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HDS: experimental setup and parameters

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 172-186)

DESCREVER Descrição para a revelação de ação em forma de texto.

(Pergunta: O que eu faço?) Quantidade de alunos: Em média 23 (alunos de 15 a 18 anos);

Turma: 1º Ano E;

Apresentou o assunto com o tema Redação;

Chamou a atenção dos alunos para a aula usando nomes engraçados para fazer referência a eles;

 Indicou os três elementos básicos para a elaboração de uma redação: introdução (começo); desenvolvimento (meio) e conclusão (fim);

Pediu que os alunos discutissem sobre como achavam que deveriam fazer a introdução;

Solicitou sugestão de temas aos alunos;

Abordou um tema que estava em evidência: a saída da presidenta do governo;

 Perguntou aos alunos como eles achavam que deveriam fazer o desenvolvimento e contextualizou sobre o que estava acontecendo com a política do país;

Pediu que os alunos falassem sobre o que achavam que deveriam fazer na conclusão;

 Chamou a atenção deles para a estrutura do texto e fez referência à paragrafação, à pontuação e à ortografia;

 Apresentou um texto com um tema não conhecido pelos alunos e propôs a construção de um pequeno texto a partir desse tema desconhecido para que eles pudessem fazer a comparação entre escrever um texto sem conhecer o tema e escrever um texto conhecendo o tema;

 Alertou aos alunos sobre a importância de ampliarem os seus conhecimentos através de leituras, da internet e da mídia a fim de que eles pudessem ter conhecimento prévio para produzir uma boa redação;

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 Fez menção ao Enem e indicou que o estudo do gênero redação tem por objetivo aprender a escrever um bom texto para ter bom desempenho nesse Exame;

Usou acontecimentos do cotidiano dos alunos para contextualizar o assunto;

Propôs a escrita de uma redação para comparar com o texto que escreveram sem conhecer o tema;

 Antes de corrigir a redação feita pelos alunos, apresentou outras informações sobre Redação, com uso de Data Show, explicou a tipologia do texto como dissertativo argumentativo;

Pediu que um aluno fizesse a leitura dos slides na sala de aula;

 Não interferiu na leitura do aluno quando ele sentiu dificuldades em ler algumas palavras e pediu que os colegas também não interferissem para que ele conseguisse se sobressair sozinho;

Após as explicações, pediu que os alunos lessem seus textos a fim de observar os “erros”;

 Pediu maior colaboração e participação dos alunos, pois precisava concluir o assunto para a prova, uma vez que o bimestre estava próximo de encerrar e ele precisava fechar as notas;

 Em outra aula tratou das questões relativas à coesão e coerência textual e chamou a atenção para o uso dos conectivos;

Pediu que os alunos reescrevessem o texto que produziram na outra aula;

Passou de banca em banca e corrigiu os textos dos alunos individualmente;

Cantou e dançou para chamar atenção dos alunos;

Marcou a prova para a próxima aula com o assunto: redação;

 A prova teve duas questões, uma sobre a estrutura da redação e a outra tinha a proposta de que os alunos produzissem uma redação falando sobre a importância de se discutir sobre temas transversais em sala de aula;

 Poucos alunos responderam à primeira questão e a maioria dos textos produzidos não atendiam à proposta;

O professor demonstrou preocupação com essa situação.

INFORMAR

Busca pelos princípios que embasam (conscientemente ou não) as ações. (Pergunta: Qual o significado de minhas ações?)

Dentro da sala de aula, há uma preocupação em lê o conteúdo e ter outras referências, bem como outros autores para que haja um contraponto, com base nisso minhas aulas são planejadas com a finalidade de englobar as habilidades e competências. Porém nem sempre esses interesses são atendidos, tornando em muitas vezes o planejamento desmotivante, não tem estratégias que bastem para dar significados às aulas.

CONFRONTAR

Interrogação das ações, princípios, teorias, situando-os num contexto cultural, social e político.

(Pergunta: Quem tem poder em minha sala de aula? A que interesses minha prática está servindo? Acredito nesses

interesses ou apenas reproduzo?)

Infelizmente quem tem poder na sala de aula são os conteúdos abusivos que nem sempre são atrativos, dinâmicos ou mesmo interessantes, ainda temos outro vilão que permeia o ensino, “os projetos” que só servem aos gestores em todas as esferas, e que não tem nada de pedagógico e tão pouco prioriza o conhecimento, ou mesmo a cultura do aluno. Apesar de não acreditar no fracasso da educação, vejo todo dia a mesma fracassando, principalmente em seus conceitos, suas atitudes e suas relações, mesmo tentando todos os dias buscar novas formas e novas estratégias.

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RECONSTRUIR

Reorganização das próprias ações como resultado de descrever, informar, confrontar.

Pergunta: Como eu poderia organizar minha aula/atividade de outra maneira? Por quê?) Para reconstruir uma aula e explicá-la seria quase um sonho, que só existe na universidade, chegando a ser surreal. A teoria e a prática estão cada vez mais distante uma da outra, a faculdade passa quatro anos para ensinar à didática que a prática desfaz em segundos de aulas, essa nos obriga a apreender o que seria o norte de todos trabalhos na sala de aula, a didática da “prática” essa não nos ensina na faculdade. Repensar as estratégias usadas é um hábito quase constante, mas não, visto que a escola não possibilita essa interação ou mesmo o aluno desinteressado não quer mais refazer uma atividade.

Quadro 17 – Segundo Modelo entregue ao professor referente ao núcleo Redação

Neste segundo modelo o professor teve a oportunidade de refletir sobre suas ações com relação à focalização do núcleo redação. Nesta situação, o professor já tinha maior familiarização com as atividades propostas nesta etapa, pois já havia preenchido o primeiro quadro e, de certa forma, conseguiu ter uma melhor apreensão sobre as propostas de que cada forma de ação.

Tendo apresentados os dois primeiro modelos, passemos para a apresentação do terceiro modelo entregue ao professor, cuja focalização do núcleo de ensino é gramática:

VISIONAMENTO DO PROFESSOR COLABORADOR

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