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Intercultural education provides all learners with cultural knowledge, attitudes and skills that enable them to contribute to respect, understanding and solidarity among individuals, ethnic, social, cultural and religious

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UNESCO’s Guidelines on

Principle 3: Intercultural education provides all learners with cultural knowledge, attitudes and skills that enable them to contribute to respect, understanding and solidarity among individuals, ethnic, social, cultural and religious

Esta estratégia busca diferenciar o produto da empresa em relação ao mesmo produto oferecido por rivais com a intenção de atrair uma grande faixa de compradores.

A empresa precisa estar muito atenta às necessidades e ao comportamento dos consumidores para ter sucesso com uma estratégia de diferenciação. Só assim poderá saber o que é importante para os compradores, o que constitui valor e quanto estão dispostos a pagar por algo que diferencia o produto ou serviço do produto dos rivais. Quando um grande número de compradores se tornam muito interessados e fortemente atraídos pelas características diferenciadoras de um produto, a vantagem competitiva aparece, ficando mais forte à medida que a atração por atributos distintos aumenta (THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p.167).

Os mesmos autores dizem que existem várias maneiras de incorporar a diferenciação, como por exemplo, um sabor diferente, peças de reposição sempre disponíveis,

liderança tecnológica, uma linha completa de produtos, imagem e reputação de topo de linha. Uma boa estratégia de diferenciação conquista a lealdade do cliente, faz com que a empresa possa comandar um preço recompensador para seus produtos e aumenta a lucratividade quando o preço um pouco maior pedido pelo produto ultrapassa os custos maiores advindos da diferenciação.

Para Thompson e Strickland (2000, p.168), uma diferenciação de sucesso depende de atividades que existem no sistema da cadeia de valor, e não apenas de marketing, propaganda e qualidade. Eles consideram seis atividades onde se encontram oportunidades de diferenciação: (1) Atividades de procura e compras que comprometem o desempenho ou qualidade do produto final da empresa; (2) Atividades de P & D orientadas para o produto que ajudem a melhorar o projeto, aumentar a variedade de produtos e reduzir o tempo de desenvolvimento das novidades; (3) Atividades de P & D orientadas para o processo de produção que possibilitem a fabricação conforme o pedido do comprador, confiança e segurança no que diz respeito ao meio ambiente; (4) Atividades de fabricação com potencial para evitar defeitos, melhorar a cobertura da garantia e aparência do produto; (5) Atividades de Logística de saída e atividades de distribuição que possibilitem maior agilidade nas entregas e estoques menores; (6) Atividades de marketing, vendas e serviços como assistência técnica de qualidade, agilidade na manutenção, informações mais detalhadas sobre os produtos para os compradores, melhores condições de crédito e mais freqüência de visitas de vendas.

Além de todas estas atividades da cadeia de valor, uma estratégia de diferenciação bem-sucedida precisa criar valor para o cliente. Thompson e Strickland (2000, p.170), citam três maneiras de fazer isso. A primeira é reduzir os custos gerais do comprador para usar o produto da empresa, incorporando características e atributos no produto que diminuam o tempo de espera, de manutenção e as necessidades de outros insumos para usar o produto por exemplo.

Uma segunda alternativa é aumentar o desempenho que o cliente espera do produto, reunindo características que proporcionem um atendimento “às necessidades e exigências dos usuários mais completamente que o atendimento proporcionado pelos concorrentes”(THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p.172). E a terceira opção de criar valor é aumentar o contentamento do cliente de forma não-econômica ou intangível, como “as marcas Rolex, Jaguar, Cartier, Ritz-Carlton e Gucci que têm vantagem competitiva baseada na diferenciação associada ao desejo do cliente por status, imagem, prestígio, modismo de consumidor classe A, acabamento superior” (THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p.170).

O produto diferenciado deve fazer com que o consumidor não perceba o valor somente em uma embalagem atrativa, ou em campanhas de propagandas, mas que também perceba o valor também nas “instalações do vendedor, nas listas de clientes, participação no mercado, tempo de negócio, profissionalismo, aparência e personalidade do pessoal que faz os contatos com os clientes” (THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p.172).

Os esforços para chegar a uma diferenciação geralmente fazem os custos aumentar, por este motivo, após os gerentes encontrarem a melhor maneira de criação de valor para o cliente, eles precisam tomar decisões para que os atributos criadores de valor colocados no produto tenham um custo admissível.

O custo para obter uma diferenciação do produto deve ser compensado com a imposição de um preço adicional, aumentando a margem de lucro, ou com um volume de vendas bem maior quando a margem de lucro é menor.

Para Thompson e Strickland (2000, p.173), o ideal é adicionar itens diferenciadores que não sejam caros e que satisfaçam o comprador e aumentem seu interesse. Não elevar os custos unitários gerais muito além dos custos dos concorrentes, para assim não ter que cobrar muito a mais do consumidor, é o pré-requisito mais importante na busca da diferenciação.

A diferenciação é mais atrativa e implica em vantagem competitiva mais firme e mais lucrativa quando é baseada em habilidades e técnicas superiores, na qualidade do produto e na criação de mais valor pelo dinheiro. Itens que são amplamente percebidos e valorizados pelos compradores e mais difíceis de serem copiados ou ultrapassados pelos rivais (THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p. 174).

Entretanto, a estratégia de diferenciação também tem seus riscos. Um deles, é que uma estratégia de baixo custo pode vencer facilmente se os compradores perceberem pouco valor nos atributos diferenciadores. A imitação é outro risco, pois se os concorrentes imitarem muito rápido todas as mudanças desenvolvidas, a empresa nunca conseguirá ter uma diferenciação real.

Deve-se tomar o cuidado de não optar por diferenciar em alguma coisa que não diminui o custo do comprador e não seja conveniente. Não pode-se ter uma diferenciação muita exagerada que faça com que o preço fique muito alto, ou que ultrapasse as necessidades do comprador (THOMPSON; STRICKLAND, 2000, p. 174).

Enfim, para a diferenciação ser bem sucedida, as empresas devem ir atrás de distinções duradouras, que muitas vezes podem custar caro, mas que sejam difíceis de serem imitadas e superadas pelos concorrentes rivais.

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