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Image Segmentation for Hybrid Color Spaces: Vec- Vec-tor Gradient

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3.7 Image Segmentation for Hybrid Color Spaces: Vec- Vec-tor Gradient

Ao longo das últimas décadas intensificaram-se os estudos sobre a aplicação dos princípios da gestão da qualidade e de suas ferramentas ao setor educacional, permanecendo, mesmo depois de todo esse tempo, dúvidas quanto as adaptações de conceitos e técnicas aplicados do setor produtivo ao setor educacional. Uma dessas dúvidas é a tentativa de caracterizar o setor educacional como um setor de prestação de serviços. Essa adaptação tem gerado uma série de conflitos quanto a identificação deste setor o que reforça a idéia de sua caracterização como sendo de estruturação de métodos. Ocorrendo esta análise, percebe-se que o setor educacional começa a ter vida própria e ser visto como um setor que deve ter suas próprias definições e poder contar com ferramentas da qualidade que sejam realmente focadas no desenvolvimento de seu processo.

3.1 – Legislação da Educação Profissional

Para conceituar a educação profissional como instituição de estruturação de métodos, pode-se analisar a legislação que a orienta.

A Lei Federal nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases curriculares da educação nacional, traz em sua redação os seguintes artigos:

Art. 22 – A educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.

Art. 39 – A educação profissional, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva.

I – estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;

II – formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;

III – incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia da tecnologia e da criação e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive.

Esses artigos definem claramente os objetivos de cada nível e modalidade da educação brasileira diferenciando e delimitando o espaço de aplicação e a responsabilidade de cada um dos 3 níveis na formação do cidadão. Destaca-se assim a orientação da educação profissional para a vida produtiva do cidadão, isto é, para a aplicação de conhecimentos técnicos traduzidos através de competências e habilidades requeridas para a produção em uma área profissional capaz de gerar desempenho eficiente de cada profissional. Essa análise nos deixa clara a relação da educação profissional e das Instituições que a ela representam com a definição de estruturação de métodos.

A escola de educação profissional oferece como forma de educação para a área produtiva, cursos técnicos e básicos das mais diversas áreas profissionais.

3.2 - Atuação de Escolas de Educação Profissional

Para melhor entender e definir uma forma de atuação focada no objetivo deste trabalho realizou-se uma pesquisa em Escolas que oferecem educação profissional, a fim de constatar como se relacionam com mercado e o real objetivo dessa modalidade de educação formal. A pesquisa foi realizada em quatro escolas, sendo uma de administração pública federal, uma de administração estadual, uma de administração particular e uma do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI - mais conhecido como um integrante do Sistema “S”, buscando-se assim uma visão geral entre todos os segmentos. Buscou-se ainda, nestas escolas, uma diversificação entre os tipos de curso oferecidos pelas mesmas para que os

resultados pudessem demonstrar pontos comuns e também as particularidades de cada segmento. As escolas que responderam esta pesquisa foram selecionadas de maneira a demonstrar também uma forma geral de atuação entre instituições que oferecem educação profissional, mas com diferentes administrações.

As pessoas que responderam o questionário são coordenadores de curso, coordenadores de ensino ou Diretores das escolas citadas e tem condições de responder ao questionário proposto conforme quadro demonstrativo abaixo:

Tabela 1 : Escolas participantes da pesquisa.

Escola Cargo Perfil

Federal Chefe do

Departamento de Ensino

Professor da Escola responsável pelo Departamento de Ensino

Estadual Coordenador de

Curso Responsável pela coordenação de cursos eprofessor da Escola Sistema Senai Chefe de Núcleo

Técnico Responsável pelas ações referentes àorganização de novos cursos e de integração com o mercado de trabalho Particular Diretor Diretor da Escola e professor de um dos

cursos ofertados pela mesma

As escolas que responderam a pesquisa relataram ter situações diferentes sobre a sua forma e abrangência de atuação, sendo que ficou bastante claro um fato que as diferencia de forma marcante: a Escola Federal recebe alunos de várias partes do Brasil e mantém um bom relacionamento com a sociedade de modo geral, prefeituras, sindicatos e associações ligadas à área de formação de seus egressos, fazendo do estágio supervisionado um elo de integração com o meio produtivo e de melhoria do currículo dos cursos ofertados. Percebe-se também que a Escola Federal aproveita a estrutura do Ministério da Educação para ampliar seu relacionamento com instituições do exterior, conferindo-lhe vantagens em termos de tendências de mercado e tecnologia.

Por sua vez, a Escola Estadual também mantém um bom relacionamento com o mercado e demonstrou estar ligada de maneira freqüente e formal ao setor produtivo através de sindicatos patronais e dos empregados e mantém também, segundo a entrevista, ligação com as associações de bairros.

Já a escola do Sistema “S” mantém um relacionamento com o meio produtivo, através de visitas de agentes comerciais com o intuito de buscarem novas oportunidades para ampliarem atendimento e para a divulgação das atividades que realiza. Como esta é uma instituição que recebe recursos do setor produtivo, está em permanente contato com as associações patronais, divulgando suas ações e também identificando novas demandas no setor onde atua. Esta escola conquistou a Certificação de Qualidade ISO 9001 e foi a única, entre as entrevistadas a demonstrar a preocupação em ter um programa certificado de qualidade.

A Escola Particular oferta cursos de maior demanda na comunidade como os da área de informática e gestão e apresentam formas muito limitadas de integração com a comunidade e poucos indicadores que possam auxiliá-los nas tomadas de decisão. O que se pode perceber é que esta expandiu rapidamente sua atuação, mas dificilmente participa de atividades comunitárias que não visem ao próprio crescimento e desenvolvimento. Por outro lado, desenvolve atividades de espírito comunitário que visa a fortalecer sua imagem perante a comunidade escolar onde está estabelecida e através desta ampliar sua relação com os “clientes” considerados por ela.

Quando questionadas sobre o papel que as escolas técnicas ou de educação profissional desempenham tem e sua diferença com o ensino médio e também com o ensino superior, todas as escolas analisadas, as respostas, de uma forma geral, que a Educação Profissional possibilita a rápida inserção do aluno no mercado de trabalho, formando profissionais para as tarefas técnicas e de execução, tendo atuação entre os níveis administrativos e de execução no setor produtivo. Quanto à sua diferenciação com o ensino médio e superior, foram unânimes em dizer que o primeiro tem o objetivo de formação para a vida e formação do cidadão e o segundo objetiva sua introdução ao desenvolvimento da ciência, diferentes do objetivo da educação profissional.

Quando questionadas sobre quem são os seus clientes, as respostas são variadas, mas, de maneira geral, as escolas consultadas responderam que seus clientes são os alunos de ensino fundamental e ensino médio e as pessoas físicas e jurídicas. Apenas uma escola identificou a sociedade como sendo seu cliente.

De maneira geral, percebe-se que os quatro segmentos, indistintamente, procuram estabelecer relações com a comunidade e criar indicadores que os auxilie a identificar e interpretar as informações que servirão de subsídios para as ações a serem implementadas pelas mesmas.

Em síntese, as escolas pesquisadas identificaram as seguintes formas de relacionamento com a comunidade:

a) participação ativa nos sindicatos e associações patronais e dos trabalhadores. b) Acompanhamento do estágio supervisionado.

c) Visitas periódicas ao mercado, empresas, associações e Sindicatos em busca de informações.

d) Atividades culturais e de integração com a comunidade escolar. e) Pesquisas de satisfação dos “clientes”.

Ainda, dentre os relatórios gerados pela PAER para o Estado do Rio Grande do Sul, foram identificadas, também as formas de integração entre o setor produtivo e as escolas técnicas. Estes dados foram divulgados através das tabelas e das análises que vem a seguir:

Tabela 2 – Relacionamento das Escolas Técnicas com o Setor Produtivo. Proporção de Unidades Locais e de Pessoal Ocupado em Unidades Industriais, por Categoria de

Uso, segundo Tipos de Relacionamento com as Escolas Técnicas/Profissionalizantes Estado do Rio Grande do Sul - 1998

Em porcentagem Bens de Consumo Não- Duráveis Bens Intermediários Bens de Capital e de Consumo Duráveis Total Tipos de Relacionamento UL* PO** UL PO UL PO UL PO

Recruta Profissionais em Escola Prof. 26,7 46,5 34,8 52,4 56,4 77,6 33,6 53,6 Contrata Serviços Téc.Espec.Escolas 13,0 22,2 17,9 28,4 22,7 32,4 16,0 25,6 Alunos da Esc. Fazem Estágio na UL 28,0 53,5 34,2 53,3 56,3 78,3 34,1 57,8 Prof. da Esc. Fazem Estágio na UL 0,8 1,2 2,1 5,5 2,1 5,3 1,4 3,0 Prof. da Esc. Participam de Projetos 3,6 5,1 5,4 10,2 8,1 14,2 4,8 8,0 Trein. De Funcionários nas Escolas 19,3 29,4 21,0 34,2 35,7 46,1 22,2 33,6 Participa na Def. do Currículo das Esc. 6,2 14,8 4,1 11,8 10,6 18,5 6,1 14,7 Fornece Equip/insumos p/ Escolas 8,6 18,4 8,8 16,8 13,2 30,1 9,3 20,1 Auxílio Financeiro p/ Escolas 7,8 17,0 6,8 13,4 14,1 20,4 8,3 16,7 Fonte: Fundação Seade. Pesquisa da Atividade Econômica Regional – Paer.

*UL: Unidade Local **PO: Pessoal Ocupado

Conforme relatório da pesquisa:

O relacionamento mais comum entre as unidades locais e as escolas de educação profissional dá-se através do fornecimento de “mão-de-obra”. Seguem, em número de respostas, as que treinam os seus funcionários nas escolas de educação profissional (22%) e as que contratam serviços técnicos especializados nas escolas (16%).

São mais comuns as unidades locais que se relacionam com as escolas do Sistema “S”. Nas escolas federais e estaduais, o relacionamento restringe-se ao fornecimento de “mão-de-obra”, enquanto nas escolas do Sistema "S" aparece também o treinamento de trabalhadores (PAER : 2001 )

Tabela 3 – Formas de relacionamento.

Proporção de Unidades Locais Industriais que se Relacionam com as Escolas Técnicas/Profissionalizantes, por Tipo de Escola, segundo Tipos de Relacionamento

Estado do Rio Grande do Sul - 1998

Em porcentagem

Tipos de Relacionamento TécnicaEscola Federal Escola Técnica Estadual Sistema “S” e Sebrae Outros Não Têm Relaciona- mento Recruta Profissionais em Escola Prof. 6,5 8,4 21,4 5,1 66,4 Contrata Serv. Téc. Espec. Escolas 1,9 1,7 9,3 2,8 84,0 Alunos da Esc. Fazem Estágio na UL* 5,5 5,8 14,9 5,3 65,9 Prof. da Esc. Fazem Estágio na UL 0,1 0,2 0,5 0,4 98,6 Prof. da Esc. Participam de Projetos 1,1 0,5 1,9 1,0 95,2 Trein. de Funcionários nas Escolas 0,8 1,9 16,8 1,6 77,8 Participa na Def. do Currículo das Escolas 0,2 0,8 3,7 1,3 93,9

Fornece Equip/Insumos p/ Escolas 1,1 1,3 4,8 1,1 90,7

Auxílio Financeiro p/ Escolas 0,4 0,6 5,6 1,0 91,7

Fonte: Fundação Seade. Pesquisa da Atividade Econômica Regional – Paer. * UL: Unidade Local

Tabela 4 – Relacionamento entre o setor produtivo e as diferentes Escolas Técnicas. Proporção de Pessoal Ocupado nas Unidades Industriais que se Relacionam com as Escolas

Técnicas/Profissionalizantes, por Tipo de Escola, segundo Tipos de Relacionamento Estado do Rio Grande do Sul -1998

Em porcentagem

Tipos de Relacionamento TécnicaEscola Federal Escola Técnica Estadual Sistema “S” e Sebrae Outros Não Têm Relaciona- mento Recruta Profissionais em Escola Prof. 15,4 15,4 29,8 8,8 46,4 Contrata Serv. Téc. Espec. Escolas 3,9 2,4 15,4 3,5 74,4 Alunos da Esc. Fazem Estágio na UL* 9,8 12,0 23,6 6,7 42,2 Prof. da Esc. Fazem Estágio na UL 0,2 0,1 1,2 1,1 97,0 Prof. da Esc. Participam de Projetos 1,2 0,5 3,4 1,9 92,0 Trein. de Funcionários nas Escolas 2,4 2,7 22,7 3,0 66,4 Participa na Def. do Currículo das Escolas 0,8 2,1 7,8 3,3 85,3 Fornece Equip/Insumos p/ Escolas 1,5 4,3 10,2 2,3 79,9

Auxílio Financeiro p/ Escolas 0,7 1,3 8,9 4,2 83,3

Fonte: Fundação Seade. Pesquisa da Atividade Econômica Regional – Paer. * UL: Unidade Local

Percebe-se que a criação de indicadores e meios de integração com a comunidade acontecem geralmente por decisão e autonomia da direção das escolas, sendo que as que apresentam maior nível tecnológico ou que atuam em segmentos mais específicos realmente entendem e procuram fazer uso de estratégias de integração para dar suporte aos investimentos por elas realizados. Por outro lado, a forma mais comum de integração do setor produtivo com as escolas se dá através do recrutamento de profissionais e da realização e oportunização de estágio supervisionado. Esse fato comprova a necessidade de permanente contato entre os dois setores.

O segundo ponto que fica evidenciado quando se fala de escola técnica, curso técnico ou educação profissional, é tratar-se de uma área de educação formal com características próprias, em que sua estruturação e desenvolvimento estão focados na inserção do aluno no mercado de trabalho através do conhecimento técnico e do perfil a que se propõe o curso freqüentado. Dessa forma, o baixo índice de interação entre a escola e mercado, como fica demonstrado nas pesquisas apresentadas, ressalta a necessidade de se propor modelos e alternativas para esta situação, tendo em vista que se esta for feita apenas no momento de realização do estágio dos egressos esta ação se torna um pouco tardia.

3.3 – Análise dos Dados

Segundo as situações apresentadas no item anterior, principalmente nos dados da pesquisa realizada pelo Ministério da Educação, tem-se alguns dados relevantes que mostram a falta de sintonia entre as escolas e o mercado.

Minimizar este problema é o objetivo a ser alcançado pelo modelo a ser proposto.

A pesquisa mostra que 93,9% das empresas consultadas não participa da formulação do currículo das escolas, sendo que o currículo é que deve refletir de maneira mais clara as exigências do mercado. Deve-se observar, entretanto, que é impossível poder ouvir todas as empresas ligadas a um determinado setor para formular o currículo escolar. No entanto, isto representa que estas não são consultadas sob nenhuma forma, pois se houvesse algum tipo de pesquisa ou consulta, isto já seria uma forma de participação no processo de definição dos

currículos. Esse é o primeiro ponto de melhoria que o modelo a ser proposto deve buscar: proporcionar que os currículos dos cursos técnicos sejam organizados e propostos com informações relevantes do mercado. Deve-se aqui, admitir também que nenhuma escola faz ou deveria fazer a implantação de seus cursos sem ter informações de mercado, mas mais do que isso, o esforço para mantê-lo adequado é o que se percebe que deve ser aperfeiçoado.

O item que mostra o percentual de empresas que oportunizam estágio aos alunos das escolas demonstra que 65,9% das empresas consultadas não têm este tipo de relacionamento com as escolas, o que limita a quantidade de informações provindas do mercado, já que, quando não se tem uma metodologia definida para contato com o mercado e com os clientes, geralmente é o acompanhamento dos estágios dos alunos quem pode fornecer as informações de forma mais efetiva e sistematizada.

Nas escolas pesquisadas, percebe-se que o contato com o mercado de maneira mais formal é feito quando a escola tem interesse no desenvolvimento de algum novo projeto ou na implantação de um novo curso, no entanto, isto não é feito de forma sistemática com o objetivo de manter um relacionamento visando o modelo de qualidade on-line.

Por último, é comum às escolas, principalmente as que adotaram as normas ISO 9000 como base para a Gestão da Qualidade realizarem periodicamente a “avaliação de satisfação do cliente” como forma de monitorar a satisfação de seus clientes pelo serviço que está sendo prestado. O problema está no fato desta avaliação ser aplicada aos alunos, considerados assim, os clientes da escola e mais do que isso, esta avaliação só poderá mostrar situações que ocorram durante o processo, ou seja, se o ambiente é adequado, se o material usado é adequado ao propósito, se o professor utiliza metodologia considerada adequada pelo aluno, se professores e alunos são assíduos e pontuais e etc.. No entanto, esta avaliação não traz informações relativas ao atendimento do objetivo final do curso e do êxito na formação dos profissionais adequados ao que escola e mercado entendem como sendo necessário e é essa informação que fará com que a escola não esteja distante das expectativas da sociedade em relação a suas atividades.

Assim, frente ao proposto por este trabalho, tem-se fatos relevantes que mostram a necessidade de implantação de um modelo de ambiente da qualidade

on-line nas escolas de educação profissional e, as situações acima citadas, são

problemas encontrados que este trabalho quer abordar e a metodologia criada pretende resolver.

3.4 – Considerações Finais

Analisando-se os fatos, tem-se uma realidade que aponta para a necessidade de tornar o processo atual mais interativo com as realidades da sociedade e em particular com as do setor produtivo. Esta constatação se defronta com a proposta do modelo de qualidade on-line, ou seja, as escolas precisam ter uma forma mais produtiva e metodológica de criar uma interação com seus clientes que propicie o alcance de resultados mais coerentes com as reais necessidades e expectativas de quem será, imediatamente, atendido por esses resultados. As situações relatadas anteriormente demonstram que as escolas acabam interagindo com um universo muito pequeno de atores que podem contribuir com a freqüente atualização dos currículos dos cursos. Problemas como pouca interação com o meio produtivo, maior número de informações do mercado e constância nessas informações são os propósitos que o modelo pretende minimizar, tornando o processo realizado pelas escolas de educação profissional mais eficaz e buscando maior compromisso com a sociedade. Tal modelo é apresentado no próximo capítulo.

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