Unit 5. Making the AfCFTA work
5.1 Implementing the AfCFTA
6. CONCLUSÕES
A modelagem 3D com os dados GPR e a aplicação de atributos geofísicos permitiram uma melhor individualização da geometria externa do microbialito imageado, assim como realçou os refletores que definem a laminação interna do corpo microbial no afloramento da Fazenda Arrecife (BA). Nas condições encontradas no afloramento, a interpretação com uso de atributos mostrou um resultado melhor do que uma interpretação baseada em dados GPR com processamento convencional, permitindo uma definição geométrica mais aproximada da forma externa das colônias e também dos refletores que mostram os limites de crescimento das mesmas, uma vez que os atributos acabam realçando as assinaturas dos alvos de investigação, facilitando a projeção das bioermas em subsuperfície. Pode-se afirmar também que a interpretação das seções GPR a partir da aplicação de atributos mostra um melhor resultado do que o processamento convencional e que o sólido 3D construído a partir dessas interpretações permite parametrizar a colônia microbialítica, projetando um modelo geológico real das colônias da área de estudo.
Nas seções GPR foi possível identificar a radarfácies microbialítica “M” e a radarfácies tempestítica “T”. A primeira é identificada pelas baixas amplitudes e pelo aspecto dômico dos refletores (geometria montiforme) que está relacionado ao arranjo de suas colunas. Possui terminações laterais que truncam os refletores adjacentes, marcando os limites de crescimento das colônias. Já a radarfácies relacionada aos tempestitos apresentam baixa complexidade, podendo ser resumidas como refletores plano-paralelos, porém, apresentando alguma ondulação. Tal padrão de refletores é compatível com a estratificação plano-paralela dominante nos tempestitos. Essa radarfácies possui refletores mais intensos do que a radarfácies microbialítica, podendo indicar uma heterogeneidade maior em relação a esta última.
O levantamento de seções colunares e de perfis radioativos na Fazenda Arrecife permitiu caracterizar com mais detalhe a estrutura interna dos microbialitos, diferenciando-os de acordo com a largura de suas colunas. Também foi possível interpretar a variação granulométrica dos grainstones tempestíticos e a concentração de lâminas e estilólitos fosfáticos ferruginosos que ocorrem nas rochas do afloramento. Desta forma, foi possível
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fácies não podem ser associadas à radarfácies “M”, pois esta última foi classificada com respeito à geometria externa das colônias microbiais, e não a estrutura interna das suas colunas. Outra associação de fácies interpretada durante a descrição geológica é a fácies tempestítica Cahm, a qual pode ser facilmente associada a radarfácies tempestítica “T”.
Com o estudo petrográfico, foi possível identificar a presença de minerais como limonita e/ou siderita (explicando a presença de ferro nas amostras), o que corrobora com a interpretação das análises químicas. As análises químicas realizadas identificaram a presença de elementos químicos (Fe e P), que constituem os níveis estilolíticos presentes nas rochas do afloramento, justificando assim o contraste eletromagnético nos dados GPR e que geram reflexões importantes nos radargramas.
A aplicação de algoritmos matemáticos (atributos) aos dados GPR permitiram identificar, em escala decimétrica, os limites de crescimento do microbialito imageado, além de realçar sua geometria interna (laminação). Os atributos relacionados à amplitude (Amplitude Instantânea, Energia e Traço de Hilbert com Energia) permitiram identificar duas áreas que correspondem a duas repostas eletromagnéticas distintas: Regiões de baixas amplitudes e, consequentemente, baixas energias foram identificadas como zonas onde aflora o microbialito; regiões de altas amplitudes e energias foram identificadas como rochas tempestíticas. O atributo de Energia, no entanto, conseguiu realçar melhor a estrutura interna da colônia microbialítica, enquanto que a combinação desse atributo com o atributo Traço de Hilbert, realçou os limites de crescimento da colônia e sua fronteira com os depósitos tempestíticos. O atributo de Similaridade também conseguiu realçar a fronteira entre a colônia microbialítica e os depósitos tempestíticos, bem como a laminação interna da colônia. Já com a combinação Traço de Hilbert com Similaridade, essas feições não ficaram tão evidentes, ainda que tenha conseguido inferir um contraste de similaridade.
A metodologia abordada neste trabalho, envolvendo a aplicação de atributos aos dados GPR, permitiu realçar características do microbialito que foram pouco observadas no dado original. Portanto, pode ser utilizada em outros contextos geológicos semelhantes (aflorantes ou não-aflorantes). A construção de um modelo 3D da colônia microbialítica e sua parametrização também pode ser aplicada a outras colônias microbialíticas.
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