CHAPITRE 3 Etude statistique des interf´ ´ erences d’un usager Secondaire au r´ ecepteur
3.3 Indicateurs
o
ambiente intelectual dos anos 20 ê emamente rico em manifestações que sugerem a necessidade de lansformações na vida brasileira. Podemos tomar como exemplo o volumeA margem da
hstia da Repúbla.
publicado em ]924.' Os intelectuals que par ticiparam desta obra coletiva compreendem a gravidade do momento histórico e procuram reagir dentro da ordem. jã que não havia lugar para propostas de alteração brusca no sistema estabelecido. Um pro jeto que se pretendesse "revoluclonrlo- não fa.zja parte do universo depreocupaçõcs desses homens. Eles pensavam os problemas nacionais e atuavam em diferentes setores. sugerindo transfonnaçOCs na socie· dade e p
r
opondo-se a ajudar e a aprer o processo de evoluçãonatu. Ee esU10
c
rcado por uma visão organlcista, informada pela sociologia da época.Esses autores representam de forma exemplar o conservado rismo reformista da rimeira Republic1. uma vez que propõem mudan-
• V�� M>nl�a '1m�nta Vc11"'. Cultura e poder polí;O. cm lúcla LlppI ct 8111. :SIOOO !.
�a" dT.
io k Janeiro. Zahar. 1982 .• A. Cneio "ao et
l. À
"fia hs ta a !.
2" M .• Biíll ...UnB. 1981. I" diço. t924. ..lutO�B que omem o olume sAo: A. Camchu "50. CellO Vieira. Cllbeno Amado. Jonatu rrano. Jo, AU:U510 Noguira. Nuno inhel· o. Oliveira Viana. Ponl" de Miranda. Ronald de C'rIlho. so da 511.'lr ... lsIio
VA� s CIS 81 ças a oIem ollgárqulea ent40 vigente. A mudnça social é pensada como o d.nvolvlm.nto de um organismo em que é fundntal a dsténcia de um crebro. ou seja. a presença de uma elite esratégka que arroga a si o privilégio do poder. O papel dessa elite cultural e poliUca eltl configurada na Idéia de "ivIll1ar por cima-. Tal vlIAo é compartilhada por muitos pensadores. Incluslve por aqueles que se Interam no movimento de renovação eatólica Iniciado em 1921. com a publlcaçAo da revista
A .
e reforçado no ano seguinte. com a cnaçao do Centro Dom Vital.Os Intelectuais católicos patilham da vIlAo de mundo prente nos autores que comparecem ao volume supracitado. Repr.ntnm. lodavla. uma vertente explleltamente anU'revolucloTlAria e ertem que. sendo o povo brasileiro ell01lco (fruto da colonl1açdo portuguesa e da aÇao dos Jesuitas). bastA concentrar sua açao na tarda de recatollzar a elite contaminada pelo ceticismo e pelo individualismo burgu:s.
Os anos 20 \0 emblemlUrs
o
novo clima Intelectual e cul· lural no Brasil. em special 1922. quando Tem a primeira oluçao tenentista. 1 cnaçao do Centro Dom Vital. a ciação do Partido Comu nista. o Centenário dA Independéncla e a Semana de Arte Modna. Vamos destacar o sinificado do movimento modenista como movimen to Intelectual de renovaçao no dom;nlo da arte. e que produziu conse qOéncial na cultura brasileira. O modenismo combateu o que elslla antes: o ronlsmo·semlmenta. pri·raclonal. pré· modno: o reais mo - preso ao eientlflelsmo e o pessimismo (as raças e o lia o sendo um bocd negativo): o sianismo - preso aos nes riglds da 1ea e da rima.Podemos dizer que o primeiro momento do modenismo se caracteriza pelo combate ao passado. pela elabonçlo de umA nova eltéUca adequada i vida modena e pela caplaçdo da realidade. enten· dlda o a vida urbanl e Industrial que tinha na cidade de São Paulo seu exemplo mimo. Nse momento pensava·e ser posslvel panJcI·
r
da mdena ordem mundial. desde que ses
se o passado. que lelmava em nneccr.A Semana de 1922 pretendia captar a vida em movimento. a eletriddade. o
o
submarino. o automóvel. o aeroplano. o dnema. Na revista Kon estl presente o debate em tono do tema de ser 01 ndofuturista. poltmlca cujo sentido envolve a questão de haver 01 nao uma
ruptura com a tndlçlo naciona. se prlmdro momento enfrenla dlferent$ iUs. dentre elas. a de Trisao de Atalde. que condena a Imortação em bloco. prllugnando que . deve atentar " qualidade do
re::usa a olha do exoUsmo como o nacional e defende a volta ao
c1âsslco. CriUca Oswald de Andrade. dizendo que as propostas deste nada mais são do que n Importação do dadaísmo franch e do expssionismo alemão.
A segunda fase do movimento modernista tcm na queslio da brasUidade seu eixo principal. Tomn-se nssarlo pensar as media
ções que permitem participar da ordem mundia. O Monifesto ou· BSI (19241 e a igura de Oswald de Andrade. ne outros. lão repentaUvos dse momento. Mario de Andrade propck eriar a arte
brasileira como o unlco modo de r dvilI1.ado. e sua obra Ensao e o mlSca sa [19281 é expressiva delta fase em que o moder
nismo cria c difunde a neceSSidade de IdenUflear a subst.ncla do "ser" brasileiro. e denuncia os conheclment!l/saberes atrasados que Impe dem a captação desta csl:nela.
Um quadro compreensivo sobre as diversas perspecUvas moder nistas pode ser montado se tomos a relação entre a parte - o Brasil - e o todo - o concerto Intenacional das naçCS. Hâ pelo mcnos tUs posições;
II a parte que pretende dispensar o todo. O exemplo mais slgnlflcatlvo é o movimento
vede-omoclo.
que tem como proposta abandonar as Influtnelas européias. xar-se na oritnalldade brasilei ra. voltar aos mitos fundadores. o mito tupi. â escolha da anta como animai totêmleo. Dentre eles estão Casslano Ricardo. Menotll dei Plcchla e Plinlo Salgado. que buscam a alma brasileira no passado histórico u mitológico. Aceitam a vida do Interior. �glonal. como a que teria se mantido mais auténUea. cm oposl.10 ao litoral. visto comoa parte falsa e enganadora do Brasil. A obra Mu1im C�
(1 9281.
de Casslano Ricardo. t expressiva desta Ioslçlo: trata da epopéia bandel mnte. resume a brasllld . de como o somllórlo do homem com \ na turc.a. valoriza o sentimento. o contato direto. a comunhlo com a pâtrla. Vârlos dos verde-amarelos vão m.ls tarde participar da organl uÇao da Ação Interalsta. Drasildra (AIBI. em1932.
e do Estado Novo. engajados no Departamento de Imprensa e Propaganda 101Pl:21 a parte que pretende deglutir o todo. O exemplo relevante t o movimento
Glllo{ga.
que prop6c a apropriação das Innutnelas europtlas pelo canibaismo cultural - o antropófago comc a carne de seus tnlmigos para captar suas encrgias. A Revsa de AlltroP{agla exprime essa metlfom em suas scç6el: I'"s d·oulN"e. entrada. aperi tivo. cafezinho: e em suass:
primeira dentição. segunda dentição. Nas paginasa
revIlts valorizam-se o humor e a blague. o Inci ente. privileiam-se o fragmento e a paródia. que tem seu exemplo naVAS OS I:LCS 11
frase
"hPI
orot tUPI,
al s le queston°. de Oswald de Andrade; 31 a parte que pretende se Incorporar ao todo. A via analítica eerudita de Mário de Andrade. que se dedica aos estudos do folclore e da musica. e exemplar. Dsa vertente sairn o grupo que mais tarde criará o Seiço do PatrimôniO Histórico Nacional. com RIrlgo de Melo Flano. O modenismo. enquanto movimento de Idêias. earaeteri71U-Se pela produção de manifestos e publicação de revistas.' Região Crsus nação. e tradição uersus futuro sio tems que estão em pauta no debate para acordar o Brasil. criar a naçlo.-
É
preciso notar que os modenistas de São Paulo eram. em sua maioria. poetas e ensaístas. Suas propostas. ainda que disUntas. se debatiam no espaço da construçio da eultura brasileira.s
aspirações e inovações apresentadas eram vistas pela opinião públlca com descon fiança. Suas manifestações tinham o carnter excepcional próprio das vanguardas.I. M
tranl!ormaçócs dos
anos30
A Revolução de 1930 pode ser pensada. segundo Antónto Cân dido. como um ebco Cm tomo do qual girou a cultura brnsllcim. s transformações dos anos 20 foram Integradas sob novas condições. foram unUleadas sob novo momento histórico.
Os artistas e Intelectuais passaranl a uma conscltncla Ideoló gica e a um compromiSSO politJco. religioso e social. Houve um eonvlvio intimo entre a literatura e as Ideologias. A polazação dos Intelectuais ê marcada. em alguns casos. com a opção explícita pelo comunismo ou pelo fascIsmo. Mesmo quando Isso não oconia, os Intelectuais vlvenclavam uma preocupação com as questões sociais.
' 0 relslas do ",ode,"'""", KI� \O Paulo. 1922: ESI<!tm. Io. 1924: A
uS. klo Horlzome.1925: Ti a e 0"''" T"". o Paulo. 1926:
'esla.
Io. 1927: Verde. Cagua"" •. 1927: Reosla d""loJo.
sao PaukJ. 1928: e"
" ee ... Bahia. 1928. Mln!feslos (publk;ados nas revls!asJ e em oulros local.: 'r""· O L n Aranha " a de aa d" "" M"". (1941: tt'sL (1924): i n " IS .rs. !L 926): yonallsla. li 926): e AntropóJgo. (1928).
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"
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s. a de Janeiro. IUPERJ. v, 28. n. 2. 1985. p. 193·210: c Mônica PlmcntaVeUoso.
A brasllldade verde-Ima,la; nadonaUsmo e 'glonatomo paullsla. ESludos Hs�. RIo de Janelro. ""DOC. 611 11: 40_61 . 1993.N08 anos 30. as vanguardas se diluem. e a renovação ê Incor· parada aos hãbltos artíSUeos e literários. ·0 inconformismo. o anlconvenclonallsmo e tomam um dIreito. não uma transgressão. fato not6rto mesmo nos que Inoravam. repcllam ou passavam longe do modeismo".'
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preciso lembrar. todavia. que 05 Intelectual5 atuante5 nos anos 20 não participaram da Aliança L!bcral. em 1929. e da Revolução de 1930. nem mesmo aplaudIram. l'rtstão de Ataide. Ollvelra Viana. ClIiano Ricardo e PHnlo Salgado. por exemplo. desaprovaram ou se mostraram descrentes daquele movimento que ainda se apresentava sob um ideáMo llbcra.Uma idéia marcante no p6s-1 930 é a de uma geração sacrificada e Inquieta. A geração que herdou a Incredulidade. a arUnclalldade do laicismo e da pseudoeullura c1enti!lca precisou romper com esta herança e buscar novos valores. crenças e mitos que pudessem servir de orientação aos e5pirllos. oferecendo um rumo. um destino. Sérgio Ml1l1et n05 diz: "gueMamos rr. queriamos
uma mísUca. Jogamo-nos na luta polítiea. convencidos de que somente pelo poder nos serta possível impor a nova ordem (velha idela. como se ve. comum a todas as gerações mais ou menos atinidas pelas crises). Uns fizeram-se fascistas. outros comunistas. outros ainda soclalstas crtslãos-.'�
A elite leda. tanto na ficção quanto no ensaio. estâ viveneiando uma erlse IndiViduai de valores correlaelonada eom a crtse do Brasil. Diante de uma negação dos valores existentes at: então. aeaba se convertendo para uma posição esplrttualista ou para uma mobiH7ação participante.
Em 1931. Jorge Amado e Otáio de Faria. autores inlciames e com traJet6rtas postertores multo distintas. são lançados pela editora Sehmldt. Seus livros de estréia trazem as mesmas marcas comuns ao seu tempo. A editora Sehmldt produz a ·Coleção z" que. entre 1932 e 1933. publica os famosos textos: Martins de Almeida.
BrsU
ro:Afonso Arinos de Melo Franco. Indo
à rlde
brasilei; Vlrinlo Santa Rosa. O smlldo do lenenlismo: A1Clndo Sodré. A genese dadeordem: Plínio Salgado. PsWgla da feuoluçóo. Esta coleção pode ser tomada como representante do espectro de propostas Ideológicas
•
Anl6nlo
Cdo. o p$) de 30 c suas conscqltnclaa. In:So
! "ão !
30. <10 I.gre. ERUS. 1983. p.112.lO
serio Ml1let. Meu depoimento.
n: Edgar! Cavalheiro. e$Io e aV� s us 8 1 em eurso entre a Revolução de
1930
e a detação do novo regime.em
1937.
Todos os liros estão diagnosticando a cie brasileira e apre sentnndo soluçOcs pa a sua olução.O Rno
o rsl
- titulo de fmo livro de Paulo Prado. publicado em 1928. no qual o autor critica m rande vicio nacional. o da Imltaçlo - é ap�enlado e discutido. Otãvto de Faria. no livroMqel
e
o Brsil(19311.
airma ser o Brasil talvez o mais atrasado dentre os agrupamentos de mediana Importância. Aqui. segundo o autor. e pennaneccu a fular das riquezas e da bela natural. en quanto. de rato. nso pndo hlstórlco representou "tres sCculos de Inação. de preguiça. de submissão ao clima". Os homens. Incapzes de superar o Imprevisto. o ao. não abandonm o grande e velho vicio de Iir o estrangeiro. Olhams pa.
pa longe. procurando achar. em outros s.
a solução para o nso coso.Diante do que conSidera a falénclo moral. econômica e
da'
OtAvio Faria vt a nssidade de se procurar as virtudes básIcas da noclonalldade. estas scrlo dtas pels homens esclarecidos. que cr1arlo "uma ande elite de cultura e clnia. capaz de Ir aos poucos dominando de lal modo que a Influtnciu sobre a rande msa II cuda vez 3C tomando maiS fAcU".
csto proposta de ação para uma elite poliUoo-cultural. cap.z de
"clviIi..ar por ima". . a que mais :sponde tonto ao rabalho de atoUzação dnvolv1do pelos ml\m:ntos católicos quanto â atuação dos Intelectuols na montem e JustJncaç.o do pjeto politJco-ldoolô glco do Estado Novo.
:
tamb.m na d6cada de30
que as li:raturas regionals. prin cipalmente "o ronce do Nordeste". se transfomlam cm literaturanaional. O ronce do Nordeste estA rcloCmado o movimento "-
dernista" oeorrldo em 1926 no Nordeste. Propugnondo por uma revalorl7açBo do r:glornd c da tradIção. est: movimento leve como figuras da malor Importânda Gilberto Freyre. J. l:il de Almeida.
Jt Uns do Rrgo. entre outros.
O chamado "romance social". que e IdcnUnca Im o romane nordestino. apresenta como caraeterisUca a valorização do depoImento. da fotografia da reaJldad:. Tal caraclerisllca nos remele . aproimação entre esta Ilteratura e a vido sociológica da .poca. A sociologia
t
vista como stnJm:nto capa: de oer o retrato da realidade. pupa ção fundamental da ellte intelectual que busca o "Orasll rcal". Este Brasil não vinha sendo apreendido pela falta de contato entre as elites e a realIdad:. assIm COllO pela cópia de modelos estrangeiros apllcada diretamente t situação nacional. Rc$suge a crença de que s :Utes,desde que
e
m treiento especializado. podem adquirir o o nhecimento necssário para transformar o Brasil. E. dentro dcssa nccessldade de treinamento. a sociologia reaparece como a cltnela que orientará 05 Individuas e 05 grupos no caminho da salvação nacional.É
nos anos30
que temos a instalação dos primeirO! curl espeiflcos de ociologia. A oa ..e de SocIologia. sonho e reaIl1a ção de Robeto Slmonsen. t fundada em1933.
em s.o Paulo. e. dentro dse mesmo espirito. cria-se. em1934.
a Universidade de s.o Paulo.Independente do engajamcnto $pecllco de cada autor. 1 pre
ocupação com as questles soiais se
z
sentir nos romances e nos estudo! brasileiros de história. sociologia, poliUca e antropologia. Nesse pcriodo. surgcm as famosas coleçõe,: Brasillana. fundada e dirigida por 'emando de 7vedo: Coleção Azul. da editora Schmldt acima citada: e Problemas PoliUoos Contemporânl e Documentos Brasileirs. da editora Josê Olymplo. Todas essas publicações ttm lmo ponto mumo Interese m ntender o momento poIltleo. reinlerpretar o pissado naelonal e apntar. expliclla ou Implicitamente. propostas
a
o o Bra!lI.Do ponto de vista da Interpretaç40 histórica. s gmndes en lIOS marcam a dêcoda e fonecem .radlgmas para as a\llscs $Obre o Brasil:
a
gde . sezan933J.
de Gilbeto Freyre; Euoluç60 política) Bsl (934).
de Calo Prado Jünlor, e Rzes do Brasil(1935).
de Sérgio Buarque de �londa.d
s dlur que. do ponto de vista cultural. o cresdmento domercado editorial" e a criação dos cursos superiores na Arca das eltnelas sclals Indicam a lmpletflcação do panorama Inteleetull da dteada de 30.
Paralelo 1 esta crervesctncla dc eventos culturalS. muitos del. . resultantes da Inlelatlva privada. tes o aumento das atividades do Estado enquanto promotor. organiador e meeenas do mundo da cul tura. 1 criação do Mlnlstrto de ducaçao e
a
.. den93O).
do Instituto Naelonal do Uon937).
do �ço de PatrimOnlo Hist6rtl i Artistll National {l936. em cnrater experimental) e do Seviço National de Teatro(1937)
pdem ser tomados lmo exemplos dsa ampliação da esfera de atuação do Estado no campo da cultura.1 dtcadn de 30 congrega critica A realidade 1stente e pers· pectlva rdonnadora: busca do Brasil real e denda por novas crenças. "
o
. ILs � K d� 110 . 40 Paulo. I..1. 1919Idalnte o aitulo
11).VAGAS OS CJS 13
Eontm-se presentes no pensamento brasileiro a mlâo da elite elvllh: a tarefa da poliUca salvadora e o elpm;,o para o homem exccpclonal,
Os Impasses, as crises polillcas. os confrontos Ideológicos for talecem a reOedo sobre o futuro. bem como obrigam a repensar o pass ... do. . ê dessa Junção que os Idc6logos do Estado Novo utnem i possibilidads do blto de u emprttndlmento. O Estado que se autodenomina "novo" rclt a tradição. Illa ao passado. reescreve 1 hlst6ria, re:laborando·a sob nova perspectlva.