io n a r os p ro b le m a s de cu ste io das e m p re sa s industriais.

P e rr in p a rtiu da id é ia de qu e os g ra n d e s p ro b le m a s p a ra a o b te n ç ã o do custo dos p ro d u to s su rg e m q u a n d o a e m p re s a é m u ltip r o d u to ra . P a ra a e m p re s a qu e p ro d u z u m só artigo, e ste p ro c e sso é b a s ta n te sim ples, pois b a sta dividir as d espesas totais in c o riid a s p a ra fa bricá-lo p e lo n ú m e ro tò ta l de artigos p ro d u z id o s. Assim, ele p ro c u ro u e n c o n tr a r u m a fo rm a de u n ificar a p ro d u ç ã o , ou seja, e n c o n tr a r u m a u n id a d e que p u d e s s e m e d ir a tra v é s de u m a ú n ic a g ra n d e z a , a p r o d u ç ã o de e m p re sa s m u ltip ro d u to ra s.

O c o n ce ito de un ificação da p ro d u ç ã o e a b usca p o r u m a m e d id a única já era u m a antig a a sp iraç ã o de m u ito s estud iosos. C o u b e à G e o rg e s P e rrin , no e n ta n to , a e la b o r a ç ã o de u m a sín te se de tal u n id a d e . G e o rg e s P e rr in b a tiz o u esta u n id a d e com

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Técnicas Integradas para a Gestão da Produção 85

as iniciais de seu no m e e assim, ela p assou a ser d e n o m in a d a "GP". A través da e m p re s a "La M é th o d e G P" o e n g e n h e iro P e r r in im p la n to u sua m e to d o lo g ia com sucesso e m várias e m p re sa s francesas. C o n tu d o , o m é to d o n un ca teve o m e re c id o d e sta q u e , talvez p e la p ró p r ia p o s tu ra d e P e rrin , q u e s e m p re p r o c u ro u evitar a m a io r disse m in a ç ão do m é to d o . C om sua m o rte , em m ead o s da d é c a d a de 50 o m é to d o caiu na o bscu rid ad e .

N o Brasil, p o r volta d e 1976, o e n g e n h e iro F ra n z A llora, q u e havia tra b a lh a d o com G e o rg e s P e rrin , re in tro d u z iu o m é to d o , e fe tu a n d o , ainda, c o n sideráveis inovações e d e n o m in a n d o -o m é to d o das U E P s. E m u m e spaço de te m p o re la tiv a m e n te curto, e ste m é to d o e sp a lh o u -se e n tr e várias e m p re sa s c a ta rin e n ses e de o u tro s estad os b ra sileiro s. A tu a lm e n te , m ais de 50 e m p re sa s , p e q u en a s, m éd ias e g ran des, são usu árias d e sta m e to d o lo g ia . D e s d e 1986, o m é to d o das U E P s v e m sen d o o b je to de diversos e stu d o s d e n tr o das U n iv e rs id a d e s F e d e ra l de S anta C a ta rin a e F e d e ra l do R io G r a n d e d o Sul.

3.5.2. A unificação da produção através dos esforços de produção

D e a c o rd o com Iarozinski N e to (47), "o m é to d o das U n id a d e s de E sfo rço de P r o d u ç ã o (U E P s ) te m p o r objetivo p rin c ip a l a un ificação da p ro d u ç ã o através da criação de u m a u n id a d e de m e d id a c o m u m e h o m o g ê n e a p a ra a p ro d u ç ã o diversificada das in d ú stria s d e tran sform ação."

S e gu nd o A llo ra '(2)> a definição de u m a u n id a d e d e m e d id a co m u m p a ra o c o n ju n to d a p ro d u ç ã o d e 'u m a d a d a e m p re s a n o r m a lm e n te só é-po ssív el atrav és da utilização da n o ç ão a b s tr a ta da a tiv id a d e p ro d u tiv a da fábrica,.* re p r e s e n ta d a pelos esforços de p ro d u ç ã o d e sp e n d id o s p a ra a fa b ricação dos p ro d u to s .

A n o ç ã o de esfo rço d e p ro d u ç ã o e stá a sso ciad a aos diversos esforços im prescind ív eis à fa b ricação dos p ro d u to s , quais sejam : o esfo rço do m aterial, o e sforço de capital, o esforço dos tra b a lh a d o r e s qu e o p e r a m d ir e ta m e n te as m áquinas, etc.

Q u a is q u e r q u e sejam os artigos fab ricad o s, com seus respectiv os p ro cessos de fabricação, a p ro d u ç ã o d estes artigos n e c e s sita de esforços de p ro d u ç ã o de m e sm a n a tu re z a , e m b o ra de d ife re n te s in te n s id a d e s . Assim, co m o os esfòrçòs são to d o s de m e sm a n a tu re z a , ou seja, h o m o g ê n eo s, p o d e m ser adicionad os, q u a lq u e r qu e seja o a rtig o p ro d u z id o na fábrica.

D e s ta fo rm a, p ro d u to s d ife re n te s e q u e nã o são, a p rio ri, c o m p aráv e is e n tr e si, p o d e r ã o sê-lo através da n o ç ão de esfo rço de p ro d u ç ã o . O e sfo rço de p ro d u ç ã o to ta l d a fá brica p o d e , en tão , ser c o n c e b id o co m o a som a dos esfo rço s de p ro d u ç ã o ab so rv id o s p o r cada u m dos p ro d u to s .

A p e s a r da noção' de e sforço de p ro d u ç ã o ser de fácil c o m p re e n s ã o te órica, a m e n su ra ç ã o d e ste s esforços to rn a -s e b a s ta n te difícil n a p rática. P a ra c o n to rn a r este p ro b le m a , o m é to d o das U E P s lança m ã o de custos técnicos, su p o n d o qu e re la çõ e s e n tr e custos r e p r e s e n te m com p re c isã o re la çõ e s e n tr e esforços de p ro d u ç ã o .

3.5.3. Princípios que fundamentam o método das U EPs

São trê s os p rin cíp io s básicos q u e s u s te n ta m o m é to d o das U E P s: o p rincíp io do valo r a greg ado , o prin c íp io das re la çõ e s c o n sta n te s e o p rin c íp io das estratificações.,

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