A diversidade específica na área de estudo apresentou-se no geral baixa para os organismos do micro (média < 2.7 bits.ind.-1 ) e mesozooplâncton (média < 2.97 bits.ind-1), segundo Mauro (2000) fato comum em áreas instáveis, como é o caso dos estuários. O mesmo encontrou baixa diversidade para o rio Goiana. No estudo de Sant’anna (1993) para o estuário da Bacia do Pina, foi verificado baixa diversidade, evidenciando segundo a autora os processos seletivos no estuário. Foi observado para a mesma área por Vitório (2006) baixa diversidade, evidenciado pelo pequeno número de espécies de rotifero nas amostras.
Os valores de equitabilidade para o micro (média < 0.64) e mesozooplâncton (média 0.79) indicam, de uma maneira geral, uma comunidade desequilibrada.
As análises multivariadas dos dados, Análise dos componentes principais e MDS, tiveram resultados para o micro e mesozooplâncton, distintos, em alguns casos tendo resultados satisfatórios apenas para o microzooplâncton. O teste de similaridade do MDS que resultou na associação das amostras, não formou grupos precisos para ambas as redes, não havendo diferenças significativas, mesmo tendo sido coletadas em condições diferentes (maré, estação, fase lunar e período), revelando que há intensa mistura da massa d’água no local. A análise dos componentes principais dos organismos mostrou as associações ambientais que ocorreram na área do Parque dos manguezais, durante período de estudo. E não evidenciaram muitas relações diretas ou indiretas entre organismos e os fatores, revelando que a ocorrência de alguns indivíduos não dependia diretamente das concentrações dos componentes abióticos da área.
No microzooplâncton os três primeiros componentes explicaram 62.2% da variação dos dados. Sendo bem representativo para ambientes estuarinos (VITORIO, 2006). Porém, as correlações entre os parâmetros abióticos e os organismos existiram, apenas para alguns indivíduos.
A projeção do MDS de associação entre os organismos do microzooplâncton apresentou dois “outliers” correspondente aos organismos Foraminiferos e ao grupo Nematoda. E estes organismos não apresentaram comportamento que pudesse explicar o seu não agrupamento, e distância um grupo de outro. Estes não tiveram o mesmo padrão de distribuição ou densidade que pudesse agregá-los ao grupo que se formou com os demais organismos.
Para o mesozooplâncton, os três primeiros componentes explicaram apenas 34% da variação dos dados, não sendo considerado satisfatório para descrever a estrutura dos dados para estes. A projeção MDS bi-dimensional das amostras do mesozooplâncton não evidenciou para a área grandes divisões entre fatores e organismos, revelando que há intensa mistura das massas d’água no local. As análises realizadas com o MDS e ANOSIM para os organismos não mostraram nenhum agrupamento seja para o micro como para o mesozooplâncton em diferentes comunidades ou agrupamentos relacionados às condições diferentes como período do ano, marés, fase lunar ou estações. A representação do MDS mostra agrupamento das espécies mais freqüentes e afastamento das mais raras. O resultado das similaridades destes gráficos entre os principais grupos taxonômicos, informou “stress” muito baixo, indicando uma excelente qualidade da projeção em 2 dimensões, representando, portanto, muito bem as similaridades entre espécies ou amostras.
As análises multivariadas indicam que não ocorreu, neste estudo, nenhuma evidência de que possam existir distintas comunidades na área, separadas espacialmente ou temporalmente. Também indicam que a elevada variabilidade da estrutura da comunidade zooplanctônica não tem nenhuma relação clara com os fatores abióticos, provavelmente devido à intensa mistura de águas no local.
O presente estudo é o primero levantamento de uma comunidade zooplanctônica em uma área de manguezais urbanos sob forte influência de impacto antrópico, especificamente, o aporte e despejo contínuo de matéria orgânica na forma de esgotos domésticos.
5. CONCLUSÕES
∗ A partir deste verificou-se que a área de estudo, caracterizada por canais de manguezal em uma área urbana, sofre um forte impacto antrópico, baseado nos valores obtidos nos parametros, como a ocorrência de valores elevados de clorofila-α, nutrientes, DBO e de valores extremos (baixos e altos) de oxigênio dissolvido. Estes valores são extremos, mesmo comparando-se com estudos pretéritos em areas impactadas, por exemplo na Bacia do Pina, logo adjacente à area de estudo.
∗ Baseado nos teste de significância, verificou-se qu não houve diferenças significativa entre os períodos e entre os pontos amostrais, indicando que há intensos processos de mistura no local.
∗ A comunidade do zooplâncton não foi muito abundante e apresentou–se pouco diversa, provavelmente devido às condições físico-quimicas extremas (por exemplo salinidade e oxigênio variáveis, elevada turbulência, pouca profundidade).
∗ Algumas das espécies consideradas como indicadoras de poulição orgânica ou eutrofização em estudos pretéritos (por exemplo, as espécies Keratella cochlearis, K.
americana e Euterpina acutifrons), foram raras ou ausentes no presente estudo,
podendo indicar que estas encontraram condições superiores ao que podem suportar de poluição ou que o conceito sobre estes organismos possa estar necessitando uma revisao.
∗ Outras espécies (por exemplo, as espécies Pseudodiaptomus trihamatus, P. acutus e
Acartia tonsa), evidenciadas pelo estudo, mostraram manter-se apesar das condições
extremas encontradas na área, indicando a alteração na qualidade do ambiente.
∗ Algumas espécies ou grupos geralmente encontrados em estuários tropicais estiveram raros ou ausentes, como por exemplo pós-larvas de camarões peneídeos, Appendicularia, Chaetognatha e as larvas e ovos de peixes, sendo possíveis indicadores de águas marinhas e estuarinas de impacto antrópico moderado ou baixo.
∗ A presença de meroplâncton, em especial das zoeas de Brachyura e náuplios de Cirripedia, que ambos foram muito abundantes, indica que ainda ocorre reprodução regular destes taxa na área. Portanto, apesar da poluição o local de estudo mostra-se como como local de reprodução e lançamento de larvas como exemplos (Brachyura e Cirripedia, entre outros),
∗ A diversidade específica da comunidade zooplanctônica apresentou-se baixa e a equitabilidade mostrou-se desequilibrada.
∗ A área do parque dos manguezais, apesar dos grandes impactos, comporta além das espécies já registradas, em estudos pretéritos para a Bacia do Pina, espécies exóticas como o Pseudodiaptomus trihamatus, com primeiro registro para o estado de Pernambuco a partir deste estudo.
∗ É importante dar continuidade aos trabalhos de monitoramento e pesquisa na área deste estudo, onde não haviam dados dos canais circumvizinhos à área de manguezais.
∗ Diante dos resultados, pode-se inferir que a área do Parque dos Manguezais encontra- se extremamente impactado, com os ciclos dos organismos alterados, fato confirmado pelos valores dos componentes abióticos e biológicos, mas com ainda com grande potencial para a manutenção da diversidade.
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÀFICAS
ANDRADE DOS SANTOS, D. GARCIA-DIAZ, X. F. GUSMÃO, L. M. O. Registro do copepoda exótico Pseudodiaptomus trihamatus Wright, 1937 no Estado de Pernambuco (Brasil). Em preparação.
ARAÚJO, C. P. DE. Turismo e Desenvolvimento Local. FAU/USP, 2002
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 10520: Informação e documentação: Citações em documentos: elaboração. Rio de Janeiro. 7p. 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 14724: Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. 9p. 2005
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6024: Informação e documentação: Numeração progressiva : apresentação. Rio de Janeiro. 3p. 2003a
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6023: Informação e documentação: referências: apresentação. Rio de Janeiro. p. 2002a
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR 6027: Informação e documentação: Sumário: apresentação. Rio de Janeiro. 3p. 2003b
BARROS, H. M. MACEDO, S. J. DE. LEÇA, E. E. LIMA, T. Gerenciamento Participativo de estuários e manguezais Recife: Ed. Universitária da universidade Federal de Pernambuco, 256 p.: il.: tab.: graf. 2000.
BARIĆ, A. GRBEC, B. KUŚPILIC, G. MARASOVIĆ, I. NINČEVIC, Ž. GRUBELIĆ, I. Mass mortality event in a small saline lake ( Lake Rogoznica) caused by unusual holomictic conditions. SCI. MAR. 67 (2): 129-141. 2003
BHATTATHIRI R. M. S.,DEVASSY, V. P. Effect of salinity on pigment concentrations of some tropical phytoplankters. Indian journal Fisheries, New Dehli, vol. 22(1/2): 107-112. 1975.
BIANCHI, M.; COLWELL, R.R. Microbial indicators of environmental water quality: the role of microorganisms in the assessment and prediction of changes in the marine environment induced by human activities.. In: SALANKI, J. (ed.). Biological monitoring of the state of the environment: Bioindicators. IRL Press, Oxford, Uk. p. 5-15. 1985
BJORNBERG, T. S. Copepoda. In: Boltovskoy, D. (Ed). Atlas del zooplâncton del atlantico sudoccidental y metodos de trabajo con el zooplâncton marino. Mar del Plata: INDEP, p..587- 679. 1981.
BOLTOVSKOY, D. (ed). Atlas del zooplanktondel atlántico sudocidental y métodos de trabajo com el zooplankton marino. Mar del Plata: INIDEP, 936 p. 1981
BOLTOVSKOY, D. (ed). South Atlantic Zooplankton. Leiden: Back publishers, 2v, 1706p. 1999
BOLETIM ESTATÍSTICO DA PESCA MARÍTIMA DO ESTADO DE PERNAMBUCO do ano de 1995. Ministério do Meio Ambiente - Recursos hídricos e da Amazônia legal-Instituto brasileiro dos recursos naturais Renováveis - Centro de pesquisa e extensão pesqueira do Nordeste, Superintendência Estadual de Pernambuco,. Recife, 24p. 1996.
BOYNTON, W. R. KEMP, W. M. KEEFE, C. W. A Com,parative analisys of nutrienters and other factrs influencing estuarine phytoplankton production. In: Kennedy, V. S. (Ed), Estuarine Comparisons, London: Academic Press, p.69-90, 1982
BOUVY, M. NASCIMENTO, S. M. MOLICA, R. J.R. FERREIRA, A. HUSZAR, V. AZEVEDO, S. M.F.O. Limnological Features In Tapacurá Reservoir (Northeast Brazil) During A Severe Drought Hydrobiologia 493: 115–130, 2003.
BUSKEY, E. J. Annual pattern of micro and mesoplankton abundance and biomass in a subtropical estuary. Journal of Plankton Research, Oxford, v. 15, n. 8, p. 907-624. 1993
II) com ênfase em Copepoda (Crustacea). Revista Brasileira de Zoologia 21 (3): 467– 475. 2004
CHAPIN, F.S. Ecosystem consequences of changing biodiversity. Bio-Science, 48: 45-52. 1998
CHESTER, R. Marine Geochemistry. Londres: Chapman e Hall, 698f. 1990.
CIMA – Subsídios técnicos para elaboração do relatório nacional do Brasil para a Conferência das Nações unidas sobre o meio Ambiente e Desenvolvimento. Braília, Comissão Internacional para a preparação da Conferência das Nações Unidas obre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, 172p. 1991
CLARKE, K. R.; WARWICK, R. M. Change in marine communities: An approach to statistical analysis and interpretation. Plymouth: Natural Environmental Research Council, 144 p. 1994
COELHO, P. A BATISTA-LEITE, L. DE M. A. SANTOS, M. A. C. DOS TORRES, M. F. A. O manguezal. In: ESKINAZI-LEÇA, E. NEUMANN LEITÃO, S. COSTA, M. F. da Oceanografia um cenário tropical Recife, 2004 - Bagaço UFPE CTG Departamento de oceanografia, 761p
COELHO-BOTELHO, M. J. Dinâmica da Comunidade Zooplanctônica e sua Relação com o Grau de Trofia em Reservatórios. Mini-curso oferecido no IV Simpósio e IV Reunião de avaliação do programa Biota/FAPESPE, 08 a 13 de dezembro de 2003, Hotel Panorama – Águas de Lindóia – SP. 2003. (Texto disponível no site: www.biota.org.br/info/historico/sinpe2003/textos/zooplancton.pdf) Acesso: 2007
COSOVIC´, B. CIGLENECˇKI, I. VILICˇIC´, D. AHEL, M. Distribution and Seasonal Variability of Organic Matter in a Small Eutrophicated Salt Lake. Estuarine, Coastal and Shelf Science 51, 705–715. 2000
CULVER, D. A. GEDDES, M. C. Limnology of rearing ponds for australian fish larvae: Relationships among water quality, phytoplankton, Zooplankton, and the growth of larval fish. Aust. J. Mar. Freshwater res., 44, 537-51, 1993.
DAY JÚNIOR., J. W.; HALL, C. A. J.; KEMP, W. M.; YÁÑEZ-ARANCIBIA, A. Estuarine ecology. New York. J. Wiley, 556 p. 1989
DHN – Diretoria de hidrografia e navegação. Tábuas de marés para o ano de 2006 (Porto do Recife) Ministério da Marinha, Rio de Janeiro, 2006
ESKINAZI-SANT’ANNA, E. TUNDISI, J. G. Zooplâncton do estuário do Rio Pina (Recife – Pernambuco – Brasil): composição e distribuição temporal. Revista Brasileira de Oceanografia 44 (1):23-33. 1996
ESKINAZI-LEÇA, E. KOENING, M. L. ; CUNHA, MARIA DA GLORIA G SILVA . Microalgas marinhas de pernambuco: a vegetação que você não vê. in: ARAUJO, e. L.; MOURA, a. N.; SAMPAIO, e. V. S. B.; GESTINARI, l. M. S.,; CARNEIRO , J.M.T.. (org.). Biodiversidade, Conservação E Uso Sustentável da Flora do Brasil-Parte 2- Panorama E Atualidades Em Taxonomia, Fisiologia, Ecologia E Utilização De Plantas. Recife: editora universitária ufpev. , p. 186-188. , 2002
ESKINAZI-LEÇA, E. NEUMANN LEITÃO, S. COSTA, M. F. da Oceanografia um cenário tropical Recife, 2004 - Bagaço UFPE CTG Departamento de oceanografia, 761p FAN, A. JIN, X. Tidal effect on nutrient exchange in Xiangshan Bay, China. Marine Chemistry, Amsterdam, v. 27, n. 3-4, p. 254-281, Oct. 1989
FAUSCH, K. D., J. D. LYONS, P. L. ANGERMEIER, AND J. R. KARR.. Fish communities as indicators of environmental degradation. American Fisheries Society Symposium 8:123- 144. 1990
FEITOSA, F. A. DO N. Produção primária do fitoplâncton relacionada com parâmetros bióticos e abióticos da Bacia do Pina (Recife – Pernambuco, Brasil). 220 f. Dissertação
FEITOSA, F. A. do N. Nascimento, F. C. R. do COSTA, K. M.P da Distribuição espacail e temporal da biomassa fitoplanctônica relacionada com parâmetros hidrológicos na Bacia do Pina (Recife – PE). Trab. Oceanográficos Univ. Fed. PE, Recife, 27(2):1-13, 1999
FIDEM. Levantamento preliminar da situação dos municípios componentes da região metropolitana do Recife, Itamaracá. Recife, 132 p. 1975
FLORES MONTES, M. de J. Variação nictemeral do fitoplâncton e parâmetros hidrológicos no Canal de Santa Cruz, Itamaracá, PE. Recife, 199 p. Dissertação (Mestrado em Oceanografia Biológica), Universidade Federal de Pernambuco, C. T. G., Departamento de Oceanografia. 1996
FONSECA, F. T B. da Copepoda (crustacea) parasites de Mungilidae (pisces) cultivados em Itamaracá – Pernambuco – Brasil. Recife, 162f.: il. (Dissertação) UFPE CTG, Oceanografia Biológica. 1995
GRASSHOFF, K. EHRHARDT, M. KREMLING, K. Methods of seawater analysis. Verlag Chemie, second edition. 419p.
GREGO, C. K. da S. FEITOSA, F. A. do N. HONORATO DA SILVA, M. FLORES MONTES, M. de J. Distribuição espacial e sazonal da clorofila a fitoplanctônica e hidrologia do estuário do rio Timbó (Paulista – PE). 2004, Tropical Oceanography, Recife, v. 32, n. 2, p. 181-1999
GUSMÃO, L. M. O. Comunidade Zooplanctônica nas provícias nerítrica e oceânica do estado de Pernambuco-Brasil (latitude 7º32,98’ a 8º 41,51’ S – Longitude 34º 04,47’ a 35º 01,51’W) tese doutorado ( Universidade Federal de Pernambuco), Recife, 108p. 2000
HANSON, J. PETERS, R. H., Empirical prediction of crustacean zooplankton biomass and profundal macrobenthos biomass in lakes. Can. J. Fish. Aquat. Sci., 41: 439-445. 1984
JONES GP, KALY VL Criteria for selecting marine organisms in biomonitoring studies. In: Schmitt RJ, Osenberg CW (eds) Detecting ecological impacts: concepts and applications in coastal habitats. Academic Press, New York, pp 29-48. 1996
KARR, J.R. Biological integrity: a long-neglected aspect of water resource management. Ecol. Appl., 1: 66-84. (1991)
KARR, J.R. Ecological integrity and ecological health are not the same. National Academy Press, Washington, DC. 175 p.. (1996).
KINNE, O. Phisiology of estuarine organisms with special reference to salinity and temperature. General aspects. In: LAUFF, G. H. (ed), estuaries. Washington: American Association advancement sciences; Pub. N83, P. 40-525. 1967
KOSTE, W. Rotatória: Die Rädertirere Mitteleuropas, ein Bestimmungswerk begründet von Max Voigt. Uberordnung Monogononta, 2 Aufl. Berlin: Gebruder Borntraeger. 637p. 1978
LACERDA, L. D. de. Manguezais: florestas de beira-mar. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 3, n. 13, p. 63-70, jun./ago. 1984
LIANG, T. – H. ARA, K. MIRANDA, L. B. BERGAMO, A. L. BERNARDES, M. On the variabilityu of the chaetognath Sagitta friderici Ritter – 2’ ahony at Cananeia lagoon estuarine system, São Paulo, Brazil. Hydrobiologia 510: 91 – 102. 2003
LINO, L. C. B. Bioindicadores de qualidade ambiental encontrados no rio meia ponte – go Universidade católica de Goiás – UCG Curso de Especialização em Formação de Professores Área de Concentração: Educação Ambiental, 2003
LUCAS, A. P. O. Variação sazonal do zooplâncton nos estuários dos Rios Botafogo e Siriji, litoral norte de Pernambuco – Brasil. Dissertação (Mestrado em Recursos Pesqueiro e Aqüicultura – Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de Pesca. 81 f. : il. 2006
MACEDO, S. J. DE; COSTA, K. M. P. Estudos ecológicos da região de Itamaracá, Pernambuco, Brasil.Condições hidrológicas do estuário do rio Botafogo. Ciência e cultura, São Paulo, vol. 30 (7):346 – 368, 1978
MACEDO, S. J. DE; COSTA, K. M. P. Condições hidrológicas do estuário do rio Igarassu – Itamaracá – Pernambuco, Trabalhos Oceanográficos da Universidade Federal de Pernambuco. Recife: EDUFPE. v. 21, p. 7-32, 1990
MACEDO, S. J. FLORES-MONTES, M. de J. Lins, Y. C. Características abióticas da área In: Barros, H. M. Eskinazi-Leça, E. Macedo, S. J. Lima, T. Gerenciamento participativo de Estuários e manguezais. Recife. Ed. Universitária da UFPE, cap.2 P.7-25. 2000
McLUSKY, D. S. The estuarine ecosystem. 2. ed. Glasgow: Blackie, 215 p. 1989
MCCAULEY, E. KALFF, J. Empirical relationships between phytoplankton and zooplankton biomass in lakes. Can. J. Fish Aquat. Sci., 38: 458-463. 1981
MARTINS, A. L. P. LOPES, M. J. S. MELO, O. T. DE Zooplâncton como bioindicador da qualidade ambiental no estuário do rio anil, São Luís, maranhão Boletim do laboratório de hidrobiologia, 19: 51-60. 2006a
MARTINS, A. de M. CASTILHO, C. J. M. DE SILVA, H. P. DA O Processo de Adensamento Populacional em Áreas de Manguezais: o caso específico da Ilha de Deus, Recife – PE, numa perspectiva de análise que tenta ultrapassar o nível quantitativo.
Trabalho apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambu-MG – Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006b
MARAZZO, A. NOGUEIRA, C. S. R Composition, spatial and temporal variations of chaetognatha in Guanabara Bay, Brazil. Journal of plankton research Vol.18 No.12 Pp.2367-2376, 1996
MASUNDIRE, H. M.. Mean individual dry weight and length weight regressions of some zooplankton of lake Kariba. Hydrobiologia, 272: 231-238. 1994
MAURO, C. A. LANDI, C. G. PIMENTA, J. M. H. A. O Método de diluição brasileiro para troca de água de lastro. Bol. téc. Petrobras, Rio de Janeiro, 45 (3/4): 310-329, jul./dez., 2002
MMA. Macrodiagnóstico da zona costeira do Brasil na escala da União. Brasília: MMA/PNMA, 280 p. 1996
MENEZES, R. S. de. Problemas da pesca no Nordeste e em Pernambuco. Recife, CONDEPE. 141 p. 1957
MEDEIROS, G.F; MEDEIROS, L.S.; HENRIQUES, D.M.F.; LIMA E CARLOS, M.T.; FAUSTINO, G.V.B.S; LOPES, R. Current distribution of the exotic copepod
Pseudodiaptomus trihamatus Whright, 1937 along the northeastern coast of Brazil. Brazilian
Journal of Oceanography, 54(4): 241-245. 2006
MILLEROO, F. J. SOHN, M. L. Chemical oceanography. Boca Raton: CRC Press, 531 f. 1992
MORIN, P. J.; FOX, J. W. Diversity in the deep blue sea. Nature, Londres, v. 429, n. 24, p. 863-867, 2004
MOURA, R. T. Relatório Técnico do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos não – renováveis. 8 p. 2005
MOURA, M. C.O. Zooplâncton do sistema estuarino do Rio Goiana –PE. (Brasil). Recife, 72f. Dissertação (Mestrado em oceanografia) – Departamento de Oceanografia. Universidade Federal de Pernambuco, 2000
NASCIMENTO, D. A. Composição e distribuição do zooplâncton no estuário do Rio Botafogo, Itamaracá-PE. Dissertação de mestrado. Universidade Federal do Paraná. 108p. 1980
NASCIMENTO VIEIRA, D. A. do Macrozooplancton Recifal Da Baia De Tamandare, Pernambuco- Brasil Tropical Oceanography, Recife: v. 29, n. 1, p. 87 - 116, 2001
NASCIMENTO, F. C. R. DO. Aspectos ecológicos da comunidade fitoplanctônica da Bacia do Pina associados com alguns parâmetros abióticos ( climatológicos e
hidrobiológicos) Recife: O autor, XI,141 folhas: il. Fig. Tab., dissertação (mestrado) UFPE, CTG, oceanografia. 2001
NASCIMENTO, F. C. R. do MUNIZ, K. FEITOSA, F. A. do N. ARAÚJO, J. P. DE SILAVA, R. M. S. DA SILVA, G. S. da FLORES-MONTES, M. DE J. Disponibilidade nutricional da Bacia do Pina e rio Tejipió( Recife – PE - Brasil) em relação aos nutrientes e biomassa primária (Setembro/2000). Tropical Oceanography, Recife: v.31, n. 2, p. 149-169, 2003
NEUMANN-LEITÃO, S.; PARANAGUÁ, M. N.; VALENTIN, J. L. The planktonic rotifers of the estuarine lagunar complexo of Suape (Pernambuco, Brazil). Hydrobiologia, v.232, n. 26, p. 133-143, 1992
NEUMANN-LEITÃO, S. Impactos antrópicos na comunidade zooplanctônica estuarina. Porto de Suape-PE-Brasil. Tese Doutorado. Universidade de São Paulo, São Carlos. 1994 NEUMANN-LEITÃO, S. MELO, M. R. CUNHA, M. DA G. G. MONTES, M. DE J. F. PORTO-NETO, F. DE F. MOURA, M. C. DE O. LOPEZ, C. C. Hidrologia e fitoplâncton do sistema estuarino do rio São Francisco, Nordeste do Brasil. Trab. Oceanogr. Univ. Fed. Pernambuco, Recife, v. 27, n.1, p. 15-31, 1999
NEUMANN-LEITÃO, S. SCHWAMBORN, R. Interações tróficas no Canal de Santa Cruz. P. 163-180. In: Barros, H. M. Eskinazi-Leça, E. Macedo, S. J. Lima, T. (Eds) Gerenciamento participativo de estuários e manguezais. Recife, Editora Universitária. 252p. 2000
NEWELL, G. H.; NEWELL, R. Marine plankton: a practical guide. London: Hutchinson Educat, 221 p. 1963
NEW, T. R. An introduction to Invertebrate Conservation biology. Oxford: Oxford University Press, 149p. 1995
OMORI, M.; IKEDA, T. Methods in marine zooplankton ecology. New York: Willey - Interscience, 331p. 1984
OKA, S., T. SAISHO & R. HIROTA, Pseudodiaptomus (Crustacea, Copepoda) in the brackish waters of mangrove regions in the Nansei Islands, southwestern Japan. Bull. Biogeogr. Soc. Japan 46: 83–88. 1991
PAINE, R.T. Food web complexity and species diversity. American Naturalist, 100: 65-75. (1966)
PARANAGUÁ, M. N. NASCIMENTO–VIERA, D. A DO GUSMÃO, L. M. DE O. NEUMANN-LEITÃO, S. SCHWAMBORN, R. Estrutura da comunidade zooplanctônica. In: ESKINAZI-LEÇA, E. NEUMANN LEITÃO, S. COSTA, M. F. da Oceanografia um cenário tropical Recife, 2004 - Bagaço UFPE CTG Departamento de oceanografia, 761p PEDRÃO, E. CARVALHO, M. A. Palinoforaminiferos. Phoenix. V.4 n.38. Acesso: 2007
PINTO-COELHO, R. M., BEZERRA-NETO, J. F. and MORAIS-JR., C. A. Effects of eutrophication on size and biomass of crustacean zooplankton in a tropical reservoir Braz. J. Biol., 65(2): 325-338, 2005
POURRIOT, R. Reflexions sur les rotiferes en tant qu'indicateurs biologiques. Bulletin Français de Pisciculture, 260: 148-152. 1976
PORTO – NETO, F. Variação nicttemeral e sazonal do zooplâncton no Canal de Santa Cruz, Itamaracá – PE. Recife. Dissertação (Mestrado em oceanografia), Universidade Federal de Pernambuco, CTG, Departamneot de oceanografia. 147 f. 1998
PORTO NETO, F. DE F. Zooplankton as bioindicator of environmental quality in the Tamandaré reef system (Pernambuco - brazil): anthropogenic influences and interaction with mangroves vorgelegt am Zentrum für Marine Tropenökologie (ZMT) innerhalb des Fachbereichs 2 der Universität Bremen. Bremen (Doutorado) 2003
PRIMACK, R. B. RODRIGUES, E. Biologia da Conservação Londrina: E. Rodrigues, VIII, 328p. il.: 23 cm. 2001
RAO, T. S. S. Salinity and distribuition of brackfish warm zooplankton in Indian estuaries. Proceedings of the Symposium on warm water zooplankton, Goa, out./76, National Institute of Oceanography. P. 196-204. 1977
RUPPERT, E. E. R. BARNES, D. Zoologia dos Invertebrados, 6º edição, São Paulo: Roca, 1996
SAMPAIO, E. V. de S. B.; GESTINARI, L. M. de S.; CARNEIRO, J. De M. T. Biodiversidade, conservação e uso sustentável da flora do Brasil. Recife: SBB/EDUFRPE, p. 186-189. 2002
SANT’ANNA, E.M.E. Estrutura e biomassa da comunidade zooplanctônica da Bacia do Pina (Pernambuco - Brasil), relacionadas com fatores ambientais. São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. (Dissertação). 135p. 1993
SANTOS, M. A. C. dos Crustáceos decápodos de substratos móveis do mediolitoral do estuário do rio Paripe - Itamaracá, PE, Brasil. Tropical Oceanography, Recife: v. 29, n. 1, p. 87 - 116, 2001
SCHAFFER-NOVELLI, Y. – Manguezal Ecossistema entre terra e mar - São Paulo,1995
SCHWAMBORN, R. Influence of mangroves on community structure and nutrition of macrozooplankton in northeast Brazil. ZMT, Univ. Bremen. Doctor's Thesis. 77p. 1997
SCHWAMBORN, R. & U. SAINT-PAUL, Mangroves – forgotten forests? Natural Resources and Development 43/44: 13–36. 1996
SCHWAMBORN, R., EKAU, W., PINTO, A. S., SILVA, T. A., SAINT-PAUL, U. The contribution of estuarine decapod larvae to marine macrozooplankton communities in northeast Brazil. Archive of Fishery and Marine Research 47 (2/3): 167–182. 1999
SCHWAMBORN, R. NEUMANN-LEITÃO, S. SILVA, T. A. SILVA, A. P. EKAU, W. SAINT-PAUL, U. Distribution and dispersal of decapod crustacean larvae and other zooplankton in the Itamaracá estuarine system, Brazil. Tropical Oceanography 29(1):1-13. 2001
SHEN, C. J. & F. S. LEE, The estuarine Copepoda of Chiekong and Zaikong Rivers Kwangtung province, China. Acta Zool. Sin. 15: 571–596. 1963
SILVA, A. P. NEUMANN-LEITÃO, S. GUSMÃO, L. M. de O. SILVA, T. de A. Mesozooplankton of an Impacted Bay in North Eastern Brazil. Brazilian Archives Of Biology And Technology. Vol.47, n. 3 : pp. 485-493. July 2004
SILVA, T. A.; PARANAGUÁ, M. N.; NEUMANN LEITÃO, S. & NOGUEIRA