• Aucun résultat trouvé

Influence de l'affectivité négative (PANAS)

PARTIE PRATIQUE

ECHELLE NUMERIQUE SIMPLE MESURES OBJECTIVES DE DRAFTSIGHT

5.14. Influence de l'affectivité négative (PANAS)

Definir a competição tributária é tarefa relativamente tranquila para a doutrina. O problema surge quando se busca identificar os efeitos que as práticas concorrenciais tributárias trazem para a economia, notadamente no tocante à alocação de recursos e investimentos. Isso porque é difícil isolar os fatores que exercem influência na decisão dos investidores sobre qual o local mais apropriado para realizar seus negócios. Todavia, não se pode negar que os aspectos tributários são um dos mais relevantes quando se trata de decisões negociais – tendo em vista que representam gastos que os contribuintes, normalmente, tentam evitar ou diminuir. Nessa perspectiva, os regimes tributários oferecidos por algumas jurisdições seriam prejudiciais na medida do seu potencial de gerar distorções na alocação de investimentos.

Essa percepção ganhou relevância com a intensificação do processo de globalização e a maior integração comercial e econômica entre os países. Isso porque verificou-se a necessidade de serem estabelecidas regras para que a economia pudesse se desenvolver de forma equânime entres todos os países que atuam no cenário internacional. Nesse contexto, dentre as práticas que a OCDE se preocupou em combater está a denominada concorrência tributária internacional prejudicial. O assunto foi objeto de um estudo elaborado pela OCDE, que culminou no relatório intitulado: Harmful Tax Competition: an emerging global issue, publicado em 1998.

No Relatório de 1998, a OCDE apresentou diretrizes e recomendações a serem seguidas pelos países que utilizassem práticas consideradas prejudiciais. A estratégia adotada, pela organização internacional, foi propor que os paraísos fiscais e os países e jurisdições com regimes tributários preferenciais prejudiciais assumissem compromissos no sentido de implementar os padrões estipulados no Relatório de 1998. Aqueles que não cooperassem seriam incluídos em uma lista (black list) de países não colaboradores, e estariam sujeitos a medidas de contra-ataque. Além disso, para assegurar maior efetividade ao combate à concorrência fiscal nociva, a OCDE sugeriu que as referidas medidas de contra-ataque fossem realizadas de maneira coordenada pelos países prejudicados.

Desse modo, por um lado pode-se afirmar que a atuação da OCDE respeitou a soberania dos Estados, uma vez que não impôs nenhuma modificação aos sistemas tributárias internos dos países. Com efeito, apesar de indicar uma série de recomendações e diretrizes, a

OCDE deixou claro que elas não vinculavam os países membros e, muito menos, os países não membros. Significa dizer que a OCDE não obrigou nenhuma jurisdição a seguir os padrões que ela considerava adequados – e nem poderia – preservando o direito dos países de decidirem essa questão internamente.

Por outro lado, importante observar que, mesmo com o discurso de não vinculação das recomendações e diretrizes, a OCDE utilizou métodos de coerção diretos e indiretos. Nesse sentido, tem-se que a elaboração de uma lista de países não colaboradores serviria de base para a efetivação de medidas de contra-ataque – e não meramente para enumerar as jurisdições com práticas tributárias nocivas. Implica dizer que havia uma enorme pressão para que os países se comprometessem com a iniciativa da OCDE, sob pena de sofrerem com retaliações ou mesmo pelo receio do impacto negativo que poderia advir da qualificação de paraíso fiscal ou regime tributário privilegiado prejudicial. Por essas razões, apesar de ter explicitado, no Relatório de 1998, que o objetivo não era determinar qual seria a estrutura dos sistemas tributários de cada país, a OCDE acabou sendo criticada por promover uma campanha que interferiria em assuntos afetos à soberania dos Estados.

A proposta de pesquisa era analisar os resultados alcançados pela OCDE nos trabalhos desenvolvidos sobre a concorrência tributária internacional prejudicial no imposto sobre a renda. Isso para confirmar a validade da hipótese lançada, qual seja: verifica-se uma mudança de enfoque, pela OCDE, nos métodos utilizados para combater a concorrência tributária internacional prejudicial no imposto sobre a renda, concentrando-se os esforços na busca da transparência fiscal e da troca efetiva de informações.

Os dados colhidos, ao examinar os Relatórios de 1998, 2000, 2001, 2004 e 2006, permitiram demonstrar que a hipótese estava correta. Essa conclusão vale para as duas linhas de atuação originalmente enunciadas pela OCDE, ou seja, tanto em relação aos paraísos fiscais quanto aos regimes tributários preferenciais prejudiciais dos países membros.

Nesse ponto, vale a pena destacar os indícios que fundamentaram o resultado explicitado acima. O primeiro aspecto digno de comentário é a diferença de postura da OCDE a partir do Relatório de 2001. Com efeito, no citado documento encontra-se, inclusive, menção expressa a respeito de alterações da iniciativa da organização internacional no que se refere aos paraísos fiscais. Mais especificamente, tem-se a decisão do “Comitê sobre Assuntos Fiscais” de abandonar o critério “ausência de atividades substanciais” – o que restringiu os trabalhos da OCDE a efetivar os princípios da transparência e da troca de informações. Ademais, considerando essas novas orientações, foram retiradas as exigências pertinentes ao

critério da “ausência de atividades substanciais” nos compromissos a serem firmados perante a OCDE – assim como liberaram-se os países que já haviam se comprometido nesses termos.

Igualmente, merece registro a prorrogação dos prazos que haviam sido estabelecidos para a apresentação de listas de países não colaboradores e no que diz respeito à apresentação dos planos, pelos paraísos fiscais, para implementar as recomendações e diretrizes previstas no Relatório de 1998. Isso ocorreu em virtude das alterações descritas no Relatório de 2001, bem como da proposta da OCDE de realizar um trabalho com maior participação dos paraísos fiscais e dos países com regimes tributários potencialmente prejudiciais. Percebe-se, portanto, um abrandamento do discurso e do comportamento da OCDE, visto que, até o Relatório de 2000, a postura da iniciativa era mais agressiva – prevendo a elaboração de listas e a adoção de medidas de contra-ataque como os principais instrumentos de atuação.

Por sua vez, o Relatório de 2004 seguiu a mesma linha do seu antecessor, no sentido de privilegiar a transparência e a troca de informações. No Relatório de 2004, o “Comitê sobre Assuntos Fiscais” não eliminou a utilização do critério do “isolamento da economia doméstica” (ring fencing), mas considerou não prejudiciais regimes que possuíam tais características. O argumento apresentado pautou-se no alto padrão de transparência e de troca de informações dos países avaliados – o que demonstra que estes critérios prevaleceram na decisão da OCDE. Novamente, verifica-se que o trabalho da OCDE passou a concentrar-se nos princípios da transparência e da troca de informações.

As alterações identificadas no Relatório de 2001 e de 2004 foram confirmadas quando foi publicado o Relatório de 2006, que encerrou os trabalhos da campanha da OCDE no combate às práticas tributárias prejudiciais. Com efeito, nos últimos documentos que a organização internacional publicou nota-se, claramente, a intenção de concentrar os esforços na questão da transparência e da troca de informações.

Nesse ponto, também se considerou como subsídio, para validar a hipótese proposta nessa pesquisa, a influência dos EUA, a partir de 2001, no trabalho da OCDE. Isso porque restou evidente que as mudanças promovidas na iniciativa da OCDE vieram após as críticas lançadas pelo governo de George W. Bush. Pode-se afirmar, inclusive, que a OCDE tentou adequar as suas proposições originais, previstas no Relatório de 1998, às demandas levantadas pelos EUA.

Por fim, a publicação do Relatório Tax Co-operation: Towards a Level Playing

Field, de 2006, e o fortalecimento do “Fórum Global da Transparência e Troca de

Informações”, nos últimos anos, corroboram toda a percepção de que a OCDE abandonou parte das preocupações anunciadas no Relatório de 1998. Notadamente, não se encontram

mais nos planos da OCDE questionar a concorrência tributária internacional, a distorção na alocação de investimentos, a falta de atividades substanciais existente em algumas jurisdições. Tudo indica que a linha de atuação da mencionada organização internacional será voltada para a implementação dos padrões de transparência e de troca de informações – instituídos sob os auspícios do “Fórum Global da Transparência e Troca de Informações”. Esse movimento ganhou ainda mais força com a adesão do G20, que endossou os trabalhos da OCDE na linha da transparência e da troca de informações.

Diante de todos esses elementos, considera-se satisfatória a pesquisa realizada, ante os resultados apresentados e as conclusões firmadas. Assim, torna-se seguro afirmar que restou comprovada a hipótese correspondente à mudança de enfoque, pela OCDE, nos métodos utilizados para combater a concorrência tributária internacional prejudicial no imposto sobre a renda.

REFERÊNCIAS

AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

AVI-YONAH, Reuven S. Globalization, tax competition, and the fiscal crisis of the welfare state. Harvard Law Review 1573, maio 2000.

BARACHO, José Alfredo de Oliveira. Teoria Geral da Soberania. Revista Brasileira de

estudos Políticos, Belo Horizonte, n. 63/64, jul. 1986/jan. 1987.

BARKER, William B. Optimal international taxation and tax competition: overcome the contradictions. Northwestern School of Law Journal of International Law & Business (22

NW. J. INT'L L. & BUS. 161), 2002.

BISWAS, Rajiv. Introduction: globalisation, tax competition and economic development. In: BISWAS, Rajiv (Org.) International tax competition: globalisation and fiscal sovereignty. London: Commonwealth Secretariat, 2002.

BLUMBERG, Mark. The OECD’s report on harmful tax competition: is 'harmful tax competition' actually harmful? Disponível em:

<http://www.globalphilanthropy.ca/images/uploads/Harmful_Tax_Competition_and_the_OE CD.pdf>. Acesso em: 01/11/2012.

BORGES, Antônio de Moura. Considerações sobre o Combate à Concorrência Tributária Internacional Prejudicial. Revista Fórum de Direito Tributário RFDT, Belo Horizonte, n. 12, ano 2, nov./dez. 2004. Disponível em:

<http://www.bidforum.com.br/bid/PDI0006.aspx?pdiCntd=14011>. Acesso em: 16 nov. 2012.

______. Convenções sobre a dupla tributação internacional. Teresina: EDUFPI, 1992; São Paulo: IBDT, 1992. 175 p.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em: 01 nov. 2012.

BRASIL. Lei n. 9.430, de 27 de dezembro de 1996. Disponível em: <

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9430.htm>. Acesso em: 12 nov. 2012.

CAMPBELL, Joel R. Bargaining sovereignty: state power and networked governance in a globalizing world. International Social Science Review. v. 85, n. 3-4, set. 2010. Disponível em: <http://vlex.com/vid/bargaining-sovereignty-networked-globalizing-245409354>. Acesso em: 04 jan. 2012.

CARLSON, Kimberly. When cows have wings: an analysis of the oecd's tax haven work as it relates to globalization, sovereignty and privacy. John Marshall Law Review (35 J.

CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. 24. ed. rev., amp. e atual. São Paulo: Malheiros, 2008.

CONSELHO DE IMPOSTOS DA FRANÇA. Conselho de Impostos a concorrência tributária e a empresa. Tradução: Igor Mauler Santiago, Valter Lobato e Misabel Abreu Machado Derzi.

Revista Internacional de Direito Tributário, v. 3, p. 261-478, jan./jun. 2005.

CHORVAT, Terrence R. A different perspective on Tax Competition. George Washington

International Law Review (35 Geo. Wash. Int'l L. Rev. 501), jan. 2003.

CRUZ, Paulo Marcio. Soberania e Superação do Estado Constitucional Moderno. Unopar

Cient., Ciênc. Juríd. Empres. Londrina, v. 8, p. 55-66, mar. 2007

DE LA MADRID H., Miguel. Foreword: national sovereignty and globalization. Houston

Journal of International Law. v. 19, n. 3, mar. 1997. Disponível em: <

http://vlex.com/vid/foreword-national-sovereignty-globalization-53730612>. Acesso em: 04 jan. 2012.

DEVEREUX, Michael P. The OECD Harmful tax competition initiative. In: BISWAS, Rajiv (Org.). International tax competition: globalisation and fiscal sovereignty. London:

Commonwealth Secretariat, 2002.

EASSON, Alex. The Tax Competition Controversy. Tax Notes International Magazine

(Tax Notes Int'l 371), jan. 1999.

EDWARD, Chris; MITCHELL, Daniel J. Global tax revolution: the rise of tax competition and the battle do defend it. Washington: Cato, 2008.

EUROPEAN UNIVERSITY INSTITUTE. The historical archives of the European

Communities. Disponível em:

<http://www.oecd.org/general/organisationforeuropeaneconomicco-operation.htm>. Acesso em: 31 out. 2012.

FIELD, Thomas F. Tax Competition In Europe And America. Tax Notes International

Magazine (Tax Notes Int'l 1235), mar. 2003.

GODOY, Arnaldo Sampaio de Moraes. Globalization, State law and legal pluralism in Brazil.

Revista do Mestrado em Direito – UCB, v.1, n. 1, jan./jun. 2007.

GRUPENMACHER, Betina Treiger. Tratados internacionais em matéria tributária e

ordem interna. São Paulo: Dialética, 1999.

HÄUSERMANN, Silja. The politics of welfare state reform in continental europe: modernization in hard times. kindle edition. Cambridge: Cambridge University, 2010. E- Book.

HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. 2. ed. 25. reimp. Tradução de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

HOUAISS, Antônio. VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

IUDICA, Giovanni. Law and globalization. Bocconi Legal Papers - Núm. 2009-02, jul. 2009. Disponível em: <http://bocconilegalpapers.org/wp-content/uploads/file/2009-Working- Papers/BLP-2009-02-EN.pdf>. Acesso em: 16 fev. 2012

JOHNSON, Richard A. Why harmful tax practices will continue after developing nations pay: a critique of the oecd's initiatives against harmful tax competition. Boston College Third

World Law Journal, v. 26, issue 2, article 4, 2006.

KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. Tradução de Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. São Paulo: Perspectiva, 2009.

LYMER, Andrew; HASSELDINE, John. Introduction to taxation in an international context. In: LYMER, Andrew; HASSELDINE, John. (Org.). The international taxation system. Boston: Kluwer Academic Publishers, 2002.

MATTHEWS, Stephen. What is a "Competitive" Tax System? OECD Taxation Working Papers. n. 2. OECD Publishing, nov. 2011.

MCCARTHY, George A. Promoting a more inclusive dialogue. In: BISWAS, Rajiv (Org.).

International tax competition: globalisation and fiscal sovereignty. London:

Commonwealth Secretariat, 2002.

MELLO, Celso D. de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 15. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Renovar, 2004.

MELO, George M. Taxation in the global arena: preventing the erosion of national tax bases or impinging on territorial sovereignty? (A critique of the OECD's Report: "Harmful Tax Competition: An Emerging Global Issue"). Pace International Law Review (12 Pace Int'l

L. Rev. 183), 2000.

MELO, José Eduardo Soares de. Curso de direito tributário. 9. ed. São Paulo: Dialética, 2010.

MERRIAM Jr., C. E. History of the theory of sovereignty since Rousseau. Ontario: Batoche, 2001.

MUSGRAVE, Peggy B. Sovereignty, entitlement, and cooperation in international taxation.

Brooklyn Journal of International Law 1335, 2001.

NOV, Avi. Tax competition: an analysis of the fundamental arguments. Tax Notes

International Magazine (Tax Notes Int'l 323), jan. 24, 2005. Disponível em: < http://ssrn.com/abstract=1406847>. Acesso em: 04 set. 2012.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – ONU. Transfer pricing: practical manual for developing countries, 2012. Disponível em:

<http://www.un.org/esa/ffd/tax/eighthsession/Chap1_Introduction_20120926_v4_HC- accp.pdf>. Acesso em: 21 nov. 2012.

ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – OCDE. Convention on the Organisation for Economic Co-operation and Development.

Disponível em: <http://www.oecd.org/general/conventionontheorganisationforeconomicco- operationanddevelopment.htm>. Acesso em: 31 out. 2012.

______. Harmful Tax Competition: an emerging global issue, 1998. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/harmfultaxpractices/1904176.pdf>. Acesso em: 31 out. 2012. ______. Progress Report to the G20, 2012. p. 2. Disponível em: <

http://www.oecd.org/ctp/exchangeofinformation/G20_Progress_Report_June_2012.pdf>. Acesso em: 21 nov. 2012.

______. Tax Co-operation: Towards a Level Playing Field, 2006. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/transparency/44430286.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012. ______. Tax Co-operation: Towards a Level Playing Field, 2007. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/transparency/44430309.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012. ______. Tax Co-operation: Towards a Level Playing Field, 2008. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/transparency/44430326.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012. ______. Tax Co-operation: Towards a Level Playing Field, 2009. p. 1. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/transparency/44429779.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012. ______. Tax Co-operation: Towards a Level Playing Field, 2010. p. 1. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1787/taxcoop-2010-en>. Acesso em: 15 nov. 2012.

______. The OECD’s project on harmful tax practices: the 2001 progress report.

Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/harmfultaxpractices/2664438.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012.

______. The OECD’s project on harmful tax practices: the 2004 progress report.

Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/harmfultaxpractices/30901115.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012.

______. The OECD’s project on harmful tax practices: 2006 update on progress in member countries. Disponível em:

<http://www.oecd.org/tax/harmfultaxpractices/37446434.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2012. ______. Towards global tax co-operation: progress in identifying and eliminating harmful tax practices, 2000. Disponível em: <http://www.oecd.org/tax/transparency/44430257.pdf>. Acesso em: 14 nov. 2012.

PALAN, Ronen; MURPHY, Richard; CHAVAGNEUX, Christian. Tax havens: how globalization really works. Ithaca: Cornell University Press, 2010.

PALMA, Clotilde Celorico. O controle da concorrência fiscal prejudicial na União Europeia.

Revista Fórum de Direito Tributário – RFDT, Belo Horizonte, ano 3, n. 15, p. 49-74,

maio/jun. 2005.

PAUPÉRIO, Arthur Machado. Teoria democrática da soberania. 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997.

PHILPOTT, Daniel. Sovereignty: an introduction and brief history. Journal of International

Affairs. v. 48, n. 2, jan. 1995. Disponível em: http://vlex.com/vid/53469736.

REZEK, Francisco. Direito internacional público: curso elementar. 10. ed. rev. e atual. 2. tiragem. São Paulo: Saraiva, 2006.

RING, Diane M. What‟s at stake in the sovereignty debate?: international tax and the nation state. Boston College Law School Faculty Papers. Paper 219, 2008. Disponível em: <http://lawdigitalcommons.bc.edu/lsfp/219>. Acesso em: 11 ago. 2011.

ROIN, Julie. Competition and evasion: another perspective on international tax competition.

Georgetown Law Journal 543 (89 Geo. L. J. 543), mar. 2001.

ROUSSEAU, Jean Jacques. Do contrato social: princípios de direito político. Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.

SALA-i-MARTÍN, Xavier. et. al. The global competitiveness index 2012–2013:

strengthening recovery by raising productivity. In: SCHWAB, Klaus (Org.). The global

competitiveness report 2012-2013. p. 4. Disponível em: <

http://www3.weforum.org/docs/WEF_GlobalCompetitivenessReport_2012-13.pdf>. Acesso em: 08 out. 2012.

SALINAS, Javier G. The OECD tax competition initiative: a critique of its merits in the global marketplace. Houston Journal of International Law. v. 25, n. 3, mar. 2003.

Disponível em: <http://vlex.com/vid/oecd-initiative-critique-merits-marketplace-53120856>. Acesso em: 06 nov. 2011.

SHARMAN, Jason Campbell. Heavens in a storm: the struggle for global tax regulation. Ithaca: Cornell University Press, 2006.

SICKO. Produção de Michael Moore. Nova Iorque: Weinstein, 2007. 1 DVD (123 min).

Filme.

SIKKINK, Kathryn. Reconceptualizing sovereignty in the Americas: historical precursors and current practices. Houston Journal of International Law. v. 19, n. 3, mar. 1997. Disponível em: <http://vlex.com/vid/sovereignty-americas-historical-practices-53730629>. Acesso em: 04 jan. 2012.

SILVA NETO, Orlando Celso da. Concorrência tributária no mundo globalizado: algumas considerações. Revista Fórum de Direito Tributário – RFDT, Belo Horizonte, ano 6, n. 32, p. 171-192, mar./abr. 2008.

TANZI, Vito. Globalizantion, tax competition and the future of tax systems. IMF Working Paper n. 96/141. dez. 1996. Disponível em: <http://ssrn.com/abstract=883038>. Acesso em: 04 set. 2012.

TÔRRES, Heleno. Pluritributação internacional sobre a renda das empresas. 2. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.

______. Direito Tributário Internacional: planejamento tributário e operações transnacionais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.

TOUMI, Marika. Anti-avoidance and harmful tax competition: from unilateral to multilateral strategies? In: LYMER, Andrew. HASSELDINE, John (Org.). The international taxation

system. Boston: Kluwer Academic Publishers, 2002.

VIGNALI, Heber Arbuet. O atributo da soberania. Estudos da Integração. v. 9. Brasília: Senado Federal, 1996.

VALADÃO, Marcos Aurélio Pereira. Limitações constitucionais ao poder de tributar e

tratados internacionais. Belo Horizonte: Del Rey, 2000.

______. Troca de informações com base em tratados internacionais: uma necessidade e uma tendência irreversível. Revista de Direito Internacional Econômico e Tributário, v. 4, n. 2, jul./dez. 2009, Brasília: Fortium.

XAVIER, Alberto. Direito tributário internacional do Brasil. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.

ANEXO A

Arrecadação tributária total como porcentagem do PIB

2001409 2002410 2003 2004411 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Australia 29.6 29.6 29.8 30.3 30.0 29.6 29.7 27.1 25.8 25.6 .. Austria 45.3 44.0 43.8 43.0 42.1 41.5 41.8 42.8 42.5 42.0 42.1 Belgium 44.9 44.8 44.3 44.4 44.5 44.1 43.6 43.9 43.1 43.5 44.0 Canada 34.8 33.7 33.7 33.3 33.2 33.4 33.1 32.3 32.1 31.0 31.0 Chile .. 19.7 19.3 19.1 20.7 22.0 22.8 21.4 17.1 19.6 21.4 Czech Republic 35.6 36.3 37.3 36.3 36.1 35.6 35.9 35.0 33.9 34.2 35.3 Denmark 48.4 47.9 48.0 49.0 50.8 49.6 48.9 47.8 47.7 47.6 48.1 Estonia .. .. .. 30.6 30.6 30.7 31.4 31.7 35.7 34.2 32.8 Finland 44.6 44.7 44.1 43.5 43.9 43.8 43.0 42.9 42.8 42.5 43.4 France 44.0 43.4 43.2 43.6 44.1 44.4 43.7 43.5 42.5 42.9 44.2 Germany 36.1 35.4 35.5 35.0 35.0 35.7 36.1 36.5 37.3 36.1 37.1 Greece 32.9 33.6 32.0 31.5 32.1 31.6 32.5 32.1 30.4 30.9 31.2 Hungary 38.1 37.8 37.8 37.7 37.3 37.3 40.3 40.1 39.9 37.9 35.7 Iceland 35.4 35.3 36.7 37.9 40.7 41.5 40.6 36.7 33.9 35.2 36.0 Ireland 29.1 27.9 28.4 29.6 30.1 31.5 30.9 29.1 27.7 27.6 .. Israel1 .. 36.3 35.4 35.5 35.6 36.0 36.3 33.8 31.4 32.4 32.6 Italy 42.0 41.3 41.7 40.8 40.6 42.1 43.2 43.0 43.0 42.9 42.9 Japan 27.3 26.2 25.7 26.1 27.3 28.1 28.5 28.5 27.0 27.6 .. Korea 23.0 23.2 24.0 23.3 24.0 25.0 26.5 26.5 25.5 25.1 25.9 Luxembourg 39.7 39.3 38.1 37.3 37.6 35.9 35.6 35.5 37.7 37.1 37.1 Mexico 17.1 16.5 17.4 17.1 18.1 18.2 17.7 20.9 17.4 18.8 .. Netherlands 38.2 37.4 36.9 37.2 38.4 39.1 38.7 39.3 38.2 38.7 .. New Zealand 33.0 34.0 33.8 34.8 36.6 36.0 34.7 33.8 31.6 31.5 31.7 Norway 42.9 43.1 42.3 43.1 43.2 43.5 42.9 42.1 42.4 42.9 43.2 Poland 32.6 33.1 32.6 31.7 33.0 34.0 34.8 34.2 31.7 31.7 .. Portugal 33.8 33.3 33.6 30.3 31.1 31.8 32.4 32.5 30.7 31.3 .. Slovak Republic 33.2 33.3 33.1 31.7 31.5 29.4 29.5 29.5 29.1 28.3 28.8 Slovenia .. 38.0 38.2 38.1 38.6 38.3 37.7 37.1 37.1 37.5 36.8 Spain 33.8 34.2 34.2 34.9 36.0 36.9 37.3 33.1 30.9 32.3 31.6 Sweden 49.8 47.5 47.8 48.1 48.9 48.3 47.4 46.4 46.6 45.5 44.5 Switzerland 29.5 29.9 29.2 27.8 28.1 27.9 27.7 28.1 28.7 28.1 28.5 Turkey 26.1 24.6 25.9 24.1 24.3 24.5 24.1 24.2 24.6 25.7 25.0 United Kingdom 36.1 34.6 34.3 34.9 35.4 36.3 35.8 35.8 34.2 34.9 35.5 United States 28.8 26.0 25.5 25.7 27.1 27.9 27.9 26.3 24.2 24.8 25.1 OECD-Total2 35.5 34.7 34.7 34.3 34.9 35.0 35.1 34.5 33.7 33.8 ..

Last updated: 25 October 2012; disclaimer: http://oe.cd/disclaimer