Para interpretação dos dados da pesquisa na tentativa de verificar as visões que os técnicos pedagógicos têm a respeito das funcionalidades pedagógicas do SIGEduc, elaboramos mais um quadro explicativo, desta vez, com o intuito de logo na abertura deste subitem sintetizar os resultados e classifica- lós em categorias e subcategorias.
Identificamos que os sujeitos da pesquisa apresentam suas visões em relação as funcionalidades pedagógicas do sistema, em dois blocos de ideias: no bloco 1 as respostas dos sujeitos que entendem que o uso das TDICs são ferramentas pedagógicas importantes para educação pública estadual; e, no bloco 2 as respostas dos sujeitos que visualizam que alguns entraves dificultam o uso TDICs na educação pública estadual.
Quadro 7: Visões dos técnicos da SEEC-RN em relação às funcionalidades pedagógicas dos SIGEduc.
Visão dos técnicos, especialistas, que atuam setores pedagógicos da SEEC-RN, em relação às funcionalidades pedagógicas e uso do SIGEduc
Visões em relação funcionalidades pedagógicas do
SIGEduc.
Categorias Subcategorias
Enxergam que o uso das TDICs são ferramentas pedagógicas importante
para educação pública estadual.
Atratividade dos recursos tecnológicos.
Uso de um sistema de informação para gestão da educação
Visualizam que alguns entraves dificultam o uso TDICs na educação
pública estadual.
Falta de conhecimento do SIGEduc.
Falta de infraestrutura tecnológica.
Falta de formação dos profissionais da educação.
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Sobre o bloco 1, quando questionamos em relação ao nível de importância do uso das TDICs na educação, o gráfico abaixo nos revela que mais de 40% dos entrevistados apontam o nível “muito alto” e 23% “alto”, o que serve para afirmar o crescente reconhecimento da importância desses recursos TDICs no campo educacional.
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Fazendo referência a um processo semelhante, Morán (2015) nos alerta para as mudanças na sociedade do conhecimento, que demanda novas habilidades e competências cognitivas, pessoais e sociais. Estas não se adquirem de forma convencional: a escola padroniza o que avalia e o que ensina a todos, de forma igual e que não abre as portas para o uso das tecnologias, ignora essa realidade e permanece aquém das necessidades dos educandos.
Para Ramalho, Nuñes e Flor (2018, p. 1-2):
Não restam dúvidas de que estamos vivendo uma etapa em que o foco principal é a necessidade de superação de antigas referências que iluminaram os processos educativos dos séculos passados, confrontando uma tradição educativa que reclama por mudanças na maneira de pensar, de fazer, de ser e de conviver com os desafios do mundo tecnologicamente avançado e em constante transformação. A nova sociedade da informação, baseada no universo digital, na internet, no ciberespaço, revoluciona o funcionamento da sociedade humana como um todo.
Outro ponto relevante a se considerar nesse contexto é que as crianças e jovens independentemente de suas realidades socioeconômicas já estão mergulhados no mundo digital, conectados o tempo todo, e as instituições educacionais na contramão não percebem nem utilizam o potencial que os recursos digitais oferecem para o processo de ensino-aprendizagem. Ainda, frente a essa realidade
[...] é preciso considerar que em uma sociedade conectada, integrada aos recursos digitais e à rede mundial de computadores, algo acontece quando a comunidade escolar não se conecta ao que é essencial na dinamização
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% QT de valor REAL - %
do processo educativo: a maneira do professorado professar o ensino e a aprendizagem considerando as características do alunado nascido na égide das mudanças tecnológicas. (RAMALHO; NUNÉZ; FLOR, 2018 p. 7).
Acreditamos, pois, que considerar o uso das TDICS como importantes ferramentas para dinamizar o processo de ensino-aprendizagem é se responsabilizar por uma educação de qualidade, atrativa e de acordo com a necessidade dos estudantes.
Sendo assim, uma das “visões” reveladas pela análise dos dados trata exatamente do nível de atratividade que o uso de tecnologias da informação pode desempenhar na aprendizagem dos estudantes.
Gráfico 2: Nível de atratividade e dinamização das TDICs no processo de ensino-aprendizagem
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
O gráfico 2 revela que os técnicos e especialistas pedagógicos da SEEC-RN comungam com a ideia de que as TDICs se configuram como ferramentas de atratividade e dinamização do ensino por se tratarem de recursos tecnológicos que por si só já despertam a curiosidade, por promover a interatividade e por disponibilizar recursos que podem dinamizar o ensino. Observando esse mesmo gráfico percebemos que a somatória das respostas dos entrevistados nos dois níveis, “baixa” ou “nenhuma” foram de apenas 4% do total, sendo que 79% opinam que a atratividade é “alta” ou “muito alta”.
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% QT de Respostas %
De acordo com Delors (1996, p. 183), as modernas tecnologias nos
[...] oferecem, como instrumentos de educação de crianças e adolescentes, uma oportunidade sem precedentes de responder com toda a qualidade necessária a uma procura cada vez mais intensa e diversificada. As possibilidades e vantagens que apresentam no campo pedagógico são consideráveis. Em especial o recurso ao computador e aos sistemas multimídia permite traçar percursos individualizados em que cada aluno pode progredir de acordo com o seu ritmo (...). O recurso às novas tecnologias constitui, também, um meio de lutar contra o insucesso escolar: observa-se, muitas vezes, que alunos com dificuldades no sistema tradicional ficam mais motivados quando têm oportunidade de utilizar essas tecnologias e podem, deste modo, revelar melhor os seus talentos.
Outro dado revelado na pesquisa que reforçou essa visão de destaque e relevância no uso de ferramentas tecnológicas na educação básica, foi o alto índice de aprovação na implantação do SIGEduc na rede estadual de ensino. O gráfico 04 abaixo aponta uma lista dos principais ganhos com a implantação do sistema que impactam positivamente na prática pedagógica dos entrevistados.
Gráfico 3: Mudanças positivas com a implantação do sistema
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Acreditamos que esse sucesso na aprovação do sistema se dá pela sua amplitude de recursos e de alcance a sujeitos de vários segmentos na educação. Como bem acrescentam Ramalho, Nuñes e Flor (2018, p. 3), esta é caracterizada
0% 10% 20% 30% 40% 50%
QT de valor REAL %
Redução de tempo de trabalho Nenhuma
Gestão administrativa e pedagógica mais eficiente Economia no matéria de expediente pelas escolas Unidade de acesso de informações pelas escolas Agilidade e Organização da matricula escolar
[...] como uma tecnologia avançada para modernizar as rotinas de gestão da Secretaria de Educação, SEEC-RN, possibilitando o monitoramento dos indicadores da escola, reorganizando rotinas do trabalho dos gestores, professores, servidores e promovendo o acesso dos alunos a ferramentas tecnológicas que dinamizem suas aprendizagens, assim como a das famílias.
Esses dados também sugerem que o uso de um sistema de informação promove processos de gestão na rede de ensino. O gráfico 3 mostra que um índice de 44% dos entrevistados dizem que a gestão administrativa e pedagógica mais eficiente foi a mudança mais positiva para educação estadual, além do que todos os demais itens citados como relevantes dizem respeito a processos de gestão educacional por meio de um sistema de informação. O’Brier e Marakas (2006, p.04) conceituam o sistema de informação como podendo ser qualquer combinação organizada de pessoas, hardware, software, redes de comunicação, recursos de dados e políticas e procedimentos que armazenam, transformam e disseminam informações em sua organização.
De acordo com Bonilla e Pretto (2015, p. 500):
Vivemos em tempos de codificação digital e articulação em rede, sendo a sociedade, hoje, gestada, gerida e organizada a partir da digitalização das informações e das redes. Dessa forma, pessoas, governos, empresas e instituições dependem de redes físicas e de conexões para articular a maioria de suas ações políticas, econômicas, sociais e culturais. A interconexão digital abre novas possibilidades de fazer, relacionar-se, criar, produzir, que não eram imaginadas num contexto analógico.
Outra mudança positiva da implantação do SIGEduc citada com escala de grande relevância para os entrevistados apontadas ainda no gráfico 3 foi “unidade de acesso as informações pelas escolas”. Enxergamos isso com bastante positividade para o processo de democratização do ensino na promoção do equilíbrio entre as escolas e para construção mais sólida de uma identidade na rede pública estadual do Rio Grande do Norte.
Para ampliar o conhecimento a respeito de unidade escolar, indagamos também no questionário sobre como se dava essa unidade de acesso das informações na rede, no resultado as duas respostas mais citadas foram, respectivamente, “possibilidade de gestão de informações em rede” e “otimização da matrícula e transferência de aluno” (gráfico 4). Duas funcionalidades que encurtam distâncias, integram pessoas, promovem circulação eficiente de informações em tempo real, reduzindo impactos no andamento dos processos de
gestão e reduzindo custos operacionais, levando em consideração que estamos tratando de uma rede com 608 unidades escolares.
Gráfico 4: Avanços citados para integração da rede estadual promovidos pelo SIGEduc.
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Já a respeito do bloco 2, que versa sobre os técnicos, especialistas, pedagógicos da SEEC-RN visualizarem que alguns entraves como dificultadores do uso TDICs na educação pública estadual, o resultado dos dados analisados apontam para dois fatores determinantes desse problema: a falta de infraestrutura tecnológica e a falta de formação adequada dos profissionais envolvidos na operação do sistema.
Com relação a questão de estrutura tecnológica a realidade cotidiana das escolas públicas no Brasil se concretiza no sucateamento de computadores e impressoras e políticas educacionais de sistemas públicos burocráticos que não conseguem acompanhar a velocidade na modernização de equipamentos digitais chegando as escolas na maioria das vezes já obsoletos e também apontam claramente por problemas estruturais no fornecimento de internet de qualidade.
Esse quadro mostra que a conexão das escolas [...] demandam políticas públicas que garantam que o acesso à internet seja de qualidade, de forma a permitir a imersão plena dos sujeitos na cultura digital, quer seja a partir dos dispositivos disponíveis na escola ou dos seus próprios aparelhos [...] Tal imersão carrega um potencial enorme para a educação [...] O sujeito social, com seus dispositivos móveis, pode não estar na rede o tempo todo, mas deve ter a disponibilidade da rede todo o tempo; e esta é uma diferença fundamental para a educação, uma vez que nesse processo, as
0% 20% 40% 60% 80% QT de valor REAL
agilidades nos resultados escolares dos estudantes Analisar e comparar o rendimento de outras escolas. Não respondeu
Otimização da matricula e tranferêencia de alunos Possibilidade de gestão de informações em rede
redes sociais e a produção do conhecimento, de forma colaborativa, são intensificadas (BONILLA; PRETO, 2015, p. 504).
Gráfico 5: Nível de estrutura técnica e tecnologia da SEEC-RN
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
O gráfico 5 nos faz concluir que a infraestrutura da SEEC- RN para uso do SIGEduc não atendem aos anseios e necessidades profissionais de seus técnicos pedagógicos. Se usarmos uma lógica de gestão organizacional a unidade central de uma instituição seria uma referência de infraestrutura para as demais unidades nos levando a pré-conceber esse problema como estrutural de impacto a toda rede, seja na sede da secretaria de educação, como também nas unidades de ensino.
Gráfico 6: Dificuldades de uso do SIGEduc
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% QT de valor REAL
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
O gráfico 6 reafirma esse contexto, listando como se dão as principais dificuldades do uso do sistema com a baixa qualidade da conexão com a internet e falta de equipamentos. Reafirmamos aqui a necessidade de estruturação tecnológica na educação, uma vez que esse apoio estrutural é pré-requisito para inserção das TDICs em qualquer tipo de instituição.
Mostramos anteriormente no capítulo 1, que a própria SEEC-RN já concebe a infraestrutura tecnológica como um grande entrave para o uso das TDICs. Sendo assim, inferimos, através dos dados apontados pelos servidores da própria sede da SEEC-RN, que o problema persiste, e que a implantação desse programa ou a forma como ele está sendo executado não está surtindo os impactos desejados nem na própria sede da Secretaria de Educação.
Outro item listado no gráfico 6 como dificuldade de uso do SIGEduc foi “profissionais despreparados para utilizar o sistema” com 23% de menções na pesquisa. Sobre a falta de formação dos profissionais da educação para operar tecnologias Bonilla e Pretto (2015) afirmam ser um dos pontos mais críticos na estruturação horizontal da organização de escolas e educação brasileira.
Precisamos avançar nesse campo para a promoção de inclusão dos recursos TDICs nas propostas de formação inicial de docentes com reformulação curricular do ensino superior. Também será necessário a formação continuada após o ingresso na docência, que deve ser oferecida pelas Secretárias de Educação, atentando para o modo como esses cursos são concebidos, que, quando acontecem priorizam a ideia de treinamento, visando apenas a preparação técnica
0% 10% 20% 30% 40% QT de valor REAL- % Atualização e instabilidade do sistema Baixa qualidade da conexão internet Falta de equipamentos
Nenhuma
para uso de máquinas, se tornando ações sem continuidade e conexão com a realidade educacional de nossas instituições.
Como verificaram Bonilla e Pretto (2015, p. 511),
[...] o computador – e qualquer outro equipamento ou produção científica e cultural – será pedagógico no momento em que o professor (qualificado!) dele se apropriar em sala de aula ou em qualquer outro processo formativo, formal ou informal. As máquinas não precisam estar necessariamente embarcadas com pedagogia, não devem ser apenas mais um livro didático, agora eletrônico. É necessário compreender a importância dos computadores na escola para que ela, no seu conjunto, envolvendo professores, alunos e comunidade, possa se estabelecer nas redes de conexões com o mundo.
Gráfico 7: Medidas que poderiam ser tomadas pela SEEC-RN para incentivar uso do SIGEduc
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Os índices demonstrados no gráfico acima apontam que essa demanda de uma política de formação é também urgente na realidade da educação estadual do RN. Mais da metade dos entrevistados, 51% em uma pergunta aberta sem indicadores de respostas, citam a formação como forma de incentivo ao uso do SIGEduc.
De acordo com Barreto e Maria (2012, p. 53) há uma
[...] fragilidade nas políticas relativas à capacitação docente para o trabalho pedagógico com a informática educativa já vem sendo apontada pela literatura desde as primeiras produções acadêmicas, no final dos anos
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% QT de valor REAL-% Informatização de todos os processos
Investimnto em infraestrutura técnica e tecnológica política de formação para os servidores sobre SIGEduc Não Respondeu
1990. Naquela época, alguns autores já evidenciavam o problema do mal- uso ou subutilização das tecnologias digitais na educação. [...] Essas observações denotam que naquele período já havia uma preocupação de levar os computadores às escolas e instituir os laboratórios de informática. Mas, no que diz respeito à preparação de professores, não havia investimento, fazendo com que os novos equipamentos não proporcionassem a criação de ambientes de aprendizagem significativa.
A necessidade de formação de profissionais para o uso de TDICs não é um fato novo, é marcado ao longo da história da implantação das políticas de inserção dessas políticas. No Brasil, embora se reconheça ter havido investimentos nessa área, persiste uma lacuna histórica. Não se concebe política educacional fragmentando um todo (apoio técnico, financeiro e pedagógico) que alicerça a educação. Para além disso, o material humano é fundamental em qualquer promoção horizontal de implantação de políticas digitais. Essa premissa é tão sólida em nossa concepção de promoção de qualidade educacional que legitima um dos nossos objetivos com esse estudo: oferecer uma proposta de formação em serviço para os técnicos que atuam pedagogicamente na educação estadual.
Após apresentarmos os resultados da nossa pesquisa em relação a compreensão dos entrevistados sobre as funcionalidades pedagógicas do SIGEduc, entendemos que também seja relevante apresentar, nesse capítulo, como se dá, ou não, na atualidade, o uso/manejo prático desse sistema pelo técnicos pedagógicos da SEEC-RN. Para tanto, elaboramos questionamentos sobre o nível facilidade de uso, frequência de utilização e dificuldades no uso.
O gráfico 8 abaixo sobre a frequência de utilização indica que a parcela mais significativa, somados aos que usam em nível “regular” e “baixo”, dos entrevistados não fazem um uso frequente do sistema e de todo seu potencial para otimização das demandas pedagógicas da educação estadual. Se acrescentarmos os que “não responderam” a essa questão, chega-se a 77% da amostra, ou seja, 33 dos 43 que participaram da pesquisa.
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Esses dados nos levam a constatar que, na realidade da educação estadual do RN, a herança cultural fundamentada na transmissão de saberes e no controle das informações e a dificuldade de mudanças de práticas educacionais de uma lógica analógica para a digital se perpetua pelos espaços educacionais, o que já tínhamos discutido no capitulo teórico desse estudo. Mesmo revelando serem conhecedores do potencial do uso das TDICS na educação, e tendo à disposição há quase 8 anos um sistema de informação como o SIGEduc, os técnicos pedagógicos, em grande medida, se abstém desse uso.
Gráfico 9: Nível de facilidade no acesso ao SIGEduc
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40%
Fonte: Elaborado pela autora, 2019.
Essa situação também se configura no nível apontado de acessibilidade do sistema, onde 68% apontam que a facilidade de acesso ao SIGEduc é “baixa” ou regular” (gráfico 9). Se cruzamos esse dado com as respostas obtidas no gráfico 7, que aponta “as dificuldades do uso”, esbarramos novamente nas questões de infraestrutura tecnológica e falta de formação como as possíveis causas dessa falta de uso e dificuldades no manuseio do sistema.
Outra questão que se destaca aqui é a baixa utilização do SIGEduc pela equipe central de uma Secretaria de Estado que implanta esse sistema exatamente para qualificar as suas rotinas pedagógicas, técnicas e administrativas. Esse é um dado bastante alarmante, considerando as respostas entre “baixa”, “regular” e “não respondeu”. Assim, 77% dos técnicos responsáveis pelas demandas pedagógicas do nosso estado negligenciam o uso de um sistema que dispõe de ferramentas com alto potencial de impacto no processo de gestão tanto quanto do fator ensino- aprendizagem.
Portanto, o resultado obtido na mineração dos dados em relação à subutilização do SIGEduc não representou nenhuma surpresa para nós que vivenciamos a realidade da Secretaria Estadual de Educação desde 2015. Constatou-se com mais detalhes o problema abordado, tanto para a gestão de processos técnicos e administrativos escolares quanto para o favorecimento do processo de ensino-aprendizagem. Os/as entrevistados/as afirmam compreender a
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% QT de Respostas %
importância do SIGEduc como ferramenta potencializadora do ensino- aprendizagem, mas a falta de conhecimento dessas potencialidades, a falta de política de formação para apropriação desses saberes, para desmistificar as dificuldades envolvendo o uso de TDICs e falta de infraestrutura emperram a concretização dessa política educacional inovadora e com visão de futuro da SEEC- RN.
4.2 As funcionalidades e uso pedagógico do SIGEduc no Espaço da Escola