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Chapitre II : Pseudomonas aeruginosa producteur des phénazines

7. Identification des Pseudomonas

Neste tópico, se pretende abordar quais são os programas educacionais internacionais mais utilizados, evidenciando características como a validação dos

créditos para os estudantes e como se dá o pagamento das mensalidades no período do intercâmbio.

Os programas de intercâmbio do Mackenzie podem ser semestrais ou anuais e atualmente tem focado no Programa Ciência sem fronteiras que tem caráter anual.

A mobilidade pode ser realizada através de aproximadamente 45 (quarenta e cinco) convênios bilaterais existentes com outras universidades relacionadas no quadro 10. A modalidade mais utilizada é o programa bilateral de um ano, quando o aluno tem “tuition-free”, ou seja, quando está em programa de mobilidade o aluno não paga nada nem no Mackenzie nem na universidade para onde ele fará intercâmbio.

Em outras palavras, o aluno em mobilidade, não paga as mensalidades pagando somente a matricula daquele semestre em mobilidade e quando retorna paga novamente a matricula do próximo semestre no Mackenzie, caracterizando que o aluno está matriculado em mobilidade internacional, para legalmente manter o vinculo com a Universidade. Em síntese o aluno paga duas matrículas, mas não paga mensalidades nem no Brasil nem na instituição de destino.

Em relação à convalidação do conteúdo estudado, da totalidade de 100%, reconhece-se até 30%. A argumentação da universidade, para este critério, é estimular o aluno a cursar disciplinas diferentes de seu currículo no Brasil. A coordenadora do escritório internacional assim se manifestou a respeito deste critério:

[...] nosso programa é diferente. O aluno tem que estudar lá, exatamente disciplinas que ele não tem aqui, assim o curso dele acaba crescendo em um ano em tempo, porque quando ele volta ele vai continuar de onde ele parou, vamos validar 25 a 30% e não mais que isso, porém ao final do período de intercâmbio tem um currículo diferenciado.

Para registro, além dos programas anuais e semestrais, há outros programas de menor duração como, por exemplo, programas com bolsas do Santander em período de 21 (vinte e um) dias para imersão nas outras culturas e aprendizado de línguas. Estes programas são realizados na Espanha, China, Inglaterra.

6.3.5 Principais Ocorrências da Internacionalização

Abaixo, se destaca algumas ocorrências de internacionalização. A primeira é a mobilidade acadêmica de alunos do Mackenzie que fazem intercâmbio no exterior a segunda é a mobilidade dos alunos que o Mackenzie recebe e em terceiro lugar a mobilidade de professores. Não há na instituição programas de dupla titulação, portanto, não há registros nesta modalidade.

No âmbito das pesquisas, se registram, na UPM, vários programas estabelecidos com outras universidades, programas conjuntos, programas de titulação conjunta em mestrado e doutorado, como por exemplo, com a Universidade autônoma de Barcelona e a Politécnica de Milão. Em fevereiro, assinou-se um convênio com a Universidade Nacional de Singapura, de parceria na área da pesquisa, através deste convênio um professor e um aluno passarão 06 (seis) meses na Universidade de Singapura.

Outro ponto para caracterizar a internacionalização na universidade, foi a instalação de uma sala de teleconferência. Por ela, é possível a participação de professores em cursos ministrados fora do país em uma das universidades parceiras e também participação de professores destas instituições em banca de avaliação de mestrados e doutorados. Sobre esta iniciativa, o Reitor da instituição destacou que:

[...] realizamos recentemente a primeira banca, a primeira defesa de tese de doutorado aqui com a participação de um membro externo da Universidade de Harvard utilizando esta infra estrutura da nossa sala de teleconferência. Estamos realizando no momento também com Harvard um curso, uma vez por semana em que os nossos

professores estão nesta sala e interagem com os professores daquela universidade.

Eventos científicos internacionais também são comuns dentro dos campi da Universidade realizados na ordem de aproximadamente 08 (oito) por ano no auditório da Instituição. .

Uma ocorrência importante de internacionalização ocorreu nos currículos no ano de 2011, com aprovação do CONSUN (Conselho Universitário). Foram incluídas nove disciplinas em inglês, que podem ser oferecidas em caráter eletivo. Cada unidade com uma disciplina e oferecida em inglês, tornando-se uma forma de alteração do currículo. Tratando-se de disciplina optativa pode ser opção tanto para os alunos brasileiros, quanto para alunos internacionais. As aulas podem ser com professor brasileiro ou um professor nativo. A Instituição entende que esta alteração é de grande atratividade para alunos internacionais e também o aluno brasileiro.

A coordenadora faz uma análise da deficiência do domínio da língua inglesa por partes dos alunos brasileiros, portanto da necessidade de melhoria neste quesito para aproveitamento das oportunidades de internacionalização, assim se manifestando:

[...] eu acho que é ruim é o despreparo não só do Mackenzie, mas de todas as universidades, pois nossos alunos não falam inglês suficiente para aproveitar todas as possibilidades de internacionalização. Falta para o Mackenzie, falta para a Unicamp falta para a USP falta gente que tenha o domínio da língua. Há projetos, há parcerias efetivas para que a gente consiga fomentar a ida e a vinda de alunos.

6.3.6 Cooperação Institucional

Há cooperação internacional, na medida em que os convênios assinados pela instituição são na modalidade “guarda-chuva” que prevê intercâmbio de professores

e alunos, a realização de cursos de curta duração a troca de projetos de pesquisa e publicações em comum, todo o escopo esta delineado no convênio.

Além dos convênios, há participação em redes de ensino tais como: Fundação Carolina, grupo Tordesilhas, Universia e Grupo Coimbra.

6.3.7 Relacionamento com Órgãos Públicos

Em relação aos órgãos governamentais, a Universidade tem proximidade maior com a Capes/CNPq através do programa “Ciências sem Fronteiras”. Sobre este programa, a coordenadora do COI fez o seguinte comentário:

[...] já enviamos aproximadamente de 100 a 150 alunos nos dois primeiros lotes do Ciência sem fronteiras. A CAPES mais do que o CNPQ já tem programas consolidados a muito tempo de mestrados e doutorados em nível de strito sensu e o Ciências sem fronteiras é o grande programa do governo para colocar a graduação no movimento internacional, porque a CAPES e CNPQ são muito voltados para os programas de mestrado e doutorado então a graduação acaba ficando de fora. Neste momento o Ciências sem fronteiras ocupa um papel estratégico porque já foram distribuídas 11.000 (onze mil) bolsas nos dois primeiros lotes e serão 75.000 (setenta e cinco mil) ao final de 04 (quatro) anos.

Todos os elementos ligados à estratégia, ensino, pesquisa, qualidade e mobilidade característicos desta instituição de ensino, serão analisados comparativamente, no capítulo 09 desta tese que trata da análise e discussão dos casos apresentados.

Destaca-se no caso do Mackenzie a existência de um plano estratégico, para os próximos 10 anos, denominado “Visão 150”, que reforça seu compromisso com a continuidade do processo de internacionalização.

7 APRESENTAÇÃO DOS CASOS: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE

CATÓLICA DE SÃO PAULO – PUC/SP

Apresenta-se e se descreve neste capítulo os dados obtidos na pesquisa de campo realizada na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC/SP. Pretende-se neste capítulo colocar de forma estrutura e sucinta, todos os dados coletados junto aos entrevistados e que teve por base o roteiro descrito no Capítulo 4 – Procedimentos Metodológicos.

A apresentação dos dados de cada estudo de caso foi dividida em três partes objetivando identificar as características do processo de internacionalização de cada IES tendo como base a metodologia proposta nesta tese.

A primeira parte “Caracterização da Instituição de Ensino Superior”, contém levantamento de dados das IES, caracterizando-as com um breve histórico e principais fases da Instituição desde a fundação até as etapas relacionadas a processos de internacionalização, trata-se neste tópico de pontos de caráter institucional.

Na segunda parte “Estratégia de Internacionalização abordada pelo principal Dirigente da Instituição”, buscou-se identificar as principais estratégias desenvolvidas pelo principal dirigente da Instituição, no caso da PUC/SP, o Magnífico Reitor.

E na terceira parte “Estratégia e demais características do processo de Internacionalização abordado pelo Escritório Internacional”, buscou-se identificar como é abordada a estratégia de internacionalização da IES, sob a ótica do responsável pelo escritório internacional, bem como outros aspectos ligados a estrutura organizacional dedicada ao processo e as atividades de internacionalização desenvolvidas.

7.1 Caracterização da Instituição de Ensino Superior

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