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Very heavy lifting open top construction

9. OPEN TOP CONSTRUCTION METHOD

9.1. Very heavy lifting open top construction

As cidades estão operando dentro de um sistema econômico global baseado no modelo linear. Assim sendo, a economia urbana espelha e amplifica os desafios postos por este modelo. A literatura referente às cidades do século XXI apresenta, discute e documenta esses desafios. Dentre eles, destaca-se o crescimento da população global e a sua concentração nas cidades, constituindo uma classe média urbana, gerando um aumento na demanda por infraestrutura, pressionando os recursos governamentais e incrementando o consumo de recursos naturais. Este fato, combinado com os mais variados problemas na gestão urbana, está gerando perdas econômicas e impactos ambientais negativos. As perdas econômicas ocorrem em função do desperdício e da subutilização nos processos e sistemas urbanos. No que se refere aos impactos ambientais negativos nas cidades, as externalidades negativas do modelo linear afetam a atmosfera, a água e o solo das mais diversas formas e intensidades.

Para serem competitivas, as cidades devem ser capazes de atrair e manter pessoas, empresas e atividades econômicas. Porém, os desafios descritos, dentre outros, estão fragilizando esta capacidade de atração. Assim sendo, elas precisam romper com o modelo linear, onde o crescimento está acoplado ao consumo de recursos finitos, e aderir aos pressupostos da Economia Circular, que apresenta a possibilidade de alcançar prosperidade com base na circularidade.

A Cidade Circular não existe. Ela é uma visão! É uma descrição de um futuro desejado. Um alvo estabelecido. Uma meta a ser atingida pela alocação de recursos variados e pelos esforços individuais e coletivos.

Nos parágrafos seguintes, descreve-se a visão da Cidade Circular, a partir de textos de autores selecionados na revisão da literatura, em ordem cronológica crescente, a fim de compreender como a Economia Circular pode se manifestar em uma cidade.

Como parte dos esforços para definir e desenvolver um arcabouço teórico para a Cidade Circular, foi realizado em 2015 um dos primeiros estudos, conduzido pelo Ministério Holandês das Relações Econômicas, trabalhando em colaboração com os principais institutos holandeses de pesquisa aplicada (Deltares, TNO, Wageningen UR e ECN). Foi apresentado um projeto denominado “Adaptive Circular Cities”, que abordou temas considerados como grandes desafios para as áreas urbanas holandesas: mitigação dos efeitos advindos das mudanças climáticas; adaptação às mudanças climáticas e ao aumento do nível do mar; uso sustentável de recursos naturais e ecossistemas; alternativas para poupar recursos escassos, finitos ou valiosos; e transição para a Economia Circular (DUTCH MINISTRY OF ECONOMIC AFFAIRS, 2015). O objetivo do projeto foi investigar e desenvolver soluções com um valor agregado significativo, utilizando conhecimentos interdisciplinares existentes e disponibilizados pela comunidade técnica e científica. Para tanto, métodos de pesquisa e desenvolvimento, ferramentas e modelos foram investigados e experimentados em estudos de casos reais. Três grandes eixos temáticos foram abordados nos estudos de casos: água, alimentos e energia; qualidade de vida nas cidades; construção e subsuperfície.

Quanto aos resultados do projeto, foram consideradas como soluções ótimas aquelas capazes de contribuir, simultaneamente, para a mitigação e adaptação aos efeitos advindos das mudanças climáticas e para o uso eficiente de recursos. Além disto, estas soluções deveriam ser também uma alternativa atraente para os investimentos setoriais.

Embora o projeto tenha ofertado recomendações específicas para os casos selecionados, os resultados podem ser extrapolados para outros estudos, visto que são genericamente utilizáveis. Este é o caso, por exemplo, do segmento do projeto referente aos resíduos sólidos, que chamou a atenção por estar diretamente relacionado a este trabalho.

Destaca-se também o estudo produzido em 2016 para a cidade de Amsterdam e sua região metropolitana, na Holanda, a fim de verificar o potencial de transição para a Economia Circular. O relatório publicado identifica as áreas nas quais os modelos de negócios circulares podem ser aplicados e destaca as estratégias necessárias para implantar as soluções

consideradas adequadas para a região. Esta foi a primeira pesquisa deste tipo e nesta escala (GEMEENTE AMSTERDAM, 2016).

No mesmo ano, outro estudo interessante foi desenvolvido para Glasgow na Escócia. Foi adotada a mesma metodologia aplicada na análise do caso anterior. O relatório publicado apontou as áreas de circularidade e determinou como os negócios locais podem ser desenvolvidos e apoiados (CIRCLE ECONOMY, 2016).

Com base em exemplos concretos locais e regionais, o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial produziu um relatório indicando caminhos para a implantação da Economia Circular em cidades e regiões europeias (ESPON, 2016). O projeto examinou áreas com potencial para o desenvolvimento da Economia Circular e concluiu que a dimensão territorial é um fator importante no processo de transição. Fatores como a localização e as características físicas influenciam na definição do potencial de um território. Por exemplo, áreas urbanas e rurais têm diferentes papéis a desempenhar. As áreas urbanas têm um papel dominante no processo de transição, pois são os centros de produção e, portanto, podem promover o uso eficiente dos recursos. As áreas rurais, por sua vez, são as fornecedoras de boa parte destes recursos.

Prendeville, Cherim e Bocken (2017) investigaram como as cidades estão adotando a Economia Circular como uma estratégia para estabelecer uma nova agenda urbana. A pesquisa realizada delineou casos emergentes, identificou um conjunto de estratégias políticas comuns, apresentou um conceito de Cidade Circular e apontou áreas para futuras pesquisas. As autoras ressaltaram que a liderança política, a construção de visões futuras adaptáveis, a utilização de abordagens experimentais (como laboratórios vivos), o desenvolvimento de conhecimento contextual sobre o uso de recursos e o envolvimento das diversas partes interessadas são fatores importantes a serem considerados. Evidenciaram também a falta de consenso sobre o que constitui uma Cidade Circular e a necessidade de explicitar e aprofundar este conceito.

Lindner, Mooij e Rogers (2017) realizaram um trabalho semelhante ao anterior, com o objetivo de descrever como a Economia Circular está sendo implantada em diferentes cidades ao redor do mundo e em que medida podem ser fontes de inspiração para outras cidades. A pesquisa sintetizou definições de Economia Circular e investigou 21 cidades em todo o mundo para compreender como os municípios selecionados estavam incorporando este conceito no planejamento e na gestão municipal. As ações implantadas pelos municípios foram examinadas criticamente, tendo em vista a sua contribuição estratégica na constituição de sociedades sustentáveis. As seguintes cidades se destacaram neste estudo: Amsterdam, Haarlemmermeer, Apeldoorn e Rotterdam (Holanda); Peterborough (Reino Unido); Vancouver (Canadá);

Baltimore e Austin (Estados Unidos da América); Eskilstuna (Suécia); Oslo (Noruega). O documento resultante da pesquisa pode ser utilizado pelos municípios interessados em implantar a Economia Circular, ou por aqueles que simplesmente estão interessados em uma compreensão mais profunda a respeito do tema.

No intuito de ampliar a compreensão do modelo circular no contexto urbano, a Fundação Ellen MacArthur (2017) descreveu alguns desafios enfrentados pelas cidades no contexto da Economia Linear de hoje, explorou a Cidade Circular como uma alternativa e agrupou a pesquisa realizada por seus colaboradores, até o momento, acerca dos possíveis benefícios da Economia Circular para as cidades. Ao final da publicação apresentou questões pendentes sobre o tema.

Relativamente à sua visão, a Fundação Ellen MacArthur (2017, p. 7) acredita que as Cidades Circulares incorporarão os princípios estabelecidos pela Economia Circular em todas as suas funções, arquitetando sistemas urbanos regenerativos, acessíveis e abundantes por design. Terão como objetivo eliminar o conceito de lixo. A prosperidade será gerada através de mecanismos de criação de valor dissociados do consumo de recursos finitos. Serão cidades resilientes, ou seja, os seus indivíduos, comunidades, instituições, empresas e sistemas serão capazes de sobreviver, resistir, adaptar, absorver e se recuperar de forma eficiente dos efeitos de um choque agudo, desastre ou qualquer outro estresse crônico experimentado. De maneira organizada, adotarão medidas para que vidas e bens não sejam perdidos em situações adversas. De acordo com a Fundação Ellen MacArthur (2017, p. 7-8) uma Cidade Circular provavelmente incluirá os seguintes elementos:

a) ambientes projetados e edificados de forma modular e flexível, empregando tecnologia e materiais capazes de minimizar o uso de matérias-primas virgens ou primárias. As técnicas de projetação e construção serão eficientes o suficiente para permitir a eliminação do desperdício. Os espaços e as edificações serão altamente utilizados devido ao compartilhamento. As edificações serão mantidas em bom estado de conservação e renovadas quando necessário. Sempre que possível, serão utilizadas para gerar energia e alimentos, ao invés de somente consumi-los. Os sistemas e os processos das cidades, em suma, serão imitações dos ciclos naturais;

b) sistemas energéticos, renováveis e resilientes, serão espacialmente localizados e distribuídos de modo a possibilitar o uso eficiente da energia, a redução dos custos de geração, transmissão, distribuição e a minimização dos impactos ambientais negativos advindos da implantação e operação dos sistemas;

c) sistemas de mobilidade urbana acessíveis, baratos e eficazes, baseados em redes e estruturas integradas e multimodais, que incorporarão transporte público e veículos sob demanda. O transporte será compartilhado e automatizado. A poluição atmosférica e o congestionamento pertencerão ao passado, visto que se utilizará energia limpa e renovável. A infraestrutura rodoviária excessiva e desnecessária será convertida para atender outras necessidades dos cidadãos. Os veículos serão energeticamente eficientes e o seu design permitirá uma fácil manutenção e a remanufatura, de maneira a garantir a durabilidade;

d) uma bioeconomia urbana, onde os nutrientes serão devolvidos ao solo de forma apropriada, minimizando o desperdício de alimentos e gerando valor. Os nutrientes poderão ser obtidos a partir da fração orgânica dos RSU e do efluente tratado que, após processados, retornarão ao solo como fertilizantes orgânicos, podendo ser utilizados tanto pela agricultura urbana, quanto pela rural. Através da agricultura urbana, localizada na escala do bairro, a cidade poderá fornecer aos seus habitantes parte dos seus alimentos, tais como: legumes, frutas e peixes. Haverá também a geração de energia local, através de biorrefinarias, que converterão biomassa em biocombustíveis. Haverá, assim, fluxos de receitas adicionais para as cidades, a partir da utilização de materiais e nutrientes que já estão em uso;

e) sistemas de produção e comércio local configurarão e fortalecerão a economia das cidades. Espaços de experimentação permitirão a invenção e a fabricação de objetos e protótipos de forma rápida, barata e experimental, favorecendo a inovação. Bancos de recursos coletivos permitirão equilibrar diferenças entre o fornecimento e a demanda de uso de materiais, seja na produção ou na comercialização. As negociações de bens, materiais e serviços ocorrerão por meio de aplicativos digitais.

Ao estudar as publicações percebe-se que a visão da Cidade Circular contém, simultaneamente, uma intenção de tornar-se algo concreto e uma força inspiradora. Ou seja, embora a Cidade Circular não exista concretamente, a sua visão pode nortear o planejamento urbano e este, por sua vez, coordenar ações de gestão urbana, no sentido de materializar esta paisagem imaginada. Ensina Souza (2002, p. 45-46)

[...] planejar sempre remete ao futuro: planejar significa tentar prever a evolução de um fenômeno ou, para dizê-lo de modo menos comprometido com o pensamento convencional, tentar simular os desdobramentos de um processo, com o objetivo de melhor precaver-se contra prováveis problemas ou, inversamente, com o fito de melhor tirar partido de prováveis benefícios. De sua parte, gestão remete ao presente: gerir significa administrar uma situação dentro dos marcos dos recursos

presentemente disponíveis e tendo em vista as necessidades imediatas. O planejamento é a preparação para a gestão futura, buscando-se evitar ou minimizar problemas e ampliar margens de manobra; e a gestão é a efetivação, ao menos em parte (pois o imprevisível e o indeterminado estão sempre presentes, o que torna a capacidade de improvisação e a flexibilidade sempre imprescindíveis), das condições que o planejamento feito no passado ajudou a construir. [...] Um desafio que se coloca de imediato, ao se debruçar sobre a tarefa de planejar, é o de realizar um esforço de imaginação do futuro. Não deve haver sombra de dúvida quanto ao fato de que o planejamento necessita ser referenciado por uma reflexão prévia sobre os desdobramentos do quadro atual - ou seja, por um esforço de prognóstico. Não há ação, muito menos ação coletiva coordenada, que possa prescindir disso. Descurar indiferenciadamente a importância do planejamento, alegando, dentre outras coisas, que não se pode predizer o futuro, trai uma irresponsabilidade típica da atitude livresca e diletante, em que o comprometimento com a ação transformadora é, quando muito, puramente retórico.

Assim, não se trata da mera definição do que venha a ser uma Cidade Circular, mas de responder a seguinte questão: o que a cidade é no presente e o que ela quer ser no futuro?

Se a intenção for seguir o fluxo e a dinâmica de um movimento que, embora aponte para um prognóstico futuro, dá sinais de sua presença na realidade atual, a próxima questão a ser respondida é: para qual direção devem ser apontados e conduzidos os esforços municipais?

Ambas as questões precisam ser respondidas pelo planejamento e as respostas precisam constituir “instrumentos legais proativos” (FEHR, 2015, p. 854), para embasar, estruturar e conduzir políticas urbanas voltadas para a construção da Cidade Circular.

A Fundação Ellen MacArthur (2017, p. 8-10) explica que os princípios da Economia Circular, aplicados à cidade por meio de políticas urbanas, poderiam possibilitar o alcance dos seguintes objetivos:

a) aliviar as pressões sobre o orçamento municipal e a prestação de serviços públicos. Por exemplo: fluxos circulares proporcionam a redução do consumo de material primário e a intensificação do uso de materiais secundários, o que implicaria na redução de gastos relativos ao gerenciamento de resíduos sólidos, principalmente à disposição final; b) aumentar a renda disponível das famílias. Isto pode ser obtido através da redução do

custo de produtos e serviços e, também, da conversão do tempo improdutivo para o produtivo; por exemplo: aquele que se gasta no transporte diário para ir e voltar do trabalho;

c) incentivar a inovação na economia urbana. A substituição de produtos descartáveis por retornáveis criará redes de logística reversa e outros sistemas para apoiar a Economia Circular, o que favorecerá o surgimento de novas ideias e, por conseguinte, a inovação nas cidades. Para manter os materiais, componentes e produtos circulando na economia é preciso desenvolver novos modelos de negócios que, por sua vez, farão surgir

comunidades urbanas centradas em espaços de experimentação, oficinas de reparos, produção distribuída e plataformas de trocas e compartilhamento;

d) reduzir as emissões de carbono. Análises indicam que na Europa elas poderiam ser reduzidas pela metade em relação aos níveis atuais até 2030; na Índia, as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seriam 44% menores em 2050 em comparação com o cenário atual;

e) melhorar a qualidade de vida nas cidades. A Economia Circular pode influenciar aspectos da vida nas cidades, a saber: melhoria da qualidade atmosférica, aumento da eficiência dos sistemas de tratamento de água e esgoto, redução na geração e manejo de resíduos sólidos;

f) impactar positivamente a empregabilidade nas cidades. Embora sejam necessárias mais pesquisas e análises para determinar o impacto da Economia Circular no emprego urbano, indicações iniciais apontam que há uma relação entre ambos. As oportunidades identificadas referem-se, principalmente, às atividades de reutilização, remanufatura e reciclagem. Há também um potencial de geração de empregos em setores industriais, através do desenvolvimento da logística reversa local; e em pequenas e médias empresas, devido ao aumento da inovação, do empreendedorismo e de uma economia baseada em serviços.

A Fundação Ellen MacArthur (2017, p. 10-11) entende que as cidades podem impulsionar a transição global para a Economia Circular devido aos seguintes fatores:

a) proximidade entre pessoas e materiais no meio urbano. Uma das principais características das cidades é uma alta concentração de recursos, informações, talentos e capital em um pequeno território geográfico. Isto pode favorecer a Economia Circular de várias maneiras, como por exemplo, criando oportunidades para o surgimento de modelos de negócios baseados em atividades de coleta, reutilização, remanufatura e reciclagem. Os ciclos de coleta de material e logística reversa são mais eficientes quando há proximidade geográfica entre produtores, consumidores e usuários. Esta mesma proximidade e concentração de pessoas também permite o compartilhamento, onde produtos ou ativos são utilizados várias vezes, por diferentes usuários, dentro de um bairro ou unidade geográfica menor;

b) escala suficiente para mercados efetivos. Os modelos de negócios da Economia Circular surgirão e crescerão onde houver um grande e variado suprimento de materiais e uma

demanda de mercado de alto potencial para os bens e serviços derivados deles. Ambas as condições têm mais chance de serem atendidas nas cidades;

c) capacidade dos governos municipais de moldar o planejamento e as políticas urbanas. A administração pública local influencia diretamente o planejamento urbano, o design de sistemas de mobilidade, os projetos de infraestrutura urbana, o desenvolvimento de negócios locais, a tributação municipal e o mercado de trabalho. Portanto, os governos municipais podem desempenhar um papel ativo na incorporação dos princípios da Economia Circular em todas as funções e políticas urbanas. Além disto, a escala municipal possibilita a implantação de projetos piloto, que podem ser apontados como exemplos e vitrines, com o intuito de envolver atores públicos e privados em nível regional e nacional;

d) revolução digital. A tecnologia digital permitiu uma mudança fundamental na forma como a economia funciona e tem o poder de apoiar a transição para a Economia Circular ao possibilitar a virtualização, a desmaterialização, a transparência na comercialização e nos fluxos de produtos e a pesquisa de opinião do cliente (feedback) para, se necessário, corrigir os rumos dos negócios. Através da coleta e análise de dados, a tecnologia digital pode identificar os fluxos de materiais nas cidades, delinear as áreas geradoras de falhas, desperdícios e resíduos, para subsidiar uma tomada de decisão eficaz e oferecer soluções sistêmicas. Tecnologias digitais foram identificadas como facilitadores das atividade concernentes à Economia Circular nas cidades.

Nesta seção, o conteúdo relativo à Cidade Circular foi explorado até onde foi possível, considerando que a pesquisa referente à temática ainda está dando seus primeiros passos. Na seção seguinte, a partir de textos selecionados na revisão da literatura, apresenta-se o entendimento das partes envolvidas na gestão de resíduos sólidos em relação à Economia Circular.