Atualmente, a terapia termal não reúne um consenso unânime. Embora a sua eficácia tera- pêutica seja, na generalidade, reconhecida, os mecanismos da sua ação permanecem em grande parte desconhecidos.
No presente estudo observou-se o crescimento de três bactérias Gram-negativo (E. coli, A. baumannii e P. aeruginosa) em meios de cultura TCS preparados com diferentes concen- trações de água termal, demonstrando-se que esta não interferiu no crescimento das referi- das bactérias, ou seja, não se verificou ação bactericida por parte da água termal.
Por outro lado, registou-se uma diminuição do crescimento dos isolados da bactéria Gram- positivo S. aureus nos diferentes meios de TCS, à medida que aumentou a percentagem de água termal do meio, indicando uma possível ação bactericida sobre esta estirpe bacteriana. No entanto, este efeito terá de ser validado com um número de amostras mais alargado e um maior número de ensaios.
Sugere-se assim a realização de futuros trabalhos, de forma a colmatar as limitações do presente estudo, no sentido de perceber de que forma a água termal interfere no crescimento de S. aureus e se é específica para esta estirpe ou se extende a outras bactérias Gram-positivo, nomeadamente Enterococcus e Streptococus pneumoniae.
De forma a identificar o componente presente na água termal do Complexo do Cró, que interfere com o crescimento de S. aureus será necessário realizar outros testes laboratoriais. Com este intuito, poderia adicionar-se, isoladamente, aos meios de cultura preparados com água desionizada os iões presentes na água termal do Complexo do Cró, sendo posteriormente inoculados com a estirpe em estudo.
A visualização da parede celular das bactérias, por microscopia eletrónica, antes e após inoculação em meios preparados com água termal também poderá ajudar a avaliar o efeito da água termal sobre as bactérias.
69
A aplicação destas águas termais pode vir a revelar-se importante sobretudo no ambiente hospitalar, podendo ser utilizadas para lavar feridas, ajudando simultaneamente no proces- so de cicatrização. A ação bactericida destas águas pode também ser de grande utilidade, no que concerne aos indivíduos portadores de S. aureus.
O uso da terapêutica termal, nestes e noutros casos, poderá revelar-se menos agressiva e menos dispendiosa, por comparação aos métodos de terapêutica química (Messina, et al., 1999). De forma similar poderão ser um incremento importante no controlo das IACS.
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CAPÍTULO 5
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