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(The Hamming Bound) A t-random error correcting q-ary code C must have redundancy r satisfying

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Linear Block Codes

Theorem 3.5 (The Hamming Bound) A t-random error correcting q-ary code C must have redundancy r satisfying

O nosso PC deu-nos a escolher três turmas de 11º ano, e conforme os horários de trabalho de cada membro do NE acabei por ficar com o 11ºD.

Através da realização e aplicação de um inquérito de caracterização individual dos alunos, foi possível retirar algumas informações importantes para o planeamento, gestão e organização das aulas de EF. Entre os dados recolhidos, destacam-se as preferências desportivas dos alunos, se atualmente praticam ou já praticaram alguma modalidade, se existem condicionantes que dificultam a sua participação nas aulas e a sua relação com a disciplina de EF. A minha turma é constituída por 20 alunos, 10 raparigas e 10 rapazes. Relativamente à idade, a turma possui 5 alunos repetentes, três com 17 anos e dois com 18 anos, e os restantes alunos têm 16 anos. A média de idades corresponde a 16 anos, tornado a turma relativamente homogénea, o que contribuiu para facilitar o processo de E-A.

No que diz respeito à saúde, nenhum dos alunos tem uma doença que os impeça de praticar EF, no entanto, cerca de metade dos alunos já tiveram lesões,

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entre as quais, entorses, braços, pulsos e dedos partidos e uma rotura de ligamentos no joelho. Uma aluna tem bronquite asmática, sendo necessário ter em atenção a sua condição em modalidades de maior esforço e desgaste físico, e outra aluna é alérgica a penicilina.

Toda a turma, com exceção de seis alunos, pratica ou já praticou alguma modalidade desportiva, sendo que, nove alunos são federados. Estas informações são importantes, pois mostram que a maior parte dos alunos já tiveram contacto com pelo menos uma modalidade desportiva, além das aulas de EF, sendo grande parte deles atletas federados. Todos os alunos que praticam uma modalidade fazem-no pelo menos uma vez por semana, no entanto, cerca de 25% dos alunos nunca praticaram nenhum desporto.

Quando questionados em relação às disciplinas, a EF apareceu nas favoritas apenas para três alunos. Apesar de serem poucos os alunos a terem a EF como umas das disciplinas favoritas, o facto de não haver nenhum aluno que não goste da disciplina já é bastante positivo. Biologia e Matemática foram as disciplinas menos preferidas pelos alunos. Nas modalidades, a Dança foi a que sobressaiu como a menos preferida de forma mais evidente. Através das respostas dos alunos relativamente às modalidades que irão ser lecionadas ao longo do ano, foi percetível que os desportos coletivos irão ser melhor recebidos comparativamente à dança e às ginásticas.

Mais uma vez é de destacar a importância das informações anteriores para aquele que será o ano letivo desta turma na disciplina de EF. Certamente será diferente encarar uma Unidade Didática (UD) em que sabemos de antemão que os nossos alunos sentem alguma afinidade pela modalidade, em comparação com uma UD em que sabemos que existe muita aversão. São conhecimentos vitais para o planeamento da aula, para as estratégias a incluir e até para o modo como interagimos com os alunos.

Após o meu contacto inicial com a turma, apercebi-me que até tive alguma sorte, são alunos humildes, interessados, com tendência para serem demasiado brincalhões e, de forma geral, com capacidades para o Desporto. Porém, tive alguns desafios em mãos, um aluno com necessidades educativas especiais (NEE), diagnosticado com Síndrome Digeorge, e um grupo de rapazes que apresentavam alguns comportamentos “desviantes”. Assim, os meus objetivos iniciais consistiram em conseguir atender às necessidades individuais desse

aluno, para que este conseguisse melhorar as suas capacidades a nível motor, cognitivo e social de forma a integrar-se mais facilmente nas aulas de EF e na turma, e a ter um papel importante nas mesmas. Em relação ao grupo de rapazes, não eram muito mal comportados, mas revelavam alguma falta de atenção e empenho, sobretudo quando não gostavam da modalidade em questão, distraindo os colegas e, consequentemente perturbando as aulas. Face a este panorama, tentei alterar os seus comportamentos, focando mais a minha atenção neles, motivando-os para as diversas modalidades ao usá-los como exemplo de forma a aproveitar as suas capacidades (que eram acima da média), para que participassem e interviessem de forma positiva.

Optei por usar o MED nas modalidades coletivas o que foi muito vantajoso na organização e gestão das aulas, e permitiu aos alunos trabalharem em grupo, serem mais responsáveis, autónomos e cooperarem entre si. O MED facilitou bastante o meu papel enquanto professora, na medida em que os alunos assumiram tarefas e tornaram-se mais ativos e participativos nas aulas, desenvolvendo as suas capacidades e contribuindo para a sua própria aprendizagem, bem como ajudou a envolver mais o aluno com NEE e aqueles alunos problemáticos. Porém, nem sempre é possível dar liberdade aos alunos durantes as aulas, pois estes podem abusar e “fugir” do nosso controlo e, por esse motivo, a utilização do Modelo de Instrução Direta (MID) foi essencial para conseguir transmitir aos alunos os conteúdos pretendidos e que estes os executassem corretamente, nas modalidades mais complexas. Além disso, também recorri ao Modelo de Aprendizagem Cooperativa (MAC), no âmbito do meu estudo de investigação-ação, de forma a combater a falta de motivação da maioria dos alunos em relação à modalidade de Dança. Com o intuito de que ao colocá-los a trabalhar em conjunto, de forma autónoma e responsável, e atribuindo tarefas individuais para que todos pudessem participar na aprendizagem uns dos outros, se tornassem mais recetivos à mesma.

De forma geral, é uma turma formada por alunos empenhados e participativos, com muitas capacidades para a disciplina e, apesar de terem um sentido de humor acima da média, não são miúdos maldosos, pelo contrário são bastante educados, e nunca me faltaram ao respeito. O facto de existir uma boa relação entre todos facilitou e beneficiou bastante o processo de E-A.

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