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La Guerra de los Mil Días y la Época de la Violencia (1899-1957)

ANTECEDENTES DE LA POLICÍA NACIONAL EN COLOMBIA

2. ANTECEDENTES DE LA POLICÍA EN COLOMBIA

2.3. Orden Público en Colombia: Política y violencia. Contexto en que se desarrolla la Policía Nacional

2.3.1. La Guerra de los Mil Días y la Época de la Violencia (1899-1957)

3.2 - Terminologias e Sistemas de Classificação em Enfermagem 3.3 - Processo de Enfermagem Informatizado

3.3.1 - Manuscrito: Processo de enfermagem informatizado:

metodologia para associação da avaliação clínica, diagnósticos, intervenções e resultados - Publicado na Revista da Escola de

Enfermagem da USP no ano de 2013. 3.4 - Sistema de Triagem de Manchester® 3.5 - Segurança do Paciente

3.1 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE

A importância dos dados produzidos e documentados resultantes da prática assistencial dos enfermeiros tem, nas últimas décadas, representado um desafio para o desenvolvimento de tecnologias de informação, essencialmente pelas necessidades de informação e pelas dificuldades na sua gestão.

A necessidade de acesso à informação é cada vez maior por parte de todos os que se encontram envolvidos no processo de cuidado. Por um lado, assiste-se a um maior envolvimento do cidadão nas decisões sobre a sua saúde; simultaneamente, os profissionais de saúde exigem que a informação clínica esteja presente no momento e no local onde é mais necessária, independentemente da origem ou ponto de prestação de cuidados. Por outro lado, os gestores e os decisores políticos pretendem aceder a informação em tempo útil, para a definição de políticas,

programas de gestão e monitorização da qualidade dos cuidados disponibilizados (SOUSA, 2012).

A Tecnologia da Informação em Saúde (TIS) está desempenhando um papel cada vez maior no que representa uma ferramenta para o cuidado ao paciente, e alguns componentes da TIS tem melhorado significativamente a qualidade dos cuidados em saúde e a redução dos erros. Continuar a usar os registros em papel pode colocar os pacientes em riscos desnecessários. No entanto, a preocupação sobre o dano causado pelo uso da TIS surgiu a partir do momento que se passou a entender que o cuidado em saúde abrange um sistema técnico de computadores e software que opera num conjunto dentro de uma organização, que inclui pessoas, processos e tecnologia (IOM, 2012).

As TIS, quando projetada, implementada e utilizada de forma adequada pode ser um fator positivo para transformar a forma como os cuidados são prestados. Projetada e aplicada de forma inadequada, a TIS pode adicionar uma camada adicional de complexidade para os cuidados de saúde, o que pode levar a consequências adversas inesperadas (IOM, 2012).

Muitos problemas com a TIS se relacionam com usabilidade, implementação, interoperabilidade que podem aumentar a probabilidade de um evento de insegurança. No entanto, o software não é seguro nem inseguro, pois a segurança não pode existir de forma isolada de seu contexto de uso. A segurança é uma propriedade de um sistema maior que leva em conta não apenas o software, mas também como ele é utilizado. Muitos recursos do software contribuem para a prática segura, incluindo a usabilidade e interoperabilidade, embora seja difícil de evidenciar, acredita-se que a má interface com o usuário, fluxo de trabalho inadequado e interfaces de dados complexos são ameaças à segurança do paciente (IOM, 2012).

Na perspectiva de ampliar o conhecimento sobre os assuntos propostos, realizou-se uma busca de trabalhos científicos sobre a Tecnologia da Informação em Saúde, tema de grande abrangência e relevância a esta proposta de trabalho.

A estratégia de busca para identificação e seleção dos estudos foi através da classificação bibliográfica de publicações indexadas nas seguintes bases de dados: Medical Literature and Retrieval Sistem on Line (MEDLINE®), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e COCHRANE. Os critérios adotados para seleção dos artigos foram: todas as categorias de artigo (pesquisa original, revisão de literatura, revisão sistemática, reflexão, atualização, relato de experiência,

editorial, etc.); artigos com resumos e textos completos disponíveis com acesso gratuito para análise; disponibilizados nos idiomas português, inglês ou espanhol; publicados no período de janeiro de 2012 a março de 2014 e; artigos que continham em seus títulos e/ou resumos os seguintes descritores: tecnologia da informação, tecnologia da informação em saúde e enfermagem; e suas respectivas traduções em inglês e espanhol.

Os resultados encontrados foram:

 Na base MEDLINE®: 217 artigos, destes 44 foram selecionados após a avaliação dos títulos dos estudos. Na sequência foram lidos os resumos para verificar se estes contemplavam o tema proposto e, assim inclui-se 20 obras que puderam auxiliar nas leituras e reflexões.

 Na base SCIELO: nenhum artigo foi encontrado a partir desses descritores.

 Na base COCHRANE: ao colocar os descritores e selecionar os estudos “Novos” surgiram 13 revisões completas diferentes das encontradas na base Medline; e ao trocar para “Todos”, encontrou-se 126 estudos, destes 4 eram iguais aos identificados na base MEDLINE® e somente um artigo foi classificado para auxiliar esta revisão.

Os sistemas de informação, enquanto instrumentos de trabalho na saúde são importantes recursos computacionais de apoio às ações administrativo-burocráticas e àquelas ancoradas em conhecimentos técnico-científicos, sobretudo as que dependem de informações atualizadas. Neste sentido, a informação e o seu fluxo articulado das informações no processo de trabalho em saúde devem ser visualizados como o eixo norteador para a potencialização e efetividade das ações, sobretudo na rede de atenção à saúde (BENITO; LICHESKI, 2009).

Para Barbosa e Sasso (2007, p.7):

[...] os profissionais de saúde destacam-se entre os que mais necessitam e utilizam a informação para o desenvolvimento de suas atividades, que são diretamente influenciadas pelo acesso e pela qualidade da informação que utilizam, o que pode

acarretar sérias consequências para pacientes e até mesmo a sociedade como um todo.

De acordo com a OPAS (2001), a informação é um elemento central para o processo de decisão e um requisito fundamental para a gestão e prestação qualificada da atenção à saúde. Para Nóbrega e Santos (2004), a informação é essencial para o gerenciamento e a assistência de Enfermagem, requerendo interpretação e integração de complexas informações clínicas, que subsidiarão o enfermeiro na tomada de decisão, especialmente, no tocante à resolução e minimização dos problemas de saúde.

Por outro lado, o volume de informações sobre o paciente cresce nos protocolos de tratamento, e o sistema de anotação manual no prontuário torna-se ineficaz para garantir o registro e o armazenamento dessas informações. Além disso, as anotações são inconsistentes, ilegíveis e de difícil compreensão, não havendo sistematização das informações. Esses fatos têm levado muitos pesquisadores a desenvolverem estudos no campo da tecnologia da informação, contribuindo para o avanço desse conhecimento, ainda incipiente, no âmbito da Enfermagem (NÓBREGA; SANTOS, 2004; SANTOS, 2010).

O registro das informações em prontuário eletrônico ou papel representa o principal veículo de comunicação formal entre os membros da equipe de saúde. É através deste registro que os profissionais envolvidos com a assistência a um paciente, podem compartilhar a informação e assegurar a continuidade do cuidado (MARIN, 2011).

O uso de padrões para o registro eletrônico é fundamental para a recuperação e análise da informação, considerando um vocabulário que padronize os termos clínicos para uso na prática diária. Com a criação de múltiplos vocabulários em enfermagem e saúde, tornou-se necessário desenvolver uma estrutura que pudesse facilitar a integração e interoperabilidade nos sistemas computadorizados (MARIN; PERES; SASSO, 2013).

3.2 TERMINOLOGIAS E SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO