• Aucun résultat trouvé

2. SDR platform and basics

2.6. GNU Radio Companion (GRC)

Na Tabela 4 estão apresentados os resultados das análises de desenvolvimento agronômico das mudas de rúcula,

Tabela 4 - Valores médios dos parâmetros analisados para as mudas de rúcula.

SUBSTRATO PARÂMETRO

AP (cm) NF MF (g) MS (g)

Orgânico 5,69 b 4,62 b 0,16 b 0,01 b

Comercial 4,66 a 3,99 a 0,12 a 0,02 a

AP: altura de plantas; NF: número de folhas; MF: massa da matéria fresca de plantas; MS: massa da matéria seca de plantas. Para AP, NF e MF: médias seguidas pela mesma letra, na coluna, não diferem entre si ao nível de 5% de significância pelo Teste de Tukey. Para MS: médias seguidas pela mesma letra, na coluna, não diferem entre si ao nível de 5% de significância pelo Teste de Kruskal-Wallis.

Através da análise de variância para Altura da planta (AP) e número de folhas (NF), os dados apresentaram normalidade pelo teste de Kolmogorov-Smirnov ao nível de 5% de significância. As médias apresentaram diferenças significativas, a 5% de significância, pelo teste de Tukey.

O uso do composto orgânico apresentou melhor resultado, comprovando os resultados obtidos por Medeiros et al. (2008), onde o composto orgânico resultou em maior comprimento da parte aérea de mudas de alface em comparação ao substrato comercial.

Em análise a massa fresca da planta (MF), os dados não apresentaram normalidade e passaram pela transformação de Box-Cox. As médias entre os tratamentos apresentaram diferenças significativas, a 5% de significância, pelo teste de Tukey.

Por último analisando a massa seca da planta (MS), os dados não apresentaram normalidade nem mesmo após diferentes transformações, assim foi utilizada a análise não-paramétrica de Kruskal-Wallis ao nível de 5% de significância. As médias apresentaram diferenças entre os tratamentos.

Em todas as avaliações, o uso do composto orgânico demonstrou diferença significativa em relação ao substrato comercial.

De forma geral, foram observados bons resultados em relação à utilização do composto orgânico na produção de mudas de rúcula, e assim, demonstrando-se como indicativo da possibilidade de substituição aos substratos comercializados, além de ser uma alternativa de reaproveitamento dos resíduos sólidos orgânicos.

Oliveira et al (2010) destaca em trabalho com adubação orgânica e mineral com diferentes arranjos espaciais entre as culturas da alface e rúcula em cultivo consorciado e solteiro, que a rúcula tanto em consorcio com a alface quando cultivada solteira, apresenta melhores desempenhos produtivos com adubação orgânica, possuindo maior altura e acúmulo de matéria seca de parte aérea.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O processo de compostagem dos resíduos gerados no restaurante universitário da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), câmpus Campo Mourão e dos resíduos oriundos da poda de grama do câmpus, sugerido no presente trabalho, mostrou-se uma boa alternativa de tratamento para os mesmos.

O uso da compostagem no aproveitamento de resíduos do RU e de poda de grama foi satisfatório em relação à expectativa que se tinha sobre à aplicação da compostagem na produção de rúcula. Além disso, o composto orgânico obtido apresentou resultados melhores ou similares ao substrato comercial.

Certamente, os resultados obtidos foram reflexos da composição físico- química dos resíduos do RU com os resíduos de poda de grama, desse modo, este adubo é viável para a produção de rúcula, nas condições em que este experimento foi efetuado.

Comparando os compostos orgânico e comercial, foram observados valores próximos em relação aos parâmetros analisados. Para todas as variáveis que foram utilizadas para avaliar as mudas de rúcula houve diferença significativa. O composto orgânico apresentou resultados melhores do que o substrato comercial, quando avaliado o cultivo de rúcula, indicando a viabilidade de sua utilização.

REFERÊNCIAS

ABRELPE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2015. 2015. Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br/Panorama/panorama2015.pdf> Acesso em: 09 out. 2017.

______. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2013. 2013. Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br/Panorama/panorama2013.pdf> Acesso em: 25 de Set. de 2017.

ABREU JUNIOR, C. H.; BINCOLETTO, L. F.; TROMBETA, ANDRÉ, L. B. O uso do composto de lixo urbano na agricultura: vantagens e limitações. São Paulo: Notesalq., p. 4-8, 2010.

ABREU, M. J. Gestão comunitária de resíduos orgânicos: o caso do projeto revolução dos baldinhos (PRB), capital social e agricultura urbana. 2013. Dissertação (Mestrado Profissional) — Programa de Pós-Graduação em

Agroecossistemas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2013. ALEXANDER, M. Introduction to soil microbiology. 2 ed. New York: John Wiley & Sons, 1977. 467 p.

BARREIRA, L. P. Avaliação das usinas de compostagem do estado de São Paulo em função da qualidade dos compostos e processos de produção. 2005. 204 f. Tese (Doutorado em Saúde Ambiental) — Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.

BENITO, M. A., MASAGUER, A.; MOLINER, R. de A. Chemical and physical

properties of pruning waste compost and their seasonal variability. Bioresource

Technol, v. 97, p. 2071 – 2076, 2006.

BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: Eliminação e valorização. Rio de Janeiro: FINEP - PROSAB, 2001.

BRAGA, M. M.; CÔRREA, M. C. M.; OLIVEIRA, C. H. A.; OLIVEIRA, O. R.; PINTO, C. M. Propriedades químicas de substrato produzido com resíduo orgânico da indústria processadora de caju. In: VI Encontro Nacional sobre Substratos para Plantas: materiais regionais como substrato, 6., 2008, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Embrapa Agroindustria Tropical, 2008.

BRASIL. Lei no 12305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 e dá outras providências. Diário Oficial da União República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 3 ago. 2010b. Disponível em: Acesso em: 18 set. 2017.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Apoio Rural e Cooperativismo. Instrução normativa Nº 23. 31 de agosto de 2005. Brasília: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 2004a, 18 p.

Brito, M. J. C. Processo de compostagem de resíduos urbanos em pequena escala e potencial de utilização do composto como substrato. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Processos) — Programa de Pós-Graduação em

Engenharia de Processos, Universidade Tiradentes, Aracaju, 2008.

CANTERI, M. G.; ALTHAUS, R. A.; VIRGENS FILHO, J. S.; GIGLIOTI, E. A.; GODOY, C. V. SASM – Agri - Sistema para análise e separação de médias em experimentos agrícolas pelos métodos Scoft - Knott, Tukey e Duncan. Revista Brasileira de Agrocomputação, v.1, n. 2, p.18 - 24. 2001.

CONAMA – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Relatório das reuniões do GT Compostagem 2017. 2017. Disponível em:

<http://www.mma.gov.br/port/conama/processos/8BF1C37E/Relatorio_GTComposta gem.pdf> Acesso em: 09 out. 2017.

COSTA, M. S. S. de M.; COSTA, L. A. de M.; DECARLI, L. D.; PELÁ, A.; SILVA, C. J. da; MATTER, U. F.; OLIBONE, D. Compostagem de resíduos sólidos de

frigorífico. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v.13, n.1, p.100 - 107, 2009.

COSTA, M. M. S.; COSTA, L. A.; SESTAK, M. Compostagem de resíduos da indústria de desfibrilização de algodão. Engenharia Agrícola, v. 25, n. 2, p. 540- 548, 2005.

DIAZ, L. F.; TREZEK, G. J.; SAVAGE, G. M., “Preparation of MSW for

Composting”. Emmaus, PA: The J.G. Press, p. 95-106, 1982.

EIGENHEER, E. M. Lixo: A limpeza urbana através dos tempos. Porto Alegre: Elsevier, Campus, 2009. p 139.

EMBRAPA - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGRÍCOLA. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes.1 ed. Brasília: Embrapa - Comunicação para transferência de tecnologia,1999.

FERNANDES, F.; SILVA, S. M. C. P. Manual prático para compostagem de biossólidos. Rio de Janeiro: FINEP – PROSAB, p. 92, 1999.

FERNANDES, F.; SILVA, S.M.C.P. Manual prático para a compostagem de biossólidos, Londrina: PROSAB - Programa de pesquisa em saneamento básico, Universidade Estadual de Londrina, 1996.

FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: Ed. UFV, 2008. 402 p.

GONÇALVES, M. S.; FACCHI, D. P.; BRANDÃO, M.; BAUER, M.; PARIS JUNIOR, O. Produção de mudas de alface e couve utilizando composto proveniente de resíduos agroindustriais. Rev. Bras. de Agroecologia, p. 216 – 224, 2014. ISSN 1980-9735.

GORGATI, C.Q. 2001. Resíduos sólidos urbanos em áreas de proteção aos mananciais - município de São Lourenço da Serra - SP: compostagem e impacto ambiental. Tese (Doutorado em Agronomia). Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Botucatu, 70 p., 2001.

GUERRINI, I. A.; TRIGUEIRO, R.M. Atributos físicos e químicos de substratos compostos por biossólidos e casca de arroz carbonizada. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 28, n. 6, p. 1069 - 1076, 2004.

HUGHES, E. G. “The Composting of Municipal Wastes”. In: Handbook of Organic

Waste Conversion, BEWICK, M. W. M. New York: Van Nostrand Reinhold, Env.

Engrs. Series, p. 108- 134,1980.

IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico. 2000. Disponível em:

<https://ww2.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pnsb/lixo_colet ado/lixo_coletado109.shtm>. Acesso em: 17 mar. 2018.

INÁCIO, C. T.; MILLER, P. R. M. Compostagem: Ciência e prática para gestão de resíduos orgânicos. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 156 p., 2009.

INSTITUTO DAS ÁGUAS DO PARANÁ. Relatório de Alturas Diárias de Precipitação. Disponível em: <http://www.sih-web.aguasparana.pr.gov.br/sih- web/gerarRelatorioAlturasDiariasPrecipitacao.do?action=carregarInterfaceInicial> Acesso em: 10 abr. 2018.

JAHNEL, M. C.; MELLONI, C.; ELKE, J. B. N. Maturidade de composto de lixo urbano. Scientia Agrícola, Piracicaba, v. 56, p. 301 - 304, 1999.

JIMÉNEZ, E. I.; GARCÍA, V. P. Instituto de Productos Naturales y Agrobiología

de Canarias CSIC, Avda. Francisco Sanchez 3, 38206 La Laguna, Tenerife, Canary

Islands, Spain .Accepted 4 July 1991. Available online 24 June 2003.

KIEHL, E. J. Manual de Compostagem: Maturação e qualidade do composto. Piracicaba: E. J. Kiehl., 1998.

KIEHL, E. J. Manual de compostagem: Maturação e qualidade do composto. 4ª ed. Piracicaba: E. J. Kiehl., 173 p., 2004.

KIEHL, E. J. Fertilizantes orgânicos. Piracicaba: Editora Agronômica Ceres Ltda, 492 p. 1985.

KIEHL, E. J. Manual da compostagem: Maturação e qualidade do composto. 4ª ed. Piracicaba, 173p. 2004.

LIMA, C.C. de. Caracterização química de resíduos da produção de biodiesel compostados com adição mineral. 2006. 167 f. Tese (Doutorado em Ciências) — Programa de Pós Graduação em Solos e Nutrição de Plantas, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2006.

MMA – MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Gestão de Resíduos Orgânicos. 2017. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-

solidos/gest%C3%A3o-de-res%C3%ADduos-org%C3%A2nicos> Acesso em: 08 jun. 2018.

MAPA – MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa no 25, de 23 de julho de 2009. Aprova as normas sobre as especificações e as garantias, as tolerâncias, o registro, a embalagem e a rotulagem dos fertilizantes orgânicos simples, mistos, compostos, organominerais e

biofertilizantes destinados à agricultura. Diário Oficial da União República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 jul. 2009.

MARRIEL, I. E.; KONZEN, E. A.; ALVARENGA, R. C.; SANTOS, H. L. Tratamento e utilização de resíduos orgânicos. Informe agropecuário, v. 13, n. 147, p. 24 - 36, 1987.

MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. 6 ed. London: Academic Press, 2005.

MASSUKADO, L.M. Desenvolvimento do processo de compostagem em unidade descentralizada e proposta de software livre para o gerenciamento municipal dos resíduos sólidos domiciliares. 2008. 204 f. Tese (Doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental) — Universidade de São Paulo, São Carlos, 2008.

MEDEIROS, D. C.; FREITAS, K. C. S.; VERAS, F.S.; ANJOS, R. S. B.; BORGES, R. D.; CAVALCANTE NETO, J. G.; NUNES, G. H. S.; FERREIRA, H. A.

Qualidade de mudas de alface em função de substratos com e sem biofertilizante. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 26, p.186- 189, 2008.

MELO, L. C. A.; SILVA, C. A.; DIAS, B. O. Caracterização da matriz orgânica de resíduos de origens diversificadas. Revista Brasileira de Ciências do Solo, Viçosa, v. 32, n. 1, p. 101 -110, 2008.

MERCKEL, A. J. Managing livestck wastyes. Westport: Avi Publishing Company, 1981.

MILARÉ, É. Direito do ambiente: a gestão ambiental em foco. 5 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.

MILLER, F.C.Composting as a process base don the control of ecologically

selective factors. 1992. In: Soil Microb. Ecol. New York: MEETING, F.B., p. 515-

543.

MINAMI, K.; TESSARIOLI NETO, J. A cultura da rúcula. Piracicaba: UNESP, 1998. p. 19.

MORALES, M.; JANICK, J. Arugula: a promising specialty leaf vegetable. 2002. In: J. JANICK, J.; WHIPKEY, A. Trends in new crops and new uses. Alexandria: ASHS Press, p. 418 - 423, 2002.

MIYASAKA, S.; NAKAMURA, Y.; OKAMOTO, H. Agricultura natural. 2. ed. Cuiabá: SEBRAE-MT, 1997. 73p. (Coleção agroindústria)

OLIVEIRA, E. Q.; SOUZA, R. J.; CRUZ, M. C. M.; MARQUES, V. B.; FRANÇA, A. C.; Produtividade de alface e rúcula, em sistema consorciado, sob adubação orgânica e mineral. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 28, n. 1, p. 36 - 40, 2010.

PAILLAT, J. M., ROBIN, P., HASSOUNA, M., LETERME, P. Predicting ammonia and

carbon dioxide emissions from carbon and nitrogen biodegradability during animal

waste composting. Atmospheric Environment, Amsterdã, v. 39, p. 6833–6842,

2005.

PAVINATO, P. S.; ROSOLEM, C. A. Disponibilidade de nutrientes no solo:

decomposição e liberação de compostos orgânicos de resíduos vegetais. Revista Brasileira de Ciências do Solo, Viçosa, v. 32, n. 3, p. 911 - 920, 2008.

PEIXOTO, J. O. Destinação final de resíduos, nem sempre uma opção econômica. Engenharia Sanitária, v. 27, n. 1, p. 15-18, 1981.

PEIXOTO, R. T. dos. G. Compostagem: Opção para o manejo orgânico do solo. Londrina: IAPAR, 1988, 46 p.

PEREIRA NETO, J. T.; Manual de compostagem: Processo de baixo custo. UFV. 2007.

PEREIRA NETO, J. T. Lixo urbano no brasil: Descaso, poluição irreversível e mortalidade infantil. Ação Ambiental - Universidade Federal de Viçosa, p. 8 - 11. 1998.

PEREIRA NETO, J. T. Manual de compostagem. 1 ed. Belo Horizonte: UNICEF, 1996, 56 p.

PEREIRA NETO, J. T. Tratamento, reciclagem e impacto ambiental de dejetos agrícolas. In: Conferência sobre Agricultura e Meio Ambiente, 1, 1992, Viçosa. Anais... Viçosa: UFV – NEPEMA, 1994. p. 154-159.

PEREIRA NETO, J.T. Manual de compostagem: Processo de baixo custo. Viçosa: UFV, 81 p., 2007.

PIGNONE, D. Present status of rocket genetic resources and conservation activities. In: PADULOSI, S.; PIGNONE, D. Rocket: A Mediterranean crop for the world.

Workshop Legnaro (Padova): Rome: International Plant Genetic Resources Institute, p. 51 - 66. 1997.

POINCELOT. “The Biochemistry and Methodology of Composting”. Com. Agr. Exp. Sta. Bull. v. 754, 38 p.,1975

PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 1979. 549 p. RAIJ, B. V. Uso agrícola de biossólido. In: I Seminário

sobre Gerenciamento de Biossólidos do Mercosul, 1, 1998. Curitiba. Anais... Curitiba: SANEPAR - ABES, 1998. p.147-151.

PROSAB - Programa de Pesquisas em Saneamento Básico. Manual prático para a compostagem de biossólidos. Universidade Estadual de Londrina, 91 p., 1999. Disponível em: <http://www.finep.gov.br/prosab/livros/Livro20Compostagem.pdf>. Acesso em 09 de Out. de 2017

PURQUERIO, L. F. V.; GOTO, R. Doses de nitrogênio em cobertura via fertirrigação e espaçamento entre plantas sobre a cultura da rúcula, em campo e ambiente protegido. In: Congresso Ibérico de Ciências Hortícolas, 5, 2005, Porto. Anais... Porto: Actas Portuguesas de Horticultura, 2005. p. 3-4.

RAIJ, B. V. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Agronômica Ceres, 1991. 328p

REIS, M. F. Avaliação do processo de compostagem de resíduos sólidos urbanos. 2005. 239 f. Tese (Doutorado em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2005.

RICHARD, T.; TRAUTMANN, N.; KRANSNY, M.; FREDENBURG, S.; STUART, C.

The science and engineering of composting. The Cornell composting website,

Cornell University. 2002. Disponível em: <http://www.compost.css.cornell. edu/composting_homepage.html>. Acesso em: 08 jun. 2018.

RODRIGUES, M.S.; SILVA, F. C.; BARREIRA, L. P.; KOVACS, A. Compostagem: reciclagem de resíduos sólidos orgânicos. In: SPADOTTO, C.A.; RIBEIRO, W. Gestão de Resíduos na agricultura e agroindústria. FEPAF. Botucatu, p. 63 – 94, 2006.

SANTOS, R. H. S. Crescimento, produção e qualidade de alface (Lactuva sativa) cultivada com composto orgânico. 1993. 114 f. Dissertação (Mestrado) —

Universidade Federal de Viçosa, 1993.

SEIFFERT, N.F. Planejamento da atividade avícola visando qualidade ambiental. In: Simpósio sobre Resíduos da Produção Avícola, Concórdia, 2000. Anais ...

Concórdia, SC. p. 1 – 20, 2000.

SILVA, C.D.; COSTA, L.M.; MATOS, A.T.; CECON, P.R.; SILVA, D. D.

Vermicompostagem de lodo de esgoto urbano e bagaço de cana-de-açúcar. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 6, p. 487- 491, 2002.

SILVA, M.S., L.A. COSTA, M. SESTAK, D. OLIBONE, A.V. KAUFMANN, S.R. ROTTA e R. SESTAK. 2001. Monitoramento da temperatura em dois sistemas de compostagem (com e sem aeração forçada) de resíduos sólidos da indústria de

desfibrilação de algodão com diferentes tipos de inóculo. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola, 30, 2001, Foz do Iguaçu. Anais... Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola. Cascavel. CD ROM

SNELL, J.R. Role of temperature in garbage composting. 1991. In: The biocycle

guide to the art & science of composting. J.G. Press. Emmaus. p. 224-256.

STENTIFORD, E. I.; PEREIRA NETO, J. T.; MARA, D. D. Diversity of composting

system. University of Leeds, 1996.

TANG, J-C.; KANAMORI, T.; INOUE, Y.; YASUTA, T.; YOSHIDA, S.; KATAYAMA, A.

Changes in the microbial community structure during thermophilic composting of manure as detected by quinone profile method. Process Biochem. v. 39, p. 1999-

2006, 2004.

TEDESCO, M. J.; GIANELLO, C.; BISSANI, C. A.; BOHNEN, H.; VOLKWEISS, S. J. Análises de solo, plantas e outros materiais. 2 ed. Porto Alegre: Departamento de Solos, UFRGS,1995.

TIQUIA, S.M. Microbiological parameters as indicators of compost maturity. J. Appl.

Microbiol., v. 99, p. 816 – 828, 2005.

TRANI, P. E.; FORNASIER, J. B.; LISBÃO, R. S. Cultura da rúcula. Campinas: IAC, p. 8, 1992 (IAC. Boletim Técnico, 146).

TUOMELA, M.; M. VIKMAN; A. HATAKKA. Biodegradation of lignin in a compost

environment: a review. Bioresource Technol, v. 72, p.169 – 183, 2000.

VALENTE, B. S.; XAVIER, E. G.; MORSELLI, T. B. G. A.; JAHNKE, D. S.; BRUM, B. de S. Jr.; CABRERA, B. R.; MORAES, P de O.; LOPES, D. C. N. Fatores que afetam o desenvolvimento da compostagem de resíduos orgânicos. Archivos de

Zootecnia. v. 58. p. 60 - 76, 2009.

VINNERAS, B.; JONSSON, H. Thermal composting of faecal matter as treatment

and possible disinfection method - Laboratory scale and pilot-scale studies.

Bioresource Technol., v. 84, p. 275 - 282, 2002.

WILLSON, G. B.; EPSTEIN, E.; PARR, J. R. “Recent advances in compost

technology”. 1976. In: Sludge management, disposal and utilization, Information

Transfer. Inc. Rockville, MD., p. 167.,

ZORZETO, T. Q. Caracterização física e química de substratos para plantas e sua avaliação no rendimento do morangueiro (Fragaria ananassa Duch.). 2011. 109 p. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical e Subtropical – Gestão de Recursos Agroambientais) — Instituto Agronômico, Campinas. 2011.

ZUCCONI, F.; BERTOLDI, M. Organic waste stabilization throughout composting and

CRC Press. Boca Raton. p. 109-137.

ZUCCONI, F.; BERTOLDI, M. Composts specifications for the production and

Characterization of composts from municipal solid waste. 1987. In Compost:

Documents relatifs