4. ANALYSE HYDROGEOLOGIQUE
4.2. I MPACTS SUR LE MILIEU ET MESURES PROPOSEES
4.2.3. Impact sur la qualité des eaux superficielles
A empresa global depende muito de seus sistemas de informação e tecnologias da informação adequadas para ajudá-la a integrar suas atividades globalizadas de negócios. Em lugar de possuir organizações de TI independente em suas filiais, ou mesmo uma operação de TI rigidamente centralizada dirigida a partir de uma matriz, uma empresa global procura desenvolver mundialmente uma arquitetura integrada e colaborativa de hardware, software e telecomunicações para sua plataforma de TI. Sistemas de Informação devidamente projetados e administrados, utilizando tecnologias da informação apropriadas, são ingredientes chave nos negócios internacionais. A tecnologia da informação fornece recursos vitais de informação necessários para apoiar os negócios em mercados globalizados. Conforme o modelo de atuação internacional adotado (multinacional, global, internacional) varia consideravelmente o grau de necessidade empresarial existente para a tecnologia da informação globalizada. Um questionamento importante a ser feito é se a empresa necessita utilizar TI para apoiar as suas operações internacionais.
Para competir efetivamente no mercado doméstico ou amplamente a nível mundial, conforme Brandley; Hausman; Nolan (1993), as empresas tem que expandir bastante a coordenação de suas atividades em termos globais. A coordenação e sinergia de uma rede complexa de unidades distintas, organizacionalmente e geograficamente, distribuídas em todo o mundo, torna-se a principal fonte de geração de vantagem competitiva. As estratégias globais de hoje envolvem freqüentemente a cooperação e colaboração com parcerias de negócios bem entre as subsidiárias da própria empresa.
As atividades da cadeia de valor de uma empresa global são influenciadas por duas forças do ambiente: a diferenciação nacional (ou seja, diferenciação individual necessária de cada mercado nos países que a empresa atua), e a integração global (significa a coordenação de múltiplas atividades em diferentes países). Os benefícios associado s com a globalização das empresas derivam não somente das políticas e práticas de cada país, mas também na forma que as atividades da cadeia de valor de uma empresa global são executadas pelos sistemas mundiais disponibilizados pela organização.
A tendência de globalização demanda a avaliação das habilidades necessárias para participar efetivamente da mudança dos mercados ao redor do mundo. Incentivadas pelas iniciativas de globalização, muitas empresas estão utilizando novas tecnologias e sistemas de informação para adequar seus sistemas de coordenação e controle, processos operacionais e gerenciamento e processos organizacionais. O que está faltando em muitas empresas globais é uma estratégia clara de alinhamento da arquitetura global de TI com a evolução das suas estratégias globais de negócios. O desafio de muitas empresas globais não é encontrar a estrutura organizacional que melhor se adapte à sua estratégia global e sim desenvolver e gerenciar processos de tomada de decisão que podem atender apropriadamente as múltiplas demandas do ambiente, considerando as necessidades e as diferenças de cada mercado dos diversos países de atuação da empresa.
Com a evolução das estratégias globais de empresa multinacional para uma empresa transnacional, a tomada de decisão não está mais concentrada na matriz. A empresa global de hoje tem que ser capaz de transferir a informação necessária aos diversos locais da rede de operações integrada. As empresas européias começaram a vislumbrar a força e a simplicidade que os sistemas centralizados proporcionam no gerenciamento das suas subsidiárias.
Bradley; Hausman; Nolan (1993), apresentam as infra-estruturas organizacionais vitais para a construção de organizações globais extremamente flexíveis.
a) Infra-estrutura de inteligência organizacional e competências essenciais.
Hamel; Prahalad (1995) introduziram o conceito de ‘competências essenciais’ que ‘coordenam as diversas habilidades de produção e integra as diversas tecnologias em operação’. As competências essenciais e a inteligência organizacional são as bases da vantagem competitiva das empresas. As competências essenciais são o que a empresa faz melhor do que qualquer dos seus competidores para alcançar a viabilidade e a lucratividade do negócio. A empresa tem que ter foco em suas competências essenciais, nortear seu desenvolvimento e inovação contínua para obtenção de desempenho cada vez melhor.
A alta administração é responsável pela identificação e disseminação das competências essenciais da organização e assegurar que as habilidades e os processos no qual eles estão baseados são continuamente desenvolvidos e renovados.
A TI contribui com o desenvolvimento das competências essenciais e seus conhecimentos associados de diversas formas. Tais como, banco de dados relacionados, estação de trabalho multimídia, rede global de comunicação, que auxiliam na disseminação e evolução dos mesmos.
b) Modelo de Compartilhamento e base de dados de conhecimento.
Competência essencial, tal como aprendizado coletivo baseado em compartilhamento e conhecimento. De acordo com Bartlett; Ghoshal (2002), ‘agrupar desenvolvimento e compartilhamento do conhecimento em termos mundiais’ é uma das características- chave das empresas globais. A Alta Administração tem que assegurar que existem os mecanismos para capturar e tornar o conhecimento organizacional desenvolvido disponível nas diversas unidades em diversas partes do mundo de uma empresa global.
c) Infra-estrutura de recursos humanos e estrutura organizacional
O conhecimento e a aprendizagem que formam a base da vantagem competitiva da empresa são na realidade geradas e estão inseridas em cada indivíduo da empresa. O direcionamento para o desenvolvimento do capital humano através do recrutamento, ambientação e treinamento é uma responsabilidade da alta administração.
d) Modelo de execução de projetos e formação de times
As delimitações da estrutura organizacional existem principalmente para organizar seus recursos humanos. O organograma e a distribuição dos recursos humanos definem a hierarquia funcional da empresa. As pessoas precisam saber como localizar os recursos, ter acesso ao organograma da corporação de modo a identificar as habilidades e as experiências que estão distribuídas nas áreas.
e) Modelo de monitoração de performance
A Alta Administração é responsável pela definição das medidas de performance para avaliar o quão efetivamente as pessoas, funções, divisões e processos estão sendo utilizados. Estas medidas são igualmente necessárias para aqueles que utilizam estes recursos. As medidas de performance tais como qualidade, satisfação do cliente, inovação, desenvolvimento do capital humano e market share estão se tornando tão comuns quanto as medidas tradicionais de performance financeira. A tecnologia da informação, principalmente, na forma de sistema de informações executivas que combinam dados coletados internamente e também de fontes externas, apresenta um papel cada vez mais vital no gerenciamento de performance.
f) Modelo de alocação de recursos
Os recursos financeiros e outros têm que ser alocado a indivíduos, projetos, funções, divisões e unidades e aos diversos negócios. É responsabilidade da Alta Administração definir o orçamento anual, o orçamento de investimento e o sistema de remuneração. A responsabilidade da Alta Administração é definir as diretivas, critérios e processos que delimitam as tomadas de decisão de alocação de recursos nos diversos níveis. A tecnologia da informação é utilizada para obtenção e análise das informações relativas às alocações de recursos e manter a contabilização de recursos alocados em como os níveis de inventário existentes.
g) Arquitetura de tecnologia da informação e comunicação
A arquitetura de TI e comunicação suportam todas as aplicações de TI que são utilizadas nos outros seis componentes da infra-estrutura organizacional.
A Alta Administração é responsável pela definição das diretrizes para selecionar os recursos de TI (hardware, software, sistemas de informação) que são úteis para a
empresa, determinar sua localização e gerenciamento, bem como sua adequação a estratégia de negócios e desenho organizacional da empresa.
Uma função crítica da Alta Administração é intervir quando padrões ineficientes de tomada de decisão são detectados, e implementar ações corretivas, que pode envolver desde alterações da infra-estrutura organizacional ou realinhamento do trabalhador do conhecimento (em alguns casos com demissão, quando a situação exigir).