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Influence de l’eau de barrage sur la distance entre les ordres diffractés

Etude expérimentale

III. 3.3.2 Influence de la concentration du sel sur l’intensité de l’ordre diffraction

III.3.4.1 Influence de l’eau de barrage sur la distance entre les ordres diffractés

As etapas e diretrizes descritas na Figura 20, do processo de aquisição do conhecimento de um agente textual para seu posicionamento no frame MORPH e seu detalhamento é apresentado nos subitens a, b e c. Esse processo consiste em três etapas, onde a primeira trata da extração dos objetos da Rede Proposicional Fundamental, a segunda do posicionamento dos mesmos no frame e a terceira, a definição do relacionamento entre os objetos.

a. Etapa 1 – Extração dos Objetos

Esta etapa compreende a extração dos Objetos (Objk) da Rede Proposicional P e se

subdivide em quatro diretrizes. A primeira compreende a declaração da Rede Proposicional Fundamental (P), onde todo o processo de aquisição do conhecimento de um agente especialista é iniciado. Para a elicitação do conhecimento de um agente, Costa (2012) afirma que é fundamental a declaração da P, ou seja, a declaração do problema que se deseja solucionar ou compreender, ou ainda sobre o contexto que se deseja decidir. Nesse processo utiliza-se um método identificado como heurística de meios e fins que segundo Costa (2012), significa dividir o problema em vários subproblemas, tentando reduzir a diferença entre o estado inicial e o desejado para cada subproblema e pressupõe uma atitude, onde os fins

requeridos devem ser identificados para que se possa imaginar os meios, sendo essa uma relação de causa e efeito.

Para a definição de P é necessário ao menos uma oração de período simples ou composto, devendo ser estruturada por frase nominal (FN) ou sintagma nominal, e uma frase verbal (FV) ou sintagma verbal. A FN é dividida em um determinante e um núcleo, que necessariamente deve ser um substantivo. A FV é dividida em um verbo seguido de outra frase nominal (LEVINE; DRANG; EDELSON, 1986).

A oração que constitui P pode ser do tipo declarativa ou interrogativa, segundo a linguística e deve conter pelo menos dois conceitos, que são identificados como substantivos. Essas figuras de linguagem desempenham um papel importante na P e podem ser considerados como agente, alvo e destinatário da ação (MESQUITA, 1999). A Figura 21 evidencia a estrutura gramatical básica para a constituição da P.

Figura 21 - Árvore da estrutura gramatical básica da P.

Fonte: Adaptado de Levine; Drang; Edelson (1988, p. 28); Dubois-Charlier (1981, p. 163)

A segunda diretriz refere-se à divisão da P em Conceitos (Ci), em que Ci é uma ideia

sobre algo, uma representação mental de uma categoria, uma proposição que se obtém pela decomposição de uma rede proposicional fundamental (P) (COSTA, 2012).

Com isso, a terceira diretriz é evidenciada, em que para cada Ci define-se um conjunto

de critérios (cj) que determinam o significado relacionado dos Objetos (Objk). O cj é tudo que

serve como critério de julgamento e que une Ci ao Objk, devendo ser declarado para que seja

possível reconhecer os objetos. Costa (2012, p. 66) afirma "Para que os objetos sejam trazidos

à memória de trabalho, os “critérios” (cj) tornam possível o acesso à memória de longo prazo

Desta maneira a pergunta que se faz à P para a obtenção do cj é "Com que se define Ci

na P?" e a resposta que se obtém é "Com cj".

A Figura 22 evidencia a decomposição da P para a extração dos objetos e as relações entres os conceitos, critérios e objetos.

Figura 22 - Representação esquemática da extração de objetos.

Fonte: Costa (2012, p. 63).

Na quarta diretriz os Objetos (Objk) são extraídos da P, estes objetos são figuras de

linguagem capazes de nomear o componente central de uma narrativa. Objk é um sintagma

nominal que contém o sentido conotativo do termo ou um conjunto de palavras, não é necessariamente um objeto material ou abstrato, pode ser qualquer coisa, sensação, evento, conceito que possa gerar uma ideia na mente do agente e pode ser inclusive outra ideia, não precisa ter existência real no mundo (COSTA, 2012).

Desta maneira a pergunta que se faz ao texto para a obtenção do Objk é "Como cj

define Ci?" a resposta que se obtém é "Com Objk".

Vale ressaltar que as perguntas são feitas até esgotar a identificação de todos os objetos no texto.

b. Etapa 2 - Posicionamento dos objetos no frame MORPH

Conforme pode ser observado na Figura 23, esta etapa consiste no posicionamento dos objetos nas zonas do frame, nos eixos de Temporalidade e Controlabilidade. A primeira diretriz posiciona os objetos no eixo horizontal da Temporalidade (Tp), neste encontram-se os atributos: memórias Imediata (IM), Recente (RC) e Remota (RM), que determinam o tempo existente entre os objetos relacionados com a dinâmica do evento. Costa (2012) afirma que a

memória de trabalho (IM) refere-se à capacidade do agente em focar a atenção sobre um determinado conteúdo, enquanto que a memória recente (RC) refere-se à capacidade do agente de associar o conteúdo a questões menos focais, de orientação geral e de estudo de possibilidades, que convergem para um aprofundamento em teorias e conhecimentos básicos e generalistas, descritos na memória de longo prazo (RM). Dessa maneira, a RM e a RC, se complementam para descrever o caminho de recuperação da informação na IM.

Figura 23 - Representação dos eixos do frame MORPH, evidenciando o caminho de recuperação da informação e do poder.

Fonte: Adaptado de Zambon (2006 apud COSTA, 2012, p. 43).

Desse modo, a pergunta que se faz ao texto para a obtenção do posicionamento do Objk no frame (eixo da Temporalidade) é "O Objk contribui diretamente para atingir o que se

deseja em relação ao Ci?" se não contribuir, estará na posição Remota (RM), mas se

contribuir, uma segunda questão deverá ser respondida, a saber: "Se Objk deixar de existir

haverá uma mudança no Ci?" se não houver, estará na posição Recente (RC) e se houver,

estará na posição Imediata (IM).

A segunda diretriz posiciona os objetos no eixo vertical da Controlabilidade (Ct), neste encontra-se uma relação de domínio, os atributos Controlável (CN), Penumbra (PN) e Não Controlável (NC), ou seja, uma relação de poder do agente especialista sobre os objetos em relação à rede proposicional (P). No atributo NC mesmo os objetos fazendo parte da explicação da P, não podem ser controlados pelo agente especialista; no atributo PN, o objeto

causa a incerteza em controlar ou não a situação; e no atributo CN, o objeto é declarado controlável pelo agente especialista. Desta maneira, pode-se notar que o sentido de recuperação do poder caracteriza-se de baixo para cima, isto é, do atributo NC para o CN, conforme evidenciado pela Figura 11.

Desse modo, a pergunta que se faz ao texto para a obtenção do posicionamento do Objk no frame (eixo da Controlabilidade) "É possível controlar integralmente a ação do Objk

sobre o Ci?", se sim, estará na posição Controlável (CN), mas se não, uma segunda questão

deverá ser respondida, a saber: "É possível controlar parcialmente a ação do Objk sobre o

Ci?", se sim, estará na posição Penumbra (PN), se não, estará na posição Não Controlável

(NC).

c. Etapa 3 – Definição dos relacionamentos e pesos entre os objetos

Nessa última etapa é possível atribuir os relacionamentos (→) e pesos de balanço (B) e reforço (R) aos objetos. A primeira diretriz corresponde à definição dos relacionamentos, ou seja, o sentido da relação. Estes são estabelecidos por setas que podem indicar força ou sentido e estabelecer, em termos de causalidade, dependência ou influência. Como exemplo, "Obj1 → Obj2", um objeto influencia outro objeto de alguma forma. Esta forma pode ser positiva, negativa ou equilibrada, dependendo da intensidade da força da relação (COSTA, 2012).

Assim sendo, o sentido da relação se dá por meio da pergunta "O Objk e Objk+1

encontram-se no mesmo Ci e cj?", se sim, será uma relação de mutualidade (↔), ou seja, nos

dois sentidos. Se não, o sentido da relação ocorre do Objk(→) para Objk+1".

A intensidade com que essa influência ocorre entre os objetos pode ser uma situação de balanço ou reforço, como evidencia a segunda diretriz. O Balanço consiste em uma situação que não despende de energia para ocorrer, pois tende a um equilíbrio, de acordo com Costa (2012, p.81) "isto demonstra a pressão do “objeto-causa” sobre o “objeto-efeito” para que este segundo atinja um ponto adequado", regulando o estado. O Reforço versa uma situação que amplifica a relação, tanto positivamente quanto negativamente, polarizando o estado. A intensidade da relação se da por meio da pergunta "O Objk influencia a situação do

Objk+1?", se sim, assume uma relação de Balanço (B), se não, Reforço (R). Cabe salientar

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