R: “Ótimo, para mim que moro no começo, as linhas são satisfatórias”.
15 - Em relação à segurança pública, do bairro?
R: “Segurança é que precisa muito.”
- Considerando o número de ocorrências, quais as áreas consideradas mais perigosas do bairro? R: “Tem vários aqui. Tancredo Neves, Sussuarana, Pernambués, Resgate, São Gonçalo”.
16 - Em relação aos equipamentos de lazer, que equipamentos de lazer são disponíveis no bairro? E quais são mais utilizados?
R: “Não Tem. Precisava de uma praça, um parque para as crianças.”
17 - Que eventos são promovidos no bairro? R: “Não Tem”. 18 - Em relação ao saneamento básico:
R: “É bom, não é um bairro sujo”.
- E em relação à coleta de lixo? Existe coleta seletiva?
R: “A coleta passa regularmente. Antigamente tinha coleta seletiva no Plaza (shopping), mas terminaram, não sei porque.”
- Existem vetores de contaminação no bairro? Quais os mais incidentes?
R: “Tem demais, rato, barata. Agente cuida, chama a empresa para dedetizar, mas não resolve”.
19 - Em relação ao sistema de saúde que estabelecimentos de saúde são disponíveis no bairro? E quais os mais necessários?
R: “Só tem a SERMECA, o Roberto Santos e um posto no fim de linha do Pernambués. O posto fica lotado, o pessoal dorme para conseguir uma ficha e a noite tem que correr para o Roberto Santos que nem consegue atendimento às vezes. Precisava de mais postos.”
20 - Em relação ao sistema de educação, considerando a acessibilidade as instituições de ensino, como o senhor qualificaria este aspecto no bairro?
R: “A população está crescendo, e aqui precisava de uma faculdade e creche, porque colégio tem bastante”.
21 - Em relação ao comércio e serviços, o que a senhora acha dos serviços disponíveis no bairro?
R: “Precisa de tudo, de um supermercado mais perto, porque os pequenos dão atendem. É tudo perto, tem lojas, e shoppings, mas tem poucas lojas, são poucas, agente acaba comprando nos shoppings grandes. Precisa também ter mais bancos e podia ter também lojas de produtos naturais”.
Entrevista nº 4
Entrevistada: Francisco Maia Idade: 59 anos Tempo de moradia: 28 anos. Situação em relação ao bairro: Morador do Conjunto Chácara do Cabula.
1- Qual a primeira coisa que a palavra Salvador lhe traz a mente? Por quê?
R: “Sujeira, falta de sanitários públicos”.
2- Qual a primeira coisa que a palavra Cabula lhe traz a mente? Por quê?
R: “Prosperidade, um bom lugar para morar”.
3 - Até onde vai o bairro do Cabula? Quais os limites do bairro?
R: “Começa na ladeira do Cabula, agora para mim, acho que vai até o Cabula VI”.
4 - Quais os marcos ou pontos de referência você destaca no Cabula?
R: “O Resgate, o Planalto, o Shopping Plaza, a Oi (antiga Telemar)”.
5 - Você sabe qual a origem do nome do bairro? E do seu logradouro? O que estes nomes lhe remetem?
R: “O conjunto era uma antiga chácara, essa área toda era fazenda”.
6 - Que mudanças o Sr. observou desde que você veio morar/trabalhar aqui? Você considera que estas foram positivas ou negativas?
R: “A construção da Rótula, quando eu cheguei era a ladeira antiga; o serviço de água e esgoto melhorou, os shoppings e a rede bancária”.
7 - Quais as vantagens e desvantagens de morar no Cabula atualmente? R: “Porque é
centralizado e têm diversas coisas, como mercados, bancos... Desvantagens, não tem”.
8 - O senhor se mudaria do Cabula? Para que bairro? R: “Não”. 9 - Quais as perspectivas futuras para o bairro?
R: “Muitos conjuntos e apartamentos. O comércio vai crescer, mais colégios. Vais melhorar. Já tem um conjunto aqui (o Máximo), um na ladeira (Horto Bela Vista) e o Vila Fiori”.
10 - Para o Sr. o que é um bairro?
R: “Um conjunto de casas, ruas e moradias, bancos, shoppings e o nome do bairro”.
11 - Existem vantagens em dividir uma cidade em bairros? Quais? R: “Não sei dizer”. 12 – Como são as relações de vizinhança? R: “Tranquila, ótimas”.
13 – O que o Senhor acha do seu condomínio?
R: “Todo mundo tranquilo comigo. É um bom lugar para se morar”.
14- Em relação ao sistema de transportes, considerando as linhas de ônibus e a qualidade do serviço, o que o senhor acha dos transportes públicos no bairro?
R: “O número de linhas satisfaz, mas precisava aumentar o número de ônibus, passa tudo lotado”.
15 - Em relação à segurança pública, do bairro?
R: “Negativa. Policiamento é muito raro. Tem assalto sempre”.
- Considerando o número de ocorrências, quais as áreas consideradas mais perigosas do bairro? R: “Engomadeira”.
16 - Em relação aos equipamentos de lazer, quais são disponíveis no bairro? E quais são mais utilizados?
R: “Não tem. Temos dentro do conjunto, mas lazer público não. Precisava de parquinhos”.
17 - Que eventos são promovidos no bairro? R: “Não tem”. 18 - Em relação ao saneamento básico:
- O que o senhor acha das condições de higiene no bairro? R: “É boa”.
- E em relação à coleta de lixo? Existe coleta seletiva?
R: “A coleta passa sempre. Dentro do conjunto tem coleta seletiva”. - Como fica o bairro em períodos chuvosos?
R: “É alto, não alaga, mas o engarrafamento fica enorme”.
- Existem vetores de contaminação no bairro? Quais os mais incidentes? R: “Hum!... Tem muito rato e muriçoca.”
19 - Em relação ao sistema de saúde que estabelecimentos são disponíveis no bairro?
R: “Posto de saúde só no Pernambués. Clínica de ortopedia, a SERMECA, mas ela é pago”. - Que serviços de saúde são mais solicitados (há maior necessidade)?
R: “Uma clínica dentária, posto de saúde, atendimento às gestantes”.
20 - Em relação ao sistema de educação, considerando a acessibilidade as instituições de ensino, como o senhor qualificaria este aspecto no bairro?
R: “Mais ou menos. Precisa mais creches, universidade também. Escolas têm demais”.
21 - Em relação ao comércio e serviços, o que o senhor acha dos serviços disponíveis no bairro?
R: “É bom, tem mercado, banco, shopping...”.
- Que serviços são mais solicitados (há maior necessidade)? R: “Mais bancos e mercados mais próximos”.
Entrevista nº 5
Entrevistada: Edelzoíta Oliveira Idade: 53 anos Tempo de moradia: 39 anos. Situação em relação ao bairro: Funcionária da Associação de Moradores do Chácara do Cabula e Moradora do Condomínio Residencial Parque Planalto.
R: “Uma cidade turística, carnaval, festa, é ótima”.
2- Qual a primeira coisa que a palavra Cabula lhe traz a mente? Por quê?
R: “O Cabula, eu acho assim o progresso. Quem veio morar no Cabula como eu vim, quando só tinha mato, e hoje para estar isso aí para mim é um progresso”.
3 - Até onde vai o bairro do Cabula? Quais os limites do bairro?
R: “Eu sei onde é que começa o Cabula, agora, saber onde é que termina... Porque olhe, você subindo a ladeira, nessa entrada aqui antes do Pernambués, tudo aqui é Cabula, aí lá para o Hospital Roberto Santos, é Cabula, até ali na Narandiba, é Cabula. É tão grande que eu não sei dizer, sei onde começa, agora onde termina não, porque é muito grande isso aqui”.
4 - Quais os marcos ou pontos de referência você destaca no Cabula? R: “A OI aqui por
exemplo, tem Hospital Roberto Santos, é um ponto de referência, a escola Francisco Menezes, tudo aquilo ali é Cabula”.
5 - Você sabe qual a origem do nome do bairro? E do seu logradouro? O que estes nomes lhe remetem? R: “Não tenho a mínima ideia. Aqui no Chácara eu acredito que sim, porque aqui era uma
chácara, você vê que ainda tem muita árvore, tem muita manga, então quando foi vendido, continuou o nome Chácara”.
6 - Que mudanças a Sra. observou desde que você veio morar/trabalhar aqui? Você considera que estas foram positivas ou negativas?
R: “Muitas, transporte principalmente, quando eu vim morar aqui eu estudava no Pau Miúdo, eu ia andando e voltava andando por falta de condução”.
- A senhora identifica alguma mudança negativa.
R: “não é que seja negativa, o progresso faz gerar, digamos assim, por exemplo assim assaltos, era muito calmo, você não ouvia falar de assalto. O mercadinho mesmo, ali já foi assaltado várias vezes. Eu acredito que o progresso, o desenvolvimento que faça isso”.
7 - Quais as vantagens e desvantagens de morar no Cabula atualmente?
R: “Poxa, muita vantagem morar no Cabula, aqui não falta água, não falta luz, não tem enchente, quando chove você não vê nada de problemas. Para mim, é muito bom morar no Cabula. Desvantagem eu não lembro não. para mim, não tem não. para mim só tem vantagem”.
8 - A senhora se mudaria do Cabula? Para que bairro?
R: “Não me mudaria, só se fosse assim, forçado mesmo”.
9 - Quais as perspectivas futuras para o bairro?
R: “Vai crescer muito esse Cabula viu. Esse investimento aí desses prédios assim, dessas construções vais melhorar muito mesmo, está crescendo. Eu imagino um bairro assim, centro praticamente, bem localizado mesmo.Vai crescer muito mais”.
10 - Para a Sra. o que é um bairro?
R: “Uma comunidade onde você tem várias pessoas morando, onde você tem casas, um bairro é isso aí”.
11 - Existem vantagens em dividir uma cidade em bairros? Quais?
R: “A cidade não é dividida em bairros? Não tem não é? E esses bairros que agente tem aí, Cabula, Brotas, não é oficial não? Para mim já era. Tem que ter mesmo”.
12 – Como são as relações de vizinhança?
R: “Não tem problema, graças a Deus”.
13 – Como era o bairro quando a senhora veio morar aqui?
R: “Ave Maria! Eu chorei quando eu vi onde eu ia morar, porque só tinha mato, mato, mato. Só tinha o meu condomínio, Planalto, eu moro lá desde 1972, o Alameda, que era bem distante, o resto era tudo mato. Aqui era uma chácara, eu acompanhei a construção. Agente passava aí e via o pessoal trabalhando na obra. Foi o Planalto, depois foi aqui, depois o Colina, aí foi crescendo, depois veio a Telebahia, que agora é Oi, shopping. Esse condomínio que hoje é do pessoal do exercito, aquilo ali
era um montão de chácara,tinha um casarão, eu já cansei de brincar ali nessa casa, fazia gangorra nos pés de árvore, depois foi tudo derrubado para fazer prédios.”
14- Em relação ao sistema de transportes, considerando as linhas de ônibus e a qualidade do serviço, o que a senhora acha dos transportes públicos no bairro?
R: “O transporte aqui é até bem servido, mas precisava algumas linhas, por exemplo: Cabula- Federação, poderia ter essa linha, ainda não tem, colocar mais ônibus para o Centro, por exemplo Comércio, tem pouco carro para ir para o comércio. O que mais tem aqui é Barroquinha, Lapa, agora..., passa super lotado, porque a população também é grande. De 0 a 5, 4. Não vou dizer que é ruim não porque tem carro para todo lugar”.